Questões de Concurso
Para nível médio
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O texto seguinte servira de base para responder à questão.
Texto 01
Raimundo
Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.
A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.
O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.
Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.
(A palavra que resta. Sténio Gardel)
Charge 01

(Amâncio)
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Texto 01
Raimundo
Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.
A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.
O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.
Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.
(A palavra que resta. Sténio Gardel)
Charge 01

(Amâncio)
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Texto 01
Raimundo
Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.
A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.
O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.
Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.
(A palavra que resta. Sténio Gardel)
Charge 01

(Amâncio)
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Texto 01
Raimundo
Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.
A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.
O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.
Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.
(A palavra que resta. Sténio Gardel)
Charge 01

(Amâncio)
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Raimundo
Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.
A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.
O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.
Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.
(A palavra que resta. Sténio Gardel)
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Raimundo
Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.
A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.
O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.
Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.
(A palavra que resta. Sténio Gardel)
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(Amâncio)
O texto seguinte servira de base para responder à questão.
Texto 01
Raimundo
Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.
A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.
O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.
Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.
(A palavra que resta. Sténio Gardel)
Charge 01

(Amâncio)
O texto seguinte servira de base para responder à questão.
Texto 01
Raimundo
Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.
A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.
O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.
Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.
(A palavra que resta. Sténio Gardel)
Charge 01

(Amâncio)
O texto seguinte servira de base para responder à questão.
Texto 01
Raimundo
Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.
A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.
O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.
Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.
(A palavra que resta. Sténio Gardel)
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(Amâncio)
O texto seguinte servira de base para responder à questão.
Texto 01
Raimundo
Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.
A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.
O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.
Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.
(A palavra que resta. Sténio Gardel)
Charge 01

(Amâncio)
O texto seguinte servira de base para responder à questão.
Texto 01
Raimundo
Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.
A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.
O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.
Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.
(A palavra que resta. Sténio Gardel)
Charge 01

(Amâncio)
I.As rampas de acesso devem possuir corrimãos em duas alturas e piso tátil de alerta no início e no final, conforme normas técnicas.
II.Os corredores e portas devem ter largura suficiente para a manobra de cadeiras de rodas (mínimo de 80cm para portas e 1,20m para corredores).
III.O piso da escola deve ser trepidante e com desníveis para estimular o equilíbrio dos alunos com deficiência física durante o trajeto.
Está correto o que se afirma em:
I.O atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência deve ser oferecido preferencialmente na rede regular de ensino.
II.É dever do Estado garantir a oferta de educação especial para o trabalho e educação profissional, visando a efetiva integração na vida em sociedade.
III.A legislação permite a recusa de matrícula de alunos com deficiência em escolas privadas caso a instituição não tenha estrutura adaptada.
Está correto o que se afirma em:
(__)Cabe ao Agente Educador apoiar o aluno na organização do material e na locomoção, permitindo que ele participe das atividades propostas pelo professor.
(__)O Agente Educador é o responsável exclusivo por planejar e ensinar os conteúdos curriculares (Português, Matemática) para o aluno com deficiência.
(__)A adaptação de materiais pedagógicos (ex: engrossar lápis, fixar papel na mesa) pode ser feita pelo Agente sob orientação do professor do AEE.
(__)O Agente deve realizar as tarefas e provas no lugar do aluno para garantir que ele tire boas notas e não fique frustrado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
(__)Toda pessoa tem o direito de acesso à educação, independentemente de suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais ou linguísticas.
(__)Toda pessoa aprende, ou seja, a capacidade de aprendizado é inerente ao ser humano, variando apenas o tempo e os recursos necessários.
(__)O processo de aprendizagem de cada pessoa é singular, exigindo que o ensino seja padronizado e igual para todos para garantir a justiça.
(__)O convívio no ambiente escolar comum beneficia todos os alunos, pois a diversidade enriquece a formação humana e cidadã.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
(__)Órteses e próteses, como talas e membros artificiais, são recursos de TA que auxiliam na correção ou substituição de funções corporais.
(__)Auxílios de vida diária, como talheres engrossados e pratos com ventosa, favorecem a autonomia do aluno na alimentação escolar.
(__)A Tecnologia Assistiva refere-se exclusivamente a equipamentos eletrônicos sofisticados e softwares de alto custo.
(__)Recursos de acessibilidade ao computador, como mouses adaptados e teclados com colmeia, permitem o acesso digital a alunos com limitações motoras.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.