Questões de Concurso Para médico clínico

Foram encontradas 22.428 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1909101 Português
Leia as frases a seguir, atentando para o processo de formação das palavras destacadas em negrito:

I. Os melhores programas de tevê só são exibidos durante a madrugada.
II. O uso de cartões vai eliminando, pouco a pouco, a existência do papel-moeda.
III. Oxalá a pandemia termine, pois não aguento mais viver em quarentena.
IV. Jonas não é confiável, pois quer enriquecer de qualquer maneira.
V. Uso nas saladas que preparo apenas um tipo de vinagre: o de maçã.
VI.Um livro rasgado – eis tudo o que resta na estante, após o saque.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 
Alternativas
Q1909100 Português
Leia as frases a seguir, atentando para a concordância que apresentam:

I. Como ela não bebe, ficou meia tonta com apenas uma taça de cerveja.
II. Muito obrigado, disse-me a moça que me indagou o horário dos voos.
III. O trânsito de Manaus apresenta bastantes problemas nos horários de pico.
IV. Nos quadros do novo artista, sobressaem os tons cinzento-escuros.
V. Veem-se nas ruas pouquíssimos carros azuis-celestes.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1909099 Português
Na questão a seguir, você encontrará um período corretamente estruturado, que você deverá modificar, iniciando-o de outro modo, conforme se sugere, mas sem alterar a ideia contida no primeiro. Em consequência, outros elementos do período deverão também ser modificados. Construa mentalmente (ou em rascunho) o novo período, iniciando-o como se determina, e escolha, então, entre as alternativas apresentadas, o elemento que melhor se encaixa no novo período, conservando-o correto e de forma que exprima a mesma ideia. 
É provável que as pousadas estejam sem vagas, visto ter aumentado muito, neste verão, o número de turistas.
Comece com: O número de turistas aumentou muito...
Assinale a alternativa que apresenta o elemento que melhor se encaixa no novo período: 
Alternativas
Q1909098 Português
Leia os versos a seguir, constantes de O Livro sobre nada, de Manoel de Barros: 

01 É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez. 02 Tudo que não invento é falso. 03 Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira. 04 Tem mais presença em mim o que me falta. 05 Melhor jeito que achei pra me conhecer foi fazendo o contrário. 06 Sou muito preparado de conflitos. 07 Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou. 08 O meu amanhecer vai ser de noite. 09 Melhor que nomear é aludir. Verso não precisa dar noção. 10 O que sustenta a encantação de um verso (além do ritmo) é o ilogismo. 11 Meu avesso é mais visível do que um poste. 12 Sábio é o que adivinha. 13 Para ter mais certezas tenho que saber de imperfeições. 14 A inércia é meu ato principal. 15 Não saio de dentro de mim nem pra pescar.

Assinale agora a afirmativa que NÃO se refere de modo correto aos versos: 
Alternativas
Q1909097 Português
Leia as frases a seguir; depois, coloque nos parênteses que as antecedem C, se o emprego ou a ausência do acento indicativo de crase estiver correto, e E, se estiver errado:

( ) Todos se levantaram à uma, para comemorar o gol do Palmeiras na Copa Libertadores.
( ) As argumentações do palestrante ninguém foi capaz de contrapor nenhuma outra.
( ) Os homens sempre foram mais leais à força da espada do que à da lei.
( ) Caía a tarde, quando observei que as duas senhoras se dirigiam àquela casa comercial.
( ) A melhor aluna da classe será destinado um prêmio: uma viagem à Europa.
( ) Mário bebeu tanto que cheirava a álcool a três metros de distância.

Assinale e alternativa que preenche CORRETAMENTE os parênteses, de cima para baixo:
Alternativas
Q1909096 Português
Leia a frase a seguir, de autoria de Monteiro Lobato, extraída e adaptada do livro Ideias de Jeca Tatu (São Paulo: Globo, 2008, p. 57):
Na verdade, ainda não temos uma fisionomia cultural, mas, se ainda não a temos, nós a teremos um dia.
Se transformarmos o sujeito simples da última oração em sujeito elíptico (ou oculto), a forma verbal destacada em negrito, ficará da seguinte forma:
Alternativas
Q1909095 Português
   Antes de responder à questão, leia o artigo a seguir, de autoria do escritor amazonense Márcio Souza. Foi publicado no jornal “A Crítica” de 14/01/2007, na seção “Crônica de domingo”, numa coluna cujo título era “Mormaço”.

   Sim, caros leitores, há uma coisa maravilhosa nesta terra que ninguém até hoje foi capaz de conspurcar. É o rio Negro, a quem Manaus pertence, mas não domina. Somos todos filhos deste rio poderoso, caudatário de civilizações e muito maior que nossa urbe maltratada e orgulhosa. A cidade lança detritos e esgotos nas águas escuras e de lá vem a água que nos serve. De vez em quando ele se faz presente e invade a cidade sem pedir licença. O rio Negro é o nosso portento. 
   Mergulhar nas águas desse rio tinto é como regressar à placenta materna. Nós, os nativos, sabemos disso há séculos. Eis porque, ao longo das margens, há tanta gente a banhar-se, o que não é tão natural no Madeira, ou Nhamundá, ou Trombetas, muito menos nas solenes águas barrentas do Amazonas.
   O afluente magno do Rio-Mar, que expressa o seu orgulho numa recusa teimosa em ter suas águas misturadas, por muitas e muitas milhas náuticas, correnteza abaixo. É o rio Negro que nasce dos mistérios minerais das cordilheiras guianenses e desliza-se turbilhonando em corredeiras vertiginosas, em diagonal ao subcontinente, para confrontar-se com o rio do Rei Salomão (Solimões) e formar o rio máximo Amazonas. Rio de origem de tantos povos, elo de união deste mundo com outras dimensões, o rio Negro é um traço de união geográfico a plasmar culturas.
   Talvez seja difícil para as psicologias de litoral marítimo, como é a psicologia brasileira, compreender o que significa ser ribeirinho, ser filho dos rios poderosos da Amazônia e crescer numa cultura baseada no ciclo das águas. Esta dificuldade dos litorâneos, provocada pelas vertigens marinheiras, faz com que se busque igualar um rio ao outro, como se tudo fosse a mesma coisa, a mesma correnteza, a mesma água e a mesmice dos rios em seu leito. Mas a capacidade de inventar dos rios é infinita, e somente a observação detalhada é capaz de dar conta de tanta diversidade.
   É por isso que alguns rios se tornam eixos históricos, referenciais da experiência humana: berços civilizatórios. O mar é vasto demais e convida à dispersão, inimiga do processo civilizador. Há, assim, os fulcros civilizatórios do Nilo, do Mississipi, do Reno, do Volga... e, no grande planeta dos rios que é a Amazônia, a linha sinuosa do rio Negro em seu testemunho permanente de tantas civilizações que ali se cruzaram, se hostilizaram e se esvaíram no tempo, porque de todos os rios do vale amazônico o Negro é o mais especial, único.
   Nos tempos heroicos, antes dos europeus, suas águas de veludo testemunharam a glória de grandes tuxauas. Nações de milhares de habitantes, como a brava nação Muhra, viviam na boca do rio Negro, dominando as várzeas férteis e os campos de terra firme que se estendem entre a margem esquerda, a campina de Manacapuru, até as alagadiças barrancas do Careiro e Cambixe. Os Muhras, durante séculos, foram os senhores daquelas paragens, súditos do reino do encontro das águas. Mais acima, no médio Amazonas, os gentis Baré, os Passé e os famosos Manaú. E no alto rio Negro, após as corredeiras letais, o reino do grande tuxaua Buopé e sua amada Kukuy.
   No próximo domingo, enquanto o centro de Manaus se enche de imundos carrinhos de churrascos (ó Oswaldo Cruz, em que mundo te escondes de vergonha?) e as autoridades cruzam os braços, vamos continuar falando do rio Negro, o nosso rio amado.
Os vocábulos “conspurcar”, “portento” e “plasmar” (destacados em negrito), de acordo com o texto, apresentam, respectivamente, os seguintes sentidos:
Alternativas
Q1909094 Português
   Antes de responder à questão, leia o artigo a seguir, de autoria do escritor amazonense Márcio Souza. Foi publicado no jornal “A Crítica” de 14/01/2007, na seção “Crônica de domingo”, numa coluna cujo título era “Mormaço”.

   Sim, caros leitores, há uma coisa maravilhosa nesta terra que ninguém até hoje foi capaz de conspurcar. É o rio Negro, a quem Manaus pertence, mas não domina. Somos todos filhos deste rio poderoso, caudatário de civilizações e muito maior que nossa urbe maltratada e orgulhosa. A cidade lança detritos e esgotos nas águas escuras e de lá vem a água que nos serve. De vez em quando ele se faz presente e invade a cidade sem pedir licença. O rio Negro é o nosso portento. 
   Mergulhar nas águas desse rio tinto é como regressar à placenta materna. Nós, os nativos, sabemos disso há séculos. Eis porque, ao longo das margens, há tanta gente a banhar-se, o que não é tão natural no Madeira, ou Nhamundá, ou Trombetas, muito menos nas solenes águas barrentas do Amazonas.
   O afluente magno do Rio-Mar, que expressa o seu orgulho numa recusa teimosa em ter suas águas misturadas, por muitas e muitas milhas náuticas, correnteza abaixo. É o rio Negro que nasce dos mistérios minerais das cordilheiras guianenses e desliza-se turbilhonando em corredeiras vertiginosas, em diagonal ao subcontinente, para confrontar-se com o rio do Rei Salomão (Solimões) e formar o rio máximo Amazonas. Rio de origem de tantos povos, elo de união deste mundo com outras dimensões, o rio Negro é um traço de união geográfico a plasmar culturas.
   Talvez seja difícil para as psicologias de litoral marítimo, como é a psicologia brasileira, compreender o que significa ser ribeirinho, ser filho dos rios poderosos da Amazônia e crescer numa cultura baseada no ciclo das águas. Esta dificuldade dos litorâneos, provocada pelas vertigens marinheiras, faz com que se busque igualar um rio ao outro, como se tudo fosse a mesma coisa, a mesma correnteza, a mesma água e a mesmice dos rios em seu leito. Mas a capacidade de inventar dos rios é infinita, e somente a observação detalhada é capaz de dar conta de tanta diversidade.
   É por isso que alguns rios se tornam eixos históricos, referenciais da experiência humana: berços civilizatórios. O mar é vasto demais e convida à dispersão, inimiga do processo civilizador. Há, assim, os fulcros civilizatórios do Nilo, do Mississipi, do Reno, do Volga... e, no grande planeta dos rios que é a Amazônia, a linha sinuosa do rio Negro em seu testemunho permanente de tantas civilizações que ali se cruzaram, se hostilizaram e se esvaíram no tempo, porque de todos os rios do vale amazônico o Negro é o mais especial, único.
   Nos tempos heroicos, antes dos europeus, suas águas de veludo testemunharam a glória de grandes tuxauas. Nações de milhares de habitantes, como a brava nação Muhra, viviam na boca do rio Negro, dominando as várzeas férteis e os campos de terra firme que se estendem entre a margem esquerda, a campina de Manacapuru, até as alagadiças barrancas do Careiro e Cambixe. Os Muhras, durante séculos, foram os senhores daquelas paragens, súditos do reino do encontro das águas. Mais acima, no médio Amazonas, os gentis Baré, os Passé e os famosos Manaú. E no alto rio Negro, após as corredeiras letais, o reino do grande tuxaua Buopé e sua amada Kukuy.
   No próximo domingo, enquanto o centro de Manaus se enche de imundos carrinhos de churrascos (ó Oswaldo Cruz, em que mundo te escondes de vergonha?) e as autoridades cruzam os braços, vamos continuar falando do rio Negro, o nosso rio amado.
Sobre o texto de Márcio Souza, leia as afirmativas a seguir:

I. Em determinado(s) trecho(s), o rio Negro aparece personificado, constituindo isso uma figura de linguagem denominada prosopopeia.
II. Observa-se conotação no seguinte trecho: “suas águas de veludo testemunharam a glória de grandes tuxauas”.
III. No início do terceiro parágrafo, a oração principal não apresenta sequência após a oração adjetiva explicativa.
IV. Uma ideia do texto é que, quem nasce à beira-mar, tem dificuldade para entender o modo de vida de populações ribeirinhas.
V. O rio Negro, em virtude de em suas margens terem surgido civilizações indígenas, não é menos importante que rios como o Nilo, no Egito.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1900807 Medicina
É importante que o médico, na atenção primária, reconheça um paciente com hipertensão arterial (HA) resistente. Ele deverá ser encaminhado a um especialista para ser avaliado quanto à causa (HA secundária) e tratamento adequado.
O indivíduo é considerado portador de HA resistente quando a pressão arterial se encontra acima das metas recomendadas, apesar do uso de doses máximas de
Alternativas
Q1900806 Medicina
Quanto à investigação do paciente portador de insuficiência cardíaca, analise as afirmativas a seguir.
I. A área cardíaca de tamanho normal na radiografia do tórax afasta este diagnóstico.
II. O ecocardiograma é uma ferramenta não invasiva que pode identificar e quantificar vários aspectos da função cardíaca.
III. A dosagem do peptídio natriurético (BNP) apresenta forte valor preditivo negativo para o diagnóstico.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q1900805 Medicina
Homem de 68 anos é portador de insuficiência cardíaca classe III (NYHA) e queixa-se de fadiga.
Apresenta pressão arterial de 115/75 mmHg, frequência cardíaca de 70bpm e o ritmo cardíaco é regular com algumas extrassístoles. Está em uso de inibidor de ECA (maleato de enalapril) e betabloqueador (carvedilol) em doses otimizadas e afirma estar fazendo uso regular da medicação.
Assinale a opção que indica a próxima etapa que poderia reduzir a morbidade e a mortalidade deste paciente.
Alternativas
Q1900804 Medicina
Paciente de 64 anos, feminino, portador de diabetes mellitus há dez anos e com controle irregular da doença, queixa-se de fraqueza, tontura e “escurecimento da visão”, quando muda de atitude postural de maneira súbita. Seu médico constatou a presença de hipotensão arterial postural. No exame físico foi constatada taquicardia em repouso.
A provável explicação para este achado está na presença de
Alternativas
Q1900803 Medicina
Homem de 58 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2 há seis anos, realiza consulta médica de acompanhamento. Encontra-se em uso de metformina, sinvastatina e losartana potássica.
Sua pressão arterial é de 140/80mmHg; glicemia (jejum) = 142mg/dL; sódio sérico = 140mmol/L; potássio sérico = 5,2mmol/L; ureia e creatinina no soro dentro dos valores de referência; microalbuminúria de 360mg/24 horas.
A esse respeito, é correto afirmar que
Alternativas
Q1900802 Medicina

Um achado característico do exame do sistema nervoso do paciente com hipotireoidismo autoimune é

Alternativas
Q1900801 Medicina
Assinale a opção que indica, para episódios de enxaqueca, o medicamento que pode ser utilizado como preventivo. 
Alternativas
Q1900800 Medicina
Indivíduo de 62 anos, masculino, é levado a um serviço de pronto atendimento após apresentar, pela primeira vez, um episódio de convulsão.
Logo após, o paciente permaneceu letárgico por 15 minutos e então se recuperou completamente, sem déficit neurológico residual. Durante a crise, ele mordeu a língua e urinou espontaneamente.
Na abordagem deste paciente, a próxima etapa será
Alternativas
Q1900799 Medicina
Homem de 76 anos com história de hipertensão arterial e gota é levado ao serviço de emergência com diplopia de início súbito há seis horas, hemiparesia esquerda, disartria e marcha atáxica. Há o relato de palpitações intermitentes associadas à fadiga, desde um ano.
O exame físico inicial mostra: pressão arterial = 140/85mmHg; ritmo cardíaco irregular com frequência cardíaca próxima a 100bpm e discreto sopro sistólico de regurgitação mitral; ausculta pulmonar normal.
A tomografia computadorizada de crânio revelou múltiplas áreas hipodensas no território da artéria cerebral média e cerebelo. A ultrassonografia das artérias carótidas não mostrou estenose significante.
Em relação a este paciente, após a estabilização do quadro clínico, a melhor conduta será 
Alternativas
Q1900798 Medicina
Após um diagnóstico de pneumonia, o médico precisa decidir qual será o ambiente mais adequado para a prestação de cuidados e a antibioticoterapia adequada. O uso de ferramentas de avaliação da gravidade facilita a tomada de decisões e orienta a escolha do antibiótico.
Muito usado é o índice CURB-65 que, para calcular a gravidade, usa as seguintes variáveis:
Alternativas
Q1900797 Medicina
Paciente de 21 anos, feminino, chega à unidade de prontoatendimento em crise de asma iniciada há quatro horas. O exame físico mostra frequência respiratória de 31 irpm, frequência cardíaca de 108 bpm, tiragem intercostal moderada e sibilos difusos.
Sobre o tratamento desta paciente em um primeiro momento, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q1900796 Medicina
Mulher de 45 anos apresenta fadiga, dispneia, tosse e desconforto torácico há seis meses.
O exame físico mostra temperatura axilar de 37,3oC, frequência cardíaca de 96bpm, pressão arterial de 130/75mmHg, frequência respiratória de 24irpm e crepitações à ausculta pulmonar.
A radiografia do tórax mostra adenopatia hilar bilateral com infiltrado intersticial peri-hilar. O hemograma completo revela discreta anemia e as dosagens bioquímicas de glicose, ureia, creatinina, ácido úrico e eletrólitos estão normais.
Suspeitando tratar-se de um caso de sarcoidose, a dosagem sérica enzimática que poderia auxiliar na confirmação deste diagnóstico é
Alternativas
Respostas
9941: B
9942: D
9943: E
9944: A
9945: B
9946: D
9947: C
9948: E
9949: B
9950: C
9951: E
9952: D
9953: C
9954: E
9955: B
9956: C
9957: A
9958: E
9959: A
9960: E