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Q572497 Noções de Informática

Quanto as características dos Sistemas Operacionais, analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F) e assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta (de cima para baixo):

( ) 0 Windows é considerado um Sistema Operacional proprietário.

( ) O Linux somente funciona com processadores da Intel.

Alternativas
Q572496 Matemática
Cinco cadeiras estão dispostas numa fila. O total de maneiras distintas que cinco pessoas podem se sentar nessas cadeiras é igual a:
Alternativas
Q572495 Matemática
Considere que em certa região cada placa dos automóveis é composta por 2 letras, dentre as 10 primeiras do alfabeto e 3 números, dentre os algarismos 1,2,3,4,5. O total de placas diferentes possíveis de serem confeccionadas para essa região é igual a:
Alternativas
Q572494 Matemática
Paulo quer assistir um filme e tem disponível 5 filmes de terror, 6 filmes de aventura e 3 filmes de romance. 0 total de possibilidades de Paulo assistir a um desses filmes é de:
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Q572493 Matemática
Sabendo que todo A é B, todo C é B e que nenhum C é A, segue necessariamente que:
Alternativas
Q572492 Matemática
Os valores lógicos das proposições, p:”3 + 2 = 5 e o dobro de 4 é 12”; q:”Se a metade de 10 é 6, então 3 + 5 = 7” são, respectivamente:
Alternativas
Q572491 Português

Texto I

                                            Os bolsos do morto

                                                                                                          (Luis Fernando Veríssimo)

      O morto não é exatamente um amigo. Mais um conhecido, mas daqueles que você não pode deixar de ir ao velório. E lá está ele, estendido dentro do caixão forrado de cetim, de terno azul-marinho e gravata grená, esperando para ser enterrado.

       Se fosse um amigo você ficaria em silêncio, compungido, lembrando o morto em vida e lamentando sua perda. Como é apenas um conhecido, você comenta com o homem ao seu lado - que também não parece ser íntimo do morto:

       - Poderiam ter escolhido outra gravata...

       - É. Essa está brava.

       - Já pensou ele chegando lá com essa gravata?

       - “Lá” onde?

       - Não sei. Onde a gente vai depois de morto. Onde vai a nossa alma.

       - Eu acho que a alma não vai de gravata.

       - Será que não? E de fatiota?

       - Também não.

       - Bom. Pelo menos esse vexame ele não vai passar.

       - Você é da família?

       - Não. Apenas um conhecido.

       Você examina o morto. Engraçado: ele vai partir para a viagem mais importante, e mais distante, da sua vida, mas não precisa carregar nada. Identidade, passaporte, nada. Nem dinheiro, o que dirá cheques de viagem ou cartões de crédito. Nem carteira!

       Você diz para o outro:

       - A coisa mais triste de um defunto são os bolsos. O outro estranha.

       - Como assim?

       - Os bolsos existem para carregar coisas. Coisas importantes, que definem sua vida. CPF, licença para dirigir, bloco de notas, caneta, talão de cheques, remédio para pressão...

       - Pepsamar...

       - Pepsamar, cartão perfurado da Sena, recortes de artigos sobre a situação econômica, fio dental... Isso sem falar em coisas com importância apenas sentimental. Por exemplo: um desenho rabiscado por uma possível neta que parece, vagamente, um gato, e que ele achou genial e guardou. Entende?

       - Sei.

       - E aí está ele. Com os bolsos vazios. Despido da vida e de tudo que levava nos seus bolsos, e que o definia. O homem é o homem e o que ele leva nos bolsos. Poderiam ter deixado, sei lá, pelo menos um chaveiro.

       - Você acha?

       - Claro. As chaves da casa. As chaves do carro. Qualquer coisa pessoal, que pelo menos fizesse barulho num bolso da fatiota, pô!

       Você se dá conta de que está gritando. As pessoas se viram para reprová-lo. “Mais respeito” dizem as caras viradas. Você faz um gesto, pedindo perdão. Sou apenas um conhecido, desculpem. Mas continua, falando mais baixo:

       - A morte é um assaltante. Nos mata e nos esvazia os bolsos.

