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( ) Garante que um invasor não pode interceptar um datagrama e tocá-lo de volta em algum momento posterior.
( ) Verifica se o conteúdo de um datagrama não foi alterado em trânsito, deliberadamente ou devido a erros aleatórios.
( ) Garante que sua política de VPN pode ser usada em toda a rede estendida a partir das suas configurações.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. O Secure Boot é um recurso da Unified Extensible Firmware Interface (UEFI) que exige que todos os componentes de firmware e software de baixo nível sejam verificados antes do carregamento.
PORQUE
II. Mantém os resumos de assinantes confiáveis (chaves públicas e certificados) do firmware e dos módulos de código de software autorizados para interagir com o firmware da plataforma.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
I. O modo kernel permite que processos de usuário executem instruções privilegiadas, desde que estejam devidamente autenticados pelo sistema operacional.
II. O modo usuário restringe o acesso direto à memória e dispositivos de E/S, sendo projetado para minimizar o impacto de falhas ou comportamento malicioso.
III. A troca entre modo usuário e modo kernel é realizada por meio de interrupções, chamadas de sistema (syscalls) ou exceções.
IV. Todo o código do sistema operacional é executado no modo usuário para garantir que o hardware esteja protegido contra falhas críticas.
I. As VMs infectadas podem ser revertidas para um ponto no tempo.
II. Quando a VM não está infectada e estável, elas podem ser apagadas e recriadas com mais facilidade.
III. Se um invasor compromete um hypervisor, todas as VMs permanecem intactas, bem como os sistemas operacionais convidados.
IV. Os hypervisores também podem permitir que VMs se comuniquem entre si a partir de trocas na rede física, o que facilita a visualização do tráfego auxiliando na detecção de atividade suspeita.
( ) CISOs, CIOs e outros tomadores de decisão em segurança da informação utilizam essa inteligência para identificar agentes de ameaça com maior probabilidade de atacar suas organizações, tomando medidas preventivas por meio de controles de segurança e outras ações direcionadas a impedir esses ataques.
( ) Além de auxiliar as equipes de resposta a incidentes na filtragem de falsos positivos e na interceptação de ataques reais, a inteligência tática de ameaças também é empregada pelas equipes de caça a ameaças para rastrear APTs (Advanced Persistent Threats) e outros atacantes ativos, porém discretos.
( ) Os stakeholders utilizam essa inteligência para alinhar estratégias e investimentos mais amplos de gerenciamento de riscos organizacionais ao cenário de ameaças cibernéticas, garantindo decisões mais informadas e eficazes.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
ip -br a | grep UP
ss -tuln | grep LISTEN
cat /proc/sys/net/ipv4/ip_forward
( ) O comando ip -br a | grep UP lista todas as interfaces de rede que estão ativas no sistema.
( ) O comando ss -tuln | grep LISTEN exibe as conexões TCP e UDP atualmente estabelecidas com outros hosts.
( ) O arquivo /proc/sys/net/ipv4/ip_forward indica se o sistema está configurado para encaminhar pacotes IPv4.
( ) O script verifica se o firewall UFW está instalado e mostra seu status se disponível.
( ) O comando cat /proc/sys/net/ipv4/ip_forward retorna “1” quando o IP forwarding está desativado.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Coluna 1
1. CISSP.
2. CEH.
3. Security+.
4. OSCP.
5. CISM.
Coluna 2
( ) É uma das certificações profissionais mais procuradas na indústria de segurança, foi criada para demonstrar que um profissional de segurança pode projetar, implementar e gerenciar um programa de segurança da informação.
( ) Oferece conhecimento aprofundado sobre o cenário atual de hacking, incluindo as técnicas, ferramentas e metodologias mais recentes utilizadas por cibercriminosos.
( ) Confirma as habilidades básicas necessárias para executar funções essenciais de segurança e fornece um padrão global para melhores práticas em segurança de redes e operações de TI.
( ) Demonstra as habilidades e o conhecimento necessários para atuar como testador de invasão.
( ) Indica expertise técnica e experiência em governança de segurança da informação, gestão de riscos de informação, desenvolvimento e gerenciamento de programas de segurança da informação, e gerenciamento de incidentes de segurança da informação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. O SAST (SonarQube) deve rodar durante as etapas de build no Azure DevOps, analisando o código-fonte para encontrar vulnerabilidades como injeção de SQL e falhas de autenticação, podendo bloquear a pipeline antes do deploy.
II. O DAST (OWASP ZAP) deve ser executado no ambiente de testes, realizando ataques simulados contra o aplicativo já em execução, detectando problemas como configurações inseguras de HTTP headers e falhas de autorização.
III. O DAST depende de acesso ao código-fonte para localizar vulnerabilidades em tempo de execução.
IV. A execução combinada de SAST e DAST no pipeline cobre vulnerabilidades tanto estáticas (no código) quanto dinâmicas (em runtime), fortalecendo a segurança em múltiplas camadas.
Quais estão corretas?
I. As soluções de SIEM melhoram muito o tempo médio de detecção (MTTD) e o tempo médio de resposta (MTTR) das equipes de segurança de TI. Isso é possível porque elas acabam com os fluxos de trabalho manuais associados à análise detalhada de eventos de segurança.
PORQUE
II. Os dados de log de eventos de usuários, endpoints, aplicações, fontes de dados, cargas de trabalho na nuvem e redes, bem como dados de hardware e software de segurança, como firewalls ou software antivírus, são coletados, correlacionados e analisados em tempo real.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
I. RBAC é uma maneira de gerenciar o acesso de um usuário a sistemas, redes ou recursos com base na função dele dentro de uma equipe ou empresa de maior porte.
II. O nível de acesso necessário para todos os usuários com um cargo específico é atribuído a eles através de uma função com o conjunto de permissões adequadamente configurado.
III. RBAC estabelece uma hierarquia de funções, na qual a estrutura se assemelha à hierarquia da empresa com funções sendo restritas aos seus administradores.
IV. O RBAC é uma alternativa à configuração de acesso a redes para grupos de usuários.
I. SAML é importante devido a funcionar em vários sistemas operacionais e computadores diferentes, o que permite garantir acesso de segurança em uma variedade de contextos.
II. SCIM ajuda as organizações a gerenciar identidades de usuário de uma maneira padronizada que funciona em vários aplicativos e soluções (provedores).
III. OIDC adiciona um aspecto de identidade ao 0Auth 2.0, que é uma estrutura para autorização. Ele envia tokens que contêm informações sobre o usuário entre o provedor de identidade e o provedor de serviços.
IV. SAML é o que permite o logon único. Depois que um usuário foi autenticado com sucesso, o SAML notifica outros aplicativos que o usuário é uma entidade verificada.
Coluna 1
1. awslabs/aws-c-io
2. awslabs/s2n
3. awslabs/aws-c-mqtt
4. awslabs/aws-c-cal
Coluna 2
( ) Pacote de soquetes (TCP, UDP), DNS, canais, circuitos de eventos, canais, SSL/TLS.
( ) Pacote de implementação C99 dos protocolos TLS/SSL, projetados para serem pequenos e rápidos, com a segurança como prioridade.
( ) Pacote de protocolo de mensagens leve e padrão para a Internet das Coisas – IoT.
( ) Pacote de tipos criptográficos primitivos, hashes (,, SHA256 HMAC) MD5 SHA256, signatários, AES.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
I. Excluir contas inutilizadas.
II. Desinstalar programas dispensáveis.
III. Rever permissões e pontos de acesso.
IV. Mapear possíveis vírus e malwares presentes.
( ) O vetor de inicialização (IV) é sempre fixo e não precisa ser transmitido junto com a mensagem criptografada.
( ) O padding no código é opcional, porque o AES pode criptografar mensagens de qualquer tamanho sem necessidade de ajuste.
( ) O script utiliza criptografia simétrica AES em modo CBC, onde a mesma chave é usada para criptografar e descriptografar os dados.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: