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Q4068675 Não definido
Tempo de infância

        Quando se é criança, o mundo é apenas um grande parque de diversões. E são essas as primeiras lembranças que trago em mim.

        Lembro que, ainda bem pequeno, gostava de sair correndo atrás de meus irmãos e primos maiores. Era uma corrida sem finalidade. Corria-se para repetir os gestos dos calangos que dividiam com a gente o espaço da aldeia.

        Meus irmãos e eu andávamos sem paradeiro e sem destino. Íamos a todos os cantos que nos eram permitidos pelos adultos. O igarapé era nosso principal objetivo, mas também tínhamos as árvores, enormes mangueiras que cresciam por toda a aldeia. Os maiores subiam com destreza e depois me ajudavam a subir também. Passávamos horas ali, brincando de navegar nos galhos da velha árvore, comendo mangas com farinha de mandioca.

        Depois, descíamos daquela parenta – é assim que tratamos a natureza – para procurar outras aventuras e brincadeiras. Arcos e flechas em punho, descia parte do igarapé à procura de peixes. Pés descalços, corpo nu, pintado apenas com motivos de clã, percorria grande distância numa solitária busca por alimento. É claro que isso não durava muito tempo, pois logo meus olhos avistavam frutas ao alcance das mãos.

        Assim passava de uma atividade à outra sempre exercitando a minha curiosidade pueril e a minha destreza.

(Daniel Munduruku. Antologia de contos indígenas de ensinamento. São Paulo. 2005. Adaptado.)
Na passagem Quando se é criança, o mundo é apenas um grande parque de diversões.” (1º§), a palavra em destaque expressa ideia de:
Alternativas
Q4068674 Não definido
Tempo de infância

        Quando se é criança, o mundo é apenas um grande parque de diversões. E são essas as primeiras lembranças que trago em mim.

        Lembro que, ainda bem pequeno, gostava de sair correndo atrás de meus irmãos e primos maiores. Era uma corrida sem finalidade. Corria-se para repetir os gestos dos calangos que dividiam com a gente o espaço da aldeia.

        Meus irmãos e eu andávamos sem paradeiro e sem destino. Íamos a todos os cantos que nos eram permitidos pelos adultos. O igarapé era nosso principal objetivo, mas também tínhamos as árvores, enormes mangueiras que cresciam por toda a aldeia. Os maiores subiam com destreza e depois me ajudavam a subir também. Passávamos horas ali, brincando de navegar nos galhos da velha árvore, comendo mangas com farinha de mandioca.

        Depois, descíamos daquela parenta – é assim que tratamos a natureza – para procurar outras aventuras e brincadeiras. Arcos e flechas em punho, descia parte do igarapé à procura de peixes. Pés descalços, corpo nu, pintado apenas com motivos de clã, percorria grande distância numa solitária busca por alimento. É claro que isso não durava muito tempo, pois logo meus olhos avistavam frutas ao alcance das mãos.

        Assim passava de uma atividade à outra sempre exercitando a minha curiosidade pueril e a minha destreza.

(Daniel Munduruku. Antologia de contos indígenas de ensinamento. São Paulo. 2005. Adaptado.)
“Os maiores subiam com destreza e depois me ajudavam a subir também.” (3º§) Assinale, a seguir, a alternativa que evidencia o significado oposto da expressão destacada.
Alternativas
Q4068673 Não definido
Tempo de infância

        Quando se é criança, o mundo é apenas um grande parque de diversões. E são essas as primeiras lembranças que trago em mim.

        Lembro que, ainda bem pequeno, gostava de sair correndo atrás de meus irmãos e primos maiores. Era uma corrida sem finalidade. Corria-se para repetir os gestos dos calangos que dividiam com a gente o espaço da aldeia.

        Meus irmãos e eu andávamos sem paradeiro e sem destino. Íamos a todos os cantos que nos eram permitidos pelos adultos. O igarapé era nosso principal objetivo, mas também tínhamos as árvores, enormes mangueiras que cresciam por toda a aldeia. Os maiores subiam com destreza e depois me ajudavam a subir também. Passávamos horas ali, brincando de navegar nos galhos da velha árvore, comendo mangas com farinha de mandioca.

        Depois, descíamos daquela parenta – é assim que tratamos a natureza – para procurar outras aventuras e brincadeiras. Arcos e flechas em punho, descia parte do igarapé à procura de peixes. Pés descalços, corpo nu, pintado apenas com motivos de clã, percorria grande distância numa solitária busca por alimento. É claro que isso não durava muito tempo, pois logo meus olhos avistavam frutas ao alcance das mãos.

        Assim passava de uma atividade à outra sempre exercitando a minha curiosidade pueril e a minha destreza.

(Daniel Munduruku. Antologia de contos indígenas de ensinamento. São Paulo. 2005. Adaptado.)
Considerando o fragmento “Quando se é criança, o mundo é apenas um grande parque de diversões.” (1º§), a expressão destacada exprime circunstância de:
Alternativas
Q4068672 Não definido
Tempo de infância

        Quando se é criança, o mundo é apenas um grande parque de diversões. E são essas as primeiras lembranças que trago em mim.

