Questões de Concurso
Para professor - educação de jovens e adultos
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(1º§) A expressão "era digital" se aplica à onipresença da informação como entorno simbólico e de socialização de crianças, adolescentes, jovens e adultos. É um entorno evoluído do modelo da televisão, para diferentes telas e artefatos, que ajustam interações narrativas visuais complexas (videogames, celulares, totens, tabletes, etc.), ligadas pela web. Esse entorno constitui, assim, um mosaico de dados que, na maioria das vezes, não produz formação e sim, perplexidade e desorientação. (GÓMEZ, 2015, p. 18).
(2º§) E está implicado em um novo processo de decodificação audiovisual, "que nem exige a técnica da leitura", do tipo reconhecido por meio da linguagem escrita e articulada. "O mundo da tela é muito diferente da página escrita, requer uma vida intelectual, perceptiva, associativa e reativa muito distinta". (GÓMEZ, 2015, p. 20).
(3º§) Aprender a "linguagem da tela", das "tecnologias da interrupção" chega a ser tão necessário como a alfabetização relacionada com a leitura e a escrita verbais. Consequentemente, preparar os cidadãos não só para ler e escrever nas plataformas multimídias, mas para que se envolvam com esse mundo, compreendendo a natureza intrincada, conectada, da vida contemporânea, torna-se um imperativo ético e também uma necessidade técnica. (GÓMEZ, 2015, p. 21)
(4º§) Esse mosaico não pode produzir formação a priori, porque seu potencial educativo, oferecido pela revolução eletrônica, sofre mediação da economia de mercado, a serviço das transações comerciais. A serviço do mercado, uma noção como a de 'verdade' "importa menos do que a popularidade ou a intensidade da experiência emocional que se propõe". (GÓMEZ, 2015, p. 23).
(5º§) Quando a criança tem acesso ilimitado a uma quantidade de informações fragmentadas, que vão além de sua capacidade de organização em esquemas compreensivos, ela dispersa sua atenção e satura sua memória. A criança passa a se ocupar com "diferentes tarefas simultâneas, as multitarefas". No entanto, não experimenta tarefas que permitem o conhecimento que a atenção concentrada em um único foco possibilita (GÓMEZ, 2015, p. 26).
(6º§) É preciso equilibrar essas duas capacidades (a de realizar diferentes tarefas simultaneamente e a de atenção focada). Aqui entra em jogo um cenário em que a educação não se orienta por mais tempo de transmissão de conhecimento e aprendizado, por meio de mais aulas. Essa condição carrega o sentido do termo "educativa" aplicada à escola. A formação requer o cenário em que pais, mães e educadores vivenciem: a escola em um território aberto, competindo com outros serviços e instituições pelo interesse dos alunos e das famílias, sem o papel determinante na definição do que constitui a aprendizagem e o conhecimento válidos, tampouco na definição do ritmo, da sequência e da estrutura de programa estudos fechados. (GÓMEZ, 2015, p. 30)
(7º§) Estamos diante da primeira geração que domina as poderosas ferramentas digitais que são utilizadas para acessar e processar a informação que interfere na vida econômica, política e social, e ela faz isso melhor do que os mais velhos: pais, mães e professores. (GÓMEZ, 2015, p. 27)
(8º§) Quais são os desafios dessa era para estudantes que vivem nos territórios desfavorecidos do ponto de vista econômico, social e cultural? Aqui entram as políticas públicas e o sentido de reivindicarmos mais tempo diário de escola. Especialmente nesses contextos, reconhecer as desigualdades de classe, étnico-raciais, de gênero e de acesso à tecnologia não é tarefa trivial. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(9º§) É uma tarefa que combina esforços para superar a tendência de igualar a inteligência com uma forma de atividade acadêmica que prima pelo pensamento verbal e matemático, desconsiderando as múltiplas formas de inteligência possíveis, especialmente as artísticas, que priorizam a abstração e o conhecimento proposicional, a discussão verbal sobre o conhecimento aplicado, a inovação e o raciocínio hipotético-dedutivo sobre a indução, a analogia e a intuição, a análise sobre a ação, o discurso sobre a prática, para contrapor a vida racional à vida afetiva. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(10º§) Fazer música, pintura, teatro, poesia, romance, dança, etc, não é considerado atividade acadêmica, mas escrever ensaios e críticas sobre tais artes, sim. O racionalismo e o empirismo, que constituem as bases do academicismo vigente, têm permeado a vida social, cultural, científica e política moderna e contemporânea e configurado, assim, a vida escolar nos últimos dois séculos. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(11º§) Explore bem a "era digital". Eduque-se e repasse os conhecimentos para que todos cresçam em plena harmonia!
(GÓMEZ, A. I. Perez. Educação na Era Digital: a escola educativa. Tradução Marisa Guedes. Porto Alegre: Penso, 2015. 192) – (Adaptado)

(1º§) A expressão "era digital" se aplica à onipresença da informação como entorno simbólico e de socialização de crianças, adolescentes, jovens e adultos. É um entorno evoluído do modelo da televisão, para diferentes telas e artefatos, que ajustam interações narrativas visuais complexas (videogames, celulares, totens, tabletes, etc.), ligadas pela web. Esse entorno constitui, assim, um mosaico de dados que, na maioria das vezes, não produz formação e sim, perplexidade e desorientação. (GÓMEZ, 2015, p. 18).
(2º§) E está implicado em um novo processo de decodificação audiovisual, "que nem exige a técnica da leitura", do tipo reconhecido por meio da linguagem escrita e articulada. "O mundo da tela é muito diferente da página escrita, requer uma vida intelectual, perceptiva, associativa e reativa muito distinta". (GÓMEZ, 2015, p. 20).
(3º§) Aprender a "linguagem da tela", das "tecnologias da interrupção" chega a ser tão necessário como a alfabetização relacionada com a leitura e a escrita verbais. Consequentemente, preparar os cidadãos não só para ler e escrever nas plataformas multimídias, mas para que se envolvam com esse mundo, compreendendo a natureza intrincada, conectada, da vida contemporânea, torna-se um imperativo ético e também uma necessidade técnica. (GÓMEZ, 2015, p. 21)
(4º§) Esse mosaico não pode produzir formação a priori, porque seu potencial educativo, oferecido pela revolução eletrônica, sofre mediação da economia de mercado, a serviço das transações comerciais. A serviço do mercado, uma noção como a de 'verdade' "importa menos do que a popularidade ou a intensidade da experiência emocional que se propõe". (GÓMEZ, 2015, p. 23).
(5º§) Quando a criança tem acesso ilimitado a uma quantidade de informações fragmentadas, que vão além de sua capacidade de organização em esquemas compreensivos, ela dispersa sua atenção e satura sua memória. A criança passa a se ocupar com "diferentes tarefas simultâneas, as multitarefas". No entanto, não experimenta tarefas que permitem o conhecimento que a atenção concentrada em um único foco possibilita (GÓMEZ, 2015, p. 26).
