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Q2847916 Matemática
Em um treinamento básico de localização foi entregue um mapa quadriculado e uma imagem da rosa-dos-ventos para orientação de direção, conforme a seguir, a uma turma de escoteiros. O mapa está dividido por quadrantes, que são os quadrados menores dentro do mapa, com as colunas representadas por letras e as linhas por números, sendo que o primeiro quadrante é o 1A, o segundo ao seu lado 1B e assim por diante:
Imagem associada para resolução da questão

Cada membro da turma recebeu um certo tipo posição inicial e de sequência de movimentação, onde deverá seguir através dos quadrantes a direção da rosa-dos-ventos e, ao final, divulgar em qual quadrante ficou posicionado. Tiago, um dos membros do grupo, recebeu as seguintes informações: “Inicialmente você está no quadrante 3D, deve se mover por quadrante na ordem dada:
1. Dois ao Sul (S); 2. Dois ao Oeste (O); 3. Três ao Norte (N); 4. Três a Leste (L); 5. Dois ao Sul (S); e, 6. Três a Oeste (O).
Sabendo-se que Tiago conclui o treinamento de forma correta, qual foi o quadrante final que ficou posicionado? 
Alternativas
Q2847915 Raciocínio Lógico
Um triângulo está fixado no seu centro, conforme a imagem, e será girado para os sentidos da esquerda (←) e direita (→), seguindo a ordem abaixo:
1. 45° para a esquerda; 2. 90° para a direita; 3. 180° para a esquerda; 4. 45° para a direita.  Imagem associada para resolução da questão

Qual das imagens representa a posição final da figura depois de girada?
Alternativas
Q2847914 Português
No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
Ao ler o último parágrafo do texto, podemos entender que:  
Alternativas
Q2847913 Português
No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
As palavras a seguir foram retiradas do texto; assinale a alternativa que possui a divisão silábica INCORRETA. 
Alternativas
Q2847912 Português
No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
Assinale a alternativa em que a reescrita perde o sentido em relação ao trecho original “A gente pede uma fritada bem bacana de camarão.” (11º§). 
Alternativas
Q2847911 Português
No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
O termo em destaque em “Sábado que vem, a gente repete… Combinado?” (29º§) é acentuado pelo mesmo sentido que as palavras a seguir, EXCETO: 
Alternativas
Q2847910 Português
No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
Assinale a alternativa que possui a correta significação da palavra em destaque.
Alternativas
Q2847909 Português
No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
O travessão, sinal gráfico de pontuação empregado no início das falas das personagens, também possui como função:
Alternativas
Q2847908 Português
No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
Em relação à garotinha do texto, é correto inferir que ela
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Q2847907 Português
No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
Em “O senhor providenciou a fritada?” (21º§), a frase foi encerrada com o ponto de interrogação. Tal sinal de pontuação foi empregado para: 
Alternativas
Q2847906 Português
No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
No trecho “[…] não foi recusada pela senhorita.” (28º§), a palavra sublinhada corresponde ao antônimo correto de: 
Alternativas
Q2847905 Português
No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
Ao realizar a leitura do texto, é possível afirmar que:  
Alternativas
Q2705935 Conhecimentos Gerais

Observe a charge abaixo e, em seguida, leia o texto sobre redes sociais:




Imagem associada para resolução da questão




Disponível em: https://www.google.com/search?q=charges+sobre+internet+e+redes+sociais. Acesso em: 21 abr. 2024).


“As redes sociais são espaços virtuais onde grupos de pessoas ou empresas se relacionam através do envio de mensagens, da partilha de conteúdos, entre outros. [...] Os adolescentes e os jovens estão mais expostos às mídias e às redes sociais, e aos seus conteúdos. [...] Há vários tipos de redes sociais, cada um com um objetivo diferente e públicos específicos. [...] Existem várias vantagens em fazer parte de redes sociais. [...] Porém, é importante ficar atento aos perigos que ela pode oferecer. 


Disponível em: https://www.todamateria.com.br/redes-sociais/. Acesso em: 21 abr. 2024.


Analisando a charge e o texto sobre redes sociais, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2705933 Conhecimentos Gerais
Leia, a seguir, os trechos da música “Asa Branca”, gravada por Luiz Gonzaga:

Quando oiei' a terra ardendo Qual fogueira de São João Eu preguntei' a Deus do céu, uai Por que tamanha judiação? Que braseiro, que fornaia' Nenhum pé de prantação' Por farta' d'água perdi meu gado Morreu de sede meu alazão. Hoje longe, muitas légua Numa triste solidão Espero a chuva cair de novo Pra mim vortar' pro meu sertão.


