Questões de Concurso Para profissional júnior - comunicação social

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Q2900588 Noções de Informática
A figura 1 representa parte da barra de ferramentas do aplicativo Microsoft Office Word, em sua configuração padrão.

Q17.png (742×93)


Foram destacados nessa figura, respectivamente, os botões Q17_1.png (42×42) e Q17_2.png (51×42) que se referem aos comandos  
Alternativas
Q2900587 Noções de Informática

No aplicativo PowerPoint, qual o tipo de efeito de animação em que o slide é apresentado por meio de um efeito do tipo padrão quadriculado ou de exibição gradativa?

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Q2900586 Português
A visita de Christine Lagarde, atual diretora-gerente do Fundo, obedeceu a um roteiro desprovido da carga emocional de antanho, mas, nem por isso, a imprensa economizou tinta: “FMI pede dinheiro ao Brasil” [...]. Detalhes importantes foram deixados de lado pela maioria [...]. A senhora Lagarde foi a Brasília pedir a cooperação do Estado brasileiro para a solução de um grave problema internacional, aumentando sua participação no capital do FMI. Isso tem caráter simbólico importante, pois é a demonstração que mudou a posição do Brasil no mundo, tanto sob a ótica da economia quanto no nível político [...]. As declarações de Christine Lagarde, em Brasília, abriram espaço para outra compreensão da magnitude do problema, com um diagnóstico mais abrangente. São um alerta aos demais países para as consequências do prolongamento da crise da dívida. Ela não veio aqui de “pires na mão”. Veio confirmar o reconhecimento de que o Brasil é um novo parceiro com quem se pode contar para ajudar na solução de problemas que exigem a cooperação estreita entre as nações.
DELFIM NETO, Antonio. Revista Carta Capital, 14 dez. 2011, ano XVII, n. 676, p.87.

Uma das razões do reconhecimento de que o Brasil representa um importante parceiro é o fato de que o país, recentemente, foi favorecido po
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Q2900583 Português
Eu sei, mas não devia

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COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996. p. 9. Adaptado.

De acordo com as regras de acentuação, o grupo de palavras que foi acentuado pela mesma razão é:

Alternativas
Q2900582 Português
Eu sei, mas não devia

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COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996. p. 9. Adaptado.
Em “Se acostuma a não ouvir passarinho” (l. 42), o pronome não está colocado de acordo com a norma-padrão.

Esse desvio da norma-padrão ocorre também em:
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Q2900581 Português
Eu sei, mas não devia

Q1_10.png (361×548)
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COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996. p. 9. Adaptado.

A palavra que (l. 1) tem o mesmo valor sintático e morfológico do que se destaca em:

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Q2900580 Português
Eu sei, mas não devia

Q1_10.png (361×548)
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COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996. p. 9. Adaptado.
A opção por uma linguagem informal, em algumas passagens do texto, permite jogos de palavras como o que se verifica no emprego de Se nas seguintes frases:

“Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.” (l. 48-49)

Se acostuma para evitar feridas, sangramentos.” (l. 55-56)

Nos trechos acima, as palavras em destaque classificam-se, respectivamente, como
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Q2900579 Português
Eu sei, mas não devia

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COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996. p. 9. Adaptado.

As crases grafadas no início de cada uma das seguintes frases do texto se justificam pela exigência do verbo acostumar: “Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios.” (l. 40-41)

Uma quarta frase que poderia estar nessa sequência, grafada de acordo com a norma-padrão, seria a seguinte:

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Q2900578 Português
Eu sei, mas não devia

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COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996. p. 9. Adaptado.

A leitura do trecho “A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar” (l. 30-32) permite concluir que as preposições são exigidas, respectivamente, pelos seguintes verbos:

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Q2900577 Português
Eu sei, mas não devia

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COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996. p. 9. Adaptado.

No segundo parágrafo do texto, a autora propõe uma relação de causa e efeito para justificar seu ponto de vista sobre o tema abordado a partir do emprego do conectivo porque, cuja grafia é orientada por seu valor gramatical.

Está também grafado corretamente o que se destaca em:

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Q2900576 Português
Eu sei, mas não devia

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COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996. p. 9. Adaptado.

“A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos.” (l. 2-3)

Nós nos acostumamos a morar em apartamentos de fundos.

A troca de pronomes também respeita as regras de concordância estabelecidas na norma-padrão em:

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Q2899695 Português
Eu sei, mas não devia

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COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996. p. 9. Adaptado.

A partir da leitura do texto, pode-se inferir que o leitor é conduzido a construir uma(um)

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CESGRANRIO Órgão: LIQUIGÁS
Q1212032 Relações Públicas
A identificação dos fatores ambientais que influenciam a atividade empresarial é útil para a orientação mercadológica, como no caso da análise SWOT, que identifica as ameaças, oportunidades, forças e fraquezas dos ambientes interno e externo.
Sob a ótica dessa análise, configura-se como exemplo de oportunidade a(o)

Alternativas
Ano: 2012 Banca: CESGRANRIO Órgão: LIQUIGÁS
Q1188024 Comunicação Social
Ao se idealizar uma campanha publicitária, é necessário ter em mente que, para o público consumidor, não interessam apenas os meios de informação tradicionais, de grande alcance.
Entre outras correntes ou pressões que moldam a opinião pública, encontram-se aquelas

Alternativas
Respostas
85: C
86: C
87: B
88: E
89: D
90: D
91: A
92: B
93: E
94: D
95: C
96: B
97: E
98: E