        Lembro que, ainda bem pequeno, gostava de sair correndo atrás de meus irmãos e primos maiores. Era uma corrida sem finalidade. Corria-se para repetir os gestos dos calangos que dividiam com a gente o espaço da aldeia.

        Meus irmãos e eu andávamos sem paradeiro e sem destino. Íamos a todos os cantos que nos eram permitidos pelos adultos. O igarapé era nosso principal objetivo, mas também tínhamos as árvores, enormes mangueiras que cresciam por toda a aldeia. Os maiores subiam com destreza e depois me ajudavam a subir também. Passávamos horas ali, brincando de navegar nos galhos da velha árvore, comendo mangas com farinha de mandioca.

        Depois, descíamos daquela parenta – é assim que tratamos a natureza – para procurar outras aventuras e brincadeiras. Arcos e flechas em punho, descia parte do igarapé à procura de peixes. Pés descalços, corpo nu, pintado apenas com motivos de clã, percorria grande distância numa solitária busca por alimento. É claro que isso não durava muito tempo, pois logo meus olhos avistavam frutas ao alcance das mãos.

        Assim passava de uma atividade à outra sempre exercitando a minha curiosidade pueril e a minha destreza.

(Daniel Munduruku. Antologia de contos indígenas de ensinamento. São Paulo. 2005. Adaptado.)
Em “Assim passava de uma atividade à outra sempre exercitando a minha curiosidade pueril e a minha destreza.” (5º§), o termo destacado significa:
Alternativas
Q4068671 Não definido
Tempo de infância

        Quando se é criança, o mundo é apenas um grande parque de diversões. E são essas as primeiras lembranças que trago em mim.

        Lembro que, ainda bem pequeno, gostava de sair correndo atrás de meus irmãos e primos maiores. Era uma corrida sem finalidade. Corria-se para repetir os gestos dos calangos que dividiam com a gente o espaço da aldeia.

        Meus irmãos e eu andávamos sem paradeiro e sem destino. Íamos a todos os cantos que nos eram permitidos pelos adultos. O igarapé era nosso principal objetivo, mas também tínhamos as árvores, enormes mangueiras que cresciam por toda a aldeia. Os maiores subiam com destreza e depois me ajudavam a subir também. Passávamos horas ali, brincando de navegar nos galhos da velha árvore, comendo mangas com farinha de mandioca.

        Depois, descíamos daquela parenta – é assim que tratamos a natureza – para procurar outras aventuras e brincadeiras. Arcos e flechas em punho, descia parte do igarapé à procura de peixes. Pés descalços, corpo nu, pintado apenas com motivos de clã, percorria grande distância numa solitária busca por alimento. É claro que isso não durava muito tempo, pois logo meus olhos avistavam frutas ao alcance das mãos.

        Assim passava de uma atividade à outra sempre exercitando a minha curiosidade pueril e a minha destreza.

(Daniel Munduruku. Antologia de contos indígenas de ensinamento. São Paulo. 2005. Adaptado.)
No trecho “O igarapé era nosso principal objetivo, mas também tínhamos as árvores, enormes mangueiras que cresciam por toda a aldeia.” (3º§), a expressão assinalada pode ser substituída, sem mudança de sentido, por:
Alternativas
Q4068670 Não definido
Tempo de infância

        Quando se é criança, o mundo é apenas um grande parque de diversões. E são essas as primeiras lembranças que trago em mim.

        Lembro que, ainda bem pequeno, gostava de sair correndo atrás de meus irmãos e primos maiores. Era uma corrida sem finalidade. Corria-se para repetir os gestos dos calangos que dividiam com a gente o espaço da aldeia.

        Meus irmãos e eu andávamos sem paradeiro e sem destino. Íamos a todos os cantos que nos eram permitidos pelos adultos. O igarapé era nosso principal objetivo, mas também tínhamos as árvores, enormes mangueiras que cresciam por toda a aldeia. Os maiores subiam com destreza e depois me ajudavam a subir também. Passávamos horas ali, brincando de navegar nos galhos da velha árvore, comendo mangas com farinha de mandioca.

        Depois, descíamos daquela parenta – é assim que tratamos a natureza – para procurar outras aventuras e brincadeiras. Arcos e flechas em punho, descia parte do igarapé à procura de peixes. Pés descalços, corpo nu, pintado apenas com motivos de clã, percorria grande distância numa solitária busca por alimento. É claro que isso não durava muito tempo, pois logo meus olhos avistavam frutas ao alcance das mãos.

        Assim passava de uma atividade à outra sempre exercitando a minha curiosidade pueril e a minha destreza.

(Daniel Munduruku. Antologia de contos indígenas de ensinamento. São Paulo. 2005. Adaptado.)
Considerando as ideias textuais, podemos afirmar que o autor do texto:
Alternativas
Respostas
55: A
56: B
57: B
58: A
59: A
60: A