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Q3744307 Matemática
Na cidade de Campo Dourado, um grupo de estudantes decidiu vender sucos naturais durante um evento escolar. No primeiro dia, utilizaram 6 kg de frutas para preparar 18 litros de suco, obtendo boa aceitação do público. Empolgados, planejaram aumentar a produção para 30 litros no dia seguinte, mantendo o mesmo padrão de sabor e consistência. Para isso, discutiram quanto de fruta seria necessário, considerando a proporção inicial. Após algumas estimativas e cálculos, surgiram diferentes opiniões entre os integrantes do grupo sobre a quantidade exata de frutas que deveriam usar.

I.A relação entre a quantidade de frutas e o volume de suco é de proporcionalidade direta.
II.Se 6 kg de frutas produzem 18 litros, então para 30 litros serão necessários 10 kg de frutas.
III.Caso utilizassem apenas 9 kg de frutas, obteriam exatamente 37 litros de suco.
IV.Se o grupo dobrasse a quantidade de frutas, obteria 48 litros de suco.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3744306 Matemática
O "Clube Esportivo Rio Sereno", está instalando um novo piso em uma quadra retangular de 20 metros de comprimento e 12 metros de largura. O responsável pela obra precisa calcular tanto a quantidade de material para cobrir a área quanto o total de fita adesiva usada no contorno da quadra. Quais são, respectivamente, a área (A) e o perímetro (P) dessa quadra? 
Alternativas
Q3744305 Matemática
Em uma loja de roupas de Pedra Alta, todas as peças estavam com 25% de desconto. Uma jaqueta que custava R$ 240,00 foi comprada por Larissa, que após o desconto, precisou pagar 5% de imposto sobre o valor com desconto. Qual foi o valor final pago pela jaqueta?
Alternativas
Q3744304 Matemática
Em um projeto de jardinagem que está realizando, Bruno precisou medir uma área para instalar canteiros de flores. O espaço disponível tinha 4,5 metros de largura por 7,2 metros de comprimento. Ele pretendia cobrir toda a área com uma manta protetora vendida por metro quadrado, mas o fornecedor informava os preços apenas em centímetros quadrados. Bruno decidiu converter as medidas para cm² antes de fazer o pedido. Qual é a área total (A) do espaço em cm²?
Alternativas
Q3744303 Matemática
Durante uma aula de culinária na escola de Santa Aurora, a professora pediu que os alunos ajustassem uma receita de bolo que rendia 12 porções para apenas 8. A receita original utilizava 1,5 copo de açúcar, 2/3 de copo de óleo e 3/4 de copo de leite. Para manter o sabor, era necessário reduzir proporcionalmente todos os ingredientes. Após os cálculos, um dos alunos afirmou que a nova quantidade de leite deveria ser 0,5 copo. Qual é, de fato, a quantidade correta de leite que deve ser usada na nova receita?
Alternativas
Q3744302 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
No período "Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela", a oração "que eu vou ser pra sempre o bebê dela" exerce uma função sintática específica em relação à oração principal.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente sua classificação.
Alternativas
Q3744301 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
No trecho "Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço", observa-se a ausência do acento indicativo de crase na expressão "a percepção".
Considerando as regras de regência e o uso do acento grave,é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3744300 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
O texto "A última vez em que não tive escolha" combina elementos narrativos e reflexivos para representar a passagem da juventude idealista à consciência adulta das limitações. Considerando os recursos expressivos empregados pela autora, assinale a alternativa que apresenta a análise correta quanto ao uso e à função das figuras de linguagem na construção dos sentidos do texto.
Alternativas
Q3744299 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
Considerando os processos de formação de palavras e os critérios morfossintáticos e semânticos da Gramática Tradicional, a palavra "escolha" presente no título "A última vez em que não tive escolha":
Alternativas
Q3744298 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
O texto "A última vez em que não tive escolha" apresenta uma narrativa de caráter intimista e reflexivo, construída em linguagem acessível e marcada por traços de oralidade e de afetividade. Considerando as noções de variação linguística e níveis de linguagem, assinale a alternativa que melhor interpreta o uso da língua no texto.
Alternativas
Q3744297 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
No trecho "Eu reclamava como qualquer pré-adolescente", o uso do hífen na palavra "pré-adolescente" obedece às normas atuais do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
Considerando as regras que regem o emprego do hífen em formações prefixadas, assinale a alternativa que apresenta a explicação correta para o uso gráfico observado.
Alternativas
Q3744296 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
Considerando as regras da concordância verbal e nominal, bem como o funcionamento sintático-semântico do período "Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta", pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3744295 Português
A última vez em que não tive escolha


Minha mãe repete com uma certa frequência que eu vou ser pra sempre o bebê dela — sem se preocupar com a veracidade dessa promessa simbólica. Eu costumava responder relutante: "Já sou bem grandinha", numa tolice clássica. Até me encantava com o Peter Pan, mas me sentia muito diferente dele — não via a hora de crescer!

Afinal, "não posso ficar nessa casa!". Eu reclamava como qualquer pré-adolescente. E de fato, não podia mesmo: nem bem eu queria, não podia pintar o cabelo, não podia ouvir música alta. Ah, que tortura, a lição de obediência...

