Questões de Concurso Para nível médio

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Q3454317 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A cultura dos macacos-pregos

    Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez o quê?
    O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental dos macacos-pregos.
    Esses primatas usam diversos recursos da natureza – por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração, podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura evoluem.

(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”, Revista Superinteressante. Adaptado)
Em “Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração...” (3º parágrafo), a palavra destacada expressa circunstância de 
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Q3454316 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A cultura dos macacos-pregos

    Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez o quê?
    O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental dos macacos-pregos.
    Esses primatas usam diversos recursos da natureza – por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração, podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura evoluem.

(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”, Revista Superinteressante. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada pode ser substituída por “os quais”, em conformidade com a norma-padrão.
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Q3454315 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A cultura dos macacos-pregos

    Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez o quê?
    O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental dos macacos-pregos.
    Esses primatas usam diversos recursos da natureza – por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração, podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura evoluem.

(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”, Revista Superinteressante. Adaptado)
Com base na leitura do texto, é correto afirmar que os macacos-pregos
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Q3454314 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A cultura dos macacos-pregos

    Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez o quê?
    O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental dos macacos-pregos.
    Esses primatas usam diversos recursos da natureza – por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração, podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura evoluem.

(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”, Revista Superinteressante. Adaptado)
De acordo com o texto, os arqueólogos 
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Q3454313 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Cuidar de quem cuida de idosos dependentes: por uma política necessária e urgente

    Cuidar decorre das expectativas sociais sobre o conceito cultural de família e continua a ser parte das obrigações femininas. Costuma acontecer que, nas famílias, uma mulher é escolhida como cuidadora pela pessoa de quem cuida, ou é autoescolhida, ou, ainda, exerce sua função por falta de outra opção.
    No Brasil, o espectro de idade delas vai de 26 a 86 anos. São mulheres que abrem mão da vida pessoal, profissional, social e afetiva. E, mesmo quando seu trabalho é banhado de amor e reconhecimento, ela se empobrece do ponto de vista econômico e social e passa a ter, desde então, uma existência restrita e confinada, unicamente dedicada ao familiar em situação de dependência. As que são apoiadas por algum tipo de renda consideram esse aporte insuficiente. E as que vivem com pouca renda reduzem as opções de suporte frente à carga das necessidades. A maioria afirma que não recebe ajuda de ninguém e nenhuma recompensa econômica por sua dedicação.
    Cuidar sempre afeta a vida da cuidadora. Em estudos que as comparam com a população em geral, são representadas com pior saúde física, mais frequente uso de medicamentos, taxas elevadas de depressão e ansiedade, estresse, menor satisfação com a vida e sensação de sobrecarga. Existem evidências de que o comprometimento cognitivo e a doença mental do idoso são mais onerosos do que os problemas físicos para quem cuida deles. Os agravos da própria saúde mental da pessoa que acompanha o idoso frequentemente aumentam à medida do tempo gasto no cuidado.

(Maria Cecília de Souza Minayo, “Cuidar de quem cuida de idosos dependentes: por uma política necessária e urgente”. Adaptado)
Em “E, mesmo quando seu trabalho é banhado de amor e reconhecimento...” (2º parágrafo), o trecho em destaque pode ser substituído, sem prejuízo do sentido original e da correção gramatical, por:
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Q3454312 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Cuidar de quem cuida de idosos dependentes: por uma política necessária e urgente

    Cuidar decorre das expectativas sociais sobre o conceito cultural de família e continua a ser parte das obrigações femininas. Costuma acontecer que, nas famílias, uma mulher é escolhida como cuidadora pela pessoa de quem cuida, ou é autoescolhida, ou, ainda, exerce sua função por falta de outra opção.
    No Brasil, o espectro de idade delas vai de 26 a 86 anos. São mulheres que abrem mão da vida pessoal, profissional, social e afetiva. E, mesmo quando seu trabalho é banhado de amor e reconhecimento, ela se empobrece do ponto de vista econômico e social e passa a ter, desde então, uma existência restrita e confinada, unicamente dedicada ao familiar em situação de dependência. As que são apoiadas por algum tipo de renda consideram esse aporte insuficiente. E as que vivem com pouca renda reduzem as opções de suporte frente à carga das necessidades. A maioria afirma que não recebe ajuda de ninguém e nenhuma recompensa econômica por sua dedicação.
    Cuidar sempre afeta a vida da cuidadora. Em estudos que as comparam com a população em geral, são representadas com pior saúde física, mais frequente uso de medicamentos, taxas elevadas de depressão e ansiedade, estresse, menor satisfação com a vida e sensação de sobrecarga. Existem evidências de que o comprometimento cognitivo e a doença mental do idoso são mais onerosos do que os problemas físicos para quem cuida deles. Os agravos da própria saúde mental da pessoa que acompanha o idoso frequentemente aumentam à medida do tempo gasto no cuidado.

(Maria Cecília de Souza Minayo, “Cuidar de quem cuida de idosos dependentes: por uma política necessária e urgente”. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão destacada pode ser substituída pelo que está entre colchetes, preservando-se o sentido original e a norma-padrão de regência.
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Q3454311 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Cuidar de quem cuida de idosos dependentes: por uma política necessária e urgente

    Cuidar decorre das expectativas sociais sobre o conceito cultural de família e continua a ser parte das obrigações femininas. Costuma acontecer que, nas famílias, uma mulher é escolhida como cuidadora pela pessoa de quem cuida, ou é autoescolhida, ou, ainda, exerce sua função por falta de outra opção.
    No Brasil, o espectro de idade delas vai de 26 a 86 anos. São mulheres que abrem mão da vida pessoal, profissional, social e afetiva. E, mesmo quando seu trabalho é banhado de amor e reconhecimento, ela se empobrece do ponto de vista econômico e social e passa a ter, desde então, uma existência restrita e confinada, unicamente dedicada ao familiar em situação de dependência. As que são apoiadas por algum tipo de renda consideram esse aporte insuficiente. E as que vivem com pouca renda reduzem as opções de suporte frente à carga das necessidades. A maioria afirma que não recebe ajuda de ninguém e nenhuma recompensa econômica por sua dedicação.
    Cuidar sempre afeta a vida da cuidadora. Em estudos que as comparam com a população em geral, são representadas com pior saúde física, mais frequente uso de medicamentos, taxas elevadas de depressão e ansiedade, estresse, menor satisfação com a vida e sensação de sobrecarga. Existem evidências de que o comprometimento cognitivo e a doença mental do idoso são mais onerosos do que os problemas físicos para quem cuida deles. Os agravos da própria saúde mental da pessoa que acompanha o idoso frequentemente aumentam à medida do tempo gasto no cuidado.

(Maria Cecília de Souza Minayo, “Cuidar de quem cuida de idosos dependentes: por uma política necessária e urgente”. Adaptado)
Considere o trecho a seguir:

•  “E, mesmo quando seu trabalho é banhado de amor e reconhecimento, ela se empobrece do ponto de vista econômico e social e passa a ter, desde então, uma existência restrita e confinada, unicamente dedicada ao familiar em situação de dependência.” (2º parágrafo)

Foi empregada em sentido figurado a palavra 
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Q3454310 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Cuidar de quem cuida de idosos dependentes: por uma política necessária e urgente