(6º§) É preciso equilibrar essas duas capacidades (a de realizar diferentes tarefas simultaneamente e a de atenção focada). Aqui entra em jogo um cenário em que a educação não se orienta por mais tempo de transmissão de conhecimento e aprendizado, por meio de mais aulas. Essa condição carrega o sentido do termo "educativa" aplicada à escola. A formação requer o cenário em que pais, mães e educadores vivenciem: a escola em um território aberto, competindo com outros serviços e instituições pelo interesse dos alunos e das famílias, sem o papel determinante na definição do que constitui a aprendizagem e o conhecimento válidos, tampouco na definição do ritmo, da sequência e da estrutura de programa estudos fechados. (GÓMEZ, 2015, p. 30)
(7º§) Estamos diante da primeira geração que domina as poderosas ferramentas digitais que são utilizadas para acessar e processar a informação que interfere na vida econômica, política e social, e ela faz isso melhor do que os mais velhos: pais, mães e professores. (GÓMEZ, 2015, p. 27)
(8º§) Quais são os desafios dessa era para estudantes que vivem nos territórios desfavorecidos do ponto de vista econômico, social e cultural? Aqui entram as políticas públicas e o sentido de reivindicarmos mais tempo diário de escola. Especialmente nesses contextos, reconhecer as desigualdades de classe, étnico-raciais, de gênero e de acesso à tecnologia não é tarefa trivial. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(9º§) É uma tarefa que combina esforços para superar a tendência de igualar a inteligência com uma forma de atividade acadêmica que prima pelo pensamento verbal e matemático, desconsiderando as múltiplas formas de inteligência possíveis, especialmente as artísticas, que priorizam a abstração e o conhecimento proposicional, a discussão verbal sobre o conhecimento aplicado, a inovação e o raciocínio hipotético-dedutivo sobre a indução, a analogia e a intuição, a análise sobre a ação, o discurso sobre a prática, para contrapor a vida racional à vida afetiva. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(10º§) Fazer música, pintura, teatro, poesia, romance, dança, etc, não é considerado atividade acadêmica, mas escrever ensaios e críticas sobre tais artes, sim. O racionalismo e o empirismo, que constituem as bases do academicismo vigente, têm permeado a vida social, cultural, científica e política moderna e contemporânea e configurado, assim, a vida escolar nos últimos dois séculos. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(11º§) Explore bem a "era digital". Eduque-se e repasse os conhecimentos para que todos cresçam em plena harmonia!
(GÓMEZ, A. I. Perez. Educação na Era Digital: a escola educativa. Tradução Marisa Guedes. Porto Alegre: Penso, 2015. 192) – (Adaptado)
I – A numeração (1, 2, 3) em: “Esse entorno constitui, assim¹, um mosaico de dados que, na maioria das vezes², não produz formação, mas produz perplexidade e desorientação³. – Identifica corretamente: vírgulas separando advérbio de modo; vírgulas separando advérbio de tempo; objeto direto representado por substantivos abstratos ligados por conjunção coordenativa aditiva.
II – O sujeito elíptico da oração: “Estamos diante da primeira geração” – é identificado na primeira pessoa do plural pela desinência número pessoal “mos”.
III – No segmento: “A formação requer o cenário em que pais, mães e educadores vivenciem” – temos dois substantivos que exemplificam mudança de gênero pelo processo da heteronímia.
IV – As palavras: “decodificação” e “interrupção" não têm acento gráfico que justifique serem oxítonas, pois “TIL” é marca suprassegmental de nasalização que coincide ser usado na sílaba tônica.

(1º§) A expressão "era digital" se aplica à onipresença da informação como entorno simbólico e de socialização de crianças, adolescentes, jovens e adultos. É um entorno evoluído do modelo da televisão, para diferentes telas e artefatos, que ajustam interações narrativas visuais complexas (videogames, celulares, totens, tabletes, etc.), ligadas pela web. Esse entorno constitui, assim, um mosaico de dados que, na maioria das vezes, não produz formação e sim, perplexidade e desorientação. (GÓMEZ, 2015, p. 18).
(2º§) E está implicado em um novo processo de decodificação audiovisual, "que nem exige a técnica da leitura", do tipo reconhecido por meio da linguagem escrita e articulada. "O mundo da tela é muito diferente da página escrita, requer uma vida intelectual, perceptiva, associativa e reativa muito distinta". (GÓMEZ, 2015, p. 20).
