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Considerando os sentidos e as estruturas linguísticas do texto
acima, julgue os itens seguintes.
.4) é facultativo, uma vez que a palavra "igual" (
.3), que equivale a como, dispensa a preposição. 
Considerando os sentidos e as estruturas linguísticas do texto
acima, julgue os itens seguintes.

Acerca dos sentidos e das estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens que se seguem.
.19) poderia ser substituída por ao imóvel, uma vez que o substantivo "propriedade" refere-se às terras, um bem fixo dos grandes proprietários rurais. 
Acerca dos sentidos e das estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens que se seguem.
.10) indica a relação de proporcionalidade entre a liberdade do senhor de dispor da vida de seu escravo e o alto fluxo de escravos no mercado. 
Acerca dos sentidos e das estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens que se seguem.
.9) remete ao processo de despersonalização do negro transformado em mercadoria pela escravidão. 
Acerca dos sentidos e das estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens que se seguem.

Acerca dos sentidos e das estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens que se seguem.

Com relação aos sentidos e às estruturas do texto acima, que é
parte de uma entrevista de Naomi Klein à revista Cult, julgue os
itens a seguir.

Com relação aos sentidos e às estruturas do texto acima, que é
parte de uma entrevista de Naomi Klein à revista Cult, julgue os
itens a seguir.
.6) e "estado" (
.26) indica a diferença de sentido entre as palavras no texto, as quais remetem, respectivamente, ao ente que governa e à concreta unidade da federação: Nova Orleans. 
Com relação aos sentidos e às estruturas do texto acima, que é
parte de uma entrevista de Naomi Klein à revista Cult, julgue os
itens a seguir.
.3) é exemplo de um dos elementos característicos de entrevistas: o recurso de o interlocutor dirigir a mensagem diretamente ao seu receptor. 
Com relação aos sentidos e às estruturas do texto acima, que é
parte de uma entrevista de Naomi Klein à revista Cult, julgue os
itens a seguir.

Com relação aos sentidos e às estruturas do texto acima, que é
parte de uma entrevista de Naomi Klein à revista Cult, julgue os
itens a seguir.
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Reciclando ideias
Muitas pessoas, especialmente nos domínios dos negócios e da ciência, dedicam-se à inovação. Pensam, lecionam e escrevem sobre as maneiras pelas quais se pode estimular, medir e gerir a inovação. Como e por que a inovação acontece? − perguntam. Por que existem lugares e momentos históricos mais favoráveis que outros à inovação?
Florença, durante o Renascimento, serve como exemplo; ou a Inglaterra nos estágios iniciais da Revolução Industrial, quando surgiram as máquinas têxteis e a locomotiva a vapor; ou o Vale do Silício (Califórnia, EUA), na década de 70, plataforma de tantos avanços na eletrônica e na informática... Algumas pessoas acreditam que a inovação possa ser encorajada por meio da criação de centros de pesquisa, outras, por meio da meditação, sessão de discussão ou até mesmo softwares que facilitariam a geração de ideias... Mas o que, exatamente, é inovação?
Suspeito que a visão da era do romantismo continue a prevalecer até hoje. De acordo com ela, a inovação é o trabalho de um gênio solitário, muitas vezes um professor distraído, que carrega uma ideia brilhante na cabeça − aquilo que meu tio, um físico que trabalhava no setor industrial, costumava chamar de “onda cerebral”. Caso de Isaac Newton, por exemplo, que supostamente descobriu a gravidade quando uma maçã caiu em sua cabeça. No entanto, existe uma visão alternativa da inovação, da qual compartilho. De acordo com essa visão, a inovação é gradual, em lugar de súbita, e coletiva, em vez de individual. Não existe uma oposição acentuada entre tradição e inovação. É possível até mesmo identificar tradições de inovação, sustentadas ao longo de décadas, como no caso do Vale do Silício, ou de séculos, como nos campos da pintura e da escultura durante a Renascença florentina. Por isso, em vez da metáfora da “onda cerebral”, talvez fosse mais esclarecedor usar como metáfora a reciclagem, o reaproveitamento ou o uso improvisado de materiais.
O caso da tecnologia serve como exemplo. Na metade do século XV, Gutenberg inventou a máquina de impressão. No entanto, prensas estavam em uso na produção de vinho havia muito tempo. A brilhante ideia de Gutenberg representou uma adaptação da prensa de vinho a uma nova função.
(Adaptado de Peter Burke, Folha de S. Paulo, 24/05/2009. Trad. de Paulo Migliacci)
I. O custo-padrão é um custo predeterminado.
II. O custo-padrão corrente considera algumas inefi- ciências que a entidade julga não poder saná-las.
III. Do pondo de vista gerencial, as diferenças verifi- cadas entre custo real e padrão devem ser anali- sadas e, se necessário, o custo-padrão deve ser ajustado.
IV. Um produto deve deixar de ser produzido quando o custo-padrão não for atendido.
V. O custo-padrão não pode ser utilizado para a avaliação de desempenho.
É correto o que se afirma APENAS em