       - Sem piedade.

       - Nenhuma.

Vocabulário:

Fatiota - roupa de melhor qualidade, usada em situações mais formais

Pepsamar - tipo de medicamento 

Considere o fragmento abaixo para responder a questão.

"- Claro. As chaves da casa. As chaves do carro. Qualquer coisa pessoal, que pelo menos fizesse barulho num bolso da fatiota, pô!“ (25°§)

Adjetivos ou locuções adjetivas são termos que acompanham substantivos caracterizando-os. Desse modo, assinale a única opção cuja palavra destacada NÃO cumpra esse papel caracterizador.

Alternativas
Q572490 Português

Texto I

                                            Os bolsos do morto

                                                                                                          (Luis Fernando Veríssimo)

      O morto não é exatamente um amigo. Mais um conhecido, mas daqueles que você não pode deixar de ir ao velório. E lá está ele, estendido dentro do caixão forrado de cetim, de terno azul-marinho e gravata grená, esperando para ser enterrado.

       Se fosse um amigo você ficaria em silêncio, compungido, lembrando o morto em vida e lamentando sua perda. Como é apenas um conhecido, você comenta com o homem ao seu lado - que também não parece ser íntimo do morto:

       - Poderiam ter escolhido outra gravata...

       - É. Essa está brava.

       - Já pensou ele chegando lá com essa gravata?

       - “Lá” onde?

       - Não sei. Onde a gente vai depois de morto. Onde vai a nossa alma.

       - Eu acho que a alma não vai de gravata.

       - Será que não? E de fatiota?

       - Também não.

       - Bom. Pelo menos esse vexame ele não vai passar.

       - Você é da família?

       - Não. Apenas um conhecido.

       Você examina o morto. Engraçado: ele vai partir para a viagem mais importante, e mais distante, da sua vida, mas não precisa carregar nada. Identidade, passaporte, nada. Nem dinheiro, o que dirá cheques de viagem ou cartões de crédito. Nem carteira!

       Você diz para o outro:

       - A coisa mais triste de um defunto são os bolsos. O outro estranha.

       - Como assim?

       - Os bolsos existem para carregar coisas. Coisas importantes, que definem sua vida. CPF, licença para dirigir, bloco de notas, caneta, talão de cheques, remédio para pressão...

       - Pepsamar...

       - Pepsamar, cartão perfurado da Sena, recortes de artigos sobre a situação econômica, fio dental... Isso sem falar em coisas com importância apenas sentimental. Por exemplo: um desenho rabiscado por uma possível neta que parece, vagamente, um gato, e que ele achou genial e guardou. Entende?

       - Sei.

       - E aí está ele. Com os bolsos vazios. Despido da vida e de tudo que levava nos seus bolsos, e que o definia. O homem é o homem e o que ele leva nos bolsos. Poderiam ter deixado, sei lá, pelo menos um chaveiro.

       - Você acha?

       - Claro. As chaves da casa. As chaves do carro. Qualquer coisa pessoal, que pelo menos fizesse barulho num bolso da fatiota, pô!

       Você se dá conta de que está gritando. As pessoas se viram para reprová-lo. “Mais respeito” dizem as caras viradas. Você faz um gesto, pedindo perdão. Sou apenas um conhecido, desculpem. Mas continua, falando mais baixo:

       - A morte é um assaltante. Nos mata e nos esvazia os bolsos.

       - Sem piedade.

       - Nenhuma.

Vocabulário:

Fatiota - roupa de melhor qualidade, usada em situações mais formais

Pepsamar - tipo de medicamento 

Pode-se entender, de acordo com o texto, que os bolsos:
Alternativas
Q572489 Português

Texto I

                                            Os bolsos do morto

                                                                                                          (Luis Fernando Veríssimo)

      O morto não é exatamente um amigo. Mais um conhecido, mas daqueles que você não pode deixar de ir ao velório. E lá está ele, estendido dentro do caixão forrado de cetim, de terno azul-marinho e gravata grená, esperando para ser enterrado.

