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Q3594842 Português
Qual alternativa demonstra adequadamente um período composto por subordinação?
Alternativas
Q3594841 Português
A alternativa CORRETA quanto à regência verbal é:
Alternativas
Q3594840 Português
Em qual alternativa a concordância verbal está CORRETA?
Alternativas
Q3594839 Português
Marque a alternativa que apresenta um exemplo CORRETO de colocação pronominal.
Alternativas
Q3594838 Português
Identifique a alternativa corretamente pontuada.
Alternativas
Q3594837 Português
Leia o texto para responder à questão.


“A vida não é útil”


    Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais, sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19, ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema natural bem maior e mais complexo.

    Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida, promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso, mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.

   Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo. Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado, impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento, não apenas individual, mas principalmente coletiva.

  Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.

   Nesse contexto, é importante destacar que a sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo que dependemos uns dos outros e compartilhando a responsabilidade.

   Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial, que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência. Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente, lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário. Precisamos recuperar o sentido profundo da existência, reconhecendo que viver é muito mais significativo do que simplesmente produzir e consumir.


Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
Ao afirmar que "a vida não é útil", o autor pretende
Alternativas
Q3594836 Português
Leia o texto para responder à questão.


“A vida não é útil”


    Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais, sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19, ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema natural bem maior e mais complexo.

    Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida, promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso, mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.

   Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo. Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado, impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento, não apenas individual, mas principalmente coletiva.

  Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.

   Nesse contexto, é importante destacar que a sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo que dependemos uns dos outros e compartilhando a responsabilidade.

   Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial, que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência. Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente, lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário. Precisamos recuperar o sentido profundo da existência, reconhecendo que viver é muito mais significativo do que simplesmente produzir e consumir.


Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
A expressão "o intelecto humano acaba dopado" (3º parágrafo) indica, no texto, que
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Q3594835 Português
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“A vida não é útil”


    Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais, sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19, ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema natural bem maior e mais complexo.

    Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida, promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso, mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.

   Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo. Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado, impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento, não apenas individual, mas principalmente coletiva.

  Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.

   Nesse contexto, é importante destacar que a sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo que dependemos uns dos outros e compartilhando a responsabilidade.

   Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial, que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência. Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente, lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário. Precisamos recuperar o sentido profundo da existência, reconhecendo que viver é muito mais significativo do que simplesmente produzir e consumir.


Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
O texto apresenta a tecnologia como um elemento ambíguo porque ela
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Q3594834 Português
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“A vida não é útil”


    Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais, sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19, ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema natural bem maior e mais complexo.

    Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida, promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso, mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.

   Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo. Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado, impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento, não apenas individual, mas principalmente coletiva.

  Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.

   Nesse contexto, é importante destacar que a sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo que dependemos uns dos outros e compartilhando a responsabilidade.

   Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial, que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência. Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente, lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário. Precisamos recuperar o sentido profundo da existência, reconhecendo que viver é muito mais significativo do que simplesmente produzir e consumir.


Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
Segundo o texto, a pandemia da Covid-19 trouxe, como principal revelação, o(a)
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Q3594833 Português
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“A vida não é útil”


    Vivemos hoje uma realidade marcada por crises ambientais, sociais e econômicas. Com a chegada da pandemia da Covid-19, ficou evidente como somos frágeis diante da natureza. De uma hora para outra, percebemos que nossa suposta superioridade como espécie era ilusória. O vírus mostrou claramente como somos apenas uma parte pequena e vulnerável de um sistema natural bem maior e mais complexo.

    Dentro desse cenário desafiador, as tecnologias aparecem como elementos ambíguos. Por um lado, facilitam a vida, promovem conexões globais e aceleram processos. Por outro lado, essas mesmas tecnologias frequentemente contribuem para a destruição ambiental, aumentando ainda mais o nosso impacto negativo sobre o planeta. Tornou-se evidente que a nossa dependência tecnológica não é sinônimo apenas de progresso, mas também de exploração desenfreada dos recursos naturais.

   Esse modo de vida intensamente tecnológico e consumista tem um efeito devastador: adormece nossa capacidade crítica e nos mantém anestesiados pelo entretenimento e pelo consumo. Em outras palavras, o intelecto humano acaba dopado, impedindo que reconheçamos os danos que estamos causando à nossa própria sobrevivência. Para romper com esse círculo vicioso, é necessária uma mudança profunda de comportamento, não apenas individual, mas principalmente coletiva.

  Porém, mudar nossas práticas coletivamente não é uma tarefa fácil. Para isso, precisamos compreender que não somos donos da Terra, mas sim participantes ativos dela. Reconhecer nosso papel nesse grande ecossistema implica assumir responsabilidades e redefinir limites claros na forma como nos relacionamos com o ambiente natural. É preciso recuperar o equilíbrio que perdemos ao tentar dominar tudo ao nosso redor.

   Nesse contexto, é importante destacar que a sustentabilidade não pode ser vista apenas como um mérito pessoal ou questão individualista. As verdadeiras mudanças ocorrem somente quando agimos coletivamente, reconhecendo que dependemos uns dos outros e compartilhando a responsabilidade.

