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Q3967029 Português
Leia o texto e responda à questão.

O mito do “multitarefa”: a mente em 15 abas e a sensação de não concluir nada

Eu descobri que minha mente não é um cérebro. É um navegador. E eu sou o tipo de pessoa que abre abas como quem coleciona possibilidades: com entusiasmo, sem critério e com a esperança ingênua de que “depois eu volto”.

Começa sempre com uma intenção nobre. Vou responder um e-mail. Abro o computador, encaro a caixa de entrada e penso: “Agora vai”. Aí vejo uma mensagem pedindo um arquivo. Preciso achar o arquivo. Abro a pasta. Não lembro onde salvei. Pesquiso pelo nome. Aparecem três versões: “final”, “final mesmo” e “final agora vai”. Abro as três, para comparar. Três abas mentais.

No meio disso, lembro que tenho que pagar uma conta. Abro o app do banco. Ele pede senha, biometria, confirmação por SMS e, se pudesse, pediria uma redação sobre responsabilidade financeira. Enquanto espero o código, olho uma notificação: “Você tem 24 mensagens não lidas”. Eu não tenho 24 mensagens. Eu tenho 24 pequenas urgências em formato de balão.

Eu volto para o e-mail. Escrevo “Olá, tudo bem?”. Pauso. Porque aparece a dúvida existencial do multitarefa: eu ponho vírgula depois do “Olá”? Eu estou sendo formal demais? Releio. De repente, estou revisando o tom, a pontuação e o sentido da vida.

Aí eu lembro do café. Vou até a cozinha. No caminho, vejo a pia. A pia olha para mim como um lembrete de que eu tenho um lar e um passado. Eu lavo uma xícara “rapidinho”. Só que “rapidinho” é uma palavra mentirosa. Quando vejo, estou lavando mais três coisas, organizando a esponja e pensando que talvez eu devesse comprar uma plantinha, porque adultos compram plantinhas para se sentirem equilibrados.

Volto para o computador com o café. Sento. Abro a aba errada. Estou lendo sobre plantas. Como cheguei aqui? Ah, sim: a plantinha. O algoritmo, sempre gentil, me oferece “10 plantas que sobrevivem a quem esquece de regar”. Eu me sinto visto.

Fecho. Ou tento fechar. Porque surge um pop-up: “Você tem certeza que deseja sair?”. O computador tem mais cuidado comigo do que eu mesmo. Abro o documento do arquivo “final”. Percebo um erro. Vou corrigir. Mas antes, preciso confirmar um dado.

Abro uma busca rápida. A busca rápida vira um buraco. Em dois cliques, estou lendo uma discussão de 2017 entre desconhecidos com opiniões fortes e pouca pontuação. Eu nem concordo com ninguém, mas sigo lendo, como se fosse importante para a minha carreira.

Meu celular vibra. Mensagem. Eu respondo. Enquanto respondo, alguém manda áudio. Eu ouço no 1,5x, porque eu sou multitarefa e moderno. O áudio fala de um assunto que exige resposta cuidadosa. Eu penso “vou responder depois”. Só que “depois” é a prateleira onde eu guardo tudo o que eu não quero lidar agora. Essa prateleira está lotada.

Em algum momento, eu olho para o alto da tela: 15 abas abertas. Quinze. Algumas são úteis. Outras são lembranças de decisões interrompidas. Uma delas é uma música que eu nem dei play. Ela está ali apenas para me julgar em silêncio.

O mito do multitarefa é que ele parece eficiência. Na prática, ele é uma forma elegante de fragmentar a atenção. Você faz um pouco de tudo e termina com a sensação de não ter feito nada. É como cozinhar 15 pratos ao mesmo tempo e, no fim, comer biscoito em pé.

No final do dia, eu fecho o notebook e sinto uma vitória estranha: não resolvi tudo, mas sobrevivi ao meu próprio navegador mental. E penso que talvez a solução não seja fazer mais coisas. Talvez seja fechar abas. Uma de cada vez. E, principalmente, aceitar que foco não é uma virtude mística. É só uma escolha repetida. Com teimosia. E com menos “rapidinhos”.

Fonte: Banca Examinadora
No período “Volto para o e-mail… Pauso. Porque aparece a dúvida…”, o “Porque” introduz, no contexto,
Alternativas
Q3967028 Português
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O mito do “multitarefa”: a mente em 15 abas e a sensação de não concluir nada

Eu descobri que minha mente não é um cérebro. É um navegador. E eu sou o tipo de pessoa que abre abas como quem coleciona possibilidades: com entusiasmo, sem critério e com a esperança ingênua de que “depois eu volto”.

Começa sempre com uma intenção nobre. Vou responder um e-mail. Abro o computador, encaro a caixa de entrada e penso: “Agora vai”. Aí vejo uma mensagem pedindo um arquivo. Preciso achar o arquivo. Abro a pasta. Não lembro onde salvei. Pesquiso pelo nome. Aparecem três versões: “final”, “final mesmo” e “final agora vai”. Abro as três, para comparar. Três abas mentais.

No meio disso, lembro que tenho que pagar uma conta. Abro o app do banco. Ele pede senha, biometria, confirmação por SMS e, se pudesse, pediria uma redação sobre responsabilidade financeira. Enquanto espero o código, olho uma notificação: “Você tem 24 mensagens não lidas”. Eu não tenho 24 mensagens. Eu tenho 24 pequenas urgências em formato de balão.

Eu volto para o e-mail. Escrevo “Olá, tudo bem?”. Pauso. Porque aparece a dúvida existencial do multitarefa: eu ponho vírgula depois do “Olá”? Eu estou sendo formal demais? Releio. De repente, estou revisando o tom, a pontuação e o sentido da vida.

Aí eu lembro do café. Vou até a cozinha. No caminho, vejo a pia. A pia olha para mim como um lembrete de que eu tenho um lar e um passado. Eu lavo uma xícara “rapidinho”. Só que “rapidinho” é uma palavra mentirosa. Quando vejo, estou lavando mais três coisas, organizando a esponja e pensando que talvez eu devesse comprar uma plantinha, porque adultos compram plantinhas para se sentirem equilibrados.

Volto para o computador com o café. Sento. Abro a aba errada. Estou lendo sobre plantas. Como cheguei aqui? Ah, sim: a plantinha. O algoritmo, sempre gentil, me oferece “10 plantas que sobrevivem a quem esquece de regar”. Eu me sinto visto.

Fecho. Ou tento fechar. Porque surge um pop-up: “Você tem certeza que deseja sair?”. O computador tem mais cuidado comigo do que eu mesmo. Abro o documento do arquivo “final”. Percebo um erro. Vou corrigir. Mas antes, preciso confirmar um dado.

Abro uma busca rápida. A busca rápida vira um buraco. Em dois cliques, estou lendo uma discussão de 2017 entre desconhecidos com opiniões fortes e pouca pontuação. Eu nem concordo com ninguém, mas sigo lendo, como se fosse importante para a minha carreira.

Meu celular vibra. Mensagem. Eu respondo. Enquanto respondo, alguém manda áudio. Eu ouço no 1,5x, porque eu sou multitarefa e moderno. O áudio fala de um assunto que exige resposta cuidadosa. Eu penso “vou responder depois”. Só que “depois” é a prateleira onde eu guardo tudo o que eu não quero lidar agora. Essa prateleira está lotada.

Em algum momento, eu olho para o alto da tela: 15 abas abertas. Quinze. Algumas são úteis. Outras são lembranças de decisões interrompidas. Uma delas é uma música que eu nem dei play. Ela está ali apenas para me julgar em silêncio.

O mito do multitarefa é que ele parece eficiência. Na prática, ele é uma forma elegante de fragmentar a atenção. Você faz um pouco de tudo e termina com a sensação de não ter feito nada. É como cozinhar 15 pratos ao mesmo tempo e, no fim, comer biscoito em pé.

No final do dia, eu fecho o notebook e sinto uma vitória estranha: não resolvi tudo, mas sobrevivi ao meu próprio navegador mental. E penso que talvez a solução não seja fazer mais coisas. Talvez seja fechar abas. Uma de cada vez. E, principalmente, aceitar que foco não é uma virtude mística. É só uma escolha repetida. Com teimosia. E com menos “rapidinhos”.

Fonte: Banca Examinadora
Ao afirmar “O computador tem mais cuidado comigo do que eu mesmo”, o narrador sugere, principalmente, que
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Q3967027 Português
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O mito do “multitarefa”: a mente em 15 abas e a sensação de não concluir nada

Eu descobri que minha mente não é um cérebro. É um navegador. E eu sou o tipo de pessoa que abre abas como quem coleciona possibilidades: com entusiasmo, sem critério e com a esperança ingênua de que “depois eu volto”.