A música Asa Branca, foi gravada por Luiz Gonzaga no ano de 1947 e faz referências ao fenômeno das secas e suas consequências para a população do Sertão Nordestino. Considerando o histórico das secas no Nordeste e a realidade social e econômica desta região atualmente, analise as proposições a seguir:


I- As sucessivas secas que atingiram o Nordeste brasileiro no século atual produziram uma enorme migração de retirantes. Milhões continuam migrando para o Rio de Janeiro e São Paulo.

II- As secas que assolaram o Nordeste brasileiro no passado provocaram a ruína e a perda de várias culturas agrícolas e criações de animais, bem como ceifaram a vida de milhares de pessoas.

III- A região Nordeste vem passando nas últimas décadas por importantes transformações econômicas. Contudo, esta região continua apresentando grandes desigualdades e grande exclusão social.

IV- O fenômeno das secas continua a assolar o Sertão Nordestino, provocando maiores prejuízos sociais e econômicos, pois não foram criados projetos hídricos de captação de águas para sua população.


É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q2705930 Conhecimentos Gerais
Leia os textos abaixo sobre falta de comida e produção de alimentos no Brasil:

Dos 204 milhões de brasileiros, 64 milhões viviam com algum grau de insegurança alimentar em 2023, o que representa 29,6% do total. O número é melhor que o da pesquisa anterior (2017/2018), quando 36,7% da população vivia em insegurança alimentar, mas ainda é maior que os 22,6% registrados em 2013, ano do melhor resultado da série histórica. A dificuldade em colocar comida na mesa é maior nos lares com crianças e adolescentes”. 
Disponível em: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2024/04/25/. Acesso em: 25 abr. 2024.


O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de comida, sendo hoje o maior exportador mundial de vários alimentos, a exemplo da carne e da soja. Segundo pesquisas, a produção de alimentos do Brasil é suficiente para alimentar mais de 800 milhões de pessoas.

Analisando as informações dos textos sobre a situação alimentar da população e a produção de alimentos no Brasil, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2705929 Conhecimentos Gerais
Leia o texto a seguir:

“A Desigualdade Social no Brasil é um problema que afeta grande parte da população brasileira, embora nos últimos anos ela tenha diminuído. As regiões mais afetadas pelos problemas sociais são o Norte e o Nordeste do país, os quais apresentam os piores IDH's (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil”.
Disponível em: https://www.todamateria.com.br/desigualdade-social-no-brasil/. Acesso em: 21 abr. 2024.

Sobre o problema das desigualdades sociais no Brasil, suas causas e consequências, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2705927 Matemática
Sejam ABC e A'B'C' dois triângulos semelhantes. Sabe-se o seguinte: a área de ABC é igual a 90 cm2 ; AB e A'B' são lados AB correspondentes; o lado mede 15 cm; a altura de A'B'C' baixada do vértice C' mede 4 cm. A área de A'B'C' , em cm2 , é igual a:
Alternativas
Q2705926 Matemática
Um capital de R$ 1500,00 foi investido a juros simples de 2% ao mês durante 10 meses (investimento I1 ); o montante desse investimento foi resgatado e, logo em seguida, investido a juros simples de 3% ao mês durante 8 meses (investimento I2 ). Seja i a taxa mensal de juros simples de um investimento que faria o capital do investimento I1 , se investido por um período de tempo em meses igual à média  aritmética dos tempos dos investimentos I1 e I2 , produzir juros iguais à soma dos  juros dos investimentos I1 e I2 . É CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2705925 Matemática
Num auditório, havia homens e mulheres. Com a chegada nesse auditório de 5 mulheres e 6 homens, o total de mulheres aumentou em 20% e o total de pessoas aumentou em 10%. O número de homens que estavam originalmente no auditório é igual a:
Alternativas
Q2705924 Matemática
Um restaurante está servindo refeições, entre almoço, sobremesa e jantar, para os trabalhadores de uma construção: Todo dia, é servido o mesmo número de refeições de cada tipo; o almoço e a sobremesa são vendidos em conjunto, custando, respectivamente, R$ 15,00 e R$ 5,50; o jantar custa R$ 12,00. Diariamente, o restaurante ganha com essas vendas R$ 831,00 e são vendidas ao todo, somando o número de almoços, sobremesas e jantares, 78 refeições. É CORRETO afirmar que, diariamente, para os referidos trabalhadores, são vendidos exatamente:
Alternativas
Respostas
2181: C
2182: D
2183: C
2184: B
2185: C
2186: A
2187: A
2188: B
2189: C
2190: C
2191: A
2192: D
2193: D
2194: B
2195: A
2196: B
2197: A
2198: B
2199: D
2200: D