Questões de Concurso Para médico clínico

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Q1252125 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
Considere os seguintes trechos:
Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. (2º parágrafo) “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!” (5º parágrafo)
Nos contextos em que são empregados, os termos Talvez e Qualquer atribuem aos elementos a que se vinculam, respectivamente, sentidos de
Alternativas
Q1252124 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
No contexto da argumentação desenvolvida pelo autor, o termo negativamente, ao final do texto, sugere que 
Alternativas
Q1252122 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
A frase do sociólogo Alain Touraine (5º parágrafo) é considerada irônica porque
Alternativas
Q1252121 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
Um dizer que se relaciona, tematicamente, com o conteúdo expresso no 4º parágrafo é:
Alternativas
Q1252119 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
   Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
   Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
   Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
No texto, a frase Parem o mundo, que eu quero descer! está relacionada a
Alternativas
Q1249422 Medicina
Considerando-se LONGO et al., no que se refere aos distúrbios da marcha e do equilíbrio, sobre as categorias dos s inais e s intomas de di stúrbios vestibulares, anal isar os itens abaixo:
I. Prejuízo do equilíbrio na posição ereta. II. Vertigem (percepção subjetiva inadequada ou ilusão de movimento). III. Nistagmo (movimentos oculares involuntários).
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q1249421 Medicina
Acerca das c aracterísticas c línicas, di agnósticas e terapêuticas da sífilis, analisar os itens:
“Dados do Boletim Epidemiológico de Sífilis - 2018, publicado em nov embro pelo M inistério da S aúde, apontam au mento no nú mero de c asos de s ífilis no Brasil em todos os cenários da infecção. Em comparação ao ano de 2016, observou-se aumento de 28, 5% na t axa de detecção em ges tantes, 16,4% na i ncidência de s ífilis congênita e 31, 8% na i ncidência de sífilis adqui rida. Segundo o Boletim, a taxa de detecção da sífilis adquirida no Brasil passou de 44,1/100 mil habitantes em 2016 para 58,1 casos para cada 100 mil habitantes em 2017”. https://nacoesunidas.org/... - adaptado.
I. A investigação de anticorpos treponêmicos, como FTAABS, é um teste recomendado em situações nas quais se necessita confirmar um resultado de VDRL positivo, bem c omo par a a quant ificação de r esposta ao tratamento. II. Após o t ratamento da s ífilis dur ante o per íodo gestacional, é r ecomendável a quant ificação m ensal dos t ítulos de r eagina pl asmática r ápida. C aso haj a aumento de quatro vezes ou mais, o retratamento deve ser considerado. III. Embora um FTA-ABS não reagente no líquor possa ser útil par a des cartar o di agnóstico de neur ossífilis, nenhum diagnóstico de neu rossífilis deve ser baseado unicamente no teste de FTA-ABS no líquor. IV. A neur ossífilis as sintomática é di agnosticada quando existem anor malidades no ex ame de l íquor, c omo pleocitose de pol imorfonucleares, el evação de proteínas ou um resultado positivo de teste de VDRL, em u m pac iente c om s ífilis c om aus ência de s inais e sintomas de doença neurológica.
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q1249420 Medicina
Embora algumas reações a fármacos incluam manifestações c utâneas, algumas env olvem apena s outros sistemas orgânicos e causam, por exemplo, infiltrados eos inofílicos pul monares, hepat ite e nef rite intersticial aguda. Q uais dos f ármacos abai xo es tão relacionados à ocorrência de agranulocitose?
Alternativas
Q1249419 Medicina
Assinalar a al ternativa que apr esenta um ant ibiótico que pode exacerbar um quadro de Miastenia Gravis:
Alternativas
Q1249418 Medicina
Sobre extrassístole supraventricular, é C ORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1249417 Medicina

De ac ordo c om LO PES, s obre a c lassificação d a fibrilação arterial, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Permanente.

(2) Persistente.

(3) Isolada.

(4) Paroxística.

