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Ao exame físico: PA 150×90 mmHg, FC 90 bpm, FR 24 irpm, com estertores crepitantes bibasais. Radiografia de tórax evidenciou sinais de congestão pulmonar.
Exames laboratoriais revelaram: creatinina 2,6 mg/dL, ureia 80 mg/dL, VHS elevada, proteína C reativa normal, FAN reagente (1:640) com padrão nuclear homogêneo, consumo de C3 e C4, albumina sérica 3,0 g/dL, hematúria e proteinúria de 3,8 g/24h.
A biópsia renal demonstrou glomerulonefrite proliferativa difusa (classe IV) com imunofluorescência positiva em padrão granular difuso (“full house”) para IgG, IgA, IgM, C3 e C1q.
Assinale o autoanticorpo que, quando presente em altos títulos, está mais fortemente associado à atividade da doença no lúpus eritematoso sistêmico, especialmente à nefrite lúpica.
Ao exame físico apresenta-se afebril, normotensa, FC 108bpm, FR: 30 irpm, SpO₂: 91% em ar ambiente, ansiosa, normocorada. Ausculta cardíaca sem sopros ou bulhas acessórias, campos pulmonares limpos. Dor à palpação de panturrilha direita, sem edemas.
Eletrocardiograma (ECG) com taquicardia sinusal e radiografia de tórax sem alterações.
Gasometria arterial: Alcalose respiratória e paO2 62mmHg.
Angiotomografia pulmonar: falha de enchimento em ramos da artéria pulmonar direita sugestivo de embolia pulmonar.
Com base nos achados descritos, assinale a opção abaixo que melhor descreve a anormalidade fisiológica presente na região pulmonar afetada.
Ao exame: temperatura 36,6°C, pressão arterial 130/70 mmHg, frequência cardíaca 94 bpm e frequência respiratória 24 irpm. Presença de turgência jugular, ritmo de galope com terceira bulha (B3) e crepitações bilaterais nos campos pulmonares. Edema em membros inferiores (++/4+).
Radiografia de tórax evidencia congestão pulmonar.
É iniciado tratamento com diurético intravenoso que inibe o cotransportador Na⁺-K⁺-2Cl⁻ no ramo ascendente espesso da alça de Henle.
O fármaco utilizado pode causar o seguinte efeito adverso
Na admissão, encontrava-se sonolento, com pressão arterial de 70×40 mmHg, frequência cardíaca de 125 bpm, frequência respiratória de 36 irpm e SpO₂ de 86% em ar ambiente.
O exame físico mostrava rubor generalizado, edema periorbitário e sibilância difusa bilateral. Não havia sinais de trauma ou atividade convulsiva. As extremidades estavam frias, e o paciente não apresentou melhora com as medidas de suporte iniciais.
Diante da principal hipótese diagnóstica, assinale a medida mais importante.
Ao exame físico, encontra-se afebril, porém taquipneico (FR = 30 irpm) e com saturação de oxigênio de 93% em ar ambiente. À ausculta pulmonar, ouvem-se crepitações bilaterais discretas.
A radiografia de tórax mostra infiltrado intersticial difuso. A tomografia computadorizada de tórax evidencia opacidades em “vidro fosco” difusas e bilaterais, sem nódulos centrolobulares, focos de consolidação, derrame pleural ou adenomegalias.
O hemograma revela linfopenia, e o último CD4 registrado foi de 82/mm³. Escarro induzido foi insuficiente e hemoculturas encontram-se em andamento.
O diagnóstico mais provável e o tratamento de escolha são
História patológica pregressa: hipertensão arterial, diabetes e dislipidemia. Faz uso de losartana, pioglitazona, ácido acetilsalicílico e, há 2 semanas, iniciou sinvastatina após revisão de seu lipidograma.
Ao exame físico, apresenta dor à palpação dos músculos proximais, sem edema, calor ou eritema.
O exame neurológico é normal. Exames laboratoriais mostram aumento da creatina quinase (CK), com função renal e eletrólitos normais.
O mecanismo de ação do fármaco responsável pelos sintomas descritos é a
Radiografia de tórax mostra derrame pleural à direita.
Na propedêutica inicial, o escarro induzido foi negativo para BAAR e GeneXpert MTB/RIF.
Ultrassonografia torácica confirmou o derrame, e a toracocentese revelou líquido pleural exsudativo, com predomínio mononuclear, citologia oncotica negativa e pesquisa etiológica inconclusiva.
A biópsia pleural e a cultura do material confirmaram o diagnóstico de tuberculose pleural.
Com base nesse diagnóstico, assinale a descrição a seguir que corresponde ao padrão histopatológico característico da tuberculose pleural.
Há 3 semanas procurou o pronto atendimento por crise semelhante, com melhora significativa após nebulização com beta-2 agonista de curta duração.
No exame atual, está assintomático e sem ruídos adventícios à ausculta pulmonar.
Com base nas informações clínicas descritas, o padrão espirométrico mais compatível com o diagnóstico de asma brônquica é:
Relata ainda que, em exames anteriores, havia sido detectada hematúria em EAS de rotina, sem diagnóstico definitivo.
Os exames laboratoriais atuais revelam: creatinina 2,0 mg/dL, ureia 65 mg/dL. EAS com hematúria e proteinúria. Complemento sérico (C3 e C4) normais.
Entre os achados laboratoriais abaixo, assinale o que indica o acometimento do compartimento glomerular no caso descrito.
A seguinte alteração laboratorial é mais compatível com o diagnóstico:
I. A AHAI pode ser primária (idiopática) ou secundária a doenças autoimunes, infecções, neoplasias linfoproliferativas ou uso de fármacos.
II. O teste de Coombs direto positivo, a presença de reticulocitose, a elevação da bilirrubina indireta e do LDH, associadas à redução da haptoglobina, são achados laboratoriais típicos da anemia hemolítica autoimune (AHAI).
III. A AHAI mediada por anticorpos quentes decorre da ação de autoanticorpos da classe IgM, que se ligam à superfície das hemácias e promovem hemólise intravascular.
IV. O tratamento inicial da AHAI mediada por anticorpos quentes baseia-se principalmente em suporte transfusional nos pacientes sintomáticos.
As afirmativas são, respectivamente,
Com base no quadro descrito, assinale a opção que apresenta o padrão laboratorial típico da Síndrome de Lise Tumoral
Ao exame, apresenta taquicardia, taquipneia, desidratação e está afebril.
Os exames laboratoriais mostram:
• Glicose: 610 mg/dL • pH: 7,03 • Bicarbonato: 6 mEq/L • Potássio sérico: 4,8 mEq/L • EAS: cetonúria positiva
Foi iniciada terapia com hidratação venosa com soro fisiológico e infusão de insulina em bomba infusora. Culturas e radiografia torácica sem sinais de infecção.
Com relação ao diagnóstico mais provável, é correto afirmar que
O exame físico é normal, e seus sinais vitais estão dentro da normalidade. Os exames laboratoriais revelam hemoglobina de 12,4 g/dL, plaquetas 240.000/mm³, creatinina 0,7 mg/dL, tempo de protrombina normal e tempo de tromboplastina parcial ativado (aPTT) discretamente prolongado.
Novos testes são solicitados para investigar a causa dos abortos recorrentes.
Com base nesses achados clínicos e laboratoriais, assinale a opção que indica o anticorpo mais provavelmente responsável pelas complicações obstétricas dessa paciente.
Refere diabetes mellitus de longa duração, com queixas de disfunção erétil, formigamento e parestesias nos pés. Faz uso de metformina e insulina basal-bolus, e nega o uso de opioides ou medicamentos anticolinérgicos.
Nega viagens recentes ou uso de antibióticos. Tentou suplementos de fibras, mas eles pioram a distensão abdominal sem melhorar a frequência das evacuações. Nega dor localizada no quadrante inferior direito ou epigástrica. Não há fezes oleosas nem resíduo gorduroso nas evacuações.
O exame físico revela mucosas secas e abdome levemente distendido e timpânico, com ruídos hidroaéreos diminuídos, sem dor à palpação. Observa-se hipotensão ortostática sem taquicardia compensatória e redução da sensibilidade dolorosa em padrão de “bota” nos dois pés. O exame da tireoide é normal, e o toque retal não mostra alterações.
A endoscopia digestiva alta evidencia resíduos alimentares sem identificação de lesões grosseiras em esôfago, estômago e duodeno. Colonoscopia de rastreamento realizada no ano anterior: normal. HbA1C: 8,5%. Creatinina: 1,0 mg/dL. Glicemia de jejum: 195 mg/dL.
O mecanismo mais provavelmente responsável pelos sintomas gastrointestinais deste paciente é a(o)
No exame físico, apresenta conjuntivas pálidas e língua de aspecto liso.
Os exames laboratoriais confirmam anemia microcítica com anisocitose.
É iniciada suplementação oral de ferro.
Uma semana depois, novos exames laboratoriais são realizados para monitorar a resposta ao tratamento.
Dos valores laboratoriais relacionados a seguir, assinale o que se espera que aumente primeiro nessa paciente após o início da terapia com suplementação oral de ferro.
Refere hemorragia pós-parto volumosa há 3 anos, com necessidade de transfusão sanguínea. Desde então, apresenta irregularidade menstrual, evoluindo para amenorreia completa há cerca de um ano.
Ao exame físico: pressão arterial de 94/60 mmHg, pulso de 55 bpm, pele seca, rarefação dos pelos pubianos e axilares, afinamento da porção lateral das sobrancelhas e tireoide pequena e indolor. O exame neurológico revela bradicinesia leve e hiporreflexia difusa.
Exames laboratoriais: hemoglobina de 7,3 g/dL, sódio sérico de 131 mEq/L, TSH baixo e T4 livre reduzido.
A ressonância magnética de encéfalo evidencia sela túrcica vazia.
Dos mecanismos a seguir, assinale o que explica melhor o quadro clínico dessa paciente.
Ao exame, PA de 190/110 mmHg no braço direito e 120/80 mmHg no esquerdo, sopro diastólico em foco aórtico e pulsos femorais assimétricos.
Eletrocardiograma com taquicardia sinusal e sinais de hipertrofia ventricular esquerda.
Uma suspeita diagnóstica imediata foi feita e, em relação a essa condição suspeita, é correto afirmar que
A respeito do tema, classifique as afirmações a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A apresentação clínica usual inclui dispneia progressiva, ortopneia e edema periférico, podendo ser confundida com sintomas normais da gravidez.
( ) A mortalidade materna é inferior a 1%, e a recuperação da fração de ejeção é universal em até 6 meses.
( ) São fatores de risco conhecidos: idade materna avançada, multiparidade, gestação gemelar e hipertensão gestacional ou pré-eclâmpsia.
( ) A recorrência em gestações subsequentes é rara, mesmo na presença de fração de ejeção persistentemente reduzida.
As afirmativas são, respectivamente,
Os principais resultados laboratoriais foram:
• Cálcio sérico: 14,8 mg/dL (VR: 8,5–10,5) • Albumina sérica: 3,8 g/dL (VR: 3,5–5,0) • Fósforo sérico: 2,1 mg/dL (VR: 2,5–4,5) • PTH: indetectável (VR: 10–65 pg/mL)
Eletrocardiograma: encurtamento do intervalo QT.
Com base nesses achados, é correto afirmar que