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Q3803875 Pedagogia
A educação inclusiva pressupõe práticas pedagógicas que atendam à diversidade dos alunos, inclusive no que se refere à saúde, higiene e cuidados corporais. Nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3803874 Pedagogia
No contexto do desenvolvimento infantil, a construção de limites e disciplina relaciona-se diretamente à autonomia e à internalização de regras sociais. Considerando essa perspectiva, analise as assertivas:
I. Limites consistentes, quando acompanhados de afeto, contribuem para o desenvolvimento da autorregulação emocional.
II. A disciplina baseada apenas em punições favorece a compreensão crítica das regras pela criança.
III. A previsibilidade das rotinas auxilia na segurança emocional e no comportamento infantil.
Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3803689 Estatística
Analise as assertivas que seguem acerca de medidas de tendência central.
I. Ao se considerar um conjunto de trezentos e onze números, caso seja necessário determinar a mediana entre os números, será necessário utilizar-se do cálculo de uma média aritmética.
II. Um conjunto de cinco números tem a possibilidade dos números se repetirem dentro de si; a partir disso, tem-se apenas dois números diferentes dentro desse conjunto e há ao menos uma repetição de cada; a moda do conjunto será o elemento que tem três ocorrências nesse conjunto.
III. Caso seja conhecida a média aritmética de um conjunto de números, assim como todos os números que o compõe, exceto um, é possível calcular o valor desse único número que não se conhece.
Estão CORRETAS:
Alternativas
Q3803688 Matemática
Em um pequeno estacionamento de um órgão público há 10 vagas disponíveis. Em uma manhã específica, há 9 das vagas ocupadas, sendo que dois dos carros são azuis, dois são vermelhos, três são pretos, um é verde e um é prata. Qual das alternativas traz, respectivamente, a probabilidade aproximada de o primeiro carro a sair do estacionamento ser um vermelho, a probabilidade aproximada do próximo carro a sair ser um preto, e a probabilidade aproximada do próximo carro a sair ser prata? 
Alternativas
Q3803687 Raciocínio Lógico
Um anagrama pode ser compreendido como a construção de uma nova palavra ou frase obtida através do rearranjo de todas as letras de uma palavra ou frase original, utilizando cada letra exatamente uma vez. Considere que as letras a seguir formam uma palavra:
KLJNKAXZOI
A partir dessa palavra, é possível se obter uma quantidade específica de diferentes anagramas. Entretanto, para que a quantidade de diferentes anagramas seja 1.512.000 inferior, qual das alternativas traz uma possibilidade de alteração que, se feita na palavra, trará o resultado desejado?
Alternativas
Q3803686 Matemática
Seja uma matriz formada por três linhas e três colunas, ou seja, nove elementos. Os termos dessa matriz formam, em determinada ordem, uma progressão aritmética. Os elementos da primeira linha são chamados de 1°, 2° e 3°, da esquerda para a direita; os da segunda linha, de 4°, 5° e 6°, da esquerda para a direita; e os da terceira linha, de 7°, 8° e 9°, da esquerda para a direita. Se a progressão, de primeiro elemento - o 5° elemento da matriz - igual a 7 e razão igual a 2, se dá na ordem dos elementos abaixo destacados, qual das alternativas apresenta o determinante dessa matriz?
5°; 7°; 1°; 4°; 9°; 2°; 3°; 6°; 8°
Alternativas
Q3803685 Matemática
Considere que existe um bloco de argila em formato de paralelepípedo, com comprimento igual a 1,8 metros, largura igual a 1,6 metros e altura igual a 1,4 metros. Foi necessário retirar, de metade das faces do bloco, exatamente o volume de uma pirâmide de base quadrada com lado da base e altura medindo 60 centímetros. Nesse sentido, após a remoção dos volumes de pirâmides, qual das alternativas apresenta o que resta do volume do bloco de argila. 
Alternativas
Q3803684 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No texto, aparece a forma “MEC” para designar um órgão da administração pública federal. Esse tipo de formação lexical é característico de um processo específico da língua portuguesa, utilizado para condensar nomes extensos em unidades gráficas autônomas. Do ponto de vista linguístico, a forma “MEC” enquadra-se corretamente como:
Alternativas
Q3803683 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No trecho “defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa”, a palavra “sobretudo”, nesse contexto, classifica-se gramaticalmente como: 
Alternativas
Q3803682 Pedagogia
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
O texto destaca a importância da educação infantil, especialmente da creche, para o desenvolvimento das crianças em situação de vulnerabilidade social. A partir dessa abordagem, identifique a alternativa que melhor sintetiza o papel atribuído à creche no contexto apresentado. 
Alternativas
Q3803681 Pedagogia
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
Ao analisar os dados apresentados no texto, observa-se que o acesso à educação infantil no Brasil é profundamente influenciado por fatores socioeconômicos e regionais. Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que expressa corretamente a relação entre desigualdade social e acesso à educação infantil discutida no texto. 
Alternativas
Q3803680 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
Com relação ao número de fonemas e dígrafos de palavras do texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3797488 História
Muitos movimentos de resistência contra o Regime Militar (1964 a 1985) aconteceram no Brasil, muitas guerrilhas eram formadas por jovens estudantes de orientação socialista que atuavam no campo e no cenário urbano, os objetivos, a grosso modo, eram o fim do Regime Militar e a instauração de governos socialistas. Sobre as guerrilhas acontecidas no campo, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3797487 História
As primeiras civilizações habitavam diversas regiões do planeta, duas delas eram o que conhecemos como Egito e a Mesopotâmia. Egípcios e Mesopotâmicos criaram dois modos de escrita, o Hieróglifo e o Cuneiforme, duas das mais antigas formas de escrever que temos notícia. Essas civilizações também se interessavam muito por Matemática, Astronomia, Engenharia, etc. Sobre as civilizações do crescente fértil, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3797486 História
Com a morte de Maomé, em 632 d.C, e a instauração do Califado Ortodoxo (Rashidun), o oriente e o ocidente presenciaram um expansionismo Árabe Islâmico de proporções assombrosas. Sobre as causas desse expansionismo, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q3797485 História
Em 1694 tropas luso-brasileiras comandadas pelo bandeirante Domingos Jorge Velho empreendem uma expedição contra o Quilombo dos Palmares, resultando na sua destruição, apesar de a resistência quilombola ter continuado por mais algum tempo. Em relação aos quilombos no período do Brasil Colônia, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3797484 História
“... É interessante notar que os chefes bárbaros do primeiro período estavam possuídos de profunda admiração pela grandiosa estrutura político-administrativa do Império, fato esse que os levou muitas vezes a considerarem-se, ao menos teoricamente, como que lugar-tenentes dos imperadores ou uma espécie de gerentes de um território que, de fato, continuava romano.”
GIORDANI, Mário Curtis. História dos Reinos Bárbaros: A Civilização, Petrópolis: Vozes, 1971, v. II, p.10.
Sobre o conteúdo do texto acima e com relação ao período citado, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3797483 Geografia
A representação cartográfica do relevo não é uma tarefa muito fácil de se realizar, e isso certamente se deve à complexidade de informações necessárias que devem ser relatadas em uma base cartográfica, quando da realização dos trabalhos de mapeamento. De acordo com Mescerjakov (1968, in Ross, 2002), “as morfoestruturas se referem aos grandes conjuntos de relevos como cadeias de montanhas, maciços, planaltos, depressões sobre a superfície dos continentes e dos fundos oceânicos.
GUERRA, A. J. T.; MARÇAL. M. dos S. Geomorfologia ambiental. 8ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2018.
Considerando a atuação dos fatores exógenos destacado no texto, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o processo responsável pela formação morfoescultural do relevo.
Alternativas
Q3797482 Geografia
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) apontam metas globais para reduzir desigualdades, promover cidades inclusivas, garantir padrões sustentáveis de produção e combater mudanças climáticas.
Metas Globais: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). GTSC, 2025. Disponível em: . Acesso em 10 de jun. de 2025.
Considerando esses desafios, especialmente diante de problemas como o aumento das emissões de gases de efeito estufa, assinale a alternativa que apresenta uma ação coerente com as metas dos ODS 10, 11, 12, 13 e 14.
Alternativas
Q3797481 Geografia
A preocupação e atuação do Estado nas favelas tem sido, ao longo dos anos, marcada por duas propostas básicas: erradicação da favela, através da remoção dos moradores e a liberação da área antes ocupada, para outros usos, com o objetivo de extirpar estes aglomerados, que sem dúvida interferem no preço da terra das imediações. A existência das favelas, remove-se um dos obstáculos para aumentar a renda da terra, ao mesmo tempo que se leva “para mais longe” os seus moradores e sua pobreza.
RODRIGUES, A. M. Moradias nas cidades brasileiras. 9. Ed. Contexto, São Paulo: 2021. Repensando a Geografia.
O texto discute a postura histórica do Estado em relação às favelas, baseada na remoção de moradores para liberar áreas valorizadas e ampliar a renda fundiária. Esse processo evidencia:
Alternativas
Respostas
4861: A
4862: B
4863: A
4864: B
4865: D
4866: C
4867: D
4868: A
4869: B
4870: B
4871: D
4872: A
4873: B
4874: A
4875: B
4876: A
4877: C
4878: C
4879: B
4880: D