Foi quando decidi pela desobediência. Uma decisão incomum para a filha que nunca deu trabalho. Por quase dois anos, menti dezenas de vezes para os meus pais, coitados.

A rebeldia não durou muito, mas atendeu — e concordou um pouco — com a raiz daquelas atitudes duvidosas: não era rebeldia sem motivo. Era apenas a incerteza de acreditar que crescer seria o fim dos meus problemas.

Os adultos me fizeram compreender melhor as desvantagens da vida adulta. Recentemente, estava em alta nas redes sociais por zombarem da CLT. Me parecia uma tendência elitista e cínica dos trabalhadores, mas que expressava inconsciente a percepção de que jornadas exaustivas e um salário mínimo não valem o esforço.

No auge dos meus 14 anos, não pensava nisso. Não acreditava em fardas, mas em uma liberdade ilusória. Mal podia imaginar que a vida nos oferece um número limitado de escolhas, e que até elas podem se tornar prisões. Hoje, peço humildemente: "Mãe, você pode me dizer o que fazer?". E a sua resposta letal é: "A escolha é sua".



KELLY, Sarah. A última vez em que não tive escolha. In: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Livros Abertos USP: coletânea de textos literários contemporâneos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2022. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 691/1544/6178 . Acesso em: 4 nov. 2025.
O texto "A última vez em que não tive escolha" apresenta uma reflexão sobre o amadurecimento e a passagem da ilusão de liberdade juvenil à compreensão das limitações impostas pela vida adulta. Considerando os princípios de coesão e coerência textual, assinale a alternativa que melhor explica como o texto constrói essa mudança de perspectiva.
Alternativas
Q3744294 Áudio e Vídeo
No armazenamento e distribuição de áudio digital, o técnico de multimídia deve escolher entre diferentes formatos de arquivo, que se dividem em três categorias principais: não comprimido, comprimido lossless (sem perdas) e comprimido lossy (com perdas). A escolha impacta diretamente o espaço de armazenamento e a qualidade de áudio final. Formatos não comprimidos (como WAV e AIFF) são cópias exatas do áudio master, enquanto formatos comprimidos usam algoritmos para reduzir o tamanho do arquivo. Assim, analise as afirmativas a seguir:

I.Formatos lossy (com perdas), como MP3 e AAC, descartam permanentemente dados de áudio que são considerados psicoacusticamente menos perceptíveis ao ouvido humano, resultando em arquivos muito pequenos.

II.Formatos lossless (sem perdas), como FLAC e ALAC (Apple Lossless), utilizam algoritmos de compressão (similares a um .ZIP) que reduzem o tamanho do arquivo sem descartar nenhuma informação de áudio; ao serem descomprimidos, são idênticos ao original.

III.O formato WAV (Waveform Audio File Format) é um formato lossy desenvolvido pela Microsoft, sendo ideal para arquivamento de longo prazo devido ao seu pequeno tamanho.

Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Q3744293 Áudio e Vídeo
No Adobe After Effects, a organização de projetos complexos é fundamental para a eficiência. O software utiliza o conceito de 'Composições' como contêineres principais para camadas e animações. Quando uma animação se torna muito complexa, com dezenas de camadas, é uma prática padrão agrupá-las. Esse processo é conhecido como 'Pré-composição' (Pre-composing), que essencialmente 'aninha' múltiplas camadas dentro de uma nova composição, que por sua vez aparece como uma única camada na composição original. Assim, analise as afirmativas a seguir.

I.Uma Pré-composição (Pre-comp) é tecnicamente idêntica a uma Composição normal; ela pode ser aberta, editada e pode conter suas próprias camadas e animações, funcionando como um grupo aninhado.

II.Ao criar uma Pré-composição, a opção 'Move all attributes into the new composition' (Mover todos os atributos) transfere efeitos, transformações (posição, escala) e keyframes para dentro da nova pré-composição.

III.O processo de pré-composição é destrutivo; uma vez que as camadas são agrupadas, elas não podem mais ser acessadas ou editadas individualmente, sendo 'achatadas' (flattened) em um único clipe de vídeo.


Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
Alternativas
Q3744292 Áudio e Vídeo
Em motion graphics no Adobe After Effects, a animação é criada pela definição de 'Keyframes' (quadros-chave) que marcam o início e o fim de uma alteração em uma propriedade (como Posição ou Escala). A forma como o software calcula os quadros entre os keyframes é chamada de 'Interpolação'. O tipo de interpolação padrão é a 'Linear', que cria um movimento mecânico e uniforme. Para criar movimentos mais naturais e suaves, o técnico deve ajustar a interpolação, geralmente usando variações da interpolação 'Bezier'. Acerca dos tipos de interpolação de keyframes, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

(__)Keyframes com interpolação 'Linear' (ícone de losango) resultam em uma mudança de velocidade constante entre eles, sem aceleração ou desaceleração.

(__)A função 'Easy Ease' (Suavização Simples) aplica uma interpolação Bezier que desacelera o movimento ao chegar no keyframe e acelera ao sair dele, sendo ideal para movimentos de 'quicada' (bounce).

