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Q429039 Português

Texto 1


“Formação do Brasil no Atlântico Sul”: o leitor que  bateu o olho na capa do livro estará intrigado com o subtítulo. Quer dizer então que o Brasil se formou fora  do Brasil? É exatamente isso: tal é o paradoxo histórico  que pretendo demonstrar nas páginas seguintes.

Nossa história colonial não se confunde com a  continuidade do nosso território colonial. Sempre se pensou o Brasil fora do Brasil, mas de maneira incompleta: o país aparece no prolongamento da Europa.  Ora, a ideia exposta neste livro é diferente e relativamente simples: a colonização portuguesa, fundada no  escravismo, deu lugar a um espaço econômico e social  bipolar, englobando uma zona de produção escravista situada no litoral da América do Sul e uma zona de  reprodução de escravos centrada em Angola. Desde o final do século XVI, surge um espaço aterritorial,  um arquipélago lusófono composto dos enclaves da   América portuguesa e das feitorias de Angola. É daí  que emerge o Brasil do século XVIII. Não se trata, ao  longo dos capítulos, de estudar de forma comparativa as colônias portuguesas no Atlântico. O que se quer,  ao contrário, é mostrar como essas duas partes unidas  pelo oceano se complementam num só sistema de  exploração colonial cuja  singularidade ainda marca profundamente o Brasil contemporâneo.

[…] 

A propósito do modo de escrever, é preciso notar que  o território do historiador da Colônia deve abranger  toda a extensão da lusofonia, da documentação ultra-marina onde estão registrados os contatos entre as  culturas que nos formaram. Além do mais, numa cultura tradicionalmente oral como a nossa, um meio privilegiado de patentear a presença do passado consiste  em dar relevo à perenidade das palavras. Das palavras,  dos coloquialismos – ainda vivos agora – grafados nos  textos, na linguagem das estradas, das ruelas e das  praias brasileiras. Por isso, da leitura dos documentos e dos textos seiscentistas, retomei expressões que  encadeiam a narrativa das oito partes do livro.

ALANCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes: formação do Brasil no 
Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. [prefácio]. 

Considere o trecho abaixo retirado do texto 1.

“Formação do Brasil no Atlântico Sul”: o leitor que bateu o olho na capa do livro estará intrigado com o subtítulo. Quer dizer então que o Brasil se formou fora do Brasil? É exatamente isso: tal é o paradoxo histórico que pretendo demonstrar nas páginas seguintes.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q429038 Português

Texto 1


“Formação do Brasil no Atlântico Sul”: o leitor que  bateu o olho na capa do livro estará intrigado com o subtítulo. Quer dizer então que o Brasil se formou fora  do Brasil? É exatamente isso: tal é o paradoxo histórico  que pretendo demonstrar nas páginas seguintes.

Nossa história colonial não se confunde com a  continuidade do nosso território colonial. Sempre se pensou o Brasil fora do Brasil, mas de maneira incompleta: o país aparece no prolongamento da Europa.  Ora, a ideia exposta neste livro é diferente e relativamente simples: a colonização portuguesa, fundada no  escravismo, deu lugar a um espaço econômico e social  bipolar, englobando uma zona de produção escravista situada no litoral da América do Sul e uma zona de  reprodução de escravos centrada em Angola. Desde o final do século XVI, surge um espaço aterritorial,  um arquipélago lusófono composto dos enclaves da   América portuguesa e das feitorias de Angola. É daí  que emerge o Brasil do século XVIII. Não se trata, ao  longo dos capítulos, de estudar de forma comparativa as colônias portuguesas no Atlântico. O que se quer,  ao contrário, é mostrar como essas duas partes unidas  pelo oceano se complementam num só sistema de  exploração colonial cuja  singularidade ainda marca profundamente o Brasil contemporâneo.

[…] 

A propósito do modo de escrever, é preciso notar que  o território do historiador da Colônia deve abranger  toda a extensão da lusofonia, da documentação ultra-marina onde estão registrados os contatos entre as  culturas que nos formaram. Além do mais, numa cultura tradicionalmente oral como a nossa, um meio privilegiado de patentear a presença do passado consiste  em dar relevo à perenidade das palavras. Das palavras,  dos coloquialismos – ainda vivos agora – grafados nos  textos, na linguagem das estradas, das ruelas e das  praias brasileiras. Por isso, da leitura dos documentos e dos textos seiscentistas, retomei expressões que  encadeiam a narrativa das oito partes do livro.

ALANCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes: formação do Brasil no 
Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. [prefácio]. 

Identifque abaixo as afrmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com base no texto 1.
( ) Em “Nossa história colonial não se confunde com a continuidade do nosso território colonial” o autor estabelece uma distinção entre tempo e espaço coloniais.
( ) A construção “[…] o país aparece no prolongamento da Europa” se refere à forma como o Brasil tem sido comumente estudado em relação à história colonial.
( ) Depreende-se que a escravidão, base da colonização portuguesa, possibilitou a emergência de um sistema socioeconômico com duas faces interligadas, uma no Brasil e outra em Angola.
( ) Segundo o texto, a história do Brasil tem início no século XVIII, baseada em um sistema econômico lusófono e aterritorial.
( ) Para o autor, não é possível ter acesso à tradição oral, pois ela se perde no tempo devido à falta de registro escrito. 
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo
Alternativas
Q429037 Português

Texto 1


“Formação do Brasil no Atlântico Sul”: o leitor que  bateu o olho na capa do livro estará intrigado com o subtítulo. Quer dizer então que o Brasil se formou fora  do Brasil? É exatamente isso: tal é o paradoxo histórico  que pretendo demonstrar nas páginas seguintes.

Nossa história colonial não se confunde com a  continuidade do nosso território colonial. Sempre se pensou o Brasil fora do Brasil, mas de maneira incompleta: o país aparece no prolongamento da Europa.  Ora, a ideia exposta neste livro é diferente e relativamente simples: a colonização portuguesa, fundada no  escravismo, deu lugar a um espaço econômico e social  bipolar, englobando uma zona de produção escravista situada no litoral da América do Sul e uma zona de  reprodução de escravos centrada em Angola. Desde o final do século XVI, surge um espaço aterritorial,  um arquipélago lusófono composto dos enclaves da   América portuguesa e das feitorias de Angola. É daí  que emerge o Brasil do século XVIII. Não se trata, ao  longo dos capítulos, de estudar de forma comparativa as colônias portuguesas no Atlântico. O que se quer,  ao contrário, é mostrar como essas duas partes unidas  pelo oceano se complementam num só sistema de  exploração colonial cuja  singularidade ainda marca profundamente o Brasil contemporâneo.

[…] 

A propósito do modo de escrever, é preciso notar que  o território do historiador da Colônia deve abranger  toda a extensão da lusofonia, da documentação ultra-marina onde estão registrados os contatos entre as  culturas que nos formaram. Além do mais, numa cultura tradicionalmente oral como a nossa, um meio privilegiado de patentear a presença do passado consiste  em dar relevo à perenidade das palavras. Das palavras,  dos coloquialismos – ainda vivos agora – grafados nos  textos, na linguagem das estradas, das ruelas e das  praias brasileiras. Por isso, da leitura dos documentos e dos textos seiscentistas, retomei expressões que  encadeiam a narrativa das oito partes do livro.

ALANCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes: formação do Brasil no 
Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. [prefácio]. 

Assinale a alternativa correta, considerando o texto 1.
Alternativas
Q429036 Português

Texto 1


“Formação do Brasil no Atlântico Sul”: o leitor que  bateu o olho na capa do livro estará intrigado com o subtítulo. Quer dizer então que o Brasil se formou fora  do Brasil? É exatamente isso: tal é o paradoxo histórico  que pretendo demonstrar nas páginas seguintes.

Nossa história colonial não se confunde com a  continuidade do nosso território colonial. Sempre se pensou o Brasil fora do Brasil, mas de maneira incompleta: o país aparece no prolongamento da Europa.  Ora, a ideia exposta neste livro é diferente e relativamente simples: a colonização portuguesa, fundada no  escravismo, deu lugar a um espaço econômico e social  bipolar, englobando uma zona de produção escravista situada no litoral da América do Sul e uma zona de  reprodução de escravos centrada em Angola. Desde o final do século XVI, surge um espaço aterritorial,  um arquipélago lusófono composto dos enclaves da   América portuguesa e das feitorias de Angola. É daí  que emerge o Brasil do século XVIII. Não se trata, ao  longo dos capítulos, de estudar de forma comparativa as colônias portuguesas no Atlântico. O que se quer,  ao contrário, é mostrar como essas duas partes unidas  pelo oceano se complementam num só sistema de  exploração colonial cuja  singularidade ainda marca profundamente o Brasil contemporâneo.

