Questões de Concurso Para médico clínico

Foram encontradas 22.166 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1728330 Medicina
A síndrome de Wernicke caso não tratada prontamente, pode produzir perdas de memória irreversíveis. É associada à deficiência de:
Alternativas
Q1728329 Medicina
Analise o trecho a seguir e assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna: “Além da sonolência diurna, a narcolepsia manifesta-se clinicamente por ataques de ___________________, que é uma crise imperceptível de fraqueza de grupos musculares (queixo, cabeça, joelho), ocorrendo a queda da mandíbula, da cabeça, fraqueza nos joelhos e, eventualmente, queda abrupta e completa ao solo.”
Alternativas
Q1728328 Medicina
Ocorrem lentificação psicomotora, anedonia, alterações do sono e do apetite, piora dos sintomas no período da manhã (melhora no período da tarde e da noite) e ideias de culpa na depressão:
Alternativas
Q1728327 Psiquiatria
A tendência a experimentar autovalorização excessiva, manifesta por meio de atitude persistente de autorreferência é uma característica do transtorno de personalidade:
Alternativas
Q1716147 Português
As vírgulas que isolam a expressão “entretanto” (linha 2) foram empregadas para:
Alternativas
Q1713873 Português
Higiene básica em hospitais

A falta de práticas básicas de higiene como a lavagem das mãos em ambiente hospitalar é apontada como a principal causa para a disseminação de bactérias multirresistentes como a Klebsiella pneumoniae, que ganhou as manchetes por causar mortes em Brasília e na Paraíba.

O contato direto por pele com pacientes colonizados - portadores das bactérias capazes de desenvolver a infecção - ou que já tenham desenvolvido a infecção é o que deve ser evitado, segundo especialistas em enfermagem, reunidos em debate sobre infecção hospitalar realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) semana passada, na capital paulista.

A superbactéria é resistente a antibióticos por causa de uma enzima conhecida como KPC, podendo ir de pessoa a pessoa por um mecanismo conhecido como contaminação cruzada.

"A gente tem que investir nas medidas de prevenção, pois há risco de transmissão do paciente positivo para aquele sem KPC", afirma Luciana de Oliveira Matias, enfermeira e integrante do Centro de Controle de Infecções Hospitalares da Unifesp. "Se o profissional examina alguém com a bactéria, mas não higieniza as mãos, não limpa o instrumental, a possibilidade de transmissão aparece." 

Segundo a especialista, é preciso reforçar a diferença entre portar a bactéria e desenvolver a doença. "A pessoa pode estar colonizada, mas não necessariamente desenvolver a doença", diz a enfermeira. "Fatores como idade, uso de antibióticos e a condição da defesa do corpo da pessoa pesam para a doença se desenvolver ou não."

A diretora de Enfermagem do Hospital São Paulo, Maria Isabel Carmagnani, chama a atenção para a responsabilidade com aqueles mais vulneráveis a infecções hospitalares. "É aquele mais debilitado que irá sofrer. A maioria de nós pode ser colonizada, mas o paciente com imunidade reduzida é mais fraco. Mesmo que o portador não desenvolva o problema, pode passá-lo a outra pessoa", afirma.

Qualquer pessoa em ambiente hospitalar está sujeita a ter contato com bactérias, porém é possível identificar grupos de risco. "Soropositivos, pacientes recebendo quimioterapia, transplantados e aqueles hospedados em UTIs são mais suscetíveis a contrair a KPC", afirma Luciana.

PREVENÇÃO X TRATAMENTO

A atenção para medidas de barreira para diminuir o contato de pele entre o portador da bactéria produtora de KPC e pessoas não colonizadas é o principal desafio das equipes hospitalares, pelo menos enquanto a capacidade dos antibióticos atuais não é aumentada.

"Para quem trabalha na área, é fundamental observar as precauções de contato. Lavar as mãos antes de entrar em contato com o paciente. No caso da KPC, especificamente, usar luvas e avental de manga longa", diz Luciana. 

Para Sonia Regina Ferreira, professora de enfermagem no Hospital São Paulo, a segurança dos pacientes dentro de hospitais é uma questão corporativa. "Ao adotar uma política de instituição, por exemplo, não sair do ambiente hospitalar com o avental, com o tempo os funcionários passam a saber que precisam tomar cuidado."

"Infecções são quase sempre tratáveis, há bom investimento no tratamento de infecções. O problema é quanto à prevenção. Falta focar nas medidas de prevenção como não deixar faltar material básico, higienização", afirma Luciana. "O perigo está na transmissão de infecção. Ao entrar no ambiente hospitalar, já corro esse risco. Se o profissional que se aproximar também não fizer a higienização das mãos, é possível pegar infecção de outro paciente."

Adaptado. Disponível em: https://glo.bo/2VOzBYG (acesso em 15/10/2019).
Com base no texto 'Higiene básica em hospitais', leia as afirmativas a seguir:
I. No texto, Luciana de Oliveira Matias afirma que, se o profissional examina alguém com a bactéria Klebsiella pneumoniae, mas não higieniza as mãos, não limpa o instrumental, a possibilidade de transmissão aparece. II. O texto informa que, para Luciana de Oliveira Matias, ao entrar no ambiente hospitalar, o indivíduo corre o risco de ser infectado pela bactéria Klebsiella pneumoniae. Assim, ainda que um profissional que se aproximar fizer a higienização das mãos ele irá, necessariamente, contrair a infecção de outro paciente. III. O autor do texto diz que, segundo Luciana de Oliveira Matias, existe uma diferença entre portar a bactéria e desenvolver a doença, pois a pessoa pode estar colonizada, mas não necessariamente desenvolver a doença.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713872 Português
Higiene básica em hospitais

A falta de práticas básicas de higiene como a lavagem das mãos em ambiente hospitalar é apontada como a principal causa para a disseminação de bactérias multirresistentes como a Klebsiella pneumoniae, que ganhou as manchetes por causar mortes em Brasília e na Paraíba.

O contato direto por pele com pacientes colonizados - portadores das bactérias capazes de desenvolver a infecção - ou que já tenham desenvolvido a infecção é o que deve ser evitado, segundo especialistas em enfermagem, reunidos em debate sobre infecção hospitalar realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) semana passada, na capital paulista.

A superbactéria é resistente a antibióticos por causa de uma enzima conhecida como KPC, podendo ir de pessoa a pessoa por um mecanismo conhecido como contaminação cruzada.

"A gente tem que investir nas medidas de prevenção, pois há risco de transmissão do paciente positivo para aquele sem KPC", afirma Luciana de Oliveira Matias, enfermeira e integrante do Centro de Controle de Infecções Hospitalares da Unifesp. "Se o profissional examina alguém com a bactéria, mas não higieniza as mãos, não limpa o instrumental, a possibilidade de transmissão aparece." 

Segundo a especialista, é preciso reforçar a diferença entre portar a bactéria e desenvolver a doença. "A pessoa pode estar colonizada, mas não necessariamente desenvolver a doença", diz a enfermeira. "Fatores como idade, uso de antibióticos e a condição da defesa do corpo da pessoa pesam para a doença se desenvolver ou não."

A diretora de Enfermagem do Hospital São Paulo, Maria Isabel Carmagnani, chama a atenção para a responsabilidade com aqueles mais vulneráveis a infecções hospitalares. "É aquele mais debilitado que irá sofrer. A maioria de nós pode ser colonizada, mas o paciente com imunidade reduzida é mais fraco. Mesmo que o portador não desenvolva o problema, pode passá-lo a outra pessoa", afirma.

Qualquer pessoa em ambiente hospitalar está sujeita a ter contato com bactérias, porém é possível identificar grupos de risco. "Soropositivos, pacientes recebendo quimioterapia, transplantados e aqueles hospedados em UTIs são mais suscetíveis a contrair a KPC", afirma Luciana.

PREVENÇÃO X TRATAMENTO

A atenção para medidas de barreira para diminuir o contato de pele entre o portador da bactéria produtora de KPC e pessoas não colonizadas é o principal desafio das equipes hospitalares, pelo menos enquanto a capacidade dos antibióticos atuais não é aumentada.

"Para quem trabalha na área, é fundamental observar as precauções de contato. Lavar as mãos antes de entrar em contato com o paciente. No caso da KPC, especificamente, usar luvas e avental de manga longa", diz Luciana. 

Para Sonia Regina Ferreira, professora de enfermagem no Hospital São Paulo, a segurança dos pacientes dentro de hospitais é uma questão corporativa. "Ao adotar uma política de instituição, por exemplo, não sair do ambiente hospitalar com o avental, com o tempo os funcionários passam a saber que precisam tomar cuidado."

"Infecções são quase sempre tratáveis, há bom investimento no tratamento de infecções. O problema é quanto à prevenção. Falta focar nas medidas de prevenção como não deixar faltar material básico, higienização", afirma Luciana. "O perigo está na transmissão de infecção. Ao entrar no ambiente hospitalar, já corro esse risco. Se o profissional que se aproximar também não fizer a higienização das mãos, é possível pegar infecção de outro paciente."

Adaptado. Disponível em: https://glo.bo/2VOzBYG (acesso em 15/10/2019).
Com base no texto 'Higiene básica em hospitais', leia as afirmativas a seguir:
I. O texto permite deduzir que, para quem trabalha na área, é fundamental observar as precauções de contato com pacientes infectados e com outros profissionais, como lavar as mãos antes de entrar em contato com o paciente. No caso da KPC, afirma Luciana de Oliveira Matias, o profissional deve evitar usar luvas ou mesmo avental de manga longa, pois esses materiais podem ser vetores de transmissão da bactéria. II. Segundo o texto, estão sujeitos a ter contato com bactérias exclusivamente os indivíduos que compõem os grupos de risco, como: soropositivos, pacientes recebendo quimioterapia, transplantados e aqueles hospedados em UTIs. III. Depreende-se do texto que, para Maria Isabel Carmagnani, é necessário ser responsável com aqueles mais vulneráveis a infecções hospitalares, pois eles estão mais sujeitos ao risco de contrair doenças.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713871 Português
Higiene básica em hospitais

A falta de práticas básicas de higiene como a lavagem das mãos em ambiente hospitalar é apontada como a principal causa para a disseminação de bactérias multirresistentes como a Klebsiella pneumoniae, que ganhou as manchetes por causar mortes em Brasília e na Paraíba.

O contato direto por pele com pacientes colonizados - portadores das bactérias capazes de desenvolver a infecção - ou que já tenham desenvolvido a infecção é o que deve ser evitado, segundo especialistas em enfermagem, reunidos em debate sobre infecção hospitalar realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) semana passada, na capital paulista.

A superbactéria é resistente a antibióticos por causa de uma enzima conhecida como KPC, podendo ir de pessoa a pessoa por um mecanismo conhecido como contaminação cruzada.

"A gente tem que investir nas medidas de prevenção, pois há risco de transmissão do paciente positivo para aquele sem KPC", afirma Luciana de Oliveira Matias, enfermeira e integrante do Centro de Controle de Infecções Hospitalares da Unifesp. "Se o profissional examina alguém com a bactéria, mas não higieniza as mãos, não limpa o instrumental, a possibilidade de transmissão aparece." 

Segundo a especialista, é preciso reforçar a diferença entre portar a bactéria e desenvolver a doença. "A pessoa pode estar colonizada, mas não necessariamente desenvolver a doença", diz a enfermeira. "Fatores como idade, uso de antibióticos e a condição da defesa do corpo da pessoa pesam para a doença se desenvolver ou não."

A diretora de Enfermagem do Hospital São Paulo, Maria Isabel Carmagnani, chama a atenção para a responsabilidade com aqueles mais vulneráveis a infecções hospitalares. "É aquele mais debilitado que irá sofrer. A maioria de nós pode ser colonizada, mas o paciente com imunidade reduzida é mais fraco. Mesmo que o portador não desenvolva o problema, pode passá-lo a outra pessoa", afirma.

Qualquer pessoa em ambiente hospitalar está sujeita a ter contato com bactérias, porém é possível identificar grupos de risco. "Soropositivos, pacientes recebendo quimioterapia, transplantados e aqueles hospedados em UTIs são mais suscetíveis a contrair a KPC", afirma Luciana.

PREVENÇÃO X TRATAMENTO

A atenção para medidas de barreira para diminuir o contato de pele entre o portador da bactéria produtora de KPC e pessoas não colonizadas é o principal desafio das equipes hospitalares, pelo menos enquanto a capacidade dos antibióticos atuais não é aumentada.

"Para quem trabalha na área, é fundamental observar as precauções de contato. Lavar as mãos antes de entrar em contato com o paciente. No caso da KPC, especificamente, usar luvas e avental de manga longa", diz Luciana. 

Para Sonia Regina Ferreira, professora de enfermagem no Hospital São Paulo, a segurança dos pacientes dentro de hospitais é uma questão corporativa. "Ao adotar uma política de instituição, por exemplo, não sair do ambiente hospitalar com o avental, com o tempo os funcionários passam a saber que precisam tomar cuidado."

"Infecções são quase sempre tratáveis, há bom investimento no tratamento de infecções. O problema é quanto à prevenção. Falta focar nas medidas de prevenção como não deixar faltar material básico, higienização", afirma Luciana. "O perigo está na transmissão de infecção. Ao entrar no ambiente hospitalar, já corro esse risco. Se o profissional que se aproximar também não fizer a higienização das mãos, é possível pegar infecção de outro paciente."

Adaptado. Disponível em: https://glo.bo/2VOzBYG (acesso em 15/10/2019).
Com base no texto 'Higiene básica em hospitais', leia as afirmativas a seguir:
I. No texto, é possível identificar a ideia de que a superbactéria Klebsiella pneumoniae é resistente a antibióticos por causa de uma enzima conhecida como KPC, podendo ir de pessoa a pessoa por um mecanismo conhecido como contaminação cruzada. II. De acordo com o texto, para Maria Isabel Carmagnani, a maioria dos indivíduos pode contrair a bactéria, mas apenas o paciente com imunidade reduzida consegue enfrentar e combater a infecção, impedindo assim que a doença se desenvolva. III. O autor aponta que, para Luciana de Oliveira Matias, os fatores como idade, uso de antibióticos e a condição da defesa do corpo da pessoa pesam para a infecção causada pela bactéria Klebsiella pneumoniae se desenvolver ou não.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713870 Português
Higiene básica em hospitais

A falta de práticas básicas de higiene como a lavagem das mãos em ambiente hospitalar é apontada como a principal causa para a disseminação de bactérias multirresistentes como a Klebsiella pneumoniae, que ganhou as manchetes por causar mortes em Brasília e na Paraíba.

O contato direto por pele com pacientes colonizados - portadores das bactérias capazes de desenvolver a infecção - ou que já tenham desenvolvido a infecção é o que deve ser evitado, segundo especialistas em enfermagem, reunidos em debate sobre infecção hospitalar realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) semana passada, na capital paulista.

A superbactéria é resistente a antibióticos por causa de uma enzima conhecida como KPC, podendo ir de pessoa a pessoa por um mecanismo conhecido como contaminação cruzada.

"A gente tem que investir nas medidas de prevenção, pois há risco de transmissão do paciente positivo para aquele sem KPC", afirma Luciana de Oliveira Matias, enfermeira e integrante do Centro de Controle de Infecções Hospitalares da Unifesp. "Se o profissional examina alguém com a bactéria, mas não higieniza as mãos, não limpa o instrumental, a possibilidade de transmissão aparece." 

Segundo a especialista, é preciso reforçar a diferença entre portar a bactéria e desenvolver a doença. "A pessoa pode estar colonizada, mas não necessariamente desenvolver a doença", diz a enfermeira. "Fatores como idade, uso de antibióticos e a condição da defesa do corpo da pessoa pesam para a doença se desenvolver ou não."

A diretora de Enfermagem do Hospital São Paulo, Maria Isabel Carmagnani, chama a atenção para a responsabilidade com aqueles mais vulneráveis a infecções hospitalares. "É aquele mais debilitado que irá sofrer. A maioria de nós pode ser colonizada, mas o paciente com imunidade reduzida é mais fraco. Mesmo que o portador não desenvolva o problema, pode passá-lo a outra pessoa", afirma.

Qualquer pessoa em ambiente hospitalar está sujeita a ter contato com bactérias, porém é possível identificar grupos de risco. "Soropositivos, pacientes recebendo quimioterapia, transplantados e aqueles hospedados em UTIs são mais suscetíveis a contrair a KPC", afirma Luciana.

PREVENÇÃO X TRATAMENTO

A atenção para medidas de barreira para diminuir o contato de pele entre o portador da bactéria produtora de KPC e pessoas não colonizadas é o principal desafio das equipes hospitalares, pelo menos enquanto a capacidade dos antibióticos atuais não é aumentada.

"Para quem trabalha na área, é fundamental observar as precauções de contato. Lavar as mãos antes de entrar em contato com o paciente. No caso da KPC, especificamente, usar luvas e avental de manga longa", diz Luciana. 

Para Sonia Regina Ferreira, professora de enfermagem no Hospital São Paulo, a segurança dos pacientes dentro de hospitais é uma questão corporativa. "Ao adotar uma política de instituição, por exemplo, não sair do ambiente hospitalar com o avental, com o tempo os funcionários passam a saber que precisam tomar cuidado."

"Infecções são quase sempre tratáveis, há bom investimento no tratamento de infecções. O problema é quanto à prevenção. Falta focar nas medidas de prevenção como não deixar faltar material básico, higienização", afirma Luciana. "O perigo está na transmissão de infecção. Ao entrar no ambiente hospitalar, já corro esse risco. Se o profissional que se aproximar também não fizer a higienização das mãos, é possível pegar infecção de outro paciente."

Adaptado. Disponível em: https://glo.bo/2VOzBYG (acesso em 15/10/2019).
Com base no texto 'Higiene básica em hospitais', leia as afirmativas a seguir:
I. Infere-se do texto que é necessário investir nas medidas de prevenção, pois há risco de transmissão do paciente positivo para aquele sem KPC. II. O texto aponta que o contato direto por pele com pacientes colonizados - portadores das bactérias capazes de desenvolver a infecção - ou que já tenham desenvolvido a infecção, não é um fator de risco para a transmissão da doença causada pela bactéria Klebsiella pneumoniae e, portanto, não há necessidade de pânico por parte da população. III. No texto, Luciana de Oliveira Matias afirma que as infecções são quase sempre tratáveis, havendo um bom investimento no tratamento de infecções. O problema, afirma enfermeira e integrante do Centro de Controle de Infecções Hospitalares da Unifesp, é quanto à prevenção, pois falta focar nas medidas de prevenção como não deixar faltar material básico e realizar medidas de higienização.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713869 Português
Higiene básica em hospitais

A falta de práticas básicas de higiene como a lavagem das mãos em ambiente hospitalar é apontada como a principal causa para a disseminação de bactérias multirresistentes como a Klebsiella pneumoniae, que ganhou as manchetes por causar mortes em Brasília e na Paraíba.

O contato direto por pele com pacientes colonizados - portadores das bactérias capazes de desenvolver a infecção - ou que já tenham desenvolvido a infecção é o que deve ser evitado, segundo especialistas em enfermagem, reunidos em debate sobre infecção hospitalar realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) semana passada, na capital paulista.

A superbactéria é resistente a antibióticos por causa de uma enzima conhecida como KPC, podendo ir de pessoa a pessoa por um mecanismo conhecido como contaminação cruzada.

"A gente tem que investir nas medidas de prevenção, pois há risco de transmissão do paciente positivo para aquele sem KPC", afirma Luciana de Oliveira Matias, enfermeira e integrante do Centro de Controle de Infecções Hospitalares da Unifesp. "Se o profissional examina alguém com a bactéria, mas não higieniza as mãos, não limpa o instrumental, a possibilidade de transmissão aparece." 

Segundo a especialista, é preciso reforçar a diferença entre portar a bactéria e desenvolver a doença. "A pessoa pode estar colonizada, mas não necessariamente desenvolver a doença", diz a enfermeira. "Fatores como idade, uso de antibióticos e a condição da defesa do corpo da pessoa pesam para a doença se desenvolver ou não."

A diretora de Enfermagem do Hospital São Paulo, Maria Isabel Carmagnani, chama a atenção para a responsabilidade com aqueles mais vulneráveis a infecções hospitalares. "É aquele mais debilitado que irá sofrer. A maioria de nós pode ser colonizada, mas o paciente com imunidade reduzida é mais fraco. Mesmo que o portador não desenvolva o problema, pode passá-lo a outra pessoa", afirma.

Qualquer pessoa em ambiente hospitalar está sujeita a ter contato com bactérias, porém é possível identificar grupos de risco. "Soropositivos, pacientes recebendo quimioterapia, transplantados e aqueles hospedados em UTIs são mais suscetíveis a contrair a KPC", afirma Luciana.

PREVENÇÃO X TRATAMENTO

A atenção para medidas de barreira para diminuir o contato de pele entre o portador da bactéria produtora de KPC e pessoas não colonizadas é o principal desafio das equipes hospitalares, pelo menos enquanto a capacidade dos antibióticos atuais não é aumentada.

"Para quem trabalha na área, é fundamental observar as precauções de contato. Lavar as mãos antes de entrar em contato com o paciente. No caso da KPC, especificamente, usar luvas e avental de manga longa", diz Luciana. 

Para Sonia Regina Ferreira, professora de enfermagem no Hospital São Paulo, a segurança dos pacientes dentro de hospitais é uma questão corporativa. "Ao adotar uma política de instituição, por exemplo, não sair do ambiente hospitalar com o avental, com o tempo os funcionários passam a saber que precisam tomar cuidado."

"Infecções são quase sempre tratáveis, há bom investimento no tratamento de infecções. O problema é quanto à prevenção. Falta focar nas medidas de prevenção como não deixar faltar material básico, higienização", afirma Luciana. "O perigo está na transmissão de infecção. Ao entrar no ambiente hospitalar, já corro esse risco. Se o profissional que se aproximar também não fizer a higienização das mãos, é possível pegar infecção de outro paciente."

Adaptado. Disponível em: https://glo.bo/2VOzBYG (acesso em 15/10/2019).
Com base no texto 'Higiene básica em hospitais', leia as afirmativas a seguir:
I. Conclui-se do texto que a atenção para medidas de barreira para diminuir o contato de pele entre o portador da bactéria produtora de KPC e pessoas não colonizadas é o principal desafio das equipes hospitalares, pelo menos enquanto a capacidade dos antibióticos atuais não é aumentada. II. De acordo com o texto, para Sonia Regina Ferreira, a segurança aos pacientes dentro de hospitais é uma questão corporativa. Assim, ao adotar uma política de instituição, por exemplo, permitir a saída do ambiente hospitalar com o avental, com o tempo os funcionários passam a saber que precisam tomar cuidado, ela afirma. III. É possível subentender-se, a partir do texto, que a falta de práticas básicas de higiene como a lavagem das mãos em ambiente hospitalar é apontada como a principal causa para a disseminação de bactérias multirresistentes como a Klebsiella pneumoniae.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713868 Português
A importância do código de ética médica

O Código de Ética Médica institui princípios da prática profissional e normatiza as relações do médico com pacientes e familiares, com outros médicos, instituições de saúde, bem como sua conduta no âmbito do sigilo e responsabilidade profissional.

Além disso, trata de questões mais específicas do exercício da Medicina, regulando a postura do profissional em relação à doação e transplantes de órgãos, reprodução assistida, manipulação genética, situações clínicas terminais, entre outros temas importantes para a sociedade que merecem debate.

Devido a esses assuntos, bem como o avanço técnico-científico que acompanha a Medicina, o documento passa por revisões de tempos em tempos. 

Ao estabelecer deveres e normas para a conduta do médico, o Código de Ética Médica é uma garantia para a sociedade de qualidade, segurança e respeito no trabalho realizado por médicos de todo o país, tanto da rede pública como privada.

O documento traz, ainda, pontos disciplinando a postura dos médicos em relação ao ensino e pesquisa, auditorias e perícias, documentos médicos e publicidade médica.

O primeiro código do Brasil data de 1867 e teve inspiração no Código de Ética Médica da Associação Médica Americana. Entretanto, a primeira versão do Código de Ética Médica foi criada oficialmente no país somente em 1988.

No primeiro semestre de 2016, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) iniciaram o processo de revisão da versão vigente do Código de Ética Médica com a participação de médicos e entidades organizadas da sociedade civil. 

Para isso, o CFM criou o site Revisão do Código de Ética Médica, no qual foi possível acompanhar todos os trâmites dessa revisão nas comissões nacional e estaduais. Sugestões de alterações, inclusões e exclusões de artigos no documento puderam ser feitas até 31 de março de 2017.

O Código de Ética Médica é uma proteção para a sociedade e para a classe médica ao instituir normas que devem ser seguidas pelos médicos no âmbito profissional. São mudanças que visam uma conduta mais técnica, transparente e humanista do médico.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2nQ83p0 (acesso em: 17/10/2019).
Com base no texto 'A importância do código de ética médica', leia as afirmativas a seguir:
I. Infere-se do texto que, no primeiro semestre de 2016, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) iniciaram o processo de revisão do atual Código de Ética Médica com a participação de médicos e entidades organizadas da sociedade civil. II. O autor afirma no texto que o CFM criou o site "Revisão do Código de Ética Médica", no qual é possível acompanhar todos os trâmites da revisão nas comissões nacional e estaduais do referido código.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713867 Português
A importância do código de ética médica

O Código de Ética Médica institui princípios da prática profissional e normatiza as relações do médico com pacientes e familiares, com outros médicos, instituições de saúde, bem como sua conduta no âmbito do sigilo e responsabilidade profissional.

Além disso, trata de questões mais específicas do exercício da Medicina, regulando a postura do profissional em relação à doação e transplantes de órgãos, reprodução assistida, manipulação genética, situações clínicas terminais, entre outros temas importantes para a sociedade que merecem debate.

Devido a esses assuntos, bem como o avanço técnico-científico que acompanha a Medicina, o documento passa por revisões de tempos em tempos. 

Ao estabelecer deveres e normas para a conduta do médico, o Código de Ética Médica é uma garantia para a sociedade de qualidade, segurança e respeito no trabalho realizado por médicos de todo o país, tanto da rede pública como privada.

O documento traz, ainda, pontos disciplinando a postura dos médicos em relação ao ensino e pesquisa, auditorias e perícias, documentos médicos e publicidade médica.

O primeiro código do Brasil data de 1867 e teve inspiração no Código de Ética Médica da Associação Médica Americana. Entretanto, a primeira versão do Código de Ética Médica foi criada oficialmente no país somente em 1988.

No primeiro semestre de 2016, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) iniciaram o processo de revisão da versão vigente do Código de Ética Médica com a participação de médicos e entidades organizadas da sociedade civil. 

Para isso, o CFM criou o site Revisão do Código de Ética Médica, no qual foi possível acompanhar todos os trâmites dessa revisão nas comissões nacional e estaduais. Sugestões de alterações, inclusões e exclusões de artigos no documento puderam ser feitas até 31 de março de 2017.

