Questões de Concurso Para analista ambiental

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Q1323494 Português
Você ainda se mantém vivo?
Ana Paula Padrão
    Algumas coisas nesse nosso Brasil ficam tão corriqueiras que já não nos atingem mais. Por isso, presto muita atenção na minha capacidade de ainda me revoltar. Preservo e alimento os momentos em que me sinto indignada para não virar uma besta isolacionista, dessas que não leem mais os jornais porque eles estampam mais tragédias do que nossa disposição em digeri-las. Não quero entrar para o time dos que não ligam mais, dos que torcem pra que se exploda tudo.
     A menina de 11 anos, grávida de 25 semanas do próprio padrasto que a estuprava há meses é um desses casos que me chocam. Tudo nessa história é deprimente. Os constantes abusos a que ela e a mãe eram submetidas, o fato de que ninguém fez nada para mudar essa situação, a perda tão precoce da inocência e o fato de a menina só ter chegado a um hospital com mais de seis meses de gestação! Fui atrás de mais detalhes. Escrevi no Google a expressão “menina de 11 anos grávida” e “estupro de menina de 11 anos”. Foi quando confirmei nossa anestesia coletiva. Minha pesquisa trouxe uma lista gigante de histórias parecidas. Praticamente todo dia a mídia publica que uma criança dessa idade é estuprada, em geral por alguém que a conhece. E muitas ficam grávidas. E isso não choca mais a média da população.
     É bem verdade que de uns tempos para cá a discussão dos direitos da mulher ganhou espaço nas conversas. Quando isso acontece a mídia se vê obrigada a refletir esse interesse do consumidor de notícias. O que é ótimo. Mas o destaque dado a casos de evidente violência contra a mulher também traz à tona o horror de que somos capazes. O pior do ser humano pode ser lido em comentários como “pensem bem, estupro não é ruim, pra muitas meninas é uma oportunidade de conhecer alguém”, ou “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada”. Ficou enojado? Que bom, era o que eu queria, que você se indignasse.
     Esse é o mês da mulher. A menina de 11 anos que foi estuprada pelo padrasto e está grávida de 25 semanas vai ter o bebê. A ministra do STF Rosa Weber foi sorteada para ser a relatora da ação que pede a legalização do aborto para gestações de até 12 semanas. Espero que temas assim motivem você a discutir, brigar e se posicionar. Só assim mostraremos que ainda estamos vivos.
No trecho “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada.” A palavra destacada, de acordo com os níveis de linguagem é
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Q1323493 Português
Você ainda se mantém vivo?
Ana Paula Padrão
    Algumas coisas nesse nosso Brasil ficam tão corriqueiras que já não nos atingem mais. Por isso, presto muita atenção na minha capacidade de ainda me revoltar. Preservo e alimento os momentos em que me sinto indignada para não virar uma besta isolacionista, dessas que não leem mais os jornais porque eles estampam mais tragédias do que nossa disposição em digeri-las. Não quero entrar para o time dos que não ligam mais, dos que torcem pra que se exploda tudo.
     A menina de 11 anos, grávida de 25 semanas do próprio padrasto que a estuprava há meses é um desses casos que me chocam. Tudo nessa história é deprimente. Os constantes abusos a que ela e a mãe eram submetidas, o fato de que ninguém fez nada para mudar essa situação, a perda tão precoce da inocência e o fato de a menina só ter chegado a um hospital com mais de seis meses de gestação! Fui atrás de mais detalhes. Escrevi no Google a expressão “menina de 11 anos grávida” e “estupro de menina de 11 anos”. Foi quando confirmei nossa anestesia coletiva. Minha pesquisa trouxe uma lista gigante de histórias parecidas. Praticamente todo dia a mídia publica que uma criança dessa idade é estuprada, em geral por alguém que a conhece. E muitas ficam grávidas. E isso não choca mais a média da população.
     É bem verdade que de uns tempos para cá a discussão dos direitos da mulher ganhou espaço nas conversas. Quando isso acontece a mídia se vê obrigada a refletir esse interesse do consumidor de notícias. O que é ótimo. Mas o destaque dado a casos de evidente violência contra a mulher também traz à tona o horror de que somos capazes. O pior do ser humano pode ser lido em comentários como “pensem bem, estupro não é ruim, pra muitas meninas é uma oportunidade de conhecer alguém”, ou “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada”. Ficou enojado? Que bom, era o que eu queria, que você se indignasse.
     Esse é o mês da mulher. A menina de 11 anos que foi estuprada pelo padrasto e está grávida de 25 semanas vai ter o bebê. A ministra do STF Rosa Weber foi sorteada para ser a relatora da ação que pede a legalização do aborto para gestações de até 12 semanas. Espero que temas assim motivem você a discutir, brigar e se posicionar. Só assim mostraremos que ainda estamos vivos.
No fragmento “Os constantes abusos a que ela e a mãe eram submetidas, o fato de que ninguém fez nada para mudar essa situação,a perda tão precoce da inocência e o fato de a menina só ter chegado a um hospital com mais de seis meses de gestação!”. Considerando o princípio de coesão textual, o termo essa é um anafórico que
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Q1323492 Português
Você ainda se mantém vivo?
Ana Paula Padrão
    Algumas coisas nesse nosso Brasil ficam tão corriqueiras que já não nos atingem mais. Por isso, presto muita atenção na minha capacidade de ainda me revoltar. Preservo e alimento os momentos em que me sinto indignada para não virar uma besta isolacionista, dessas que não leem mais os jornais porque eles estampam mais tragédias do que nossa disposição em digeri-las. Não quero entrar para o time dos que não ligam mais, dos que torcem pra que se exploda tudo.
     A menina de 11 anos, grávida de 25 semanas do próprio padrasto que a estuprava há meses é um desses casos que me chocam. Tudo nessa história é deprimente. Os constantes abusos a que ela e a mãe eram submetidas, o fato de que ninguém fez nada para mudar essa situação, a perda tão precoce da inocência e o fato de a menina só ter chegado a um hospital com mais de seis meses de gestação! Fui atrás de mais detalhes. Escrevi no Google a expressão “menina de 11 anos grávida” e “estupro de menina de 11 anos”. Foi quando confirmei nossa anestesia coletiva. Minha pesquisa trouxe uma lista gigante de histórias parecidas. Praticamente todo dia a mídia publica que uma criança dessa idade é estuprada, em geral por alguém que a conhece. E muitas ficam grávidas. E isso não choca mais a média da população.
     É bem verdade que de uns tempos para cá a discussão dos direitos da mulher ganhou espaço nas conversas. Quando isso acontece a mídia se vê obrigada a refletir esse interesse do consumidor de notícias. O que é ótimo. Mas o destaque dado a casos de evidente violência contra a mulher também traz à tona o horror de que somos capazes. O pior do ser humano pode ser lido em comentários como “pensem bem, estupro não é ruim, pra muitas meninas é uma oportunidade de conhecer alguém”, ou “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada”. Ficou enojado? Que bom, era o que eu queria, que você se indignasse.
     Esse é o mês da mulher. A menina de 11 anos que foi estuprada pelo padrasto e está grávida de 25 semanas vai ter o bebê. A ministra do STF Rosa Weber foi sorteada para ser a relatora da ação que pede a legalização do aborto para gestações de até 12 semanas. Espero que temas assim motivem você a discutir, brigar e se posicionar. Só assim mostraremos que ainda estamos vivos.
Qual é a principal informação do terceiro parágrafo do texto?
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Q1323491 Português
Você ainda se mantém vivo?
Ana Paula Padrão
    Algumas coisas nesse nosso Brasil ficam tão corriqueiras que já não nos atingem mais. Por isso, presto muita atenção na minha capacidade de ainda me revoltar. Preservo e alimento os momentos em que me sinto indignada para não virar uma besta isolacionista, dessas que não leem mais os jornais porque eles estampam mais tragédias do que nossa disposição em digeri-las. Não quero entrar para o time dos que não ligam mais, dos que torcem pra que se exploda tudo.
     A menina de 11 anos, grávida de 25 semanas do próprio padrasto que a estuprava há meses é um desses casos que me chocam. Tudo nessa história é deprimente. Os constantes abusos a que ela e a mãe eram submetidas, o fato de que ninguém fez nada para mudar essa situação, a perda tão precoce da inocência e o fato de a menina só ter chegado a um hospital com mais de seis meses de gestação! Fui atrás de mais detalhes. Escrevi no Google a expressão “menina de 11 anos grávida” e “estupro de menina de 11 anos”. Foi quando confirmei nossa anestesia coletiva. Minha pesquisa trouxe uma lista gigante de histórias parecidas. Praticamente todo dia a mídia publica que uma criança dessa idade é estuprada, em geral por alguém que a conhece. E muitas ficam grávidas. E isso não choca mais a média da população.
     É bem verdade que de uns tempos para cá a discussão dos direitos da mulher ganhou espaço nas conversas. Quando isso acontece a mídia se vê obrigada a refletir esse interesse do consumidor de notícias. O que é ótimo. Mas o destaque dado a casos de evidente violência contra a mulher também traz à tona o horror de que somos capazes. O pior do ser humano pode ser lido em comentários como “pensem bem, estupro não é ruim, pra muitas meninas é uma oportunidade de conhecer alguém”, ou “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada”. Ficou enojado? Que bom, era o que eu queria, que você se indignasse.
     Esse é o mês da mulher. A menina de 11 anos que foi estuprada pelo padrasto e está grávida de 25 semanas vai ter o bebê. A ministra do STF Rosa Weber foi sorteada para ser a relatora da ação que pede a legalização do aborto para gestações de até 12 semanas. Espero que temas assim motivem você a discutir, brigar e se posicionar. Só assim mostraremos que ainda estamos vivos.
Qual é a melhor justificativa, ou seja, o argumento que sustenta a tese defendida pela autora?  
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Q1323490 Português
Você ainda se mantém vivo?
Ana Paula Padrão
    Algumas coisas nesse nosso Brasil ficam tão corriqueiras que já não nos atingem mais. Por isso, presto muita atenção na minha capacidade de ainda me revoltar. Preservo e alimento os momentos em que me sinto indignada para não virar uma besta isolacionista, dessas que não leem mais os jornais porque eles estampam mais tragédias do que nossa disposição em digeri-las. Não quero entrar para o time dos que não ligam mais, dos que torcem pra que se exploda tudo.
     A menina de 11 anos, grávida de 25 semanas do próprio padrasto que a estuprava há meses é um desses casos que me chocam. Tudo nessa história é deprimente. Os constantes abusos a que ela e a mãe eram submetidas, o fato de que ninguém fez nada para mudar essa situação, a perda tão precoce da inocência e o fato de a menina só ter chegado a um hospital com mais de seis meses de gestação! Fui atrás de mais detalhes. Escrevi no Google a expressão “menina de 11 anos grávida” e “estupro de menina de 11 anos”. Foi quando confirmei nossa anestesia coletiva. Minha pesquisa trouxe uma lista gigante de histórias parecidas. Praticamente todo dia a mídia publica que uma criança dessa idade é estuprada, em geral por alguém que a conhece. E muitas ficam grávidas. E isso não choca mais a média da população.
     É bem verdade que de uns tempos para cá a discussão dos direitos da mulher ganhou espaço nas conversas. Quando isso acontece a mídia se vê obrigada a refletir esse interesse do consumidor de notícias. O que é ótimo. Mas o destaque dado a casos de evidente violência contra a mulher também traz à tona o horror de que somos capazes. O pior do ser humano pode ser lido em comentários como “pensem bem, estupro não é ruim, pra muitas meninas é uma oportunidade de conhecer alguém”, ou “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada”. Ficou enojado? Que bom, era o que eu queria, que você se indignasse.
     Esse é o mês da mulher. A menina de 11 anos que foi estuprada pelo padrasto e está grávida de 25 semanas vai ter o bebê. A ministra do STF Rosa Weber foi sorteada para ser a relatora da ação que pede a legalização do aborto para gestações de até 12 semanas. Espero que temas assim motivem você a discutir, brigar e se posicionar. Só assim mostraremos que ainda estamos vivos.
Qual é o fragmento que apresenta a tese defendida pela autora?
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Q1323489 Português
Você ainda se mantém vivo?
Ana Paula Padrão
    Algumas coisas nesse nosso Brasil ficam tão corriqueiras que já não nos atingem mais. Por isso, presto muita atenção na minha capacidade de ainda me revoltar. Preservo e alimento os momentos em que me sinto indignada para não virar uma besta isolacionista, dessas que não leem mais os jornais porque eles estampam mais tragédias do que nossa disposição em digeri-las. Não quero entrar para o time dos que não ligam mais, dos que torcem pra que se exploda tudo.
     A menina de 11 anos, grávida de 25 semanas do próprio padrasto que a estuprava há meses é um desses casos que me chocam. Tudo nessa história é deprimente. Os constantes abusos a que ela e a mãe eram submetidas, o fato de que ninguém fez nada para mudar essa situação, a perda tão precoce da inocência e o fato de a menina só ter chegado a um hospital com mais de seis meses de gestação! Fui atrás de mais detalhes. Escrevi no Google a expressão “menina de 11 anos grávida” e “estupro de menina de 11 anos”. Foi quando confirmei nossa anestesia coletiva. Minha pesquisa trouxe uma lista gigante de histórias parecidas. Praticamente todo dia a mídia publica que uma criança dessa idade é estuprada, em geral por alguém que a conhece. E muitas ficam grávidas. E isso não choca mais a média da população.
     É bem verdade que de uns tempos para cá a discussão dos direitos da mulher ganhou espaço nas conversas. Quando isso acontece a mídia se vê obrigada a refletir esse interesse do consumidor de notícias. O que é ótimo. Mas o destaque dado a casos de evidente violência contra a mulher também traz à tona o horror de que somos capazes. O pior do ser humano pode ser lido em comentários como “pensem bem, estupro não é ruim, pra muitas meninas é uma oportunidade de conhecer alguém”, ou “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada”. Ficou enojado? Que bom, era o que eu queria, que você se indignasse.
     Esse é o mês da mulher. A menina de 11 anos que foi estuprada pelo padrasto e está grávida de 25 semanas vai ter o bebê. A ministra do STF Rosa Weber foi sorteada para ser a relatora da ação que pede a legalização do aborto para gestações de até 12 semanas. Espero que temas assim motivem você a discutir, brigar e se posicionar. Só assim mostraremos que ainda estamos vivos.
Qual é a principal finalidade desse texto?
Alternativas
Q1275608 Noções de Informática
Sobre a função do MS Excel denominada PROCV(), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1275607 Noções de Informática
Qual a diferença do uso dos caracteres ; (ponto e vírgula) e : (dois pontos) nos parâmetros da função SOMA() do MS Excel do Office 365 em português?
Alternativas
Q1275606 Noções de Informática
Assinale a alternativa que contém os termos de busca do Google que possibilitam realizar uma busca das páginas que contêm o termo ‘concurso’ no título da página.
Alternativas
Q1275605 Noções de Informática
Qual símbolo de formatação do MS Word do Office 365 em português, exibido utilizando o recurso Mostrar Tudo, que mostra ou oculta as marcas de formatação de um documento, que denota um espaço em branco?
Alternativas
Q1275604 Noções de Informática
Quais dos tipos de minigráficos listados abaixo representam tipos válidos de minigráficos conforme disponíveis no MS Excel do Office 365 em português?
1. Coluna 2. Linha 3. Ganhos/Perdas
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1275603 História e Geografia de Estados e Municípios
Assinale a alternativa que indica corretamente o Estado com grande destaque nacional na economia, sendo um dos principais produtores de cebola, mel de abelha e banana, e também o maior produtor nacional de ostras e mexilhões de cultivo.
Alternativas
Q1275602 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual o Município mais antigo do Estado de Santa Catarina, e qual sua localização?
Alternativas
Q1275601 Conhecimentos Gerais
Assinale a alternativa que indica corretamente a via navegável artificial ao nível do mar, localizada no Egito, entre o Mediterrâneo e o Mar Vermelho.
Alternativas
Q1275600 História e Geografia de Estados e Municípios
O Presidente da República sancionou recentemente Lei Federal que torna uma cidade catarinense a “Capital Nacional da Maçã”.
Assinale a alternativa que indica a cidade homenageada.
Alternativas
Q1275599 Conhecimentos Gerais
Com a chegada do verão, há preocupação por parte das autoridades de Vigilância Epidemiológica Brasileira com os vírus transmitidos por mosquitos, que são:
Alternativas
Q1275598 Português
Leia o texto.

Defender a língua é, de modo geral, uma tarefa ambígua e até certo ponto inútil. Mas também é quase inútil e ambíguo dar conselhos aos jovens de uma perspectiva adulta e, no entanto, todo adulto cumpre o que julga ser seu dever. (...) Ora, no que se refere à língua, o choque ou oposição situam-se normalmente na linha divisória do novo e do antigo. Mas fixar no antigo a norma para o atual obrigaria este antigo a recorrer a um mais antigo, até o limite das origens da língua. A própria língua, como ser vivo que é, decidirá o que lhe importa assimilar ou recusar. A língua mastiga e joga fora inúmeros arranjos de frases e vocábulos. Outros, ela absorve e integra a seu modo de ser.

Vergílio Ferreira
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1275597 Português
Leia o texto.

Defender a língua é, de modo geral, uma tarefa ambígua e até certo ponto inútil. Mas também é quase inútil e ambíguo dar conselhos aos jovens de uma perspectiva adulta e, no entanto, todo adulto cumpre o que julga ser seu dever. (...) Ora, no que se refere à língua, o choque ou oposição situam-se normalmente na linha divisória do novo e do antigo. Mas fixar no antigo a norma para o atual obrigaria este antigo a recorrer a um mais antigo, até o limite das origens da língua. A própria língua, como ser vivo que é, decidirá o que lhe importa assimilar ou recusar. A língua mastiga e joga fora inúmeros arranjos de frases e vocábulos. Outros, ela absorve e integra a seu modo de ser.

Vergílio Ferreira
Assinale a alternativa cuja frase esteja redigida em acordo com as regras de concordância nominal ou verbal.
Alternativas
Q1275596 Português
Leia o texto.

Defender a língua é, de modo geral, uma tarefa ambígua e até certo ponto inútil. Mas também é quase inútil e ambíguo dar conselhos aos jovens de uma perspectiva adulta e, no entanto, todo adulto cumpre o que julga ser seu dever. (...) Ora, no que se refere à língua, o choque ou oposição situam-se normalmente na linha divisória do novo e do antigo. Mas fixar no antigo a norma para o atual obrigaria este antigo a recorrer a um mais antigo, até o limite das origens da língua. A própria língua, como ser vivo que é, decidirá o que lhe importa assimilar ou recusar. A língua mastiga e joga fora inúmeros arranjos de frases e vocábulos. Outros, ela absorve e integra a seu modo de ser.

Vergílio Ferreira
Assinale a alternativa que segue a mesma regra para o uso do sinal indicativo da crase em: “no que se refere à língua”.
Alternativas
Q1275595 Português
Leia o texto.

Defender a língua é, de modo geral, uma tarefa ambígua e até certo ponto inútil. Mas também é quase inútil e ambíguo dar conselhos aos jovens de uma perspectiva adulta e, no entanto, todo adulto cumpre o que julga ser seu dever. (...) Ora, no que se refere à língua, o choque ou oposição situam-se normalmente na linha divisória do novo e do antigo. Mas fixar no antigo a norma para o atual obrigaria este antigo a recorrer a um mais antigo, até o limite das origens da língua. A própria língua, como ser vivo que é, decidirá o que lhe importa assimilar ou recusar. A língua mastiga e joga fora inúmeros arranjos de frases e vocábulos. Outros, ela absorve e integra a seu modo de ser.

Vergílio Ferreira
Assinale a alternativa correta, considerando a frase retirada do texto: “A própria língua, como ser vivo que é, decidirá o que lhe importa assimilar ou recusar.”
Alternativas
Respostas
5501: C
5502: A
5503: A
5504: B
5505: B
5506: C
5507: B
5508: A
5509: D
5510: C
5511: E
5512: C
5513: E
5514: B
5515: D
5516: C
5517: A
5518: B
5519: E
5520: B