Foram encontradas 2.882 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
No que se refere às competências do psicólogo escolar e sua atuação, julgue o item subsequente.
Cabe ao psicólogo que atua na escola compartilhar todas as
informações concernentes ao caso para o profissional externo
encarregado do acompanhamento.
No que se refere às competências do psicólogo escolar e sua atuação, julgue o item subsequente.
Em caso de alunos que exijam atendimentos com
profissionais externos, é imprescindível que seja solicitado,
previamente, o consentimento dos pais dos alunos para,
enfim, estabelecer contato.
No que se refere às competências do psicólogo escolar e sua atuação, julgue o item subsequente.
Como a escuta ativa é um papel estritamente clínico, ela não
cabe ao psicólogo que atua em âmbito escolar.
No que se refere às competências do psicólogo escolar e sua atuação, julgue o item subsequente.
É atribuição do psicólogo escolar atuar na articulação de
serviços para o atendimento de alunos com deficiências,
promovendo a interlocução com profissionais que atuam fora
do âmbito escolar.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Tendo ainda como referência a situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando as contribuições das teorias e dos processos da aprendizagem bem como a clínica psicanalítica da criança com dificuldade de aprendizagem.
O desvanecimento apresentado por Josué envolve tanto a
modelagem como a discriminação.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Tendo ainda como referência a situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando as contribuições das teorias e dos processos da aprendizagem bem como a clínica psicanalítica da criança com dificuldade de aprendizagem.
De acordo com as contribuições de John Watson, a
aprendizagem mais complexa exige condicionamento de
encadeamento de estímulo-resposta.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Tendo ainda como referência a situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando as contribuições das teorias e dos processos da aprendizagem bem como a clínica psicanalítica da criança com dificuldade de aprendizagem.
De acordo com o conceito de condicionamento clássico, no
caso de Josué, a leitura pode ter se tornado um estímulo
condicionado associado a reações negativas.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Ainda com relação à situação hipotética 8A01-I, julgue o item a seguir, considerando a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
Josué apresenta um transtorno misto das habilidades
escolares.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Ainda com relação à situação hipotética 8A01-I, julgue o item a seguir, considerando a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
Josué apresenta critérios diagnósticos para transtorno
invasivo do desenvolvimento associado a um transtorno de
linguagem expressiva.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
A partir da situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando a atuação do psicólogo escolar e assuntos relacionados, bem como a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
Josué apresenta um transtorno específico do
desenvolvimento que é comumente precedido por histórico
de comprometimento da fala e da linguagem.
No que se refere às contribuições de Jean Piaget sobre a psicologia da aprendizagem, julgue o item a seguir.
O ato de brincar, assim como a imitação e a sucção, envolve,
principalmente, a assimilação.
No que se refere às contribuições de Jean Piaget sobre a psicologia da aprendizagem, julgue o item a seguir.
A assimilação é uma variante funcional definida pela
capacidade de responder, ou mesmo de reagir, embasada em
conhecimentos prévios.
No que se refere às contribuições de Jean Piaget sobre a psicologia da aprendizagem, julgue o item a seguir.
O comportamento adaptativo está associado ao processo de
assimilação.
No que se refere às contribuições de Jean Piaget sobre a psicologia da aprendizagem, julgue o item a seguir.
O bebê apresenta grande capacidade de adaptação.
No que se refere às contribuições de Jean Piaget sobre a psicologia da aprendizagem, julgue o item a seguir.
O recém-nascido é competente e ativo, dotado de
comportamentos intencionais.
A conscientização acerca dos riscos da utilização de mídias sociais e jogos eletrônicos está entre as diretrizes do Plano Estadual de Educação.
Se um servidor reingressar no serviço público estadual, ante a insubsistência dos motivos da aposentadoria, é lícito que seja designado para cargo em comissão.
Julgue o próximo item, a respeito da Reforma do Ensino Médio, do Plano Estadual de Educação do Estado de Pernambuco e do regime jurídico dos funcionários públicos civis do Estado de Pernambuco.
É obrigação da União transferir recursos aos Estados e ao Distrito Federal para o atendimento de todas as escolas públicas de
ensino médio em tempo integral.
A proposta pedagógica das unidades escolares de ensino médio deverá traduzir aquela construída coletivamente.
A obrigação de o ensino médio assegurar a função formativa para os estudantes está restrita aos adolescentes.