    Cuidar decorre das expectativas sociais sobre o conceito cultural de família e continua a ser parte das obrigações femininas. Costuma acontecer que, nas famílias, uma mulher é escolhida como cuidadora pela pessoa de quem cuida, ou é autoescolhida, ou, ainda, exerce sua função por falta de outra opção.
    No Brasil, o espectro de idade delas vai de 26 a 86 anos. São mulheres que abrem mão da vida pessoal, profissional, social e afetiva. E, mesmo quando seu trabalho é banhado de amor e reconhecimento, ela se empobrece do ponto de vista econômico e social e passa a ter, desde então, uma existência restrita e confinada, unicamente dedicada ao familiar em situação de dependência. As que são apoiadas por algum tipo de renda consideram esse aporte insuficiente. E as que vivem com pouca renda reduzem as opções de suporte frente à carga das necessidades. A maioria afirma que não recebe ajuda de ninguém e nenhuma recompensa econômica por sua dedicação.
    Cuidar sempre afeta a vida da cuidadora. Em estudos que as comparam com a população em geral, são representadas com pior saúde física, mais frequente uso de medicamentos, taxas elevadas de depressão e ansiedade, estresse, menor satisfação com a vida e sensação de sobrecarga. Existem evidências de que o comprometimento cognitivo e a doença mental do idoso são mais onerosos do que os problemas físicos para quem cuida deles. Os agravos da própria saúde mental da pessoa que acompanha o idoso frequentemente aumentam à medida do tempo gasto no cuidado.

(Maria Cecília de Souza Minayo, “Cuidar de quem cuida de idosos dependentes: por uma política necessária e urgente”. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:

•  “As que são apoiadas por algum tipo de renda consideram esse aporte insuficiente.” (2º parágrafo)
•  “… o comprometimento cognitivo e a doença mental do idoso são mais onerosos do que os problemas físicos…” (3º parágrafo)

As palavras destacadas têm como sinônimos, no contexto em que foram empregadas, correta e respectivamente,
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Q3454309 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Cuidar de quem cuida de idosos dependentes: por uma política necessária e urgente

    Cuidar decorre das expectativas sociais sobre o conceito cultural de família e continua a ser parte das obrigações femininas. Costuma acontecer que, nas famílias, uma mulher é escolhida como cuidadora pela pessoa de quem cuida, ou é autoescolhida, ou, ainda, exerce sua função por falta de outra opção.
    No Brasil, o espectro de idade delas vai de 26 a 86 anos. São mulheres que abrem mão da vida pessoal, profissional, social e afetiva. E, mesmo quando seu trabalho é banhado de amor e reconhecimento, ela se empobrece do ponto de vista econômico e social e passa a ter, desde então, uma existência restrita e confinada, unicamente dedicada ao familiar em situação de dependência. As que são apoiadas por algum tipo de renda consideram esse aporte insuficiente. E as que vivem com pouca renda reduzem as opções de suporte frente à carga das necessidades. A maioria afirma que não recebe ajuda de ninguém e nenhuma recompensa econômica por sua dedicação.
    Cuidar sempre afeta a vida da cuidadora. Em estudos que as comparam com a população em geral, são representadas com pior saúde física, mais frequente uso de medicamentos, taxas elevadas de depressão e ansiedade, estresse, menor satisfação com a vida e sensação de sobrecarga. Existem evidências de que o comprometimento cognitivo e a doença mental do idoso são mais onerosos do que os problemas físicos para quem cuida deles. Os agravos da própria saúde mental da pessoa que acompanha o idoso frequentemente aumentam à medida do tempo gasto no cuidado.

(Maria Cecília de Souza Minayo, “Cuidar de quem cuida de idosos dependentes: por uma política necessária e urgente”. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o trabalho de cuidado de idosos dependentes
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Q3454308 Português
Leia o poema a seguir para responder à questão:

Vietnã

Mulher, como você se chama? – Não sei.
Quando você nasceu, de onde você vem? – Não sei.
Para que cavou uma toca na terra? – Não sei.
Desde quando está aqui escondida? – Não sei.
Por que mordeu o meu dedo anular? – Não sei.
Não sabe que não vamos te fazer nenhum mal? – Não sei.
De que lado você está? – Não sei.
É a guerra, você tem que escolher. – Não sei.
Tua aldeia ainda existe? – Não sei.
Esses são teus filhos? – São.

(Wisława Szymborska, [poemas])
No poema, os travessões indicam 
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Q3454307 Português
Leia o poema a seguir para responder à questão:

Vietnã

Mulher, como você se chama? – Não sei.
Quando você nasceu, de onde você vem? – Não sei.
Para que cavou uma toca na terra? – Não sei.
Desde quando está aqui escondida? – Não sei.
Por que mordeu o meu dedo anular? – Não sei.
Não sabe que não vamos te fazer nenhum mal? – Não sei.
De que lado você está? – Não sei.
É a guerra, você tem que escolher. – Não sei.
Tua aldeia ainda existe? – Não sei.
Esses são teus filhos? – São.

(Wisława Szymborska, [poemas])
Com base na leitura do poema, é correto afirmar que a mulher que responde às perguntas
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Q3454306 Português
Leia a tira a seguir para responder à questão:


Captura_de tela 2025-07-02 144251.png (430×458)


(Willian Leite, Disponível em: http://www.willtirando.com.br/category/anesia/page/16/)
A palavra “desaforo” (3º quadro) pertence à mesma classe de palavras que
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Q3454305 Português
Leia a tira a seguir para responder à questão:


Captura_de tela 2025-07-02 144251.png (430×458)


(Willian Leite, Disponível em: http://www.willtirando.com.br/category/anesia/page/16/)
No 2º quadro, a palavra “mas” estabelece relação de sentido de
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Q3454304 Português
Leia a tira a seguir para responder à questão:


Captura_de tela 2025-07-02 144251.png (430×458)


(Willian Leite, Disponível em: http://www.willtirando.com.br/category/anesia/page/16/)
Na tira, a expressão popular “levar desaforo para casa” produz efeito de humor ao ser usada para indicar que a personagem
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Q3426516 Administração Financeira e Orçamentária

O planejamento orçamentário público é um processo fundamental para a gestão financeira do setor público. Em relação a esse processo, qual a principal função do planejamento orçamentário público?

Alternativas
Q3426515 Sistemas de Informação

Os sistemas administrativos informatizados são ferramentas tecnológicas essenciais para a gestão eficiente de uma organização. Eles permitem a automatização de processos, o controle de informações em tempo real e o apoio à tomada de decisões. Em relação a esses sistemas, qual é a principal vantagem que eles proporcionam para as organizações?

Alternativas
Q3426514 Direito Administrativo

A Lei nº 14.133/2021 trouxe mudanças importantes sobre as fases do processo licitatório. Uma dessas fases envolve a "fase de julgamento", onde são analisadas as propostas dos licitantes. Sendo assim, o julgamento das propostas conforme a nova Lei de Licitações

Alternativas
Q3426513 Administração Pública

Os sistemas administrativos informatizados são amplamente utilizados para o gerenciamento de recursos e informações dentro das organizações, incluindo o controle de estoque, gestão financeira, e acompanhamento de processos de licitação, entre outros. No contexto da gestão pública, qual a função mais relevante de um sistema administrativo informatizado para o processo licitatório?

Alternativas
Q3426512 Direito Administrativo

No contexto das compras no serviço público, a Lei nº 14.133/2021 (Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos) estabelece regras para garantir a eficiência e a transparência nos processos de aquisição de bens e serviços pela administração pública. Qual é uma das principais regras para a realização de compras no serviço público, conforme a nova lei?

Alternativas
Q3426511 Gestão de Pessoas

A gestão de pessoas, também conhecida como Recursos Humanos, é uma função organizacional essencial que envolve o recrutamento, a seleção, a formação, o desenvolvimento e a retenção de talentos. A motivação e o engajamento dos funcionários são cruciais para o sucesso organizacional, especialmente em um cenário competitivo. A gestão de pessoas é um elemento essencial para o sucesso das organizações. Qual é um dos objetivos principais dessa área? 

Alternativas
Respostas
7161: E
7162: A
7163: C
7164: B
7165: D
7166: E
7167: B
7168: A
7169: D
7170: B
7171: C
7172: E
7173: A
7174: D
7175: B
7176: D
7177: C
7178: A
7179: D
7180: B