       Se fosse um amigo você ficaria em silêncio, compungido, lembrando o morto em vida e lamentando sua perda. Como é apenas um conhecido, você comenta com o homem ao seu lado - que também não parece ser íntimo do morto:

       - Poderiam ter escolhido outra gravata...

       - É. Essa está brava.

       - Já pensou ele chegando lá com essa gravata?

       - “Lá” onde?

       - Não sei. Onde a gente vai depois de morto. Onde vai a nossa alma.

       - Eu acho que a alma não vai de gravata.

       - Será que não? E de fatiota?

       - Também não.

       - Bom. Pelo menos esse vexame ele não vai passar.

       - Você é da família?

       - Não. Apenas um conhecido.

       Você examina o morto. Engraçado: ele vai partir para a viagem mais importante, e mais distante, da sua vida, mas não precisa carregar nada. Identidade, passaporte, nada. Nem dinheiro, o que dirá cheques de viagem ou cartões de crédito. Nem carteira!

       Você diz para o outro:

       - A coisa mais triste de um defunto são os bolsos. O outro estranha.

       - Como assim?

       - Os bolsos existem para carregar coisas. Coisas importantes, que definem sua vida. CPF, licença para dirigir, bloco de notas, caneta, talão de cheques, remédio para pressão...

       - Pepsamar...

       - Pepsamar, cartão perfurado da Sena, recortes de artigos sobre a situação econômica, fio dental... Isso sem falar em coisas com importância apenas sentimental. Por exemplo: um desenho rabiscado por uma possível neta que parece, vagamente, um gato, e que ele achou genial e guardou. Entende?

       - Sei.

       - E aí está ele. Com os bolsos vazios. Despido da vida e de tudo que levava nos seus bolsos, e que o definia. O homem é o homem e o que ele leva nos bolsos. Poderiam ter deixado, sei lá, pelo menos um chaveiro.

       - Você acha?

       - Claro. As chaves da casa. As chaves do carro. Qualquer coisa pessoal, que pelo menos fizesse barulho num bolso da fatiota, pô!

       Você se dá conta de que está gritando. As pessoas se viram para reprová-lo. “Mais respeito” dizem as caras viradas. Você faz um gesto, pedindo perdão. Sou apenas um conhecido, desculpem. Mas continua, falando mais baixo:

       - A morte é um assaltante. Nos mata e nos esvazia os bolsos.

       - Sem piedade.

       - Nenhuma.

Vocabulário:

Fatiota - roupa de melhor qualidade, usada em situações mais formais

Pepsamar - tipo de medicamento 

Em “Se fosse um amigo você ficaria em silêncio, compungido.” (2°§), a palavra em destaque tem como sinônimo:
Alternativas
Q572488 Português

Texto I

                                            Os bolsos do morto

                                                                                                          (Luis Fernando Veríssimo)

      O morto não é exatamente um amigo. Mais um conhecido, mas daqueles que você não pode deixar de ir ao velório. E lá está ele, estendido dentro do caixão forrado de cetim, de terno azul-marinho e gravata grená, esperando para ser enterrado.

       Se fosse um amigo você ficaria em silêncio, compungido, lembrando o morto em vida e lamentando sua perda. Como é apenas um conhecido, você comenta com o homem ao seu lado - que também não parece ser íntimo do morto:

       - Poderiam ter escolhido outra gravata...

       - É. Essa está brava.

       - Já pensou ele chegando lá com essa gravata?

       - “Lá” onde?

       - Não sei. Onde a gente vai depois de morto. Onde vai a nossa alma.

       - Eu acho que a alma não vai de gravata.

       - Será que não? E de fatiota?

       - Também não.

       - Bom. Pelo menos esse vexame ele não vai passar.

       - Você é da família?

       - Não. Apenas um conhecido.

       Você examina o morto. Engraçado: ele vai partir para a viagem mais importante, e mais distante, da sua vida, mas não precisa carregar nada. Identidade, passaporte, nada. Nem dinheiro, o que dirá cheques de viagem ou cartões de crédito. Nem carteira!