[…] 

A propósito do modo de escrever, é preciso notar que  o território do historiador da Colônia deve abranger  toda a extensão da lusofonia, da documentação ultra-marina onde estão registrados os contatos entre as  culturas que nos formaram. Além do mais, numa cultura tradicionalmente oral como a nossa, um meio privilegiado de patentear a presença do passado consiste  em dar relevo à perenidade das palavras. Das palavras,  dos coloquialismos – ainda vivos agora – grafados nos  textos, na linguagem das estradas, das ruelas e das  praias brasileiras. Por isso, da leitura dos documentos e dos textos seiscentistas, retomei expressões que  encadeiam a narrativa das oito partes do livro.

ALANCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes: formação do Brasil no 
Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. [prefácio]. 

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto 1.
Alternativas
Q429035 Português

Texto 1


“Formação do Brasil no Atlântico Sul”: o leitor que  bateu o olho na capa do livro estará intrigado com o subtítulo. Quer dizer então que o Brasil se formou fora  do Brasil? É exatamente isso: tal é o paradoxo histórico  que pretendo demonstrar nas páginas seguintes.

Nossa história colonial não se confunde com a  continuidade do nosso território colonial. Sempre se pensou o Brasil fora do Brasil, mas de maneira incompleta: o país aparece no prolongamento da Europa.  Ora, a ideia exposta neste livro é diferente e relativamente simples: a colonização portuguesa, fundada no  escravismo, deu lugar a um espaço econômico e social  bipolar, englobando uma zona de produção escravista situada no litoral da América do Sul e uma zona de  reprodução de escravos centrada em Angola. Desde o final do século XVI, surge um espaço aterritorial,  um arquipélago lusófono composto dos enclaves da   América portuguesa e das feitorias de Angola. É daí  que emerge o Brasil do século XVIII. Não se trata, ao  longo dos capítulos, de estudar de forma comparativa as colônias portuguesas no Atlântico. O que se quer,  ao contrário, é mostrar como essas duas partes unidas  pelo oceano se complementam num só sistema de  exploração colonial cuja  singularidade ainda marca profundamente o Brasil contemporâneo.

[…] 

A propósito do modo de escrever, é preciso notar que  o território do historiador da Colônia deve abranger  toda a extensão da lusofonia, da documentação ultra-marina onde estão registrados os contatos entre as  culturas que nos formaram. Além do mais, numa cultura tradicionalmente oral como a nossa, um meio privilegiado de patentear a presença do passado consiste  em dar relevo à perenidade das palavras. Das palavras,  dos coloquialismos – ainda vivos agora – grafados nos  textos, na linguagem das estradas, das ruelas e das  praias brasileiras. Por isso, da leitura dos documentos e dos textos seiscentistas, retomei expressões que  encadeiam a narrativa das oito partes do livro.

ALANCASTRO, Luiz Felipe. O trato dos viventes: formação do Brasil no 
Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. [prefácio]. 