Começa sempre com uma intenção nobre. Vou responder um e-mail. Abro o computador, encaro a caixa de entrada e penso: “Agora vai”. Aí vejo uma mensagem pedindo um arquivo. Preciso achar o arquivo. Abro a pasta. Não lembro onde salvei. Pesquiso pelo nome. Aparecem três versões: “final”, “final mesmo” e “final agora vai”. Abro as três, para comparar. Três abas mentais.

No meio disso, lembro que tenho que pagar uma conta. Abro o app do banco. Ele pede senha, biometria, confirmação por SMS e, se pudesse, pediria uma redação sobre responsabilidade financeira. Enquanto espero o código, olho uma notificação: “Você tem 24 mensagens não lidas”. Eu não tenho 24 mensagens. Eu tenho 24 pequenas urgências em formato de balão.

Eu volto para o e-mail. Escrevo “Olá, tudo bem?”. Pauso. Porque aparece a dúvida existencial do multitarefa: eu ponho vírgula depois do “Olá”? Eu estou sendo formal demais? Releio. De repente, estou revisando o tom, a pontuação e o sentido da vida.

Aí eu lembro do café. Vou até a cozinha. No caminho, vejo a pia. A pia olha para mim como um lembrete de que eu tenho um lar e um passado. Eu lavo uma xícara “rapidinho”. Só que “rapidinho” é uma palavra mentirosa. Quando vejo, estou lavando mais três coisas, organizando a esponja e pensando que talvez eu devesse comprar uma plantinha, porque adultos compram plantinhas para se sentirem equilibrados.

Volto para o computador com o café. Sento. Abro a aba errada. Estou lendo sobre plantas. Como cheguei aqui? Ah, sim: a plantinha. O algoritmo, sempre gentil, me oferece “10 plantas que sobrevivem a quem esquece de regar”. Eu me sinto visto.

Fecho. Ou tento fechar. Porque surge um pop-up: “Você tem certeza que deseja sair?”. O computador tem mais cuidado comigo do que eu mesmo. Abro o documento do arquivo “final”. Percebo um erro. Vou corrigir. Mas antes, preciso confirmar um dado.

Abro uma busca rápida. A busca rápida vira um buraco. Em dois cliques, estou lendo uma discussão de 2017 entre desconhecidos com opiniões fortes e pouca pontuação. Eu nem concordo com ninguém, mas sigo lendo, como se fosse importante para a minha carreira.

Meu celular vibra. Mensagem. Eu respondo. Enquanto respondo, alguém manda áudio. Eu ouço no 1,5x, porque eu sou multitarefa e moderno. O áudio fala de um assunto que exige resposta cuidadosa. Eu penso “vou responder depois”. Só que “depois” é a prateleira onde eu guardo tudo o que eu não quero lidar agora. Essa prateleira está lotada.

Em algum momento, eu olho para o alto da tela: 15 abas abertas. Quinze. Algumas são úteis. Outras são lembranças de decisões interrompidas. Uma delas é uma música que eu nem dei play. Ela está ali apenas para me julgar em silêncio.

O mito do multitarefa é que ele parece eficiência. Na prática, ele é uma forma elegante de fragmentar a atenção. Você faz um pouco de tudo e termina com a sensação de não ter feito nada. É como cozinhar 15 pratos ao mesmo tempo e, no fim, comer biscoito em pé.

No final do dia, eu fecho o notebook e sinto uma vitória estranha: não resolvi tudo, mas sobrevivi ao meu próprio navegador mental. E penso que talvez a solução não seja fazer mais coisas. Talvez seja fechar abas. Uma de cada vez. E, principalmente, aceitar que foco não é uma virtude mística. É só uma escolha repetida. Com teimosia. E com menos “rapidinhos”.

Fonte: Banca Examinadora
A organização do texto em sequências curtas (“Abro… Pauso… Volto… Fecho…”) contribui para o sentido global porque
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Q3967026 Português
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O mito do “multitarefa”: a mente em 15 abas e a sensação de não concluir nada

Eu descobri que minha mente não é um cérebro. É um navegador. E eu sou o tipo de pessoa que abre abas como quem coleciona possibilidades: com entusiasmo, sem critério e com a esperança ingênua de que “depois eu volto”.