       Você diz para o outro:

       - A coisa mais triste de um defunto são os bolsos. O outro estranha.

       - Como assim?

       - Os bolsos existem para carregar coisas. Coisas importantes, que definem sua vida. CPF, licença para dirigir, bloco de notas, caneta, talão de cheques, remédio para pressão...

       - Pepsamar...

       - Pepsamar, cartão perfurado da Sena, recortes de artigos sobre a situação econômica, fio dental... Isso sem falar em coisas com importância apenas sentimental. Por exemplo: um desenho rabiscado por uma possível neta que parece, vagamente, um gato, e que ele achou genial e guardou. Entende?

       - Sei.

       - E aí está ele. Com os bolsos vazios. Despido da vida e de tudo que levava nos seus bolsos, e que o definia. O homem é o homem e o que ele leva nos bolsos. Poderiam ter deixado, sei lá, pelo menos um chaveiro.

       - Você acha?

       - Claro. As chaves da casa. As chaves do carro. Qualquer coisa pessoal, que pelo menos fizesse barulho num bolso da fatiota, pô!

       Você se dá conta de que está gritando. As pessoas se viram para reprová-lo. “Mais respeito” dizem as caras viradas. Você faz um gesto, pedindo perdão. Sou apenas um conhecido, desculpem. Mas continua, falando mais baixo:

       - A morte é um assaltante. Nos mata e nos esvazia os bolsos.

       - Sem piedade.

       - Nenhuma.

Vocabulário:

Fatiota - roupa de melhor qualidade, usada em situações mais formais

Pepsamar - tipo de medicamento 

No fragmento “Mais um conhecido, mas daqueles que você não pode deixar de ir ao velório.”(1°§), estão destacadas duas palavras que se aproximam quanto à pronúncia, contudo diferenciam-se quanto à classificação morfológica. Assinale a opção que indica, respectivamente, o valor semântico que elas introduzem.
Alternativas
Q572487 Português

Texto I

                                            Os bolsos do morto

                                                                                                          (Luis Fernando Veríssimo)

      O morto não é exatamente um amigo. Mais um conhecido, mas daqueles que você não pode deixar de ir ao velório. E lá está ele, estendido dentro do caixão forrado de cetim, de terno azul-marinho e gravata grená, esperando para ser enterrado.

       Se fosse um amigo você ficaria em silêncio, compungido, lembrando o morto em vida e lamentando sua perda. Como é apenas um conhecido, você comenta com o homem ao seu lado - que também não parece ser íntimo do morto:

       - Poderiam ter escolhido outra gravata...

       - É. Essa está brava.

       - Já pensou ele chegando lá com essa gravata?

       - “Lá” onde?

       - Não sei. Onde a gente vai depois de morto. Onde vai a nossa alma.

       - Eu acho que a alma não vai de gravata.

       - Será que não? E de fatiota?

       - Também não.

       - Bom. Pelo menos esse vexame ele não vai passar.

       - Você é da família?

       - Não. Apenas um conhecido.

       Você examina o morto. Engraçado: ele vai partir para a viagem mais importante, e mais distante, da sua vida, mas não precisa carregar nada. Identidade, passaporte, nada. Nem dinheiro, o que dirá cheques de viagem ou cartões de crédito. Nem carteira!

       Você diz para o outro:

       - A coisa mais triste de um defunto são os bolsos. O outro estranha.

       - Como assim?

       - Os bolsos existem para carregar coisas. Coisas importantes, que definem sua vida. CPF, licença para dirigir, bloco de notas, caneta, talão de cheques, remédio para pressão...

       - Pepsamar...

       - Pepsamar, cartão perfurado da Sena, recortes de artigos sobre a situação econômica, fio dental... Isso sem falar em coisas com importância apenas sentimental. Por exemplo: um desenho rabiscado por uma possível neta que parece, vagamente, um gato, e que ele achou genial e guardou. Entende?

       - Sei.

