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A vigilância em saúde interligada à atenção primária permite a identificação precoce de mudanças no perfil epidemiológico e a reorganização das intervenções locais.
A integralidade na atenção primária envolve articulação entre ações individuais, coletivas, preventivas, promocionais e assistenciais, considerados o contexto territorial e as necessidades da população local.
A implementação de políticas de saúde referentes a vacinas em comunidades tradicionais dispensa a adaptação cultural, uma vez que a eficácia biológica de vacinas é universal e independe das crenças ou práticas rituais do grupo assistido.
Pajés, raizeiros, benzedeiras e parteiras tradicionais são reconhecidos pela antropologia da saúde como autoridades sanitárias em seus territórios, atuando como mediadores entre a cultura local e as instituições de saúde oficiais.
A criação de conselhos locais de saúde, dentro de cada unidade básica, fortalece a governança e aproxima a gestão das demandas específicas de cada microterritório.
O matriciamento, estratégia de coordenação técnica entre especialistas e equipes de referência, funciona como uma ferramenta de articulação entre diferentes níveis de atenção.
Lideranças comunitárias devem ser vistas pelo gestor de saúde como receptores passivos de informações, devendo ser consultadas somente após a implementação de uma nova unidade de saúde.
Nas relações institucionais, a autonomia municipal no SUS é absoluta.
O Ministério da Saúde exerce um papel de coordenação normativa e financiamento indutor: o repasse de recursos funciona como ferramenta de adesão dos municípios às políticas nacionais.
O conselho de saúde é uma instância colegiada obrigatoriamente paritária, que deve contar com 40% dos membros entre os usuários.
A conferência de saúde é a instância de controle social que se reúne a cada quatro anos com a representação dos vários segmentos sociais para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes que servirão de base para o plano de saúde da respectiva esfera.
A participação nas Conferências de Saúde é restrita a cidadãos com formação acadêmica na área da saúde ou ciências sociais, com vistas a garantir que as propostas de diretrizes tenham rigor científico.
O controle social possui mecanismos de salvaguarda contra a omissão do Poder Executivo: caso o gestor não convoque a conferência de saúde no prazo estabelecido, o próprio conselho de saúde tem a prerrogativa legal de convocá-la extraordinariamente.
A respeito de gestão técnica em saúde, julgue o item abaixo.
A tomada de decisão técnica pode envolver análise de custo-efetividade para a priorização de intervenções.
A respeito de gestão técnica em saúde, julgue o item abaixo.
A definição de metas pode prescindir de análise situacional quando há diretrizes nacionais estabelecidas.
A respeito de gestão técnica em saúde, julgue o item abaixo.
A supervisão técnica contribui para a padronização de protocolos e a redução de variações injustificadas na prática assistencial.
Acerca do planejamento e da avaliação em saúde, julgue o item seguinte.
A compatibilização entre planejamento setorial e políticas intersetoriais amplia a efetividade das intervenções.
Acerca do planejamento e da avaliação em saúde, julgue o item seguinte.
A existência de indicadores quantitativos dispensa a análise qualitativa dos resultados alcançados.
Acerca do planejamento e da avaliação em saúde, julgue o item seguinte.
A avaliação pode assumir caráter formativo ou somativo, conforme o momento e a finalidade da análise.
Julgue o item a seguir, relativo a desastres ambientais e seus impactos nos serviços de saúde.
Danos à infraestrutura de transporte podem limitar o acesso de profissionais e usuários às unidades de saúde.