Identifque abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com base no texto 1. 
( ) A primeira frase do texto 1 pode ser assim reescrita, sem prejuízo de sentido ou gramatical: “Formação do Brasil no Atlântico Sul” – o leitor, que leu a capa do livro, deve estar curioso com o subtítulo.
( ) Nas expressões sublinhadas no texto “colonização portuguesa”, “produção escravista”, “reprodução de escravos” e “exploração colonial” (segundo parágrafo), a primeira palavra corresponde à classe dos substantivos, sendo acompanhada por outra palavra ou expressão com valor de adjetivo.
( ) O verbo querer, expresso pela forma verbal “quer” (sublinhada no primeiro e no segundo parágrafo), tem, nas duas ocorrências, o signifcado de desejar.
( ) Os vocábulos sublinhados no texto “que” (primeiro parágrafo), “cuja” (segundo parágrafo) e “onde” (terceiro parágrafo) são pronomes relativos.
( ) O pronome oblíquo “nos” e o possessivo “nossa”, que aparecem no terceiro parágrafo, têm como referência específca o autor e os leitores do seu livro. 
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q418778 Noções de Informática
Na  questão  que  avalia  o  conhecimento  de  noção  de informática,  a  menos  que  seja  explicitamente  informado  o contrário,  considere  que  todos  os  programas  mencionados  estão em  configuração  padrão,  em  português,  que  o  mouse  está configurado  para  pessoas  destras,  que  expressões  como  clicar, clique  simples  e  clique  duplo  referem-se  a  cliques  com  o  botão esquerdo  do  mouse  e  que  teclar  corresponde  à  operação  de pressionar  uma  tecla  e,  rapidamente,  liberá-la,  acionando-a  apenas uma  vez.  Considere também  que  não  há  restrições  de  proteção,  de funcionamento  e  de  uso  em  relação  aos  programas,  arquivos, diretórios,  recursos e equipamentos  mencionados.
Nas alternativas a seguir são apresentadas algumas funções utilizadas pela planilha Cale (em português do Brasil) e suas respectivas descrições. Assinale a correta.
Alternativas
Q418777 Noções de Informática
Na  questão  que  avalia  o  conhecimento  de  noção  de informática,  a  menos  que  seja  explicitamente  informado  o contrário,  considere  que  todos  os  programas  mencionados  estão em  configuração  padrão,  em  português,  que  o  mouse  está configurado  para  pessoas  destras,  que  expressões  como  clicar, clique  simples  e  clique  duplo  referem-se  a  cliques  com  o  botão esquerdo  do  mouse  e  que  teclar  corresponde  à  operação  de pressionar  uma  tecla  e,  rapidamente,  liberá-la,  acionando-a  apenas uma  vez.  Considere também  que  não  há  restrições  de  proteção,  de funcionamento  e  de  uso  em  relação  aos  programas,  arquivos, diretórios,  recursos e equipamentos  mencionados.
O sistema operacional Linux é caracterizado por ser extremamente seguro. Uma das principais características de segurança do ambiente consiste nas permissões de acesso, que impedem o acesso indevido de pessoas ou programas não autorizados a arquivos e diretórios. Com relação a tais permissões, leia as afirmações a seguir.

I. O acesso aos arquivos e diretórios é definido por donos, grupos e outros usuários.
II. Dono é o usuário que criou o arquivo ou diretório, e somente este pode alterar as permissões de acesso do arquivo ou diretório.
III. Existem 3 tipos de permissões básicas, leitura (/), gravação (w) e execução (e), que são agrupadas por dono, grupo e outros.
IV. O uso do comando Is-al permite visualizar as permissões de acesso dos arquivos/subdiretórios do diretório atual.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q418776 Noções de Informática
Na  questão  que  avalia  o  conhecimento  de  noção  de informática,  a  menos  que  seja  explicitamente  informado  o contrário,  considere  que  todos  os  programas  mencionados  estão em  configuração  padrão,  em  português,  que  o  mouse  está configurado  para  pessoas  destras,  que  expressões  como  clicar, clique  simples  e  clique  duplo  referem-se  a  cliques  com  o  botão esquerdo  do  mouse  e  que  teclar  corresponde  à  operação  de pressionar  uma  tecla  e,  rapidamente,  liberá-la,  acionando-a  apenas uma  vez.  Considere também  que  não  há  restrições  de  proteção,  de funcionamento  e  de  uso  em  relação  aos  programas,  arquivos, diretórios,  recursos e equipamentos  mencionados.
Considere a estrutura de rede a seguir:

imagem-003.jpg

Baseado nos desenhos dos dispositivos, as lacunas I e II devem ser preenchidas correta e, respectivamente, com:
Alternativas
Q418775 Noções de Informática
Na  questão  que  avalia  o  conhecimento  de  noção  de informática,  a  menos  que  seja  explicitamente  informado  o contrário,  considere  que  todos  os  programas  mencionados  estão em  configuração  padrão,  em  português,  que  o  mouse  está configurado  para  pessoas  destras,  que  expressões  como  clicar, clique  simples  e  clique  duplo  referem-se  a  cliques  com  o  botão esquerdo  do  mouse  e  que  teclar  corresponde  à  operação  de pressionar  uma  tecla  e,  rapidamente,  liberá-la,  acionando-a  apenas uma  vez.  Considere também  que  não  há  restrições  de  proteção,  de funcionamento  e  de  uso  em  relação  aos  programas,  arquivos, diretórios,  recursos e equipamentos  mencionados.

Por padrão, sempre que plugamos um dispositivo USB ou inserimos um CD ou DVD no drive, o outorun é executado automaticamente. Autorun é uma tecnologia usada para iniciar programas automaticamente. Isso pode ser muito perigoso, se os programas executados tiverem infectados por vírus. O outorun no Windows 7 pode ser desativado a partir da execução da ferramenta gpedit.msc, que abre o:
Alternativas
Q418774 Noções de Informática
Na  questão  que  avalia  o  conhecimento  de  noção  de informática,  a  menos  que  seja  explicitamente  informado  o contrário,  considere  que  todos  os  programas  mencionados  estão em  configuração  padrão,  em  português,  que  o  mouse  está configurado  para  pessoas  destras,  que  expressões  como  clicar, clique  simples  e  clique  duplo  referem-se  a  cliques  com  o  botão esquerdo  do  mouse  e  que  teclar  corresponde  à  operação  de pressionar  uma  tecla  e,  rapidamente,  liberá-la,  acionando-a  apenas uma  vez.   Considere também  que  não  há  restrições  de  proteção,de funcionamento  e  de  uso  em  relação  aos  programas,  arquivos, diretórios,  recursos e equipamentos  mencionados.
Sobre o Lync 2013, é correto afirmar que:
Alternativas
Q418771 Legislação Federal
O Código de Ética e de Conduta Empresarial do SERPRO em seu item 2 apresenta os componentes estratégicos empresariais formadores da base conceituai que direciona o comportamento e a ação dos dirigentes e empregados do SERPRO. Dentre esses componentes, estão incluídos alguns valores. Assinale a alternativa cujo conteúdo não constitui um deles.
Alternativas
Q418769 Legislação Federal
Assinale a alternativa que, de acordo com o Código de Ética e de Conduta Empresarial do SERPRO, constitui conduta aceitável aos dirigentes e aos empregados do SERPRO.
Alternativas
Q418759 Direito Administrativo
A administração pública corresponde à atividade das autoridades públicas com o objetivo da satisfação das necessidades de interesse da população. Ela é constituída pelas administrações direta e indireta. Assinale a alternativa que apresenta a correta definição para as duas.
Alternativas
Q418758 Português
Para responder à questão, leia a tirinha.

imagem-002.jpg
(http://virtuolt.forumr.net/t22-tirinha-do-nerd)
A palavra "está", que aparece no primeiro quadrinho, deveria ser acentuada, pela mesma razão que está acentuada qual das seguintes palavras?
Alternativas
Q418757 Português
Para responder à questão, leia a tirinha.

imagem-002.jpg
(http://virtuolt.forumr.net/t22-tirinha-do-nerd)
As formas verbais "cria" e "é", que aparecem no primeiro quadrinho, estão flexionadas no:
Alternativas
Q418756 Português
Para responder à questão, leia a tirinha.

imagem-002.jpg
(http://virtuolt.forumr.net/t22-tirinha-do-nerd)
Sobre a pontuação do texto das tirinhas, é correto afirmar que:
Alternativas
Q418755 Português

Para responder à questão, leia a tirinha


Sobre os quadrinhos, analise as afirmações.

I. Texto verbal e não verbal, em conjunto, contribuem para a construção do humor.
II. Há, no texto, passagens em que a linguagem não é literal, como ocorre com a palavra "museu".
III. A palavra "laser", no contexto em que aparece, deveria ser grafada com "z".
IV. As palavras "máquina" e "museu" têm exatamente o mesmo referencial concreto: um computador Core i7 com 8 gigas de RAM.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q418752 Português

     Homens são maioria em financiamento coletivo pela internet

        Pesquisa mostra que os projetos de crowdfunding que fomentam atividades artísticas e culturais são os que despertam mais interesse dos financiadores


