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Q1717254 Português

Sem_títuloI.png (703×544)

Sem_títuloII.png (702×255)

Sem_títuloIV.png (703×554)

Sem_títuloV.png (698×110)


Há correspondência modo-temporal entre a forma verbal simples “permaneceu” (L.17) e a composta em

Alternativas
Q1717252 Português
Sem_títuloI.png (703×544)
Sem_títuloII.png (702×255)
Sem_títuloIV.png (703×554)
Sem_títuloV.png (698×110)

Exerce o mesmo valor morfológico de “que”, em “temos que aceitar“ (L.59), o termo destacado na alternativa 
Alternativas
Q1717251 Português
Sem_títuloI.png (703×544)
Sem_títuloII.png (702×255)
Sem_títuloIV.png (703×554)
Sem_títuloV.png (698×110)

O termo transcrito à esquerda, cuja substituição, à direita, está coerente com o conteúdo do texto é
Alternativas
Q1717250 Português
Sem_títuloI.png (703×544)
Sem_títuloII.png (702×255)
Sem_títuloIV.png (703×554)
Sem_títuloV.png (698×110)

A oração “à medida que surgem fatos novos” (L.36), em relação à declaração principal do período, exprime valor semântico de
Alternativas
Q1717248 Português
Sem_títuloI.png (703×544)
Sem_títuloII.png (702×255)
Sem_títuloIV.png (703×554)
Sem_títuloV.png (698×110)

Considerando-se os recursos linguísticos que compõem o texto, é correto afirmar:
Alternativas
Q1717246 Português
Sem_títuloI.png (703×544)
Sem_títuloII.png (702×255)
Sem_títuloIV.png (703×554)
Sem_títuloV.png (698×110)

O nome é o elemento central da frase-declaração em
Alternativas
Q1717245 Português
Sem_títuloI.png (703×544)
Sem_títuloII.png (702×255)
Sem_títuloIV.png (703×554)
Sem_títuloV.png (698×110)

Uma das proposições a seguir constitui exemplo de erro ou desvio gramatical da norma culta padrão.
Alternativas
Q1717244 Português

Sem_títuloI.png (703×544)

Sem_títuloII.png (702×255)

Sem_títuloIV.png (703×554)

Sem_títuloV.png (698×110)


“A conclusão é então generalizada, ou seja, considerada válida não só para aquela situação” (L.7)


Considerando-se o fragmento transcrito, a função do vocábulo “só” não tem o efeito de

Alternativas
Q1717243 Português
Sem_títuloI.png (703×544)
Sem_títuloII.png (702×255)
Sem_títuloIV.png (703×554)
Sem_títuloV.png (698×110)

Há exemplo de predicado verbal na oração da alternativa 
Alternativas
Q1717242 Português
Sem_títuloI.png (703×544)
Sem_títuloII.png (702×255)
Sem_títuloIV.png (703×554)
Sem_títuloV.png (698×110)

Quanto à linguagem do texto, é correto afirmar:
Alternativas
Q1717241 Português
Sem_títuloI.png (703×544)
Sem_títuloII.png (702×255)
Sem_títuloIV.png (703×554)
Sem_títuloV.png (698×110)

O texto revela
Alternativas
Q1665008 Português
O "cidadão de bem", os Direitos Humanos e a opinião pública


