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Leia o texto a seguir e responda à questão.
O fascínio do homem pelo espaço, aliado ao desenvolvimento tecnológico dos últimos anos, foi o estopim para a retomada das corridas espaciais. De alguma forma, nunca estivemos tão perto de colonizar a Lua. Prova disso é que, recentemente, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA) anunciou a construção do primeiro sistema de internet 4G na superfície lunar, previsto para o fim de 2022.
Referência tecnológica no mercado de comunicação, a Nokia terá a responsabilidade de implantar o recurso junto com a americana Intuitive Machines, empresa que criará uma sonda especial para instalar a rede. O projeto permitirá que os astronautas controlem seus veículos robóticos de maneira remota, transmitam vídeos em alta resolução e se comuniquem com as bases na Terra em tempo real por vídeo e voz.
A iniciativa faz parte do programa Artemis, com uma viagem tripulada datada para 2024. Apoiada por dezenas de empresas, a NASA quer tornar a presença humana na Lua sustentável até o fim desta década. [...] Especialistas na área destacam os altos investimentos. “A NASA percebeu que trabalhar com empresas privadas é mais barato”, diz Lucas Fonseca, empresário e engenheiro espacial formado pela USP. “Eles irão investir cada vez mais dinheiro. A ideia não é mais ir pra Lua e ficar pouco tempo. É ir e permanecer longos períodos”, afirma. Se a rede 4G funcionar bem, a meta é migrar para o 5G num futuro próximo.
(Adaptado de: ALAN, Brian. A Lua conectada. IstoÉ. São Paulo, 18 nov. 2020. p.53.)
Leia o texto a seguir e responda à questão.
O fascínio do homem pelo espaço, aliado ao desenvolvimento tecnológico dos últimos anos, foi o estopim para a retomada das corridas espaciais. De alguma forma, nunca estivemos tão perto de colonizar a Lua. Prova disso é que, recentemente, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA) anunciou a construção do primeiro sistema de internet 4G na superfície lunar, previsto para o fim de 2022.
Referência tecnológica no mercado de comunicação, a Nokia terá a responsabilidade de implantar o recurso junto com a americana Intuitive Machines, empresa que criará uma sonda especial para instalar a rede. O projeto permitirá que os astronautas controlem seus veículos robóticos de maneira remota, transmitam vídeos em alta resolução e se comuniquem com as bases na Terra em tempo real por vídeo e voz.
A iniciativa faz parte do programa Artemis, com uma viagem tripulada datada para 2024. Apoiada por dezenas de empresas, a NASA quer tornar a presença humana na Lua sustentável até o fim desta década. [...] Especialistas na área destacam os altos investimentos. “A NASA percebeu que trabalhar com empresas privadas é mais barato”, diz Lucas Fonseca, empresário e engenheiro espacial formado pela USP. “Eles irão investir cada vez mais dinheiro. A ideia não é mais ir pra Lua e ficar pouco tempo. É ir e permanecer longos períodos”, afirma. Se a rede 4G funcionar bem, a meta é migrar para o 5G num futuro próximo.
(Adaptado de: ALAN, Brian. A Lua conectada. IstoÉ. São Paulo, 18 nov. 2020. p.53.)
I. As aspas são usadas no texto para marcar uma citação de discurso alheio, isto é, discurso direto.
II. Os parênteses no primeiro parágrafo têm papel de retomar um termo citado anteriormente.
III. Em “Eles irão investir cada vez mais dinheiro”, o termo “Eles” refere-se à NASA, concordando mentalmente com a noção de plural.
IV. No trecho “[...] astronautas controlem seus veículos robóticos”, o pronome “seus” faz referência direta ao termo “veículos”.
Assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
O fascínio do homem pelo espaço, aliado ao desenvolvimento tecnológico dos últimos anos, foi o estopim para a retomada das corridas espaciais. De alguma forma, nunca estivemos tão perto de colonizar a Lua. Prova disso é que, recentemente, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA) anunciou a construção do primeiro sistema de internet 4G na superfície lunar, previsto para o fim de 2022.