             Um homem, morador do Sudeste, entre 25 e 30 anos, com renda de R$ 3 mil a R$6 mil mensais, funcionário de uma empresa privada da área de comunicação, administração ou tecnologia. Esse é o perfil da maioria dos que participam de financiamentos coletivos de projetos pela internet, os chamados crowdfundings, de acordo com pesquisa realizada em parceria entre o Catarse, comunidade de financiamento coletivo do País, e a Chorus, empresa de pesquisa com foco em projetos de cultura e sociedade.
             O crowdfunding é usado para obtenção de capital, principalmente de pessoas físicas e através da internet, com o objetivo de colaborar com uma gama de setores, que vai de pequenos negócios e startups a demandas de regiões afetadas por desastres naturais, mas também com forte participação de projetos culturais.
             Segundo a pesquisa, os homens são maioria (59%) e o grupo com formação superior completa é o que mais tem participantes na plataforma de financiamento (39%). Os participantes de crowdfunding classificam como "freqüente" o hábito de fazer compras pela internet. A esmagadora maioria busca informações em sites e portais de notícias (81%) e nas mídias sociais (80%). Jornais aparecem na seqüência como fonte de informação (55%), antes de televisão (46%), revistas (43%) e rádio (43%).
             Apesar de o usuário padrão, de acordo com a pesquisa, ter renda entre RS 3 mil e R$ 6 mil (29%), o grupo que forma a maioria das pessoas (64%) nessa rede coletiva de financiadores de projetos tem salário mais baixo, de até R$ 6 mil por mês. Entre os mais ricos, a participação é menor. Os que ganham entre R$ 6 mil e R$ 10 mil, por exemplo, respondem por 14% do total de participantes do crowdfunding.
             O Sudeste, que concentra 42% da população brasileira, engloba 63% dos participantes de financiamento coletivo. No Nordeste, o total de participantes é de 9% da população. A menor proporção dos participantes de crowdfunding é concentrada na região Norte - apenas 1%.
             O Retrato do Financiamento Coletivo no Brasil tenta traçar o cenário do crowdfunding brasileiro e, para isso, colocou questões para a base de usuários, assinantes de newsletter e seguidores do Catarse em redes sociais. No total, foram consultadas 3.336 pessoas, que responderam a um questionário entre 29 de agosto e 17 de setembro do ano passado. A margem de erro é de 1,7%.


                                                   (www. estadao. com. br)

A expressão "para isso", que aparece em destaque no texto, introduz uma circunstância de:
Alternativas
Q418751 Português

     Homens são maioria em financiamento coletivo pela internet

        Pesquisa mostra que os projetos de crowdfunding que fomentam atividades artísticas e culturais são os que despertam mais interesse dos financiadores


             Um homem, morador do Sudeste, entre 25 e 30 anos, com renda de R$ 3 mil a R$6 mil mensais, funcionário de uma empresa privada da área de comunicação, administração ou tecnologia. Esse é o perfil da maioria dos que participam de financiamentos coletivos de projetos pela internet, os chamados crowdfundings, de acordo com pesquisa realizada em parceria entre o Catarse, comunidade de financiamento coletivo do País, e a Chorus, empresa de pesquisa com foco em projetos de cultura e sociedade.
             O crowdfunding é usado para obtenção de capital, principalmente de pessoas físicas e através da internet, com o objetivo de colaborar com uma gama de setores, que vai de pequenos negócios e startups a demandas de regiões afetadas por desastres naturais, mas também com forte participação de projetos culturais.
             Segundo a pesquisa, os homens são maioria (59%) e o grupo com formação superior completa é o que mais tem participantes na plataforma de financiamento (39%). Os participantes de crowdfunding classificam como "freqüente" o hábito de fazer compras pela internet. A esmagadora maioria busca informações em sites e portais de notícias (81%) e nas mídias sociais (80%). Jornais aparecem na seqüência como fonte de informação (55%), antes de televisão (46%), revistas (43%) e rádio (43%).
             Apesar de o usuário padrão, de acordo com a pesquisa, ter renda entre RS 3 mil e R$ 6 mil (29%), o grupo que forma a maioria das pessoas (64%) nessa rede coletiva de financiadores de projetos tem salário mais baixo, de até R$ 6 mil por mês. Entre os mais ricos, a participação é menor. Os que ganham entre R$ 6 mil e R$ 10 mil, por exemplo, respondem por 14% do total de participantes do crowdfunding.
             O Sudeste, que concentra 42% da população brasileira, engloba 63% dos participantes de financiamento coletivo. No Nordeste, o total de participantes é de 9% da população. A menor proporção dos participantes de crowdfunding é concentrada na região Norte - apenas 1%.
             O Retrato do Financiamento Coletivo no Brasil tenta traçar o cenário do crowdfunding brasileiro e, para isso, colocou questões para a base de usuários, assinantes de newsletter e seguidores do Catarse em redes sociais. No total, foram consultadas 3.336 pessoas, que responderam a um questionário entre 29 de agosto e 17 de setembro do ano passado. A margem de erro é de 1,7%.