   Por fim, somos confrontados com uma ideia impactante: “A vida não é útil”. Essa frase resume uma provocação essencial, que busca nos fazer refletir sobre como avaliamos a existência. Em tempos em que tudo precisa ser produtivo, rápido e eficiente, lembrar que a vida tem valor por si só é revolucionário. Precisamos recuperar o sentido profundo da existência, reconhecendo que viver é muito mais significativo do que simplesmente produzir e consumir.


Fonte: Adaptado de: KRENAK, Ailton. A Vida Não É Útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.
O principal objetivo do texto é
Alternativas
Q3587897 Libras

Observe o sinal de “Gostar”, em Libras, apresentado na imagem a seguir:


Q_40.png (543×177)


(CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D.; MAURICIO, A. C. L. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. Novo Deit-Libras. 1. ed. São Paulo: Edusp, 2013.) 



Considerando o sinal apresentado na ilustração, bem como as características linguísticas da Libras, assinale a afirmativa INCORRETA.



Alternativas
Q3587896 Libras
A atuação do tradutor-intérprete da Língua Brasileira de Sinais (TILS) no contexto educacional está prevista como direito e é regulada por normativas específicas. Considerando o seu papel na promoção da acessibilidade aos estudantes surdos, é importante distinguir as atribuições que lhe são demandadas para um trabalho conjunto com a equipe escolar. Tendo em vista as atribuições dos TILS, é correto afirmar que eles são responsáveis:
 
Alternativas
Q3587895 Libras
A Língua Brasileira de Sinais (Libras), reconhecida legalmente como meio de comunicação e expressão da comunidade surda, possui um sistema linguístico organizado de forma visuoespacial. Com base nos estudos dessa estrutura linguística, pode-se afirmar, em relação aos parâmetros da Libras, que os sinais em libras são: 

Alternativas
Q3587894 Pedagogia
A legislação educacional brasileira reconhece que a inclusão de estudantes com deficiência requer ações que promovam sua permanência, participação e aprendizagem. Dentre essas ações, destacam-se as flexibilizações e as adaptações curriculares, que devem estar organizadas segundo as especificidades de cada estudante. Quanto às flexibilizações e adaptações curriculares, assinale a afirmativa correta. 

Alternativas
Q3587893 Pedagogia
Durante uma reunião pedagógica, a equipe escolar discute estratégias para atender um estudante do ensino fundamental com desempenho significativamente acima da média, criatividade incomum em algumas áreas e grande envolvimento com temas científicos. Alguns membros da equipe têm dúvidas sobre como proceder diante das especificidades desse aluno. Considerando que ele tem altas habilidades-superdotação, a escola deverá: 

Alternativas
Q3587892 Pedagogia
Determinada escola recebeu a matrícula de uma estudante com paralisia cerebral e planejou que ela também fosse acompanhada pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE). Durante o planejamento pedagógico, alguns membros da equipe escolar sugeriram que a aluna pudesse sair de algumas aulas para frequentar o AEE, explicando que, em alguns momentos, essa estratégia seria mais adequada às suas especificidades. Considerando o exposto em relação ao planejamento do atendimento à estudante, a escola deverá: 

Alternativas
Q3587891 Pedagogia
Em certa turma do ensino fundamental, um estudante com deficiência intelectual apresenta desafios na abstração e precisa de maior tempo para processar as informações. Considerando essa especificidade, a equipe escolar busca garantir sua participação nas atividades escolares e seu progresso na aprendizagem. Considerando os princípios da educação inclusiva, sobre o encaminhamento a ser feito para a inclusão do estudante, é correto afirmar que a equipe escolar deverá: 

Alternativas
Q3587890 Pedagogia
Durante a aula de ciências no ensino fundamental, o professor propõe a análise de gráficos e imagens em um livro didático. Sabe-se que um dos estudantes da turma é cego e utiliza recursos de tecnologia assistiva para acompanhar as aulas. Diante desse contexto, a equipe escolar precisará adotar estratégias pedagógicas condizentes com os princípios da educação inclu siva, respeitando o direito de acesso ao conhecimento em igualdade de condições. Para a inclusão desse estudante, a equipe escolar deverá: 

Alternativas
Q3587889 Pedagogia
Durante uma atividade coletiva em sala de aula, a professora observa que certo estudante com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) manifesta comportamentos repetitivos e resistência à mudança de rotina. Para garantir sua participação ativa, a equipe pedagógica precisa adotar estratégias compatíveis com os direitos previstos na legislação nacional sobre o autismo e sobre a inclusão escolar. Sobre a estratégia a ser adotada nesse caso, a equipe deverá: 

Alternativas
Q3587888 Pedagogia

De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), o conceito de desenho universal está associado à promoção da acessibilidade e à eliminação de barreiras. Tal concepção deve orientar a criação de espaços, serviços e produtos voltados à coletividade. Considerando essa orientação, em relação ao desenho universal na inclusão de estudantes com deficiência, é correto afirmar que:



Alternativas
Respostas
5521: E
5522: A
5523: D
5524: C
5525: A
5526: D
5527: E
5528: C
5529: B
5530: D
5531: D
5532: C
5533: D
5534: B
5535: C
5536: B
5537: D
5538: D
5539: B
5540: A