Questões de Concurso Para médico clínico

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Q3346540 Matemática Financeira
Maria investiu R$ 5.000,00 em duas aplicações diferentes. A primeira aplicação oferece uma taxa de juros simples de 3% ao mês, e a segunda aplicação oferece uma taxa de juros simples de 5% ao mês. Maria colocou uma parte do dinheiro na primeira aplicação e o restante na segunda. Após 1 semestre, ela recebeu um total de R$ 1.080,00 em juros das duas aplicações combinadas. Quanto Maria investiu na segunda aplicação? 
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Q3346539 Matemática
Em uma pesquisa de mercado, três produtos (A, B e C) são vendidos em um supermercado. No mês de agosto, as vendas dos produtos estavam na proporção de 2:3:5, respectivamente. No mês seguinte, as vendas dos produtos A e B aumentaram em 25% e 40%, respectivamente, enquanto as vendas do produto C diminuíram em 20%. Se as vendas totais no mês de agosto foram 10.000 unidades, quantas unidades foram vendidas do produto A no mês de setembro?
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Q3346538 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.

Qual é o sentido veiculado pela expressão sublinhada no excerto abaixo?


“Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma.” (2º parágrafo)

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Q3346537 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
No trecho “[...] a caravana impoluta do povoado até a cidade [...]” (2º parágrafo), a palavra “impoluta” significa:
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Q3346536 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Observando-se seu contexto de uso, pode-se afirmar que o vocábulo grifado em “Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo” (2º parágrafo) é uma ocorrência de:
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Q3346535 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Qual é o sujeito do verbo destacado em “[...] porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino” (3º parágrafo)?
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Q3346534 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Nesse texto, o cheiro de que trata o cronista é sinônimo de:
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Q3343424 Medicina
Um menino de sete anos chega em casa da escola queixando-se de dor no quadril, dizendo para mãe que ela teve início há dois dias, com dor e aperto e, por causa disso, não quer caminhar. Conta que não caiu, nem sofreu nenhum trauma. A mãe medicou o filho com anti-inflamatório não esteroidal e a criança refere-se um pouco melhor; mesmo assim, a mãe acha melhor levá-lo à consulta médica. Na consulta, mãe nega presença de febre, só relata um resfriado há uma semana. No exame físico, sinais vitais normais, discreta dor na rotação interna de quadril esquerdo e, ao caminhar no consultório, expressa dor e desconforto do lado esquerdo. Em relação ao caso clínico, assinalar a ação mais apropriada.
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Q3343423 Medicina

A vaginose bacteriana, causada principalmente pela Gardenerella vaginalis, é uma alteração da flora bacteriana vaginal normal, resultando na perda de lactobacilos e crescimento de bactérias anaeróbicas. A respeito da vaginose bacteriana, analisar os itens.   


I. O pH vaginal <4,5 e a leucorreia estão presentes nos critérios de Amsel. 


II. A secreção da vaginose bacteriana apresenta-se acinzentada, aderente às paredes vaginais, com odor fétido e sem sintomas inflamatórios. 


III. No exame a fresco (microscopia), nota-se a presença de clue-cells. 


IV. Uma alternativa de tratamento das vaginoses bacterianas é o metronidazol 500mg, via oral, de 12/12 horas por sete dias.   


Está CORRETO o que se afirma: 

Alternativas
Q3343422 Medicina

Tinea corporis, também conhecida como dermatofitose, é uma infecção na pele causada por fungos. Em relação à doença, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente. 


(  ) As lesões costumam ocorrer em áreas úmidas e não expostas do corpo, como nádegas, virilhas, axilas e planta dos pés.


(  ) O Trichophyton rubrum é o patógeno mais comum, geralmente representando a extensão da tinea cruris, pedis ou manuum para o tronco ou extremidades.


(  ) A tinea do corpo em geral é resistente à terapia tópica conservadora, indicando-se o uso de griseofulvina endovenosa pelo período de 4 semanas.


(  ) Produz lesões em formato de anel com uma borda escamosa progressiva e resolução central ou placas escamosas com uma borda distinta.

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Q3343421 Medicina

As úlceras de decúbito estão entre os problemas geriátricos mais comuns. Entre os diagnósticos diferenciais para úlceras de decúbito estão as úlceras vasculares, as úlceras diabéticas e a celulite. A respeito delas, analisar os itens. 


I. As úlceras venosas são resultado de prolongada hipertensão venosa e geralmente estão localizadas acima do maléolo medial.


II. As úlceras arteriais são predominantemente causadas por vasos ateroscleróticos e podem estar localizadas entre os dedos, sobre a extremidade das falanges ou em torno do maléolo lateral.


III. As úlceras diabéticas são produzidas por uma diversidade de fatores: lesão micro e macrovascular, neuropatia periférica e alterações mecânicas na arquitetura óssea do pé. Geralmente estão localizadas na face plantar do pé, nas extremidades do metatarso ou sob o calcanhar.


IV. A celulite é uma inflamação aguda da derme e do tecido subcutâneo e que não perde a coloração à palpação. 


Está CORRETO o que se afirma: 

Alternativas
Q3343420 Medicina
Em relação às palpitações atendidas em consultório, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3342751 Medicina
Paciente vítima de colisão carro-carro admitido na unidade de emergência com quadro torporoso, com pele fria e pegajosa. Apresenta turgência jugular, sinal de trauma torácico com o volante do carro. Durante o atendimento inicial, torna-se irresponsivo e não é possível identificar pulso em grandes artérias. Após início de RCP a conduta mais adequada neste caso seria:
Alternativas
Q3342750 Saúde Pública
Durante a conversa entre o Técnico de Regulação Médica e o motorista da ambulância básica do SAMU, você ouve a mensagem “QSL”. O que significa a mensagem de rádio transmitida? 
Alternativas
Q3342749 Psiquiatria
Paciente do sexo feminino, 25 anos de idade, é trazido a unidade de emergência com quadro de rigidez muscular, bradicinesia, alterações  posturais, rosto inexpressivo e, às vezes, um tremor nas mãos. A genitora refere que, há cerca de 2 semanas, a paciente iniciou quadro de agitação psicomotora, deixou de comparecer ao trabalho, apresentou discurso desconexo, referindo-se sobre si como uma divindade e alegava ter o poder de se comunicar por meio de ondas de rádio. Não dorme mais nas últimas noites. O paciente foi levado ao CAPS há cerca de 5 dias e foi medicado.
O diagnóstico provável e tratamento da situação descrita é:
Alternativas
Q3342748 Noções de Primeiros Socorros
O método START é um processo de triagem para rápida classificação em Incidentes com Múltiplas Vítimas (IMV) com objetivo de se ganhar agilidade e melhor uso dos recursos disponíveis. Nesta classificação, qual dos pacientes abaixo deveria ser classificado como amarelo?
Alternativas
Q3342747 Medicina
A ventilação mecânica é medida de suporte avançado de vida com várias indicações no paciente agudamente crítico. Em pacientes vítimas de TCE, com Glasgow menor que 8 e  perda da capacidade de proteção de vias aéreas é considerada uma urgência. A VM nesses casos deve considerar estratégias específicas quanto à PaCO2 para a preservação do sistema nervoso central e da estabilidade hemodinâmica. Qual estratégia em relação a PaCO2 nesses pacientes é a mais acertada?
Alternativas
Q3342746 Medicina
Paciente de 59 anos, sexo masculino, obeso, tabagista de 10 cigarros/dia, diabético, admitido com queixa de dor precordial tipo opressiva, irradiada para membro superior esquerdo associada a sudorese profusa e náuseas. É encaminhado para sala vermelha e durante a monitorização é evidenciado o seguinte traçado:


Imagem associada para resolução da questão


A conduta neste momento é: 
Alternativas
Q3342745 Medicina
Homem 36 anos, solteiro, procedente de Juazeiro admitido na unidade de emergência após tentativa de suicídio por ingesta de 55ml veneno que não soube especificar qual associado a ingesta de cerveja. Evoluiu com rebaixamento do nível de consciência, com desorientação, sonolência, sialorreia, sudorese, bradicardia. Nega uso de medicações, alergias e comorbidades. Antecedentes: nega patologias, internações. – Tabagista 3/d há 8 anos – Etilista: 8 garrafas de cerveja por dia. Ao exame físico: – REG normocorado, hidratado, salivação, lacrimejamento, micção, defecação, vômitos, pupilas puntiformes (miose), broncorreia e sibilos, bradicardia. 

– AP: MVF, sem RA. SatO2: 100% em ar ambiente.
– AC: RCR em 2T, BNF, sem sopros. FC: 90. PA: 121/63.
– Abdome: leve dor à palpação epigástrica, DB negativo, RHA+, sem VCM – Neuro: pupilas mitóticas, ECG= 15, sonolento.

O agente mais provável de ter causado a intoxicação acima e seu antídoto é: 
Alternativas
Q3342744 Medicina
Primigesta de 35 anos, no curso de 34 semanas de gestação comparece a unidade de emergência com queixa de cefaleia holo craniana de início há 8 horas já tendo feito uso de analgésicos orais sem conseguir alívio. Refere 10 consultas de pré-natal sem intercorrências e não faz uso de medicamentos. Nega perdas vaginais, percebe movimentação fetal e não apresenta dinâmica uterina. Ao exame físico, apresenta-se hipocorada, hidratada, eupneica. Peso 85 Kg. PA: 160/130 mmHg. BCF 152 bpm, edema com cacifo de membros inferiores. Altura uterina 30 cm. Ausência de contrações uterinas. Ao toque vaginal, apresenta colo grosso, posterior e fechado.
O diagnóstico da paciente acima é: 
Alternativas
Respostas
3641: A
3642: D
3643: E
3644: A
3645: C
3646: D
3647: D
3648: X
3649: D
3650: B
3651: X
3652: C
3653: C
3654: D
3655: A
3656: A
3657: C
3658: E
3659: D
3660: B