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Lämsä conhece o funcionamento das bibliotecas tradicionais: começou colocando livros nas estantes. Mas o que chamou a atenção sobre ele é que se deu conta do futuro.
O sucesso de Lämsä pode ser medido: a biblioteca recebe 2.000 usuários por dia em uma cidade com 600.000 habitantes e 36 bibliotecas. A metade de seus usuários tem entre 25 e 35 anos. É o sonho de qualquer bibliotecário que observa como os grandes leitores das bibliotecas, que são as crianças, fogem ao crescer. Lämsä, no entanto, conseguiu atrair essa faixa refratária a um espaço associado ao silêncio.
(Adaptado de: brasil.elpais.com/brasil/2015/06/13/cultura/ 1434216067_290976.html)
I. De acordo com o texto, é paradoxal o fato de as crianças deixarem de frequentar bibliotecas quando chegam à adolescência.
II. O diretor da Biblioteca 10 de Helsinki é descrito como sendo visionário e utopista.
III. O sinal de dois pontos (2° parágrafo) pode ser substituído por “pois", precedido de vírgula.
Está correto o que consta APENAS em
Não há espaço melhor para averiguarmos as informações acima do que os principais centros urbanos. Na opinião do geógrafo Milton Santos, um marxista romântico, “a cidade é o lugar em que o mundo se move mais; e os homens também. A co-presença ensina aos homens a diferença. Por isso, a cidade é o lugar da educação e da reeducação. Quanto maior a cidade, mais numeroso e significativo o movimento, mais vasta e densa a co-presença e também maiores as lições de aprendizado".
Essa linha de pensamento, contudo, não é seguida por nós, os realistas, entre os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto. Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja. O narrador-personagem do romance de Di Benedetto anseia desesperadamente pelo silêncio. Os barulhos, elementos inextricáveis da cidade, intrometem-se no cotidiano desse homem, ganhando existência própria. E a própria espera do barulho, sua antevisão, a certeza de que ele se repetirá, despedaça o narrador. À medida que o barulho deixa de ser exceção para se tornar a norma irrevogável, fracassam todas as soluções possíveis.
A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle.
(Adaptado de: GURGEL, Rodrigo. Crítica, literatura e narratofobia. Campinas, Vide Editorial, 2015, p. 121-125)
Não há espaço melhor para averiguarmos as informações acima do que os principais centros urbanos. Na opinião do geógrafo Milton Santos, um marxista romântico, “a cidade é o lugar em que o mundo se move mais; e os homens também. A co-presença ensina aos homens a diferença. Por isso, a cidade é o lugar da educação e da reeducação. Quanto maior a cidade, mais numeroso e significativo o movimento, mais vasta e densa a co-presença e também maiores as lições de aprendizado".
Essa linha de pensamento, contudo, não é seguida por nós, os realistas, entre os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto. Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja. O narrador-personagem do romance de Di Benedetto anseia desesperadamente pelo silêncio. Os barulhos, elementos inextricáveis da cidade, intrometem-se no cotidiano desse homem, ganhando existência própria. E a própria espera do barulho, sua antevisão, a certeza de que ele se repetirá, despedaça o narrador. À medida que o barulho deixa de ser exceção para se tornar a norma irrevogável, fracassam todas as soluções possíveis.
A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle.
(Adaptado de: GURGEL, Rodrigo. Crítica, literatura e narratofobia. Campinas, Vide Editorial, 2015, p. 121-125)
O verbo que possui, no contexto, o mesmo tipo de complemento do grifado acima está em:
Não há espaço melhor para averiguarmos as informações acima do que os principais centros urbanos. Na opinião do geógrafo Milton Santos, um marxista romântico, “a cidade é o lugar em que o mundo se move mais; e os homens também. A co-presença ensina aos homens a diferença. Por isso, a cidade é o lugar da educação e da reeducação. Quanto maior a cidade, mais numeroso e significativo o movimento, mais vasta e densa a co-presença e também maiores as lições de aprendizado".
Essa linha de pensamento, contudo, não é seguida por nós, os realistas, entre os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto. Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja. O narrador-personagem do romance de Di Benedetto anseia desesperadamente pelo silêncio. Os barulhos, elementos inextricáveis da cidade, intrometem-se no cotidiano desse homem, ganhando existência própria. E a própria espera do barulho, sua antevisão, a certeza de que ele se repetirá, despedaça o narrador. À medida que o barulho deixa de ser exceção para se tornar a norma irrevogável, fracassam todas as soluções possíveis.