O Código de Ética Médica é uma proteção para a sociedade e para a classe médica ao instituir normas que devem ser seguidas pelos médicos no âmbito profissional. São mudanças que visam uma conduta mais técnica, transparente e humanista do médico.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2nQ83p0 (acesso em: 17/10/2019).
Com base no texto 'A importância do código de ética médica', leia as afirmativas a seguir:
I. É possível subentender-se a partir do artigo que a primeira versão do Código de Ética Médica foi concluída e publicada em 2016, segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM). II. O autor afirma que o Código de Ética Médica passou por uma atualização em 2010 e novas revisões já estão em andamento. São mudanças que visam uma conduta menos técnica e transparente, priorizando o lado humanista do médico.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713866 Português
A importância do código de ética médica

O Código de Ética Médica institui princípios da prática profissional e normatiza as relações do médico com pacientes e familiares, com outros médicos, instituições de saúde, bem como sua conduta no âmbito do sigilo e responsabilidade profissional.

Além disso, trata de questões mais específicas do exercício da Medicina, regulando a postura do profissional em relação à doação e transplantes de órgãos, reprodução assistida, manipulação genética, situações clínicas terminais, entre outros temas importantes para a sociedade que merecem debate.

Devido a esses assuntos, bem como o avanço técnico-científico que acompanha a Medicina, o documento passa por revisões de tempos em tempos. 

Ao estabelecer deveres e normas para a conduta do médico, o Código de Ética Médica é uma garantia para a sociedade de qualidade, segurança e respeito no trabalho realizado por médicos de todo o país, tanto da rede pública como privada.

O documento traz, ainda, pontos disciplinando a postura dos médicos em relação ao ensino e pesquisa, auditorias e perícias, documentos médicos e publicidade médica.

O primeiro código do Brasil data de 1867 e teve inspiração no Código de Ética Médica da Associação Médica Americana. Entretanto, a primeira versão do Código de Ética Médica foi criada oficialmente no país somente em 1988.

No primeiro semestre de 2016, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) iniciaram o processo de revisão da versão vigente do Código de Ética Médica com a participação de médicos e entidades organizadas da sociedade civil. 

Para isso, o CFM criou o site Revisão do Código de Ética Médica, no qual foi possível acompanhar todos os trâmites dessa revisão nas comissões nacional e estaduais. Sugestões de alterações, inclusões e exclusões de artigos no documento puderam ser feitas até 31 de março de 2017.

O Código de Ética Médica é uma proteção para a sociedade e para a classe médica ao instituir normas que devem ser seguidas pelos médicos no âmbito profissional. São mudanças que visam uma conduta mais técnica, transparente e humanista do médico.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2nQ83p0 (acesso em: 17/10/2019).
Com base no texto 'A importância do código de ética médica', leia as afirmativas a seguir:
I. Depreende-se do texto que a primeira versão do Código de Ética Médica foi criada oficialmente no Brasil somente em 1988. II. No texto, é possível identificar a ideia de que o Código de Ética Médica é uma proteção para a classe médica contra os riscos criados pela sociedade, ao instituir normas que devem ser seguidas pelos médicos no âmbito pessoal.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713865 Português
A importância do código de ética médica

O Código de Ética Médica institui princípios da prática profissional e normatiza as relações do médico com pacientes e familiares, com outros médicos, instituições de saúde, bem como sua conduta no âmbito do sigilo e responsabilidade profissional.

Além disso, trata de questões mais específicas do exercício da Medicina, regulando a postura do profissional em relação à doação e transplantes de órgãos, reprodução assistida, manipulação genética, situações clínicas terminais, entre outros temas importantes para a sociedade que merecem debate.

Devido a esses assuntos, bem como o avanço técnico-científico que acompanha a Medicina, o documento passa por revisões de tempos em tempos. 

Ao estabelecer deveres e normas para a conduta do médico, o Código de Ética Médica é uma garantia para a sociedade de qualidade, segurança e respeito no trabalho realizado por médicos de todo o país, tanto da rede pública como privada.

O documento traz, ainda, pontos disciplinando a postura dos médicos em relação ao ensino e pesquisa, auditorias e perícias, documentos médicos e publicidade médica.

O primeiro código do Brasil data de 1867 e teve inspiração no Código de Ética Médica da Associação Médica Americana. Entretanto, a primeira versão do Código de Ética Médica foi criada oficialmente no país somente em 1988.

No primeiro semestre de 2016, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) iniciaram o processo de revisão da versão vigente do Código de Ética Médica com a participação de médicos e entidades organizadas da sociedade civil. 