                                                   (www. estadao. com. br)

Releia o seguinte trecho do texto:

"Apesar de o usuário padrão, de acordo com a pesquisa, ter renda entre RS 3 mil e R$ 6 mil (29%), o grupo que forma a maioria das pessoas (64%) nessa rede coletiva de financiadores de projetos tem salário mais baixo, de até R$ 6 mil por mês."

Agora, assinale a alternativa em que ele tenha sido reescrito sem alteração significativa de sentido e sem desvios em relação à norma padrão.
Alternativas
Q418750 Português

     Homens são maioria em financiamento coletivo pela internet

        Pesquisa mostra que os projetos de crowdfunding que fomentam atividades artísticas e culturais são os que despertam mais interesse dos financiadores


             Um homem, morador do Sudeste, entre 25 e 30 anos, com renda de R$ 3 mil a R$6 mil mensais, funcionário de uma empresa privada da área de comunicação, administração ou tecnologia. Esse é o perfil da maioria dos que participam de financiamentos coletivos de projetos pela internet, os chamados crowdfundings, de acordo com pesquisa realizada em parceria entre o Catarse, comunidade de financiamento coletivo do País, e a Chorus, empresa de pesquisa com foco em projetos de cultura e sociedade.
             O crowdfunding é usado para obtenção de capital, principalmente de pessoas físicas e através da internet, com o objetivo de colaborar com uma gama de setores, que vai de pequenos negócios e startups a demandas de regiões afetadas por desastres naturais, mas também com forte participação de projetos culturais.
             Segundo a pesquisa, os homens são maioria (59%) e o grupo com formação superior completa é o que mais tem participantes na plataforma de financiamento (39%). Os participantes de crowdfunding classificam como "freqüente" o hábito de fazer compras pela internet. A esmagadora maioria busca informações em sites e portais de notícias (81%) e nas mídias sociais (80%). Jornais aparecem na seqüência como fonte de informação (55%), antes de televisão (46%), revistas (43%) e rádio (43%).
             Apesar de o usuário padrão, de acordo com a pesquisa, ter renda entre RS 3 mil e R$ 6 mil (29%), o grupo que forma a maioria das pessoas (64%) nessa rede coletiva de financiadores de projetos tem salário mais baixo, de até R$ 6 mil por mês. Entre os mais ricos, a participação é menor. Os que ganham entre R$ 6 mil e R$ 10 mil, por exemplo, respondem por 14% do total de participantes do crowdfunding.
             O Sudeste, que concentra 42% da população brasileira, engloba 63% dos participantes de financiamento coletivo. No Nordeste, o total de participantes é de 9% da população. A menor proporção dos participantes de crowdfunding é concentrada na região Norte - apenas 1%.
             O Retrato do Financiamento Coletivo no Brasil tenta traçar o cenário do crowdfunding brasileiro e, para isso, colocou questões para a base de usuários, assinantes de newsletter e seguidores do Catarse em redes sociais. No total, foram consultadas 3.336 pessoas, que responderam a um questionário entre 29 de agosto e 17 de setembro do ano passado. A margem de erro é de 1,7%.


                                                   (www. estadao. com. br)

Sobre a palavra "esse", que aparece em destaque no primeiro parágrafo, analise as afirmações.

I. Morfologicamente, trata-se de um pronome demonstrativo.
II. Participa de um processo de coesão referencial endofórica anafórica.
III. Retoma ideias presentes no período antecedente.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
1621: B
1622: E
1623: B
1624: C
1625: D
1626: A
1627: C
1628: A
1629: A
1630: A
1631: B
1632: B
1633: D
1634: B
1635: C
1636: D
1637: D
1638: C
1639: B
1640: E