Começa sempre com uma intenção nobre. Vou responder um e-mail. Abro o computador, encaro a caixa de entrada e penso: “Agora vai”. Aí vejo uma mensagem pedindo um arquivo. Preciso achar o arquivo. Abro a pasta. Não lembro onde salvei. Pesquiso pelo nome. Aparecem três versões: “final”, “final mesmo” e “final agora vai”. Abro as três, para comparar. Três abas mentais.

No meio disso, lembro que tenho que pagar uma conta. Abro o app do banco. Ele pede senha, biometria, confirmação por SMS e, se pudesse, pediria uma redação sobre responsabilidade financeira. Enquanto espero o código, olho uma notificação: “Você tem 24 mensagens não lidas”. Eu não tenho 24 mensagens. Eu tenho 24 pequenas urgências em formato de balão.

Eu volto para o e-mail. Escrevo “Olá, tudo bem?”. Pauso. Porque aparece a dúvida existencial do multitarefa: eu ponho vírgula depois do “Olá”? Eu estou sendo formal demais? Releio. De repente, estou revisando o tom, a pontuação e o sentido da vida.

Aí eu lembro do café. Vou até a cozinha. No caminho, vejo a pia. A pia olha para mim como um lembrete de que eu tenho um lar e um passado. Eu lavo uma xícara “rapidinho”. Só que “rapidinho” é uma palavra mentirosa. Quando vejo, estou lavando mais três coisas, organizando a esponja e pensando que talvez eu devesse comprar uma plantinha, porque adultos compram plantinhas para se sentirem equilibrados.

Volto para o computador com o café. Sento. Abro a aba errada. Estou lendo sobre plantas. Como cheguei aqui? Ah, sim: a plantinha. O algoritmo, sempre gentil, me oferece “10 plantas que sobrevivem a quem esquece de regar”. Eu me sinto visto.

Fecho. Ou tento fechar. Porque surge um pop-up: “Você tem certeza que deseja sair?”. O computador tem mais cuidado comigo do que eu mesmo. Abro o documento do arquivo “final”. Percebo um erro. Vou corrigir. Mas antes, preciso confirmar um dado.

Abro uma busca rápida. A busca rápida vira um buraco. Em dois cliques, estou lendo uma discussão de 2017 entre desconhecidos com opiniões fortes e pouca pontuação. Eu nem concordo com ninguém, mas sigo lendo, como se fosse importante para a minha carreira.

Meu celular vibra. Mensagem. Eu respondo. Enquanto respondo, alguém manda áudio. Eu ouço no 1,5x, porque eu sou multitarefa e moderno. O áudio fala de um assunto que exige resposta cuidadosa. Eu penso “vou responder depois”. Só que “depois” é a prateleira onde eu guardo tudo o que eu não quero lidar agora. Essa prateleira está lotada.

Em algum momento, eu olho para o alto da tela: 15 abas abertas. Quinze. Algumas são úteis. Outras são lembranças de decisões interrompidas. Uma delas é uma música que eu nem dei play. Ela está ali apenas para me julgar em silêncio.

O mito do multitarefa é que ele parece eficiência. Na prática, ele é uma forma elegante de fragmentar a atenção. Você faz um pouco de tudo e termina com a sensação de não ter feito nada. É como cozinhar 15 pratos ao mesmo tempo e, no fim, comer biscoito em pé.

No final do dia, eu fecho o notebook e sinto uma vitória estranha: não resolvi tudo, mas sobrevivi ao meu próprio navegador mental. E penso que talvez a solução não seja fazer mais coisas. Talvez seja fechar abas. Uma de cada vez. E, principalmente, aceitar que foco não é uma virtude mística. É só uma escolha repetida. Com teimosia. E com menos “rapidinhos”.