A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle.
(Adaptado de: GURGEL, Rodrigo. Crítica, literatura e narratofobia. Campinas, Vide Editorial, 2015, p. 121-125)
I. A vírgula colocada imediatamente após o travessão (1° parágrafo) pode ser suprimida, sem prejuízo da correção e do sentido.
II. Sem prejuízo da correção, o segmento nas quais (3° parágrafo) pode ser substituído por “em que".
III. A crase é facultativa no segmento do manual de instruções de um aparelho eletrônico à numeração das linhas de ônibus. (1° parágrafo)
Está correto o que consta APENAS em
Não há espaço melhor para averiguarmos as informações acima do que os principais centros urbanos. Na opinião do geógrafo Milton Santos, um marxista romântico, “a cidade é o lugar em que o mundo se move mais; e os homens também. A co-presença ensina aos homens a diferença. Por isso, a cidade é o lugar da educação e da reeducação. Quanto maior a cidade, mais numeroso e significativo o movimento, mais vasta e densa a co-presença e também maiores as lições de aprendizado".
Essa linha de pensamento, contudo, não é seguida por nós, os realistas, entre os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto. Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja. O narrador-personagem do romance de Di Benedetto anseia desesperadamente pelo silêncio. Os barulhos, elementos inextricáveis da cidade, intrometem-se no cotidiano desse homem, ganhando existência própria. E a própria espera do barulho, sua antevisão, a certeza de que ele se repetirá, despedaça o narrador. À medida que o barulho deixa de ser exceção para se tornar a norma irrevogável, fracassam todas as soluções possíveis.
A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle.
(Adaptado de: GURGEL, Rodrigo. Crítica, literatura e narratofobia. Campinas, Vide Editorial, 2015, p. 121-125)
Não há espaço melhor para averiguarmos as informações acima do que os principais centros urbanos. Na opinião do geógrafo Milton Santos, um marxista romântico, “a cidade é o lugar em que o mundo se move mais; e os homens também. A co-presença ensina aos homens a diferença. Por isso, a cidade é o lugar da educação e da reeducação. Quanto maior a cidade, mais numeroso e significativo o movimento, mais vasta e densa a co-presença e também maiores as lições de aprendizado".
Essa linha de pensamento, contudo, não é seguida por nós, os realistas, entre os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto. Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja. O narrador-personagem do romance de Di Benedetto anseia desesperadamente pelo silêncio. Os barulhos, elementos inextricáveis da cidade, intrometem-se no cotidiano desse homem, ganhando existência própria. E a própria espera do barulho, sua antevisão, a certeza de que ele se repetirá, despedaça o narrador. À medida que o barulho deixa de ser exceção para se tornar a norma irrevogável, fracassam todas as soluções possíveis.
A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle.
(Adaptado de: GURGEL, Rodrigo. Crítica, literatura e narratofobia. Campinas, Vide Editorial, 2015, p. 121-125)
Mantendo-se a coerência com o restante do texto, as duas frases acima podem ser articuladas em um único período, fazendo-se as devidas alterações na pontuação e entre maiúsculas e minúsculas, com o emprego de
Não há espaço melhor para averiguarmos as informações acima do que os principais centros urbanos. Na opinião do geógrafo Milton Santos, um marxista romântico, “a cidade é o lugar em que o mundo se move mais; e os homens também. A co-presença ensina aos homens a diferença. Por isso, a cidade é o lugar da educação e da reeducação. Quanto maior a cidade, mais numeroso e significativo o movimento, mais vasta e densa a co-presença e também maiores as lições de aprendizado".
Essa linha de pensamento, contudo, não é seguida por nós, os realistas, entre os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto. Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja. O narrador-personagem do romance de Di Benedetto anseia desesperadamente pelo silêncio. Os barulhos, elementos inextricáveis da cidade, intrometem-se no cotidiano desse homem, ganhando existência própria. E a própria espera do barulho, sua antevisão, a certeza de que ele se repetirá, despedaça o narrador. À medida que o barulho deixa de ser exceção para se tornar a norma irrevogável, fracassam todas as soluções possíveis.
A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle.
(Adaptado de: GURGEL, Rodrigo. Crítica, literatura e narratofobia. Campinas, Vide Editorial, 2015, p. 121-125)
Considere os dados extraídos do Balanço Orçamentário referente ao exercício financeiro de 2014 de um determinado ente público:
(Em milhares de reais)
Previsão Atualizada da Receita 29.800,00
Receita Arrecadada 30.100,00
Dotação Atualizada 30.000,00
Despesa Empenhada 29.300,00
Despesa Liquidada 28.700,00
Despesa Paga 25.600,00
Com base nessas informações, referente a 2014 e em milhares de reais, o valor
Considere os dados extraídos das demonstrações contábeis de um governo estadual.
(Em milhares de reais)
Ativo Financeiro em 31/12/2014 180.000,00
Ativo Financeiro em 30/06/2015 150.000,00
Ativo Circulante em 31/12/2014 215.000,00
Passivo Financeiro em 31/12/2014 132.000,00
Passivo Financeiro em 30/06/2015 111.000,00
Passivo Circulante em 31/12/2014 183.000,00
Reabertura de Créditos Adicionais Extraordinários em 2015 15.000,00
Em 30/06/2015, o valor do superávit financeiro que poderia ser utilizado como recurso de cobertura para a abertura de créditos
adicionais no exercício financeiro de 2015 era, em milhares de reais,
Atenção: Para responder à questão, considere as transações ocorridas no mês de setembro de 2015 em uma determinada entidade pública governamental.
I. Pagamento a fornecedores, no valor de R$ 300.000,00, referente a obrigações reconhecidas no mês de agosto de 2015.
II. Recebimento, no valor de R$ 870.000,00, referente a receita de serviços a serem prestados em outubro de 2015.
III. Empenho e Liquidação de despesa com material de consumo no valor de R$ 280.000,00.
IV. Depreciação de Bens Móveis, no valor de R$ 350.000,00, referente ao mês de setembro de 2015.
V. Devolução de um Depósito Caução no valor de R$ 90.000,00.
VI. Recebimento de receita orçamentária de transferência de capital no valor de R$ 270.000,00 em dinheiro, cujo direito ainda não havia sido reconhecido pela contabilidade.
Com base nos procedimentos contábeis patrimoniais, estas transações, tomadas em conjunto, geraram um Resultado Patrimonial
em setembro de 2015, em reais,
Atenção: Para responder à questão, considere as transações ocorridas no mês de setembro de 2015 em uma determinada entidade pública governamental.
I. Pagamento a fornecedores, no valor de R$ 300.000,00, referente a obrigações reconhecidas no mês de agosto de 2015.
II. Recebimento, no valor de R$ 870.000,00, referente a receita de serviços a serem prestados em outubro de 2015.
III. Empenho e Liquidação de despesa com material de consumo no valor de R$ 280.000,00.
IV. Depreciação de Bens Móveis, no valor de R$ 350.000,00, referente ao mês de setembro de 2015.
V. Devolução de um Depósito Caução no valor de R$ 90.000,00.
VI. Recebimento de receita orçamentária de transferência de capital no valor de R$ 270.000,00 em dinheiro, cujo direito ainda não havia sido reconhecido pela contabilidade.
Com base nos procedimentos contábeis patrimoniais, estas transações, tomadas em conjunto, em setembro de 2015, provocaram um aumento no Ativo, em reais, de
Considere as informações extraídas do Balanço Orçamentário referentes ao exercício financeiro de 2014, de uma entidade pública:
− Previsão Atualizada da Receita ................................................R$ 19.000.000,00
− Receita Arrecadada ................................................................. R$ 20.500.000,00
− Abertura de Crédito Adicional Suplementar ...................................R$ 100.000,00
− Despesa Empenhada ...............................................................R$ 21.000.000,00
Considere, ainda, as seguintes transações realizadas no exercício financeiro de 2014
− Recebimento de Depósito Caução ...............................................R$ 800.000,00
− Pagamento de Restos a Pagar ................................................. R$ 1.450.000,00
− Baixa de Bem móvel por sinistro ...................................................R$ 120.000,00
− Inscrição de Restos a Pagar em 31/12/2014 .............................R$ 2.000.000,00
Com base nestas informações, o Saldo em Espécie, em 2014, conforme evidenciado no Balanço Financeiro, foi, em reais,