Foram encontradas 689 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1171736 Português

Observe a charge para responder à questão:

Disponível em: http://tutorfreebr.blogspot.com/2011/08/charge-enquanto-isso-no-bate-papo.html Acesso: jan.201

Nas falas das personagens da charge, predomina a:
Alternativas
Q1171735 Português

Observe a charge para responder à questão:

Disponível em: http://tutorfreebr.blogspot.com/2011/08/charge-enquanto-isso-no-bate-papo.html Acesso: jan.201

Nas orações “Tenho 1,90m” e “Sou modelo”, há um sujeito:
Alternativas
Q1171734 Português

Observe a charge para responder à questão:

Disponível em: http://tutorfreebr.blogspot.com/2011/08/charge-enquanto-isso-no-bate-papo.html Acesso: jan.201

A respeito da charge acima, está CORRETO dizer que ela:
Alternativas
Q1171733 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Hoje eu estou altamente informática. A superstição perniciosa generalizada é que é preciso deletar o anterior, para aceitar o novo. Que pobreza, que pobreza, que pobreza, que atraso! Se a memória aceita, se o perfil confere, se a senha foi dada, roda os dois programas ao mesmo tempo, roda os três, roda os vinte, porra! Minimiza um, roda embaixo o outro, exporta um arquivo pra lá, outro pra cá, a informática é muito educativa, para que os débeis mentais que tanto pontificam e nos abalam com suas besteiras compreendam que os processos mentais que consideram sublimes e prova da existência de Deus são meras linhazinhas de comando de rotina no DOS do cérebro, o buraco é abissalmentissimamente mais embaixo. Claro que a paixão nova, no primeiro momento, mobiliza muito o apaixonado, que tende a ficar cego para os outros arquivos e aí, na maior parte das vezes, o entulho burro começa a aporrinhar, o camarada foi treinado para não achar aquilo certo, tem que deletar o arquivo em uso, não sei o quê. A analogia informática continua certeira, é como um programa novo, um brinquedo novo. Mas depois a gente abre o arquivo mais antigo, é bom, reaviva, estimula, meu Deus, por que erigimos empecilhos absurdos e destrutivos da beleza da Criação, os arquivos podem conviver na maior paz; clica, ele abre, tudo pronto para o deleite de todos e o cumprimento cioso quão alegre da sina! O limite é a memória! E quantos gugóis de bytes não temos na memória? Nunca vamos usar nem um zilionésimo, por mais que vivamos e abertos sejamos.
RIBEIRO, J. Ubaldo. A casa dos budas ditosos. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999. Col. Plenos Pecados, pag. 151-152 
A maioria dos verbos do texto está no:
Alternativas
Q1171732 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Hoje eu estou altamente informática. A superstição perniciosa generalizada é que é preciso deletar o anterior, para aceitar o novo. Que pobreza, que pobreza, que pobreza, que atraso! Se a memória aceita, se o perfil confere, se a senha foi dada, roda os dois programas ao mesmo tempo, roda os três, roda os vinte, porra! Minimiza um, roda embaixo o outro, exporta um arquivo pra lá, outro pra cá, a informática é muito educativa, para que os débeis mentais que tanto pontificam e nos abalam com suas besteiras compreendam que os processos mentais que consideram sublimes e prova da existência de Deus são meras linhazinhas de comando de rotina no DOS do cérebro, o buraco é abissalmentissimamente mais embaixo. Claro que a paixão nova, no primeiro momento, mobiliza muito o apaixonado, que tende a ficar cego para os outros arquivos e aí, na maior parte das vezes, o entulho burro começa a aporrinhar, o camarada foi treinado para não achar aquilo certo, tem que deletar o arquivo em uso, não sei o quê. A analogia informática continua certeira, é como um programa novo, um brinquedo novo. Mas depois a gente abre o arquivo mais antigo, é bom, reaviva, estimula, meu Deus, por que erigimos empecilhos absurdos e destrutivos da beleza da Criação, os arquivos podem conviver na maior paz; clica, ele abre, tudo pronto para o deleite de todos e o cumprimento cioso quão alegre da sina! O limite é a memória! E quantos gugóis de bytes não temos na memória? Nunca vamos usar nem um zilionésimo, por mais que vivamos e abertos sejamos.