Para isso, o CFM criou o site Revisão do Código de Ética Médica, no qual foi possível acompanhar todos os trâmites dessa revisão nas comissões nacional e estaduais. Sugestões de alterações, inclusões e exclusões de artigos no documento puderam ser feitas até 31 de março de 2017.

O Código de Ética Médica é uma proteção para a sociedade e para a classe médica ao instituir normas que devem ser seguidas pelos médicos no âmbito profissional. São mudanças que visam uma conduta mais técnica, transparente e humanista do médico.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2nQ83p0 (acesso em: 17/10/2019).
Com base no texto 'A importância do código de ética médica', leia as afirmativas a seguir:
I. No texto, o autor afirma que o Código de Ética Médica institui princípios da prática profissional sem, no entanto, normatizar as relações do médico com pacientes e familiares, com outros médicos ou com as instituições de saúde. II. O autor aponta que o Código de Ética Médica trata de questões mais específicas do exercício da Medicina, regulando a postura do profissional em relação à doação e transplantes de órgãos e reprodução assistida, entre outros aspectos.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713862 Matemática
Leia as afirmativas a seguir:
I. Helen é engenheira e está construindo um reservatório em formato de esfera, o qual terá um raio igual a 11m. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, e considerando ainda que o valor de Pi é 3,14, é correto afirmar que o volume desse reservatório é maior do que 5.453 m³ e menor do que 5.724 m³. II. Uma praça pública possui um formato triangular e medidas iguais a 72 m de base e 89 m de altura. Metade da área dessa praça será pavimentada por um tipo especial de concreto a um custo de R$ 27,35 por m². Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o custo total desse projeto será maior que R$ 86.294 e menor do que R$ 86.477.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713861 Noções de Informática
Leia as afirmativas a seguir:
I. O usuário do Windows 10 que deseja exibir todas as subpastas da pasta selecionada, no Explorador de Arquivos, pode utilizar o atalho Ctrl + Shift + E. II. O usuário do Windows 10 que deseja ocultar as informações confidenciais, como senhas ou códigos pessoais, pode utilizar o comando Alt + Shift + Enter após selecionar o arquivo onde as referidas informações estão contidas. III. No Windows 10, o usuário pode pressionar Ctrl + X, no teclado, para ocultar o item selecionado (um arquivo ou uma pasta, por exemplo).
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713860 Matemática
Leia as afirmativas a seguir:
I. Sobre um produto cujo preço inicial era R$ 255 foi aplicado um desconto no valor de R$ 48. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que, para voltar ao seu preço inicial, sobre esse produto deverá ser aplicado um aumento de preço maior que 20,95% e menor que 23,75%. II. Em uma loja de vinhos, uma caixa de vinhos da safra 2015 custa R$ 574. Nessa mesma loja, uma caixa de vinhos da safra 2017 custa R$ 94 a menos. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que a caixa de vinhos da safra 2015 custa 20,85% a mais do que a caixa de vinhos da safra 2017. III. A série de dados representada pelos números 49, 54, 79, 27 e 30 possui como média um número maior que 46,1 e menor que 48,9.
Marque a alternativa CORRETA
Alternativas
Q1713859 Matemática
Leia as afirmativas a seguir:
I. O resultado da multiplicação de 1,2 por 3,7 é maior que 4,5 e menor que 5,1. II. Daniela é engenheira e está construindo um reservatório em formato de esfera, o qual terá um raio igual a 9m. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, e considerando ainda que o valor de Pi é 3,14, é correto afirmar que o volume desse reservatório é maior do que 3.002 m³ e menor do que 3.109 m³. III. São números primos, entre outros, os seguintes: 223, 227, 229, 234, 239.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713858 Matemática
Leia as afirmativas a seguir:
I. São exemplos de números irracionais todas as raízes quadradas de números ímpares menores do que 10. II. São números primos, entre outros, os seguintes: 41, 43, 47 e 53. III. O resultado da multiplicação de 0,4 por 1,6 é maior que 0,52 e menor que 0,76.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1713857 Noções de Informática
Leia as afirmativas a seguir:
I. No Windows 10, o usuário pode pressionar Alt + Page Down, no teclado, para mover uma tela para cima. II. No Excel 2019, a função DIATRABALHO retorna a quantidade de horas em um dia de trabalho especificado. III. No Windows 10, o usuário pode pressionar Alt + F8, no teclado, para ocultar uma pasta ou um arquivo.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
12281: D
12282: B
12283: C
12284: A
12285: A
12286: C
12287: B
12288: C
12289: C
12290: C
12291: A
12292: D
12293: B
12294: C
12295: B
12296: B
12297: C
12298: B
12299: C
12300: A