Referência tecnológica no mercado de comunicação, a Nokia terá a responsabilidade de implantar o recurso junto com a americana Intuitive Machines, empresa que criará uma sonda especial para instalar a rede. O projeto permitirá que os astronautas controlem seus veículos robóticos de maneira remota, transmitam vídeos em alta resolução e se comuniquem com as bases na Terra em tempo real por vídeo e voz.
A iniciativa faz parte do programa Artemis, com uma viagem tripulada datada para 2024. Apoiada por dezenas de empresas, a NASA quer tornar a presença humana na Lua sustentável até o fim desta década. [...] Especialistas na área destacam os altos investimentos. “A NASA percebeu que trabalhar com empresas privadas é mais barato”, diz Lucas Fonseca, empresário e engenheiro espacial formado pela USP. “Eles irão investir cada vez mais dinheiro. A ideia não é mais ir pra Lua e ficar pouco tempo. É ir e permanecer longos períodos”, afirma. Se a rede 4G funcionar bem, a meta é migrar para o 5G num futuro próximo.
(Adaptado de: ALAN, Brian. A Lua conectada. IstoÉ. São Paulo, 18 nov. 2020. p.53.)
Leia o texto a seguir e responda à questão.
O fascínio do homem pelo espaço, aliado ao desenvolvimento tecnológico dos últimos anos, foi o estopim para a retomada das corridas espaciais. De alguma forma, nunca estivemos tão perto de colonizar a Lua. Prova disso é que, recentemente, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA) anunciou a construção do primeiro sistema de internet 4G na superfície lunar, previsto para o fim de 2022.
Referência tecnológica no mercado de comunicação, a Nokia terá a responsabilidade de implantar o recurso junto com a americana Intuitive Machines, empresa que criará uma sonda especial para instalar a rede. O projeto permitirá que os astronautas controlem seus veículos robóticos de maneira remota, transmitam vídeos em alta resolução e se comuniquem com as bases na Terra em tempo real por vídeo e voz.
A iniciativa faz parte do programa Artemis, com uma viagem tripulada datada para 2024. Apoiada por dezenas de empresas, a NASA quer tornar a presença humana na Lua sustentável até o fim desta década. [...] Especialistas na área destacam os altos investimentos. “A NASA percebeu que trabalhar com empresas privadas é mais barato”, diz Lucas Fonseca, empresário e engenheiro espacial formado pela USP. “Eles irão investir cada vez mais dinheiro. A ideia não é mais ir pra Lua e ficar pouco tempo. É ir e permanecer longos períodos”, afirma. Se a rede 4G funcionar bem, a meta é migrar para o 5G num futuro próximo.
(Adaptado de: ALAN, Brian. A Lua conectada. IstoÉ. São Paulo, 18 nov. 2020. p.53.)
I. No primeiro parágrafo, o termo “a Covid-19” é classificado como sujeito.
II. No primeiro parágrafo, o uso recorrente de vírgulas serve para enumerar uma sequência de elementos coordenados.
III. No terceiro parágrafo, os travessões têm função de isolar um aposto explicativo.
IV. No terceiro parágrafo, no trecho “sofreram alterações”, o verbo na 3ª pessoa do plural está em desacordo com a norma padrão da língua.
Assinale a alternativa correta.
I. No trecho “Porém está dormindo mal”, o termo “porém” tem sentido explicativo, uma vez que foi utilizado para introduzir uma explicação para a oração anterior.
II. No fragmento “[...] parece normal que pesadelos tão assustadores quanto recorrentes ganhem vida”, as palavras destacadas apresentam sentido comparativo.
III. Em “E há dados de pesquisas oficiais, como as do Ministério da Saúde”, o termo “como” pode ser substituído pela expressão “por exemplo”, sem alterar o sentido original.