RIBEIRO, J. Ubaldo. A casa dos budas ditosos. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999. Col. Plenos Pecados, pag. 151-152 
A respeito da linguagem utilizada no excerto apresentado, que constitui uma obra de ficção, está CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1171731 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Hoje eu estou altamente informática. A superstição perniciosa generalizada é que é preciso deletar o anterior, para aceitar o novo. Que pobreza, que pobreza, que pobreza, que atraso! Se a memória aceita, se o perfil confere, se a senha foi dada, roda os dois programas ao mesmo tempo, roda os três, roda os vinte, porra! Minimiza um, roda embaixo o outro, exporta um arquivo pra lá, outro pra cá, a informática é muito educativa, para que os débeis mentais que tanto pontificam e nos abalam com suas besteiras compreendam que os processos mentais que consideram sublimes e prova da existência de Deus são meras linhazinhas de comando de rotina no DOS do cérebro, o buraco é abissalmentissimamente mais embaixo. Claro que a paixão nova, no primeiro momento, mobiliza muito o apaixonado, que tende a ficar cego para os outros arquivos e aí, na maior parte das vezes, o entulho burro começa a aporrinhar, o camarada foi treinado para não achar aquilo certo, tem que deletar o arquivo em uso, não sei o quê. A analogia informática continua certeira, é como um programa novo, um brinquedo novo. Mas depois a gente abre o arquivo mais antigo, é bom, reaviva, estimula, meu Deus, por que erigimos empecilhos absurdos e destrutivos da beleza da Criação, os arquivos podem conviver na maior paz; clica, ele abre, tudo pronto para o deleite de todos e o cumprimento cioso quão alegre da sina! O limite é a memória! E quantos gugóis de bytes não temos na memória? Nunca vamos usar nem um zilionésimo, por mais que vivamos e abertos sejamos.
RIBEIRO, J. Ubaldo. A casa dos budas ditosos. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999. Col. Plenos Pecados, pag. 151-152 
Na frase “Hoje eu estou altamente informática.”, a palavra grifada é classificada morfologicamente como:  
Alternativas
Q1171730 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Hoje eu estou altamente informática. A superstição perniciosa generalizada é que é preciso deletar o anterior, para aceitar o novo. Que pobreza, que pobreza, que pobreza, que atraso! Se a memória aceita, se o perfil confere, se a senha foi dada, roda os dois programas ao mesmo tempo, roda os três, roda os vinte, porra! Minimiza um, roda embaixo o outro, exporta um arquivo pra lá, outro pra cá, a informática é muito educativa, para que os débeis mentais que tanto pontificam e nos abalam com suas besteiras compreendam que os processos mentais que consideram sublimes e prova da existência de Deus são meras linhazinhas de comando de rotina no DOS do cérebro, o buraco é abissalmentissimamente mais embaixo. Claro que a paixão nova, no primeiro momento, mobiliza muito o apaixonado, que tende a ficar cego para os outros arquivos e aí, na maior parte das vezes, o entulho burro começa a aporrinhar, o camarada foi treinado para não achar aquilo certo, tem que deletar o arquivo em uso, não sei o quê. A analogia informática continua certeira, é como um programa novo, um brinquedo novo. Mas depois a gente abre o arquivo mais antigo, é bom, reaviva, estimula, meu Deus, por que erigimos empecilhos absurdos e destrutivos da beleza da Criação, os arquivos podem conviver na maior paz; clica, ele abre, tudo pronto para o deleite de todos e o cumprimento cioso quão alegre da sina! O limite é a memória! E quantos gugóis de bytes não temos na memória? Nunca vamos usar nem um zilionésimo, por mais que vivamos e abertos sejamos.
RIBEIRO, J. Ubaldo. A casa dos budas ditosos. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999. Col. Plenos Pecados, pag. 151-152 
No excerto apresentado, ao efetuar uma analogia com a informática, a personagem:  
Alternativas