Fonte: Banca Examinadora
A crítica do narrador ao “multitarefa” se apoia, de modo implícito, no pressuposto de que
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Q3924870 Pedagogia
De acordo com a LDB, o poder público poderá viabilizar e estimular o acesso e a permanência do trabalhador na escola mediante ações integradas, mas sem prever a redução da idade mínima de 18 anos para a conclusão do ensino médio na EJA como uma dessas ações. 
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Q3924869 Pedagogia
Um aluno da EJA que sabe enviar mensagens por aplicativos e fazer pesquisas em buscadores da internet pode ser considerado plenamente letrado digitalmente, independentemente de sua capacidade de avaliar a confiabilidade das fontes ou proteger seus dados pessoais. 
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Q3924868 Pedagogia
A promoção de uma cultura de paz no ambiente da EJA transcende a mera ausência de violência física, envolvendo a abordagem de temas como a valorização da diversidade, o respeito aos direitos humanos e o combate a todas as formas de preconceito e violência estrutural. 
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Q3924867 Pedagogia
A utilização de Recursos Educacionais Abertos (REA) na EJA implica necessariamente custos de licenciamento para a escola, pois, embora sejam de livre acesso, sua adaptação e redistribuição são controladas por direitos autorais restritivos.
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Q3924866 Pedagogia
Na EJA, a avaliação formativa e a avaliação classificatória são processos mutuamente excludentes; se um professor adota a avaliação formativa para acompanhar o progresso dos alunos, ele está impedido de atribuir notas ou conceitos ao final de um período letivo para fins de registro e certificação.
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Q3924865 Pedagogia
Situação hipotética: Um professor de EJA, partindo do tema "Direitos do Consumidor", planejou uma sequência que se inicia com a análise de uma conta de telefone, seguida pela leitura de trechos do CDC, e culmina na produção de uma carta de reclamação. Assertiva: Essa organização caracteriza uma sequência didática, pois apresenta uma série ordenada de passos com um objetivo claro, partindo de um problema para a construção de conhecimento. 
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Q3924864 Pedagogia
O uso de tecnologias assistivas em salas de EJA, como softwares leitores de tela, deve ser restrito aos estudantes com laudo médico de deficiência, sendo vedada sua utilização por outros alunos, mesmo que estes apresentem dificuldades de aprendizagem temporárias.
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Q3924863 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) estabelece uma estrutura rígida e seriada para a organização da EJA, vedando a possibilidade de organização semestral, por módulos ou por alternância regular de períodos de estudos, a fim de garantir a equivalência com o ensino regular.
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Q3924862 Pedagogia
O planejamento de atividades de produção textual na EJA deve priorizar gêneros de circulação social que sejam funcionais e significativos para os estudantes, como a escrita de um e-mail de trabalho ou o preenchimento de um formulário, em detrimento da prática exclusiva de gêneros escolares tradicionais.
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Q3924861 Pedagogia
O desenvolvimento da consciência fonológica em jovens e adultos em processo de alfabetização é um componente crucial, pois a habilidade de manipular os sons da fala facilita a compreensão do princípio alfabético e a aprendizagem da leitura e da escrita.
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Q3924860 Pedagogia
As estratégias para garantir a permanência e o êxito dos estudantes na EJA devem se concentrar exclusivamente em fatores intraescolares, como a qualidade do ensino, desconsiderando fatores extraescolares como condições de trabalho e transporte, pois estes estão fora do alcance da gestão educacional.
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Q3924859 Pedagogia
Situação hipotética: Para incluir um aluno com baixa visão em uma turma de EJA, o professor disponibiliza os textos em formato ampliado e digital, permite o uso de um gravador e realiza avaliações orais. Assertiva: Essas ações configuram adaptações de acesso ao currículo, medidas essenciais para garantir a participação e a aprendizagem do estudante.
Alternativas
Q3924858 Pedagogia
Promover o letramento científico na EJA equivale a ensinar as teorias e fórmulas das disciplinas de Física, Química e Biologia de forma aprofundada, priorizando o rigor conceitual em detrimento da aplicação do conhecimento para a compreensão de fenômenos do cotidiano.
Alternativas
Q3924857 Pedagogia
O público da EJA é caracterizado pela homogeneidade, sendo composto majoritariamente por trabalhadores rurais idosos com baixa ou nenhuma escolarização, o que permite a adoção de um planejamento pedagógico padronizado para todas as turmas dessa modalidade. 
Alternativas
Q3924856 Pedagogia
A organização curricular da EJA em módulos ou por eixos temáticos é uma alternativa flexível ao modelo seriado, na qual o aluno pode ser certificado em cada etapa concluída com aproveitamento, o que favorece a permanência mesmo que o percurso completo seja interrompido temporariamente.
Alternativas
Q3924855 Pedagogia
O princípio da educação ao longo da vida, um dos fundamentos da EJA, refere-se exclusivamente à necessidade de os adultos retornarem à escola para concluir a educação básica formal que não tiveram oportunidade de cursar na idade apropriada.
Alternativas
Respostas
101: A
102: C
103: B
104: D
105: C
106: E
107: C
108: E
109: E
110: C
111: E
112: E
113: C
114: C
115: E
116: C
117: E
118: E
119: C
120: E