IV. No fragmento “[...] o pesadelo mais assustador pode ser o de encarar as próprias limitações”, a palavra em destaque tem o papel de intensificar o termo “assustador”.
Assinale a alternativa correta.
Leia os trechos da música a seguir.
Chopis Centis
Mamonas Assassinas
Eu di um beijo nela
E chamei pra passear
A gente fomos no shopping
Pra mode a gente lanchar
Comi uns bicho estranho
Com um tal de gergelim
Até que tava gostoso
Mas eu prefiro aipim
Quanta gente
Quanta alegria
A minha felicidade
É um crediário
Nas Casas Bahia
[...]
Esse tal Chópis Cêntis
É muicho legalzinho
Pra levar as namoradas
E dar uns rolézinhos
Quando eu estou no trabalho
Não vejo a hora de descer dos andaime
Pra pegar um cinema do Schwarzenegger
Tombém o Van Daime
[...]
Composição: Dinho / Júlio Rasec.
Disponível em: https://www.letras.mus.br/mamonas-assassinas/24144/. Acesso em: 04 nov. 2020.
A música do grupo Mamonas Assassinas apresenta uma linguagem coloquial que discorre sobre trabalho na construção civil e passeio no shopping center para ir ao restaurante e ao cinema. Dessa forma, é possível perceber que se trata de um discurso de um trabalhador de classe desprivilegiada.
Os versos “A minha felicidade
/ É um crediário / Nas Casas Bahia” e “Quando eu estou no trabalho / Não vejo a hora de descer dos andaime /
Pra pegar um cinema do Schwarzenegger / Tombém o Van Daime” demonstram uma atitude negativa em
relação ao trabalho e a evasão pelo consumo, expressando, desse modo, o seguinte conceito sociológico:
Assim, com a sua emergência:
Observe a imagem a seguir.

Disponível em: https://www.google.com/url?sa=i&url=https%3A%2F%2Fwww.blogs.unicamp.br%2Fcienciapop%2Ffeed%2F&psig=AOvVaw3zroCQgOW4OJBzXEn7Y8a8&ust=1 605276508077000&source=images&cd=vfe&ved=0CAQQtaYDahcKEwi4iP6Vl_3sAhUAAAAAHQAAAAAQaw. Acesso em: 12 nov. 2020.
Em relação à demografia de um país, a população tende a crescer num ritmo desacelerado à medida que as
fases demonstradas na figura vão ocorrendo. A taxa de natalidade e a taxa de mortalidade estão diretamente
relacionadas às condições socioeconômicas da população e podem indicar o grau de desenvolvimento da nação,
além de indicar as políticas que devem ser adotadas. Sobre essas taxas, verifica-se que:
Observe a figura a seguir.

Disponível em: https://brainly.com.br/tarefa/30019680. Acesso em: 12 nov. 2020.
A Terra não é um todo homogêneo, pois é composta por camadas que se diferenciam pela espessura, temperatura, densidade e materiais que as compõem, o que constitui a estrutura geológica do planeta. Sobre essa estrutura do planeta Terra, verifica-se que
As curvas de nível (ou isoípsas) são linhas que unem os pontos do relevo que têm a mesma altitude. Traçadas num mapa, permitem a visualização tridimensional do relevo. Quanto maior a declividade (inclinação) do relevo, mais próximas as curvas de nível se apresentam no mapa; quanto menor a declividade, maior o afastamento entre elas. [...]
MOREIRA, J. C; SENE, E de. Geografia Geral e do Brasil: espaço geográfico e globalização. Ed. atualizada. São Paulo: Scipione, 2007, p. 30.
Disponível em: ww2.uefs.br/geotec/topografia/apostilas/topografia(11).html.
Acesso em: 16 nov. 2020. Considerando as informações apresentadas no texto, a leitura da figura e o fato de que os números presentes na representação topográfica são indicativos de altitude, nota-se que a área delimitada na figura com a letra X representa
A jovem Raphaella Gondim, 17 anos, é aluna do Instituto Federal da Bahia (IFBA), campus Salvador. Devido à pandemia de Covid-19 e à suspensão das aulas presenciais em toda Bahia no período, a estudante resolveu usar o tempo livre para desenvolver uma ideia que já pairava por sua cabeça há cerca de dois anos: um biocombustível a base de banana. Raphaella está no 3º ano do ensino médio na modalidade Integrada do curso de Química. Ela conta que ao estudar sobre biocombustíveis encontrou em propriedades da polpa da banana da prata um potencial para transformar a biomassa em etanol e criar um combustível sustentável.
Adolescente desenvolve projeto de biocombustível a partir da banana: 'fruta mais desperdiçada do Brasil e do mundo'. Disponível em: https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2020/11/12/adolescente-desenvolve-projeto-de-biocombustivel-a-partir-da-banana-fruta-mais-desperdicada-do-brasil-e-domundo.ghtml. Acesso em: 12 nov. 2020. (Adaptado).
O aumento do consumo de energia na sociedade atual e a demanda crescente por novas fontes de energia são uma realidade constante vivida em vários países. A diversificação da matriz energética, como a ideia citada no texto, é fundamental para assegurar o desenvolvimento dos países. Sobre as fontes de geração de energia, tem-se o seguinte:
Diante do surto de varíola de 1904, o presidente Rodrigues Alves decretou a vacinação obrigatória contra a doença – jornais e panfletos produzidos pela população insatisfeita começaram a circular na cidade, acusando Oswaldo Cruz de despotismo sanitário e de ser um cientista “desligado da realidade do país”. Os opositores do presidente afirmavam que essa era uma forma truculenta de impor a vacinação e que deveria ser uma decisão pessoal vacinar-se ou não. Já descontente com as ações precedentes da campanha sanitária e da reforma urbanística que a prejudicava, a população rebelou-se, agredindo os vacinadores.
TASINAFO, C. R.; FREITAS NETO, J. A. de. História Geral e do Brasil. São Paulo: Harbra, 2006. p. 578.
O texto descreve o clima político que antecedeu a Revolta da Vacina. Diante da crise, o presidente Rodrigues Alves
Passante, não chores a minha morte. Se eu vivesse, tu estarias morto.
Disponível em: www.wikipedia.org/epitafio. Acesso em: 03 nov. 2020.
O texto citado é um epitáfio que a tradição popular atribuiu a Robespierre. Esse epitáfio, como documento de uma memória coletiva, revela a
Marx, Freud, Einstein, todos transmitiram a mesma mensagem para a década de 20: o mundo não era o que parecia ser. Os sentidos, cujas percepções empíricas moldaram as nossas ideias de tempo e espaço, certo e errado, lei e justiça, e a natureza do comportamento do homem não eram confiáveis. Além disso, a análise marxista e freudiana se juntaram para minar, cada uma a sua maneira, o sentimento de responsabilidade pessoal e de dever para com o código da verdadeira moral, que era o centro da civilização europeia do século XIX.
JOHNSON, P. Tempos modernos. Rio de Janeiro: Instituto Liberal, 1990. p. 9.
A obra do filósofo alemão Karl Marx contribuiu para minar o sentimento de responsabilidade pessoal com o código moral vigente na sociedade europeia ao mostrar que
O vínculo entre os legionários e o comandante começou progressivamente a assimilar-se ao existente entre patrão e cliente na vida civil: a partir da época de Mário e Sila, os soldados procuravam os seus generais para a reabilitação econômica, e os generais usavam os soldados para incursões políticas. Os exércitos tornaram-se instrumentos de comandantes populares e as guerras começaram a ser aventuras privadas de cônsules ambiciosos.
ANDERSON, P. Passagens da antiguidade ao feudalismo. Porto: Afrontamento, 1976. p. 80.
Essa definição da guerra como uma “aventura privada de cônsules ambiciosos” pode ser aplicada no conflito bélico em que