(3º§) Aprender a "linguagem da tela", das "tecnologias da interrupção" chega a ser tão necessário como a alfabetização relacionada com a leitura e a escrita verbais. Consequentemente, preparar os cidadãos não só para ler e escrever nas plataformas multimídias, mas para que se envolvam com esse mundo, compreendendo a natureza intrincada, conectada, da vida contemporânea, torna-se um imperativo ético e também uma necessidade técnica. (GÓMEZ, 2015, p. 21)
(4º§) Esse mosaico não pode produzir formação a priori, porque seu potencial educativo, oferecido pela revolução eletrônica, sofre mediação da economia de mercado, a serviço das transações comerciais. A serviço do mercado, uma noção como a de 'verdade' "importa menos do que a popularidade ou a intensidade da experiência emocional que se propõe". (GÓMEZ, 2015, p. 23).
(5º§) Quando a criança tem acesso ilimitado a uma quantidade de informações fragmentadas, que vão além de sua capacidade de organização em esquemas compreensivos, ela dispersa sua atenção e satura sua memória. A criança passa a se ocupar com "diferentes tarefas simultâneas, as multitarefas". No entanto, não experimenta tarefas que permitem o conhecimento que a atenção concentrada em um único foco possibilita (GÓMEZ, 2015, p. 26).
(6º§) É preciso equilibrar essas duas capacidades (a de realizar diferentes tarefas simultaneamente e a de atenção focada). Aqui entra em jogo um cenário em que a educação não se orienta por mais tempo de transmissão de conhecimento e aprendizado, por meio de mais aulas. Essa condição carrega o sentido do termo "educativa" aplicada à escola. A formação requer o cenário em que pais, mães e educadores vivenciem: a escola em um território aberto, competindo com outros serviços e instituições pelo interesse dos alunos e das famílias, sem o papel determinante na definição do que constitui a aprendizagem e o conhecimento válidos, tampouco na definição do ritmo, da sequência e da estrutura de programa estudos fechados. (GÓMEZ, 2015, p. 30)
(7º§) Estamos diante da primeira geração que domina as poderosas ferramentas digitais que são utilizadas para acessar e processar a informação que interfere na vida econômica, política e social, e ela faz isso melhor do que os mais velhos: pais, mães e professores. (GÓMEZ, 2015, p. 27)
(8º§) Quais são os desafios dessa era para estudantes que vivem nos territórios desfavorecidos do ponto de vista econômico, social e cultural? Aqui entram as políticas públicas e o sentido de reivindicarmos mais tempo diário de escola. Especialmente nesses contextos, reconhecer as desigualdades de classe, étnico-raciais, de gênero e de acesso à tecnologia não é tarefa trivial. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(9º§) É uma tarefa que combina esforços para superar a tendência de igualar a inteligência com uma forma de atividade acadêmica que prima pelo pensamento verbal e matemático, desconsiderando as múltiplas formas de inteligência possíveis, especialmente as artísticas, que priorizam a abstração e o conhecimento proposicional, a discussão verbal sobre o conhecimento aplicado, a inovação e o raciocínio hipotético-dedutivo sobre a indução, a analogia e a intuição, a análise sobre a ação, o discurso sobre a prática, para contrapor a vida racional à vida afetiva. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(10º§) Fazer música, pintura, teatro, poesia, romance, dança, etc, não é considerado atividade acadêmica, mas escrever ensaios e críticas sobre tais artes, sim. O racionalismo e o empirismo, que constituem as bases do academicismo vigente, têm permeado a vida social, cultural, científica e política moderna e contemporânea e configurado, assim, a vida escolar nos últimos dois séculos. (GÓMEZ, 2015, p. 39)
(11º§) Explore bem a "era digital". Eduque-se e repasse os conhecimentos para que todos cresçam em plena harmonia!
(GÓMEZ, A. I. Perez. Educação na Era Digital: a escola educativa. Tradução Marisa Guedes. Porto Alegre: Penso, 2015. 192) – (Adaptado)
Segundo Ana Tereza Naspolini (2009), o ato de ler ativa uma série de ações na mente do leitor. Essas ações são denominadas estratégias de leitura e na sua maioria passa despercebida da consciência.
Relacione as colunas 1 e 2 abaixo em relação ao assunto.