É comum que a opinião pública adote, conforme o quadro social, determinados posicionamentos que predominam nos populares. Trata-se de uma uniformização de discursos, um consenso entre a maioria dos cidadãos sobre certo assunto. É evidente que o discurso não é sempre correto. O número de pessoas que fala a mesma coisa não é capaz de alterar o mundo dos fatos. Em outras palavras, quantidade não é qualidade.
No entanto, desde os primórdios, a intelectualidade gosta de nadar contra a maré. Dizer o contrário do que a maioria da população diz e acredita já deu causa a diversas descobertas, hoje consensos: antes de Galileu Galilei, a opinião pública acreditava que a Terra era plana; antes de Copérnico, era a Terra o centro do Universo. Isso não significa, todavia, que adotar posições antagônicas à opinião pública o tornará um descobridor, um visionário. Há muitas coisas em que a opinião pública está correta. [...]
Cada dia mais há publicações irônicas acerca do chamado "cidadão de bem", questionando a diferenciação desse com relação ao marginal. Há muito tempo o conceito de criminoso nato foi abandonado. Não há traços físicos de pessoas tendentes ao cometimento de delitos. Ademais, qualquer indivíduo está sujeito ao cometimento de práticas delituosas, uma vez que os dispositivos penais nem sempre refletem o sentimento coletivo ou mesmo individual do que é, de fato, uma grave transgressão.
Não se pode desconsiderar, todavia, que a prática criminosa reiterada deriva de desvios de conduta decorrentes de uma formação moral frágil, ou da simples ausência dela. Em uma sociedade, há quem não tenha coragem de subtrair um alfinete, enquanto outros estão dispostos a matar se for preciso ("necessidade" essa não tão latente quanto possa parecer).
João trabalha há 30 anos em uma empresa de vigilância. Exerce uma carga horária de 8 horas, de segunda a sextafeira, com uma remuneração um pouco superior a 1 salário mínimo e meio. Já foi assaltado 12 vezes e teve um filho morto em um assalto a mão armada. Pedro, por sua vez, não exerce função remunerada regular. Tem extensa ficha criminal, sobrevive com pequenos bicos e roubos a mão armada. Um deles sai à noite do trabalho temendo os altos índices de violência na cidade em que mora; o outro, é grande colaborador para os índices apontados. É fácil perceber que a arma nas mãos de um deles seria um exclusivo meio de defesa, para o outro, um objeto para práticas delituosas.
O disposto a cometer crimes, provavelmente, não se importará de transgredir outra lei penal: adquirirá ilegalmente uma arma também. Mas quem gostaria de tê-la como meio de defesa respeita as normas impostas pelo Estado e fica à mercê da criminalidade e da ineficaz segurança pública. Entre João e Pedro não é difícil visualizar qual é considerado "cidadão de bem" e qual não é.
Se a opinião pública encabeça, atualmente, um movimento cada vez mais punitivista, é porque se cansou de ficar à deriva, entre um Estado que não o protege (e não o deixa se defender) e uma criminalidade que cresce de forma exponencial. Ainda assim, toda vez que João liga a televisão, ouve ONGs de Direitos Humanos afirmando que os presídios estão superlotados; que é preciso desencarcerar; que os apenados sofrem com a opressão do Estado; que prisão não resolve, porque não cumpre sua finalidade ressocializadora.
É evidente que o indivíduo vê-se exausto de "ver prosperar a desonra, de ver crescer a injustiça" e demoniza os Direitos Humanos. Não que os Direitos Humanos em si sejam algo negativo, mas as instituições que os representam atualmente têm deturpado as suas finalidades. Há que se reconhecer o benefício histórico do movimento, sobretudo quando, em tempos sombrios, o Estado se excedia em face do indivíduo. Mas é preciso ponderação.
Os indivíduos devem deixar de transgredir por princípios morais, mas também por temer as consequências de seus atos. Se a educação não resolveu, o desvio precisa ser coibido. É preciso prevenção, mas também repressão. Por isso, a teoria não pode, jamais, desconsiderar a prática. Atacar a opinião pública sem analisar a sua perspectiva é injusto com quem é compelido a seguir os padrões morais e legais impostos pela vida em sociedade. E talvez o "cidadão de bem" não esteja tão errado assim...

Hyago de Souza Otto.Disponível em: https://hyagootto.jusbrasil.com.br/artigos/421032742/o-cidadao-de-bem-os-direitoshumanos-e-a-opiniao-publica?ref=topic_feed. Acesso em: 29/01/2019. Adaptado. 
Observe o cumprimento das regras de regência no trecho: “Atacar a opinião pública sem analisar a sua perspectiva é injusto com quem é compelido a seguir os padrões morais e legais impostos pela vida em sociedade.” Assinale a alternativa em que as regras de regência foram igualmente cumpridas.
Alternativas
Q1638794 Direito Sanitário
Considerando-se a Lei nº 8.080/1990 - SUS, sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Em todo o território nacional, as ações e serviços de _________, executados isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas naturais ou jurídicas de direito ___________ ou privado.
Alternativas
Q1638793 Direito Sanitário
Em conformidade com o Decreto nº 7.508/2011, aos partícipes caberá monitorar e avaliar a execução do Contrato Organizativo de Ação Pública de Saúde, em relação:
I. Ao cumprimento das metas estabelecidas. II. Ao seu desempenho. III. À aplicação dos recursos disponibilizados.
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q1628484 Enfermagem
Leia as afirmativas a seguir:

I. O Programa Saúde na Escola não pode realizar avaliações psicossociais nos alunos.

II. Controlar o peso por meio de uma boa alimentação é uma forma de elevar o risco de desenvolver câncer.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1628483 Enfermagem
Leia as afirmativas a seguir:

I. O colesterol alto é um fator de risco para o diabetes.
II. Doenças renais crônicas são um fator de risco para o diabetes.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1628482 Enfermagem
Leia as afirmativas a seguir:

I. A educação em saúde desestimula o engajamento da população em assuntos relacionados à própria saúde.
II. Insônia e perda de peso são sintomas possíveis da teníase.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
181: A
182: C
183: D
184: A
185: B
186: C
187: A
188: D
189: B
190: C
191: A
192: D
193: C
194: B
195: B
196: B
197: D
198: D
199: A
200: C