Questões de Concurso Para nível médio

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Q1088573 Saúde Pública
É correto afirmar que o croqui é um projeto, produto do reconhecimento geográfico, devendo nele estar
Alternativas
Q1088572 Saúde Pública
Associe as colunas, relacionando corretamente a vertente da prática educativa em saúde à sua respectiva estratégia.
Vertentes (1) Educativa (2) Preventiva (3) Radical (4) Desenvolvimento pessoal
Estratégias ( ) Desenvolver destrezas para a vida. ( ) Desenvolver luta política pela saúde. ( ) Compartilhar e explorar crenças e valores. ( ) Prevenir doenças pelo desenvolvimento de comportamentos saudáveis.

A sequência correta dessa associação é
Alternativas
Q1088571 Saúde Pública
É correto afirmar que o agente de combate a endemias, na inspeção de imóveis para levantamento de infestação por roedores, deve
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Q1088570 Direito Administrativo
A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração.
A sequência que apresenta corretamente as modalidades de licitação, é
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Q1088569 Administração Financeira e Orçamentária
Os recursos financeiros são corretamente classificados, em razão da sua natureza e codificação própria, em receitas orçamentárias
Alternativas
Q1088568 Administração Financeira e Orçamentária
É correto afirmar que, até atingirem a fase do pagamento, as despesas orçamentárias devem seguir, cronologicamente, os respectivos estágios:
Alternativas
Q1088567 Direito Administrativo
Constituem um grupo do Ativo Imobilizado da Administração Pública Municipal, EXCETO bens
Alternativas
Q1088566 Direito Administrativo
A organização da administração pública está dividida em administração direta e indireta.
Nesse sentido, é correto afirmar que a administração indireta é formada pelas seguintes categorias de entidades:
Alternativas
Q1088565 Administração Financeira e Orçamentária
A operação que se constitui nos créditos da Fazenda Pública, tributários ou não, que, uma vez não pagos no vencimento, são inscritos em registro próprio, após apurada sua liquidez e certeza, é a de
Alternativas
Q1088564 Administração Financeira e Orçamentária
As receitas correntes tratam de recursos financeiros que regularmente ingressam nos cofres do Estado (não são esporádicos) para financiar, em princípio, as despesas correntes.
É correto afirmar que as receitas correntes são desdobradas em
Alternativas
Q1088563 Direito Tributário
O imposto sobre serviços de qualquer natureza é de competência dos munícipios. As alíquotas deverão ser disciplinadas em lei ordinária, respeitadas as normas gerais dispostas em lei complementar.
É correto afirmar que o ordenamento jurídico impõe uma alíquota mínima de
Alternativas
Q1088562 Matemática Financeira
Uma certa pessoa possui dívidas que hoje totalizam R$ 50.000,00. Com o intuito de liquidar o débito, ficou acordada a sua liquidação para daqui 18 meses e pagamento de juros compostos nominais de 18% ao ano, capitalizado semestralmente.
Utilizando-se o sistema de capitalização composto, é correto afirmar que o valor, em reais, que mais se aproxima daquele a ser pago, é de
Alternativas
Q1088561 Matemática Financeira
Um empréstimo foi contratado a juros simples de 24% ao ano. Passados 90 dias, ele foi pago face à contratação de um novo empréstimo 50% maior que o primeiro, tendo sido acordado o prazo de 120 dias para a liquidação desse novo compromisso, a uma taxa de juros simples de 15% ao semestre.
Sabendo-se que foi pago um total de R$ 12.000,00 de juros, é correto afirmar que o valor aproximado do primeiro empréstimo, em reais, é de
Alternativas
Q1087825 Português
Assinale, abaixo, a alternativa em que o uso da crase está incorreto.
Alternativas
Q1087824 Português
A palavra destacada no trecho “(...) que é isso que me deixa triste!”, presente no último quadrinho da tirinha, classifica-se como:
Alternativas
Q1087823 Português
Na tirinha do Armandinho acima, percebe-se que o autor faz uma crítica:
Alternativas
Q1087822 Português
No que diz respeito ao processo de formação das palavras, entende-se que a composição dos vocábulos “vaivém” e “boquiaberto”, dá-se, respectivamente, por:
Alternativas
Q1087821 Português

Analise as afirmativas abaixo:

I. A Homonímia diz respeito a palavras iguais na pronúncia e/ou na grafia, mas com significados diferentes;

II. A Hiponímia trata, normalmente, de pares de palavras parecidas tanto na grafia quanto na pronúncia, mas com sentidos diferentes;

