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Diante disso, qual é o número mínimo de mudas necessárias?
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Desigualdades de gênero no serviço público
Em 1950, a população economicamente ativa (PEA) feminina era de 13,6%; em 1970, alcançou 18,5%; em 1991, 32,9%; em 2000, 44,1%; e em 2010, 48,9% (Censos Demográficos/IBGE).
Contudo, essa incorporação não significou a construção da igualdade plena entre homens e mulheres no mundo do trabalho. Embora tenham, em média, mais anos de estudos, maiores taxas de alfabetização e de frequência líquida escolar no ensino superior, e sejam 61 ,2% de concluintes, as mulheres apresentam uma taxa de desocupação quase 80% superior à masculina. Ou seja, mesmo com maior escolaridade, elas ainda encontram maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho em relação aos homens.
Os
desempenhados socialmente por
mulheres e homens advêm de uma construção
que intervém negativamente na qualidade de vida da
mulher. Desde criança, a sociedade ensina que existem
funções e posturas distintas entre mulheres e homens, em
que aquelas desempenham uma atitude de subordinação
e submissão perante esses.
O grande problema disso é que se dissemina na
sociedade uma visão estereotipada do feminino e do
masculino, que gera consequências gravíssimas,
opressivas e
. O fato de as mulheres, mesmo
com iguais ou superiores índices de escolaridade,
apresentarem menores taxas de ocupação e perceberem
menores rendimentos demonstra que a desigualdade
entre mulheres e homens na inserção no mercado de trabalho pode ser apenas atribuída a fatores discriminatórios e culturais que organizam a vida social.
Com a entrada massiva das mulheres no
mercado de trabalho, essa divisão pouco se alterou.
Muitas mulheres acumulam o trabalho reprodutivo com o
trabalho produtivo, o que implica maior dificuldade de
ascensão nas carreiras profissionais. Pesquisas com base
em dados
concluem que, considerando as horas
gastas no trabalho principal e nos afazeres domésticos, as
mulheres ocupadas trabalham semanalmente cinco horas
a mais que os homens.
Uma vez que as tarefas domésticas e de cuidados (de crianças, de idosos e de doentes) permanecem sendo atribuição majoritariamente feminina, muitas mulheres não ingressam ou não permanecem no mercado de trabalho, o que explica a menor taxa de atividade feminina em relação à masculina (64,2% contra 86,2%).
Para as mulheres, a divisão sexual do trabalho
impede
o exercício satisfatório de outras
atividades, como educação, participação em associações e
partidos, lazer, esporte e cuidado de si. A possibilidade de uma rotina profissional conjugada aos afazeres torna
menor o tempo livre das mulheres para a participação
. Já que as mulheres são socializadas para o mundo
do privado em detrimento da autonomia e da busca dos
próprios desejos, lançar-se em uma área considerada
masculina. como a política por exemplo pode trazer
problemas de conciliação entre funções que socialmente
se espera que elas desempenhem.
A discussão sobre a participação efetiva das mulheres nas diversas esferas de poder não deve ocorrer apenas do ponto de vista de um direito enquanto cidadãs. Ao contrário, a ampliação da inserção das mulheres é um dever do Estado, um ato que contribui para o fortalecimento da democracia brasileira. A diminuta representação e a restrita atuação feminina nesses espaços enfraquecem o sistema democrático.
Fonte: Adaptado do Artigo de Camila Firmino e Filipe da Silva.
Desigualdades de gênero no serviço público... - Brasília: Enap, 2015.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Desigualdades de gênero no serviço público
Em 1950, a população economicamente ativa (PEA) feminina era de 13,6%; em 1970, alcançou 18,5%; em 1991, 32,9%; em 2000, 44,1%; e em 2010, 48,9% (Censos Demográficos/IBGE).
Contudo, essa incorporação não significou a construção da igualdade plena entre homens e mulheres no mundo do trabalho. Embora tenham, em média, mais anos de estudos, maiores taxas de alfabetização e de frequência líquida escolar no ensino superior, e sejam 61 ,2% de concluintes, as mulheres apresentam uma taxa de desocupação quase 80% superior à masculina. Ou seja, mesmo com maior escolaridade, elas ainda encontram maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho em relação aos homens.
Os
desempenhados socialmente por
mulheres e homens advêm de uma construção
que intervém negativamente na qualidade de vida da
mulher. Desde criança, a sociedade ensina que existem
funções e posturas distintas entre mulheres e homens, em
que aquelas desempenham uma atitude de subordinação
e submissão perante esses.
O grande problema disso é que se dissemina na
sociedade uma visão estereotipada do feminino e do
masculino, que gera consequências gravíssimas,
opressivas e
. O fato de as mulheres, mesmo
com iguais ou superiores índices de escolaridade,
apresentarem menores taxas de ocupação e perceberem
menores rendimentos demonstra que a desigualdade
entre mulheres e homens na inserção no mercado de trabalho pode ser apenas atribuída a fatores discriminatórios e culturais que organizam a vida social.
Com a entrada massiva das mulheres no
mercado de trabalho, essa divisão pouco se alterou.
Muitas mulheres acumulam o trabalho reprodutivo com o
trabalho produtivo, o que implica maior dificuldade de
ascensão nas carreiras profissionais. Pesquisas com base
em dados
concluem que, considerando as horas
gastas no trabalho principal e nos afazeres domésticos, as
mulheres ocupadas trabalham semanalmente cinco horas
a mais que os homens.
Uma vez que as tarefas domésticas e de cuidados (de crianças, de idosos e de doentes) permanecem sendo atribuição majoritariamente feminina, muitas mulheres não ingressam ou não permanecem no mercado de trabalho, o que explica a menor taxa de atividade feminina em relação à masculina (64,2% contra 86,2%).
Para as mulheres, a divisão sexual do trabalho
impede
o exercício satisfatório de outras
atividades, como educação, participação em associações e
partidos, lazer, esporte e cuidado de si. A possibilidade de uma rotina profissional conjugada aos afazeres torna
menor o tempo livre das mulheres para a participação
. Já que as mulheres são socializadas para o mundo
do privado em detrimento da autonomia e da busca dos
próprios desejos, lançar-se em uma área considerada
masculina. como a política por exemplo pode trazer
problemas de conciliação entre funções que socialmente
se espera que elas desempenhem.
A discussão sobre a participação efetiva das mulheres nas diversas esferas de poder não deve ocorrer apenas do ponto de vista de um direito enquanto cidadãs. Ao contrário, a ampliação da inserção das mulheres é um dever do Estado, um ato que contribui para o fortalecimento da democracia brasileira. A diminuta representação e a restrita atuação feminina nesses espaços enfraquecem o sistema democrático.
Fonte: Adaptado do Artigo de Camila Firmino e Filipe da Silva.
Desigualdades de gênero no serviço público... - Brasília: Enap, 2015.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Desigualdades de gênero no serviço público
Em 1950, a população economicamente ativa (PEA) feminina era de 13,6%; em 1970, alcançou 18,5%; em 1991, 32,9%; em 2000, 44,1%; e em 2010, 48,9% (Censos Demográficos/IBGE).
Contudo, essa incorporação não significou a construção da igualdade plena entre homens e mulheres no mundo do trabalho. Embora tenham, em média, mais anos de estudos, maiores taxas de alfabetização e de frequência líquida escolar no ensino superior, e sejam 61 ,2% de concluintes, as mulheres apresentam uma taxa de desocupação quase 80% superior à masculina. Ou seja, mesmo com maior escolaridade, elas ainda encontram maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho em relação aos homens.
Os
desempenhados socialmente por
mulheres e homens advêm de uma construção
que intervém negativamente na qualidade de vida da
mulher. Desde criança, a sociedade ensina que existem
funções e posturas distintas entre mulheres e homens, em
que aquelas desempenham uma atitude de subordinação
e submissão perante esses.
O grande problema disso é que se dissemina na
sociedade uma visão estereotipada do feminino e do
masculino, que gera consequências gravíssimas,
opressivas e
. O fato de as mulheres, mesmo
com iguais ou superiores índices de escolaridade,
apresentarem menores taxas de ocupação e perceberem
menores rendimentos demonstra que a desigualdade
entre mulheres e homens na inserção no mercado de trabalho pode ser apenas atribuída a fatores discriminatórios e culturais que organizam a vida social.
Com a entrada massiva das mulheres no
mercado de trabalho, essa divisão pouco se alterou.
Muitas mulheres acumulam o trabalho reprodutivo com o
trabalho produtivo, o que implica maior dificuldade de
ascensão nas carreiras profissionais. Pesquisas com base
em dados
concluem que, considerando as horas
gastas no trabalho principal e nos afazeres domésticos, as
mulheres ocupadas trabalham semanalmente cinco horas
a mais que os homens.
Uma vez que as tarefas domésticas e de cuidados (de crianças, de idosos e de doentes) permanecem sendo atribuição majoritariamente feminina, muitas mulheres não ingressam ou não permanecem no mercado de trabalho, o que explica a menor taxa de atividade feminina em relação à masculina (64,2% contra 86,2%).
Para as mulheres, a divisão sexual do trabalho
impede
o exercício satisfatório de outras
atividades, como educação, participação em associações e
partidos, lazer, esporte e cuidado de si. A possibilidade de uma rotina profissional conjugada aos afazeres torna
menor o tempo livre das mulheres para a participação
. Já que as mulheres são socializadas para o mundo
do privado em detrimento da autonomia e da busca dos
próprios desejos, lançar-se em uma área considerada
masculina. como a política por exemplo pode trazer
problemas de conciliação entre funções que socialmente
se espera que elas desempenhem.
A discussão sobre a participação efetiva das mulheres nas diversas esferas de poder não deve ocorrer apenas do ponto de vista de um direito enquanto cidadãs. Ao contrário, a ampliação da inserção das mulheres é um dever do Estado, um ato que contribui para o fortalecimento da democracia brasileira. A diminuta representação e a restrita atuação feminina nesses espaços enfraquecem o sistema democrático.
Fonte: Adaptado do Artigo de Camila Firmino e Filipe da Silva.
Desigualdades de gênero no serviço público... - Brasília: Enap, 2015.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Desigualdades de gênero no serviço público
Em 1950, a população economicamente ativa (PEA) feminina era de 13,6%; em 1970, alcançou 18,5%; em 1991, 32,9%; em 2000, 44,1%; e em 2010, 48,9% (Censos Demográficos/IBGE).
Contudo, essa incorporação não significou a construção da igualdade plena entre homens e mulheres no mundo do trabalho. Embora tenham, em média, mais anos de estudos, maiores taxas de alfabetização e de frequência líquida escolar no ensino superior, e sejam 61 ,2% de concluintes, as mulheres apresentam uma taxa de desocupação quase 80% superior à masculina. Ou seja, mesmo com maior escolaridade, elas ainda encontram maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho em relação aos homens.
Os
desempenhados socialmente por
mulheres e homens advêm de uma construção
que intervém negativamente na qualidade de vida da
mulher. Desde criança, a sociedade ensina que existem
funções e posturas distintas entre mulheres e homens, em
que aquelas desempenham uma atitude de subordinação
e submissão perante esses.
O grande problema disso é que se dissemina na
sociedade uma visão estereotipada do feminino e do
masculino, que gera consequências gravíssimas,
opressivas e
. O fato de as mulheres, mesmo
com iguais ou superiores índices de escolaridade,
apresentarem menores taxas de ocupação e perceberem
menores rendimentos demonstra que a desigualdade
entre mulheres e homens na inserção no mercado de trabalho pode ser apenas atribuída a fatores discriminatórios e culturais que organizam a vida social.
Com a entrada massiva das mulheres no
mercado de trabalho, essa divisão pouco se alterou.
Muitas mulheres acumulam o trabalho reprodutivo com o
trabalho produtivo, o que implica maior dificuldade de
ascensão nas carreiras profissionais. Pesquisas com base
em dados
concluem que, considerando as horas
gastas no trabalho principal e nos afazeres domésticos, as
mulheres ocupadas trabalham semanalmente cinco horas
a mais que os homens.
Uma vez que as tarefas domésticas e de cuidados (de crianças, de idosos e de doentes) permanecem sendo atribuição majoritariamente feminina, muitas mulheres não ingressam ou não permanecem no mercado de trabalho, o que explica a menor taxa de atividade feminina em relação à masculina (64,2% contra 86,2%).
Para as mulheres, a divisão sexual do trabalho
impede
o exercício satisfatório de outras
atividades, como educação, participação em associações e
partidos, lazer, esporte e cuidado de si. A possibilidade de uma rotina profissional conjugada aos afazeres torna
menor o tempo livre das mulheres para a participação
. Já que as mulheres são socializadas para o mundo
do privado em detrimento da autonomia e da busca dos
próprios desejos, lançar-se em uma área considerada
masculina. como a política por exemplo pode trazer
problemas de conciliação entre funções que socialmente
se espera que elas desempenhem.
A discussão sobre a participação efetiva das mulheres nas diversas esferas de poder não deve ocorrer apenas do ponto de vista de um direito enquanto cidadãs. Ao contrário, a ampliação da inserção das mulheres é um dever do Estado, um ato que contribui para o fortalecimento da democracia brasileira. A diminuta representação e a restrita atuação feminina nesses espaços enfraquecem o sistema democrático.
Fonte: Adaptado do Artigo de Camila Firmino e Filipe da Silva.
Desigualdades de gênero no serviço público... - Brasília: Enap, 2015.
I. Embora, no segundo parágrafo.
II. Uma vez que, no sexto parágrafo.
As conjunções subordinativas em destaque acima estabelecem nos períodos em que estão inseridas, respectiva e semanticamente, relações de:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Desigualdades de gênero no serviço público
Em 1950, a população economicamente ativa (PEA) feminina era de 13,6%; em 1970, alcançou 18,5%; em 1991, 32,9%; em 2000, 44,1%; e em 2010, 48,9% (Censos Demográficos/IBGE).
Contudo, essa incorporação não significou a construção da igualdade plena entre homens e mulheres no mundo do trabalho. Embora tenham, em média, mais anos de estudos, maiores taxas de alfabetização e de frequência líquida escolar no ensino superior, e sejam 61 ,2% de concluintes, as mulheres apresentam uma taxa de desocupação quase 80% superior à masculina. Ou seja, mesmo com maior escolaridade, elas ainda encontram maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho em relação aos homens.
Os
desempenhados socialmente por
mulheres e homens advêm de uma construção
que intervém negativamente na qualidade de vida da
mulher. Desde criança, a sociedade ensina que existem
funções e posturas distintas entre mulheres e homens, em
que aquelas desempenham uma atitude de subordinação
e submissão perante esses.
O grande problema disso é que se dissemina na
sociedade uma visão estereotipada do feminino e do
masculino, que gera consequências gravíssimas,
opressivas e
. O fato de as mulheres, mesmo
com iguais ou superiores índices de escolaridade,
apresentarem menores taxas de ocupação e perceberem
menores rendimentos demonstra que a desigualdade
entre mulheres e homens na inserção no mercado de trabalho pode ser apenas atribuída a fatores discriminatórios e culturais que organizam a vida social.
Com a entrada massiva das mulheres no
mercado de trabalho, essa divisão pouco se alterou.
Muitas mulheres acumulam o trabalho reprodutivo com o
trabalho produtivo, o que implica maior dificuldade de
ascensão nas carreiras profissionais. Pesquisas com base
em dados
concluem que, considerando as horas
gastas no trabalho principal e nos afazeres domésticos, as
mulheres ocupadas trabalham semanalmente cinco horas
a mais que os homens.
Uma vez que as tarefas domésticas e de cuidados (de crianças, de idosos e de doentes) permanecem sendo atribuição majoritariamente feminina, muitas mulheres não ingressam ou não permanecem no mercado de trabalho, o que explica a menor taxa de atividade feminina em relação à masculina (64,2% contra 86,2%).