Coluna 1 Estratégias de leitura
1. Seleção.
2. Predição.
3. Inferência.
4. Autocontrole.
5. Autocorreção.
Coluna 2 Definições
( ) É a atitude permanente do leitor que consiste em fazer a ponte entre o que ele supõe e as respostas que vai obtendo através do texto.
( ) Quando as expectativas levantadas não são confirmadas, há um momento de dúvida. O leitor, então, repensa a hipótese anteriormente levantada, constrói outras e retoma as partes anteriores do texto para fazer as devidas retificações.
( ) Nem tudo o que está escrito é igualmente útil. Ao lermos, escolhemos alguns aspectos chamados relevantes e ignoramos outros, os irrelevantes, para o entendimento do texto.
( ) São os complementos que o leitor fornece ao texto, a partir de seus conhecimentos prévios.
( ) São hipóteses que o leitor faz antecipando informações com base nas “pistas” que vai percebendo durante a leitura.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
“Gênero textual é uma forma de identificar a diversidade de textos materializado – escritos, orais e não verbais – com características sociocomunicativas, presentes na cultura de uma comunidade. São formas histórica e socialmente situadas” (NASPOLINI, 2009, p. 32).
São exemplos de gênero textual:
1. Romance.
2. Piada.
3. Notícias.
4. Crônicas.
5. Palestra.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Em relação ao fato de a Educação de Jovens e Adultos (EJA) estar atualmente situada na Lei de Diretrizes e bases da Educação (Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996) como uma modalidade da Educação Básica, o documento Currículo base da educação infantil e do ensino fundamental do território catarinense (2019, p. 68) ressalta que:
“As lutas que marcaram a constituição da EJA na legislação brasileira a transforma em status de modalidade de educação, representa a superação da histórica compreensão de .......................................... . Essa nova acepção não é mera formalidade, pois a EJA passou a ser entendida como ferramenta de inserção político-social de uma expressiva parcela da população excluída e expropriada de todas as formas de inclusão social”.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
A transversalidade constitui uma das maneiras de trabalhar os componentes curriculares, as áreas de conhecimento e os temas contemporâneos em uma perspectiva integrada.
Em relação à transversalidade, com base nos Parâmetros Curriculares Nacionais – Apresentação dos Temas Transversais – Ética (1997), é correto afirmar:
Consta nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica (2013) para o Ensino Fundamental de 9 anos que os sistemas de ensino e as escolas adotarão como norteadores das políticas educativas e das ações pedagógicas os seguintes princípios:
1. Éticos.
2. Estéticos.
3. Morais.
4. Políticos.
5. Religiosos.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
No texto “Alfabetização e letramento: caminhos e descaminhos”, a autora Magda Soares (2004) pontua que letramento é palavra e conceito recentes, introduzidos na linguagem da educação e das ciências linguísticas há pouco mais de duas décadas.
Sobre o surgimento desse conceito destaca que pode ser interpretado como:
Consta na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que o Eixo da Produção de Textos compreende as práticas de linguagem relacionadas à interação e à autoria (individual ou coletiva) do texto escrito, oral e multissemiótico, com diferentes finalidades e projetos enunciativos como:
1. Construir um álbum de personagens famosas, de heróis/heroínas ou de vilões ou vilãs.
2. Narrar fatos cotidianos, de forma crítica, lírica ou bem-humorada em uma crônica.
3. Escrever verbetes de curiosidades científicas.
4. Relatar fatos relevantes para a comunidade em notícias.
5. Produzir um almanaque que retrate as práticas culturais da comunidade.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), é fundamental assegurar aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais.
Na BNCC, competência é definida como:
“A mobilização de ............................... (conceitos e procedimentos), ................................. (práticas, cognitivas e socioemocionais), ................................... e ................................... para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho” (BNCC, 2018, p. 6).
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
O fragmento abaixo compõe o texto “Letramento e Alfabetização: as muitas facetas”, de Magda Soares (2004).