III. A Paronímia refere-se a uma palavra de significação específica dentro de um campo de sentido;

IV. A Hiperonímia refere-se a uma palavra cuja significação inclui o sentido de diversas outras palavras, ou seja, é uma palavra que se refere a todos os seres de uma “espécie”; Após a análise das afirmativas, considera-se como incorretas:

Alternativas
Q1087820 Português
A MENTIROSA LIBERDADE
Lya Luft
      Comecei a escrever um novo livro, sobre os mitos e mentiras que nossa cultura expõe em pratel
eiras enfeitadas, para que a gente enfie esse material na cabeça e, pior, na alma – como se fosse algodão-doce colorido. Com ele chegam os medos que tudo isso nos inspira: medo de não estar bem enquadrados, medo de não ser valorizados pela turma, medo de não ser suficientemente ricos, magros, musculosos, de não participar da melhor balada, do clube mais chique, de não ter feito a viagem certa nem possuir a tecnologia de ponta no celular. Medo de não ser livres.
      Na verdade, estamos presos numa rede de falsas liberdades. Nunca se falou tanto em liberdade, e poucas vezes fomos tão pressionados por exigências absurdas, que constituem o que chamo a síndrome do “ter de”. Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda como gado para o matadouro, e as opções são tantas que não conseguimos escolher com calma. Medicados como somos (a pressão, a gordura, a fadiga, a insônia, o sono, a depressão e a euforia, a solidão e o medo tratados a remédio), cedo recorremos a expedientes, porque nossa libido, quimicamente cerceada, falha, e a alegria, de tanta tensão, nos escapa.
       Preenchem-se fendas e falhas, manchas se removem, suspendem-se prazeres como sendo risco e extravagância, e nos ligamos no espelho: alguém por aí é mais eficiente, moderno, valorizado e belo que eu? Alguém mora num condomínio melhor que o meu? Em fileira ao longo das paredes temos de parecer todos iguais nessa dança de enganos. Sobretudo, sempre jovens. Nunca se pôde viver tanto tempo e com tão boa qualidade, mas no atual endeusamento da juventude, como se só jovens merecessem amor, vitórias e sucesso, carregamos mais um ônus pesadíssimo e cruel: temos de enganar o tempo, temos de aparentar 15 anos se temos 30, 40 anos se temos 60, e 50 se temos 80 anos de idade. A deusa juventude traz vantagens, mas eu não a quereria para sempre: talvez nela sejamos mais bonitos, quem sabe mais cheios de planos e possibilidades, mas sabemos discernir as coisas que divisamos, podemos optar com a mínima segurança, conseguimos olhar, analisar e curtir – ou nos falta o que vem depois: maturidade?
         Parece que do começo ao fim passamos a vida sendo cobrados: O que você vai ser? O que vai estudar? Como? Fracassou em mais um vestibular? Já transou? Nunca transou? Treze anos e ainda não ficou? E ainda não bebeu? Nem experimentou uma maconhazinha sequer? E um Viagra para melhorar ainda mais? Ainda aguenta os chatos dos pais? Saiba que eles o controlam sob o pretexto de que o amam. Sai dessa! Já precisa trabalhar? Que chatice! E depois: Quarenta anos ganhando tão pouco e trabalhando tanto? E não tem aquele carro? Nunca esteve naquele resort?             Talvez a gente possa escapar dessas cobranças sendo mais natural, cumprindo deveres reais, curtindo a vida sem se atordoar. Nadar contra toda essa louca correnteza. Ter opiniões próprias, amadurecer, ajuda. Combater a ânsia por coisas que nem queremos, ignorar ofertas no fundo desinteressantes, como roupas ridículas e viagens sem graça, isso ajuda. Descobrir o que queremos e podemos é um bom aprendizado, mas leva algum tempo: não é preciso escalar o Himalaia social nem ser uma linda mulher nem um homem poderoso. É possível estar contente e ter projetos bem depois dos 40 anos, sem um iate, físico perfeito e grande fortuna. Sem cumprir tantas obrigações fúteis e inúteis, como nos ordenam os mitos e mentiras de uma sociedade insegura, desorientada, em crise. Liberdade não vem de correr atrás de “deveres” impostos de fora, mas de construir a nossa existência, para a qual, com todo esse esforço e desgaste, sobra tão pouco tempo. Não temos de correr angustiados atrás de modelos que nada têm a ver conosco, máscaras,
ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito.modelos que nada têm a ver conosco, máscaras, ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito.

Disponível em: <https://www.contioutra.com/a-mentirosa
liberdade-lya-luft/>. Acesso: 22 de outubro de 2019.

No trecho “(...) não é preciso escalar o Himalaia social nem ser uma linda mulher nem um homem poderoso.”, pode-se substituir o termo destacado, sem prejuízo na coerência do texto, por:
Alternativas
Q1087819 Português
A MENTIROSA LIBERDADE
Lya Luft
      Comecei a escrever um novo livro, sobre os mitos e mentiras que nossa cultura expõe em pratel
eiras enfeitadas, para que a gente enfie esse material na cabeça e, pior, na alma – como se fosse algodão-doce colorido. Com ele chegam os medos que tudo isso nos inspira: medo de não estar bem enquadrados, medo de não ser valorizados pela turma, medo de não ser suficientemente ricos, magros, musculosos, de não participar da melhor balada, do clube mais chique, de não ter feito a viagem certa nem possuir a tecnologia de ponta no celular. Medo de não ser livres.
      Na verdade, estamos presos numa rede de falsas liberdades. Nunca se falou tanto em liberdade, e poucas vezes fomos tão pressionados por exigências absurdas, que constituem o que chamo a síndrome do “ter de”. Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda como gado para o matadouro, e as opções são tantas que não conseguimos escolher com calma. Medicados como somos (a pressão, a gordura, a fadiga, a insônia, o sono, a depressão e a euforia, a solidão e o medo tratados a remédio), cedo recorremos a expedientes, porque nossa libido, quimicamente cerceada, falha, e a alegria, de tanta tensão, nos escapa.
       Preenchem-se fendas e falhas, manchas se removem, suspendem-se prazeres como sendo risco e extravagância, e nos ligamos no espelho: alguém por aí é mais eficiente, moderno, valorizado e belo que eu? Alguém mora num condomínio melhor que o meu? Em fileira ao longo das paredes temos de parecer todos iguais nessa dança de enganos. Sobretudo, sempre jovens. Nunca se pôde viver tanto tempo e com tão boa qualidade, mas no atual endeusamento da juventude, como se só jovens merecessem amor, vitórias e sucesso, carregamos mais um ônus pesadíssimo e cruel: temos de enganar o tempo, temos de aparentar 15 anos se temos 30, 40 anos se temos 60, e 50 se temos 80 anos de idade. A deusa juventude traz vantagens, mas eu não a quereria para sempre: talvez nela sejamos mais bonitos, quem sabe mais cheios de planos e possibilidades, mas sabemos discernir as coisas que divisamos, podemos optar com a mínima segurança, conseguimos olhar, analisar e curtir – ou nos falta o que vem depois: maturidade?
         Parece que do começo ao fim passamos a vida sendo cobrados: O que você vai ser? O que vai estudar? Como? Fracassou em mais um vestibular? Já transou? Nunca transou? Treze anos e ainda não ficou? E ainda não bebeu? Nem experimentou uma maconhazinha sequer? E um Viagra para melhorar ainda mais? Ainda aguenta os chatos dos pais? Saiba que eles o controlam sob o pretexto de que o amam. Sai dessa! Já precisa trabalhar? Que chatice! E depois: Quarenta anos ganhando tão pouco e trabalhando tanto? E não tem aquele carro? Nunca esteve naquele resort?             Talvez a gente possa escapar dessas cobranças sendo mais natural, cumprindo deveres reais, curtindo a vida sem se atordoar. Nadar contra toda essa louca correnteza. Ter opiniões próprias, amadurecer, ajuda. Combater a ânsia por coisas que nem queremos, ignorar ofertas no fundo desinteressantes, como roupas ridículas e viagens sem graça, isso ajuda. Descobrir o que queremos e podemos é um bom aprendizado, mas leva algum tempo: não é preciso escalar o Himalaia social nem ser uma linda mulher nem um homem poderoso. É possível estar contente e ter projetos bem depois dos 40 anos, sem um iate, físico perfeito e grande fortuna. Sem cumprir tantas obrigações fúteis e inúteis, como nos ordenam os mitos e mentiras de uma sociedade insegura, desorientada, em crise. Liberdade não vem de correr atrás de “deveres” impostos de fora, mas de construir a nossa existência, para a qual, com todo esse esforço e desgaste, sobra tão pouco tempo. Não temos de correr angustiados atrás de modelos que nada têm a ver conosco, máscaras,
ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito.modelos que nada têm a ver conosco, máscaras, ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito.

Disponível em: <https://www.contioutra.com/a-mentirosa
liberdade-lya-luft/>. Acesso: 22 de outubro de 2019.

No período “Com ele chegam os medos que tudo isso nos inspira: (...)”, o termo em destaque exerce duas funções sintáticas, sendo elas, respectivamente: 
Alternativas
Respostas
11701: A
11702: D
11703: D
11704: D
11705: C
11706: B
11707: D
11708: A
11709: A
11710: C
11711: D
11712: C
11713: B
11714: E
11715: B
11716: A
11717: D
11718: B
11719: D
11720: E