(5) Recorrente.


( ) Mais do que dois episódios pode necessitar de terapia.

( ) Primeiro episódio, usualmente sustentada.

( ) Falha na cardioversão ou sem tentativa.

( ) Resolução espontânea em uma semana.

( ) Mais do que sete d ias ou nec essita de t erapia par a cardioversão.

Alternativas
Q1249416 Medicina
Sobre as vulvovaginites, analisar os itens abaixo:
I. Ao s e enc ontrar a pr esença de pr otozoário m óvel e m exame a fresco em paciente com quadro sintomático de vulvovaginite, pode -se dar o di agnóstico d e vulvovaginite causada por Gardnerella vaginalis. II. A Gardnerella v aginalis e a Candida al bicans podem habitar a v agina s em c ausar s intomas e a i nfecção causada por esses agentes não é c onsiderada doença sexualmente transmissível. III. A vaginose bacteriana é comum em pH vaginal inferior a 4,5 e a candidíase é comum em pH vaginal superior a 4,5.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q1249415 Psiquiatria
Em relação à esquizofrenia, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1249414 Medicina
Uma mulher de 36 anos está com sinal de K ussmaul positivo. Q ual das pat ologias aba ixo a pac iente provavelmente tem?
Alternativas
Q1249413 Medicina
Em relação ao Melanoma Maligno (MM), assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1249412 Medicina
Em relação à avaliação de macrocitose, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1249410 Medicina

Entre as metas nacionais propostas para a prevenção do c âncer de mama e do c olo do út ero, di spostas no Caderno de Atenção Básica nº 13, estão:


I. Tratar 100 % das mulheres c om di agnóstico de l esões precursoras de câncer.

II. Ampliar a cobertura de exame citopatológico em mulheres de 25 a 64 anos.

III. Aumentar a c obertura de m amografia em mulheres entre 29 e 49 anos.


Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q1249409 Medicina
Sobre a doação de órgãos e tecidos, em conformidade com o disposto no Código de Ética Médica, marcar C para as af irmativas C ertas, E par a as E rradas e, ap ós, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) É permitido ao Médico, quando pertencente à equi pe de transplante, participar do pr ocesso de di agnóstico da morte ou da dec isão de suspender meios artificiais para prolongar a vida do possível doador. ( ) É vedado ao Médico participar direta ou indiretamente da comercialização de órgãos ou de tecidos humanos. ( ) Não é per mitido ao M édico r etirar ór gão de doador vivo quando este for juridicamente incapaz, mesmo se houver autorização de seu representante legal, exceto nos casos permitidos e regulamentados em lei.
Alternativas
Q1249403 Direito Processual Penal

Conforme o disposto na Lei nº 11.340/2006 - Lei Maria da Penha, as sinalar a al ternativa que pr eenche a l acuna abaixo CORRETAMENTE:


Os J uizados de V iolência D oméstica e F amiliar c ontra a Mulher que vierem a ser criados poderão contar com uma equipe de atendimento multidisciplinar, a ser integrada por profissionais especialiizados nas áreas _, jurídica e de saúde.

Alternativas
Q1249370 Segurança e Saúde no Trabalho

Em conformidade com a NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde, os produtos químicos, inclusive intermediários e resíduos que impliquem riscos à segurança e saúde do trabalhador, devem ter uma ficha descritiva contendo, no mínimo, as seguintes informações:


I. As características e as formas de utilização do produto.

II. Os riscos à segurança e saúde do trabalhador e ao meio ambiente, considerando as formas de utilização.

III. As medidas de proteção coletiva, individual e de controle do médico da saúde dos trabalhadores.

IV. Os procedimentos em situações de emergência.


Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Respostas
13901: A
13902: D
13903: C
13904: C
13905: A
13906: D
13907: A
13908: E
13909: B
13910: D
13911: C
13912: B
13913: E
13914: B
13915: C
13916: D
13917: B
13918: E
13919: A
13920: D