Q1171729 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Hoje eu estou altamente informática. A superstição perniciosa generalizada é que é preciso deletar o anterior, para aceitar o novo. Que pobreza, que pobreza, que pobreza, que atraso! Se a memória aceita, se o perfil confere, se a senha foi dada, roda os dois programas ao mesmo tempo, roda os três, roda os vinte, porra! Minimiza um, roda embaixo o outro, exporta um arquivo pra lá, outro pra cá, a informática é muito educativa, para que os débeis mentais que tanto pontificam e nos abalam com suas besteiras compreendam que os processos mentais que consideram sublimes e prova da existência de Deus são meras linhazinhas de comando de rotina no DOS do cérebro, o buraco é abissalmentissimamente mais embaixo. Claro que a paixão nova, no primeiro momento, mobiliza muito o apaixonado, que tende a ficar cego para os outros arquivos e aí, na maior parte das vezes, o entulho burro começa a aporrinhar, o camarada foi treinado para não achar aquilo certo, tem que deletar o arquivo em uso, não sei o quê. A analogia informática continua certeira, é como um programa novo, um brinquedo novo. Mas depois a gente abre o arquivo mais antigo, é bom, reaviva, estimula, meu Deus, por que erigimos empecilhos absurdos e destrutivos da beleza da Criação, os arquivos podem conviver na maior paz; clica, ele abre, tudo pronto para o deleite de todos e o cumprimento cioso quão alegre da sina! O limite é a memória! E quantos gugóis de bytes não temos na memória? Nunca vamos usar nem um zilionésimo, por mais que vivamos e abertos sejamos.
RIBEIRO, J. Ubaldo. A casa dos budas ditosos. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999. Col. Plenos Pecados, pag. 151-152 
No excerto do livro dado, termos como “informática, deletar e memória” estão sendo usados em seu sentido:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FCC Órgão: SERGAS
Q1181265 Português
O pequeno engenheiro
Ou muito me engano, ou era esse mesmo o nome de um brinquedo do meu tempo de criança. Terá conseguido sobreviver à onda das engenhocas eletrônicas de hoje? Lembrome bem dele: uma caixa de madeira, bonita, com tampa de encaixe corrediça; dentro, um grande número de pecinhas também de madeira, coloridas, de diferentes formas e dimensões. Em algumas delas estavam desenhados um relógio, uma janela, tijolinhos... O conjunto possibilitava (e mesmo inspirava) diversos tipos de edificação: castelos, torres, pontes, edifícios, estações etc. Não se tratava exatamente de uma prova de habilidade motora: não era grande a dificuldade de erguer um pequeno muro ou de dar sustentação a uma torre. Tratava-se, antes, de usar a imaginação, construir e preencher espaços, compor cenários, como quem arma a ambientação de um palco onde se desenvolverá uma história. Havia, implícita, a par da necessidade de tudo ter que parar em pé, a preocupação estética: insistir no critério da simetria ou permitir variações de padrão? Fantasiar formas ou ater-se à imitação das já bastante conhecidas? Não exagero ao dizer que tudo isso fazia de cada um de nós, para além de um pequeno engenheiro, um pequeno arquiteto, um escultor mirim, um precoce cenógrafo, um artista plástico pesquisando linguagem... De qualquer modo, esse brinquedo não me levou, na idade adulta, à engenharia, nem ao ramo de construções, nem me fez artista plástico. Ficou na memória, perdido entre outros brinquedos que dispensavam baterias, tomadas elétricas, manuais de instrução e termo de garantia. Sem dúvida havia algum encanto no trenzinho elétrico, que corria obediente pelos trilhos. A meninada ficava olhando, olhando, a princípio interessada, mas logo alguém perguntava: − Vamos brincar? Ser espectador era pouco: o corpo precisava entrar no jogo. Nem que fosse para habitar, imaginariamente, a torre de um castelo colorido, erguido há pouco com as mãos de um pequeno engenheiro que se entretinha facilmente com suas peças de madeira. (Oduvaldo Monteiro, inédito) 
Expressam-se no texto as vivas lembranças de um brinquedo que
Alternativas
Respostas
307: A
308: C
309: D
310: A
311: E
312: C
313: A
314: B
315: E