(__)A interpolação 'Auto Bezier' (ícone de círculo) cria automaticamente curvas suaves no caminho da animação, mas se o usuário ajustar manualmente as alças (handles) Bezier, o keyframe se converte em 'Continuous Bezier'.

(__)A interpolação 'Hold' (Manter) faz com que o valor da propriedade mude instantaneamente no momento do keyframe, sem nenhuma transição ou animação entre os keyframes, sendo usada para cortes abruptos.


Após análise, assinale a alta alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3744291 Áudio e Vídeo
A etapa de pré-produção é frequentemente citada como a fase mais crítica para o sucesso de um projeto de vídeo, pois é nela que todo o planejamento é executado, mitigando problemas e custos durante a gravação. Para um técnico de multimídia envolvido nesta fase, o desenvolvimento do roteiro e suas derivações, como o storyboard e o roteiro técnico, é fundamental. Esses documentos traduzem a ideia abstrata em um guia prático para as equipes de câmera, som e arte, definindo exatamente o que será visto e ouvido. Assinale a alternativa que descreve corretamente a função do storyboard na pré-produção de vídeo.
Alternativas
Q3744290 Áudio e Vídeo
Durante o processo de gravação de áudio digital, o técnico de multimídia deve configurar os parâmetros de digitalização na interface de áudio ou no software DAW (Digital Audio Workstation). Duas das configurações mais fundamentais são a taxa de amostragem (Sample Rate), medida em Hertz (Hz), e a profundidade de bits (Bit Depth). A taxa de amostragem define quantas 'fotos' do sinal analógico são tiradas por segundo, enquanto a profundidade de bits determina a precisão de cada 'foto' ou amostra. Compreender o impacto técnico de cada um desses parâmetros é vital para otimizar a qualidade da gravação, a faixa dinâmica e a representação das frequências. Acerca desses conceitos fundamentais da digitalização de áudio, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

(__)A profundidade de bits (Bit Depth) está diretamente relacionada ao Teorema de Nyquist, determinando a frequência máxima de áudio que pode ser registrada sem o efeito de aliasing.

(__)Um áudio gravado em 48 kHz terá um piso de ruído (noise floor) inerentemente mais baixo e uma faixa dinâmica maior do que um áudio gravado em 44.1 kHz, assumindo a mesma profundidade de bits.

(__)Aumentar a taxa de amostragem (Sample Rate) de 48 kHz para 96 kHz dobra a faixa dinâmica do áudio registrado, permitindo uma maior variação entre os sons mais baixos e os mais altos.

(__)A profundidade de bits determina a resolução da amplitude de cada amostra, onde cada bit adicional aumenta a faixa dinâmica em aproximadamente 6 dB.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3744289 Design Gráfico
A produção de dispositivos hipermídia, como apresentações de slides interativas em softwares como o PowerPoint, exige mais do que apenas inserir texto e imagens. O técnico em multimídia deve considerar a usabilidade, a acessibilidade e a navegação não linear que a hipermídia permite. A estrutura deve facilitar a absorção da informação pelo público, seja em uma apresentação ao vivo ou em um quiosque interativo. Elementos como contraste de cor, escolha da fonte e hierarquia visual são fundamentais para o sucesso da comunicação, seguindo diretrizes como as do WCAG (Web Content Accessibility Guidelines). Acerca das boas práticas na produção e apresentação de slides hipermídia, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:

(__)A utilização de fontes do tipo Sans-Serif (ex: Arial, Helvetica, Calibri) em tamanhos adequados (mínimo de 18-24 pontos para apresentações) é recomendada para garantir a legibilidade em telas de projeção à distância.

(__)Para garantir o máximo impacto visual e dinamismo, é recomendado utilizar o maior número possível de animações complexas e transições de slides diferentes, mantendo o público constantemente engajado com o movimento.

(__)A navegação hipermídia eficaz (uso de hiperlinks internos, botões de ação e sumários interativos) permite ao usuário controlar o fluxo da informação, sendo crucial em apresentações não lineares ou auto-instrucionais.

(__)O contraste de cor é um elemento estético secundário; deve-se priorizar o uso de cores análogas (ex: azul claro sobre azul médio) para criar um design harmonioso, mesmo que dificulte a leitura por pessoas com baixa visão.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3744288 Design Gráfico
Em softwares de edição gráfica bidimensional, como o Adobe Photoshop, os 'Modos de Mesclagem' (Blending Modes) são um recurso essencial para o técnico de multimídia. Eles determinam como os pixels de uma camada interagem com os pixels das camadas abaixo dela, permitindo composições complexas, ajustes de cor e efeitos especiais. Três dos modos mais fundamentais pertencem ao grupo de 'escurecimento', 'clareamento' e 'contraste', sendo eles: Multiply, Screen e Overlay. Assinale a alternativa que descreve corretamente a ação do modo de mesclagem 'Multiply' (Multiplicação).
Alternativas
Respostas
81: D
82: D
83: D
84: B
85: C
86: A
87: A
88: D
89: D
90: C
91: D
92: B
93: A
94: B
95: C
96: D
97: D
98: D
99: B
100: D