       - E aí está ele. Com os bolsos vazios. Despido da vida e de tudo que levava nos seus bolsos, e que o definia. O homem é o homem e o que ele leva nos bolsos. Poderiam ter deixado, sei lá, pelo menos um chaveiro.

       - Você acha?

       - Claro. As chaves da casa. As chaves do carro. Qualquer coisa pessoal, que pelo menos fizesse barulho num bolso da fatiota, pô!

       Você se dá conta de que está gritando. As pessoas se viram para reprová-lo. “Mais respeito” dizem as caras viradas. Você faz um gesto, pedindo perdão. Sou apenas um conhecido, desculpem. Mas continua, falando mais baixo:

       - A morte é um assaltante. Nos mata e nos esvazia os bolsos.

       - Sem piedade.

       - Nenhuma.

Vocabulário:

Fatiota - roupa de melhor qualidade, usada em situações mais formais

Pepsamar - tipo de medicamento 

A partir da leitura atenta do texto, assinale a opção que apresenta um comentário correto sobre seu conteúdo.
Alternativas
Q522139 Segurança e Saúde no Trabalho
O sistema de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos é constituído de tubulações fixas, onde são dispostos chuveiros regularmentedistribuídos sobre a área a proteger, e permanentemente ligado a um sistema de alimentação de água (reservatório) e pressurizado, de forma a possibilitar, em caso de ocorrência de incêndio, a aplicação de água diretamente sobre o local sinistrado. Isto ocorre quando o selo sensor de temperatura (ampola) rompe-se aproximadamente a uma temperatura de 68 ºC (existindo ampolas próprias para outras temperaturas). Este sistema de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos é do tipo:
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Q522138 Segurança e Saúde no Trabalho
Existe um limite de mistura ideal para cada combustível para que possa ocorrer a combustão. Dito isto, a concentração mínima de uma mistura onde pode ocorrer a combustão é denominada limite:
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Q522137 Segurança e Saúde no Trabalho
Conforme Norma Regulamentadora nº 12, sobre segurança no trabalho em máquinas e equipamentos, nos locais de instalação de máquinas e equipamentos, as áreas de circulação devem ser devidamente demarcadas e estar em conformidade com as normas técnicas oficiais. As vias principais de circulação nos locais de trabalho e as que conduzem às saídas devem ter largura, no mínimo, de:
Alternativas
Q522136 Segurança e Saúde no Trabalho
Conforme Norma Regulamentadora nº 9, sobre o programa de prevenção de riscos ambientais, deverá ser mantido pelo empregador ou instituição um registro de dados, estruturado de forma a constituir um histórico técnico e administrativo do desenvolvimento do PPRA. Os dados deverão ser mantidos por um período mínimo de:
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Q522135 Segurança e Saúde no Trabalho
Conforme Norma Regulamentadora nº 15 do MTE, o trabalho em ambiente frio considerado insalubre em decorrência de inspeção realizada no local de trabalho fará jus à percepção de adicional, incidente sobre o salário-mínimo da região, no percentual de:
Alternativas
Q522134 Segurança e Saúde no Trabalho
Conforme Norma Regulamentadora nº 15 do MTE, no caso de incidência de mais de um fator de insalubridade, para efeito de acréscimo salarial, será:
Alternativas
Q522133 Segurança e Saúde no Trabalho
Conforme Norma Regulamentadora nº 15 do MTE, para indivíduos que não estejam adequadamente protegidos NÃO é permitida exposição a níveis de ruído (sonoro) acima de:
Alternativas
Q522132 Segurança e Saúde no Trabalho
O extintor de água é utilizado para combater incêndio classe:
Alternativas
Q522131 Segurança e Saúde no Trabalho
Os incêndios são divididos em quatro classes. O fogo que acontece em equipamentos elétricos energizados, como motores, transformadores, quadros de distribuição, fios, etc., é o incêndio classe:
Alternativas
Respostas
10441: B
10442: C
10443: A
10444: D
10445: C
10446: B
10447: C
10448: D
10449: B
10450: A
10451: C
10452: D
10453: B
10454: A
10455: D
10456: E
10457: B
10458: C
10459: A
10460: E