Para as mulheres, a divisão sexual do trabalho
impede
o exercício satisfatório de outras
atividades, como educação, participação em associações e
partidos, lazer, esporte e cuidado de si. A possibilidade de uma rotina profissional conjugada aos afazeres torna
menor o tempo livre das mulheres para a participação
. Já que as mulheres são socializadas para o mundo
do privado em detrimento da autonomia e da busca dos
próprios desejos, lançar-se em uma área considerada
masculina. como a política por exemplo pode trazer
problemas de conciliação entre funções que socialmente
se espera que elas desempenhem.
A discussão sobre a participação efetiva das mulheres nas diversas esferas de poder não deve ocorrer apenas do ponto de vista de um direito enquanto cidadãs. Ao contrário, a ampliação da inserção das mulheres é um dever do Estado, um ato que contribui para o fortalecimento da democracia brasileira. A diminuta representação e a restrita atuação feminina nesses espaços enfraquecem o sistema democrático.
Fonte: Adaptado do Artigo de Camila Firmino e Filipe da Silva.
Desigualdades de gênero no serviço público... - Brasília: Enap, 2015.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Desigualdades de gênero no serviço público
Em 1950, a população economicamente ativa (PEA) feminina era de 13,6%; em 1970, alcançou 18,5%; em 1991, 32,9%; em 2000, 44,1%; e em 2010, 48,9% (Censos Demográficos/IBGE).
Contudo, essa incorporação não significou a construção da igualdade plena entre homens e mulheres no mundo do trabalho. Embora tenham, em média, mais anos de estudos, maiores taxas de alfabetização e de frequência líquida escolar no ensino superior, e sejam 61 ,2% de concluintes, as mulheres apresentam uma taxa de desocupação quase 80% superior à masculina. Ou seja, mesmo com maior escolaridade, elas ainda encontram maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho em relação aos homens.
Os
desempenhados socialmente por
mulheres e homens advêm de uma construção
que intervém negativamente na qualidade de vida da
mulher. Desde criança, a sociedade ensina que existem
funções e posturas distintas entre mulheres e homens, em
que aquelas desempenham uma atitude de subordinação
e submissão perante esses.
O grande problema disso é que se dissemina na
sociedade uma visão estereotipada do feminino e do
masculino, que gera consequências gravíssimas,
opressivas e
. O fato de as mulheres, mesmo
com iguais ou superiores índices de escolaridade,
apresentarem menores taxas de ocupação e perceberem
menores rendimentos demonstra que a desigualdade
entre mulheres e homens na inserção no mercado de trabalho pode ser apenas atribuída a fatores discriminatórios e culturais que organizam a vida social.
Com a entrada massiva das mulheres no
mercado de trabalho, essa divisão pouco se alterou.
Muitas mulheres acumulam o trabalho reprodutivo com o
trabalho produtivo, o que implica maior dificuldade de
ascensão nas carreiras profissionais. Pesquisas com base
em dados
concluem que, considerando as horas
gastas no trabalho principal e nos afazeres domésticos, as
mulheres ocupadas trabalham semanalmente cinco horas
a mais que os homens.
Uma vez que as tarefas domésticas e de cuidados (de crianças, de idosos e de doentes) permanecem sendo atribuição majoritariamente feminina, muitas mulheres não ingressam ou não permanecem no mercado de trabalho, o que explica a menor taxa de atividade feminina em relação à masculina (64,2% contra 86,2%).
Para as mulheres, a divisão sexual do trabalho
impede
o exercício satisfatório de outras
atividades, como educação, participação em associações e
partidos, lazer, esporte e cuidado de si. A possibilidade de uma rotina profissional conjugada aos afazeres torna
menor o tempo livre das mulheres para a participação
. Já que as mulheres são socializadas para o mundo
do privado em detrimento da autonomia e da busca dos
próprios desejos, lançar-se em uma área considerada
masculina. como a política por exemplo pode trazer
problemas de conciliação entre funções que socialmente
se espera que elas desempenhem.
A discussão sobre a participação efetiva das mulheres nas diversas esferas de poder não deve ocorrer apenas do ponto de vista de um direito enquanto cidadãs. Ao contrário, a ampliação da inserção das mulheres é um dever do Estado, um ato que contribui para o fortalecimento da democracia brasileira. A diminuta representação e a restrita atuação feminina nesses espaços enfraquecem o sistema democrático.
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Desigualdades de gênero no serviço público... - Brasília: Enap, 2015.
Cornposta por 191 paÍses rnerrbros e pela Ur-rião Europeia, a Organização das Nações Unidas para a Alirner-rtação e a Agricultura (FAO) funciona como um forum neutro para prornover a cooperação internacional em questões relacionadas à alimentação e à agricultura. Como uma agência da ONU, ela proporciona um espaço imparcial para discussÕes e negociações, facilitando a colaboração entre países, organizações e especialistas. A função da FAO é apoiar os países na elaboração e execução de políticas e programas de assistência tecnica nas áreas agrícola e alimentar. Para isso, a agência trabalha em parceria com outras organizaçôes da ONU, organismos internacionais, governos e setor privado. Considerando isso, relacione as ações e os programas da FAO, em âmbito mundial, dispostos na Co/una.{ com suas respectivas características, elencadas na Coluna II:
Coluna I.
1. Programa Mundialde Alimentos.
2. Codex Alímentarius.
3. Conferência Mundial da Alimentação
4. FAOSTAT.
Coluna II:
( ) Conjunto de normas, diretrizes e códigos de práticas internacionais relacionados à segurança alimentar e à qualidade dos alimentos.
( ) Agência humanitária do mundo dedicada a combater a fome e promover a segurança alimentar.
( ) Base de dados que fornece acesso gratuito a estatísticas globais sobre agricultura, alimentação, florestas, pesca e recursos naturais.
( ) Foi um marco na promoção da segurança alimentar e destacou a importância da produção agrícola sustentável para alimentar a crescente populaÇão mundial.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
No preparo de alimentos, essa Resolução rege as seguintes normas, EXCETO:
A Portaria GM/MS na BBB/2021 regulamenta os padrões de potabilidade e os procedimentos de controle e vigilância da água para consumo humano no Brasil. Ela estabelece limites rigorosos para parâmetros microbiologicos, físicos e químicos, visando garantir a segurança sanitária da captação ao ponto de consumo. Ao uniformizar critérios técnicos e responsabilidades de gestão, o ato busca proteger a saúde pública e assegurar o cumprimento de normas de amostragem em todo o território nacional
No controle da qualldade, como devem ser tratadas as chamadas "recoletas" (amostras coletadas apos um resultado positivo para coliformes totais)?
Analise o trecho abaixo:
O(A) __ é uma doença bacteriana que se encontra em alimentos inadequadamente processados e mantidos em forma de conservas e mel. Entre os sintomas mais comuns estão prostração, fraqueza, vertigem, visão dupla e progressiva dificuldade de falar e deglutir. Dificuldade respiratória, fraqueza muscular, distensão abdominal e constipação também podem ser comuns. A paralisia flácida progressiva provocada pela toxina causa asfixia e pode levar à morte.
Preenche CORRETAMENTE a lacuna
Os Procedimentos Padrões de Higiene Operacional (PPHO) são processos descritos, desenvolvidos, implantados e monitorados que visam estabelecer padrôes elevados de higiene para um estabelecimento industrial alimentício. O objetivo e evitar a contaminação direta ou cruzada e a adulteração do produto, mantendo, assim, a sua qualidade e integridade por meio da higiene antes, durante e depois das operações industriais. Sobre o PPHO, analise as assertivas abaixo e julgue V, para as Verdadeiras, ou F, para as Falsas:
( )O PPHO é regulamentado pelo Ministério da Agricultura.
( )A identificação e a estocagem de produtos tóxicos não são abordadas nos procedimentos de PPHO.
( )Os registros de PPHO devem ser arquivados por um período mínimo de 1 ano
( )Durante as auditorias do Serviço de Inspeção Federal (SIF), não é permitido o recolhimento de amostras de produtos para análises laboratoriais.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?