Para essa autora, alfabetização e letramento:
Não são processos ........................., mas .............................. e indissociáveis: a alfabetização desenvolve-se no contexto de e por meio de práticas ................................ de leitura e de escrita, isto é, através de atividades de letramento, e este, por sua vez, só se pode desenvolver no contexto da e por meio da aprendizagem das relações fonema–grafema, isto é, em dependência da alfabetização.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
A perspectiva psicogenética alterou profundamente a concepção do processo de construção da representação da língua escrita, promovendo mudanças significativas para a área da alfabetização.
No texto “Letramento e Alfabetização: as muitas facetas”, Magda Soares (2004) expressa que, de acordo com essa perspectiva:
1. A criança é sujeito ativo capaz de progressivamente (re)construir esse sistema de representação, interagindo com a língua escrita em seus usos e práticas sociais.
2. São importantes os pré-requisitos para a aprendizagem da escrita, que caracterizam e determinam se a criança está “pronta” ou “madura” para ser alfabetizada.
3. Há uma ordem hierárquica de habilidades para a aprendizagem da leitura e escrita. Essas habilidades desenvolvem-se de maneira gradual e o ensino parte do que é mais fácil para o que é mais difícil.
4. As dificuldades da criança no processo de construção do sistema de representação, que é a língua escrita, são vistas como erros construtivos, resultado de constantes reestruturações.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
No texto “Criar leitores para uma sociedade democrática”, José Morais (2013) discorre sobre as linhas gerais do processo de alfabetização. Para tanto, começa por definir o que é o alfabeto.
Assinale a alternativa correta com base no texto supracitado.
Concernente à adolescência, o Currículo do ensino fundamental da rede municipal de ensino de Chapecó, SC (2019) afirma que é importante ter cuidado com as definições desenvolvimentistas que analisam o adolescente apenas pela ótica da transição entendendo essa mudança como universal e natural.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação à adolescência com base nesse documento.
( ) Nessa fase, o estudante deve ser encorajado a fazer escolhas e assumir certas responsabilidades, caminhando para uma autonomia consciente.
( ) Embora tenham acesso ao mundo tecnológico, os adolescentes ainda precisam de auxílio para diferenciar o conhecimento da informação, discernir entre o legal e o moral, entender o que é ético e apreciar as diferentes culturas a partir da estética da sensibilidade.
( ) Muitos estudantes, nessa fase, apresentam certa negação frente às organizações estabelecidas pela instituição educativa; essas atitudes, no entanto, não devem ser analisadas pejorativamente.
( ) Nessa fase, os professores precisam ter uma postura mais autoritária, impondo os limites e as regras, visto que muitos estudantes revelam uma personalidade inquieta, oposta ao diálogo e à empatia.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
As Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica (2013) ressaltam que:
“é oportuno e necessário considerar as dimensões do ............................... e do ................................, em sua inseparabilidade, buscando recuperar, para a função social da Educação Básica, a sua centralidade, que é o estudante” (MEC, 2013, p. 17).
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
“A prática escolar consiste na concretização das condições que asseguram a realização do trabalho docente. Tais condições não se reduzem ao estritamente “pedagógico”, já que a escola cumpre funções que lhe são dadas pela sociedade concreta que, por sua vez, se apresenta como constituída por classes sociais com interesses antagônicos. A prática escolar, assim, tem atrás de si condicionantes sociopolíticos que configuram diferentes concepções de homem e de sociedade consequentemente, diferentes pressupostos sobre o papel da escola, a aprendizagem, as relações professor-aluno, técnicas pedagógicas etc. Fica claro que o modo como os professores realizam seu trabalho, selecionam, organizam o conteúdo das matérias e/ ou escolhem técnicas de ensino e avaliação tem a ver com pressupostos teórico-metodológicos, explícita ou implicitamente”. (LIBÂNEO, 1985)
Utilizando como critério a posição que adotam em relação aos condicionantes sociopolíticos da escola, as tendências pedagógicas foram classificadas em: