Paciente politraumatizado, 32 anos, vítima de colisão
automobilística de alta energia, apresenta ISS de 29, RTS de 6,5 e não possui comorbidades relevantes.
Com base nesses dados, a probabilidade de
sobrevivência estimada pelo escore TRISS é
calculada como intermediária. Considerando os
princípios e limitações desse escore, é CORRETO
afirmar que o TRISS: