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Q2087587 Português
   Uma certeza já tenho para o ano que entra: me tornarei mais burro. À medida que os anos passam, minha capacidade de adaptação à realidade se torna menor. Brinco chamando de burrice, porque a questão é mais profunda. Sou da geração que está com 60 anos. É quase impossível acompanhar o mundo. Já nem sei quantas reformas ortográficas ocorreram durante meu tempo de vida. Foram algumas, e eu teria me adaptado, se não houvesse exceções em todas elas. Caem acentos, mas em alguns casos permanecem. Hífens sobrevivem. E assim por diante. Já me conformei, nunca mais escreverei de maneira tão perfeita quanto antes.
   Também aposto, e isso já é uma certeza, que surgirão inovações tecnológicas que não observarei. Gente, sou da época da máquina de escrever. Não tenho saudades, o computador é mais prático. Mas tudo faz tanta coisa, que já não sei como me virar. São programas e mais programas capazes de resolver minha vida, se eu soubesse lidar com eles. Basicamente, continuo usando a máquina para escrever textos, enviar e-mails. Há mais ou menos 30 anos, quando o computador doméstico começou a ser usado no país, eu me orgulhava de ser um precursor. Entre meus amigos, fui o primeiro a comprar um. Hoje, surge uma novidade por minuto. Mas eu sonho com um celular que faça e receba ligações, apenas isso. Um computador que sirva para criar e enviar textos, não mais. Aparelhos simples, em que eu possa mexer sem correr o risco de danos cerebrais.
   Mas o mundo caminha noutra direção – e isso não é uma aposta. É uma certeza. Conto os dias para o lançamento do robô doméstico. Vai chegar, e não falta muito. As grandes montadoras do Japão estão de olho nesse mercado. Há anos apostam no produto. Já cheguei a ver um que serve cafezinho, em Tóquio. Alguns robôs específicos já fritam hambúrgueres. Há um aspirador de pó robotizado. Pensa-se em “cuidadores”, que acompanhem e deem medicação a pessoas doentes.
   Entre minha dificuldade para acompanhar toda essa tecnologia e as surpresas que ela oferecerá, fica a última aposta. Há alguns anos, numa conferência no Japão, conheci o trabalho de um gênio que tentava criar robôs capazes de agir em grupo e de reagir ao meio ambiente. Mas... isso não é mais ou menos o que somos? Não se tratará, de fato, de uma nova espécie? Tudo isso me assusta um pouco, afinal somos nós que decidiremos como usar a revolução tecnológica em larga escala.
(Walcyr Carrasco. Revista Época. Em: dezembro de 2013. Adaptado.)
Assinale a alternativa em que o termo destacado NÃO pertence à classe gramatical dos demais.
Alternativas
Q2087586 Português
   Uma certeza já tenho para o ano que entra: me tornarei mais burro. À medida que os anos passam, minha capacidade de adaptação à realidade se torna menor. Brinco chamando de burrice, porque a questão é mais profunda. Sou da geração que está com 60 anos. É quase impossível acompanhar o mundo. Já nem sei quantas reformas ortográficas ocorreram durante meu tempo de vida. Foram algumas, e eu teria me adaptado, se não houvesse exceções em todas elas. Caem acentos, mas em alguns casos permanecem. Hífens sobrevivem. E assim por diante. Já me conformei, nunca mais escreverei de maneira tão perfeita quanto antes.
   Também aposto, e isso já é uma certeza, que surgirão inovações tecnológicas que não observarei. Gente, sou da época da máquina de escrever. Não tenho saudades, o computador é mais prático. Mas tudo faz tanta coisa, que já não sei como me virar. São programas e mais programas capazes de resolver minha vida, se eu soubesse lidar com eles. Basicamente, continuo usando a máquina para escrever textos, enviar e-mails. Há mais ou menos 30 anos, quando o computador doméstico começou a ser usado no país, eu me orgulhava de ser um precursor. Entre meus amigos, fui o primeiro a comprar um. Hoje, surge uma novidade por minuto. Mas eu sonho com um celular que faça e receba ligações, apenas isso. Um computador que sirva para criar e enviar textos, não mais. Aparelhos simples, em que eu possa mexer sem correr o risco de danos cerebrais.
   Mas o mundo caminha noutra direção – e isso não é uma aposta. É uma certeza. Conto os dias para o lançamento do robô doméstico. Vai chegar, e não falta muito. As grandes montadoras do Japão estão de olho nesse mercado. Há anos apostam no produto. Já cheguei a ver um que serve cafezinho, em Tóquio. Alguns robôs específicos já fritam hambúrgueres. Há um aspirador de pó robotizado. Pensa-se em “cuidadores”, que acompanhem e deem medicação a pessoas doentes.
   Entre minha dificuldade para acompanhar toda essa tecnologia e as surpresas que ela oferecerá, fica a última aposta. Há alguns anos, numa conferência no Japão, conheci o trabalho de um gênio que tentava criar robôs capazes de agir em grupo e de reagir ao meio ambiente. Mas... isso não é mais ou menos o que somos? Não se tratará, de fato, de uma nova espécie? Tudo isso me assusta um pouco, afinal somos nós que decidiremos como usar a revolução tecnológica em larga escala.
(Walcyr Carrasco. Revista Época. Em: dezembro de 2013. Adaptado.)
Há mais ou menos 30 anos, quando o computador doméstico começou a ser usado no país, eu me orgulhava de ser um precursor.” (2º§) A articulação das orações do período expressa uma ideia de:
Alternativas
Q2087585 Português
   Uma certeza já tenho para o ano que entra: me tornarei mais burro. À medida que os anos passam, minha capacidade de adaptação à realidade se torna menor. Brinco chamando de burrice, porque a questão é mais profunda. Sou da geração que está com 60 anos. É quase impossível acompanhar o mundo. Já nem sei quantas reformas ortográficas ocorreram durante meu tempo de vida. Foram algumas, e eu teria me adaptado, se não houvesse exceções em todas elas. Caem acentos, mas em alguns casos permanecem. Hífens sobrevivem. E assim por diante. Já me conformei, nunca mais escreverei de maneira tão perfeita quanto antes.
   Também aposto, e isso já é uma certeza, que surgirão inovações tecnológicas que não observarei. Gente, sou da época da máquina de escrever. Não tenho saudades, o computador é mais prático. Mas tudo faz tanta coisa, que já não sei como me virar. São programas e mais programas capazes de resolver minha vida, se eu soubesse lidar com eles. Basicamente, continuo usando a máquina para escrever textos, enviar e-mails. Há mais ou menos 30 anos, quando o computador doméstico começou a ser usado no país, eu me orgulhava de ser um precursor. Entre meus amigos, fui o primeiro a comprar um. Hoje, surge uma novidade por minuto. Mas eu sonho com um celular que faça e receba ligações, apenas isso. Um computador que sirva para criar e enviar textos, não mais. Aparelhos simples, em que eu possa mexer sem correr o risco de danos cerebrais.
   Mas o mundo caminha noutra direção – e isso não é uma aposta. É uma certeza. Conto os dias para o lançamento do robô doméstico. Vai chegar, e não falta muito. As grandes montadoras do Japão estão de olho nesse mercado. Há anos apostam no produto. Já cheguei a ver um que serve cafezinho, em Tóquio. Alguns robôs específicos já fritam hambúrgueres. Há um aspirador de pó robotizado. Pensa-se em “cuidadores”, que acompanhem e deem medicação a pessoas doentes.
   Entre minha dificuldade para acompanhar toda essa tecnologia e as surpresas que ela oferecerá, fica a última aposta. Há alguns anos, numa conferência no Japão, conheci o trabalho de um gênio que tentava criar robôs capazes de agir em grupo e de reagir ao meio ambiente. Mas... isso não é mais ou menos o que somos? Não se tratará, de fato, de uma nova espécie? Tudo isso me assusta um pouco, afinal somos nós que decidiremos como usar a revolução tecnológica em larga escala.
(Walcyr Carrasco. Revista Época. Em: dezembro de 2013. Adaptado.)
O tema “inovações tecnológicas” é assunto da crônica em questão porque o autor:
Alternativas
Q2087584 Português
   Uma certeza já tenho para o ano que entra: me tornarei mais burro. À medida que os anos passam, minha capacidade de adaptação à realidade se torna menor. Brinco chamando de burrice, porque a questão é mais profunda. Sou da geração que está com 60 anos. É quase impossível acompanhar o mundo. Já nem sei quantas reformas ortográficas ocorreram durante meu tempo de vida. Foram algumas, e eu teria me adaptado, se não houvesse exceções em todas elas. Caem acentos, mas em alguns casos permanecem. Hífens sobrevivem. E assim por diante. Já me conformei, nunca mais escreverei de maneira tão perfeita quanto antes.
   Também aposto, e isso já é uma certeza, que surgirão inovações tecnológicas que não observarei. Gente, sou da época da máquina de escrever. Não tenho saudades, o computador é mais prático. Mas tudo faz tanta coisa, que já não sei como me virar. São programas e mais programas capazes de resolver minha vida, se eu soubesse lidar com eles. Basicamente, continuo usando a máquina para escrever textos, enviar e-mails. Há mais ou menos 30 anos, quando o computador doméstico começou a ser usado no país, eu me orgulhava de ser um precursor. Entre meus amigos, fui o primeiro a comprar um. Hoje, surge uma novidade por minuto. Mas eu sonho com um celular que faça e receba ligações, apenas isso. Um computador que sirva para criar e enviar textos, não mais. Aparelhos simples, em que eu possa mexer sem correr o risco de danos cerebrais.
   Mas o mundo caminha noutra direção – e isso não é uma aposta. É uma certeza. Conto os dias para o lançamento do robô doméstico. Vai chegar, e não falta muito. As grandes montadoras do Japão estão de olho nesse mercado. Há anos apostam no produto. Já cheguei a ver um que serve cafezinho, em Tóquio. Alguns robôs específicos já fritam hambúrgueres. Há um aspirador de pó robotizado. Pensa-se em “cuidadores”, que acompanhem e deem medicação a pessoas doentes.
   Entre minha dificuldade para acompanhar toda essa tecnologia e as surpresas que ela oferecerá, fica a última aposta. Há alguns anos, numa conferência no Japão, conheci o trabalho de um gênio que tentava criar robôs capazes de agir em grupo e de reagir ao meio ambiente. Mas... isso não é mais ou menos o que somos? Não se tratará, de fato, de uma nova espécie? Tudo isso me assusta um pouco, afinal somos nós que decidiremos como usar a revolução tecnológica em larga escala.
(Walcyr Carrasco. Revista Época. Em: dezembro de 2013. Adaptado.)
Considerando que as figuras de linguagem são formas de expressão plurissignificativas, ou seja, quando empregadas, elas possibilitam uma interpretação que vai além do sentido original, a figura de linguagem denominada “prosopopeia” está exemplificada em:
Alternativas
Q2087583 Português
   Uma certeza já tenho para o ano que entra: me tornarei mais burro. À medida que os anos passam, minha capacidade de adaptação à realidade se torna menor. Brinco chamando de burrice, porque a questão é mais profunda. Sou da geração que está com 60 anos. É quase impossível acompanhar o mundo. Já nem sei quantas reformas ortográficas ocorreram durante meu tempo de vida. Foram algumas, e eu teria me adaptado, se não houvesse exceções em todas elas. Caem acentos, mas em alguns casos permanecem. Hífens sobrevivem. E assim por diante. Já me conformei, nunca mais escreverei de maneira tão perfeita quanto antes.
   Também aposto, e isso já é uma certeza, que surgirão inovações tecnológicas que não observarei. Gente, sou da época da máquina de escrever. Não tenho saudades, o computador é mais prático. Mas tudo faz tanta coisa, que já não sei como me virar. São programas e mais programas capazes de resolver minha vida, se eu soubesse lidar com eles. Basicamente, continuo usando a máquina para escrever textos, enviar e-mails. Há mais ou menos 30 anos, quando o computador doméstico começou a ser usado no país, eu me orgulhava de ser um precursor. Entre meus amigos, fui o primeiro a comprar um. Hoje, surge uma novidade por minuto. Mas eu sonho com um celular que faça e receba ligações, apenas isso. Um computador que sirva para criar e enviar textos, não mais. Aparelhos simples, em que eu possa mexer sem correr o risco de danos cerebrais.
   Mas o mundo caminha noutra direção – e isso não é uma aposta. É uma certeza. Conto os dias para o lançamento do robô doméstico. Vai chegar, e não falta muito. As grandes montadoras do Japão estão de olho nesse mercado. Há anos apostam no produto. Já cheguei a ver um que serve cafezinho, em Tóquio. Alguns robôs específicos já fritam hambúrgueres. Há um aspirador de pó robotizado. Pensa-se em “cuidadores”, que acompanhem e deem medicação a pessoas doentes.
   Entre minha dificuldade para acompanhar toda essa tecnologia e as surpresas que ela oferecerá, fica a última aposta. Há alguns anos, numa conferência no Japão, conheci o trabalho de um gênio que tentava criar robôs capazes de agir em grupo e de reagir ao meio ambiente. Mas... isso não é mais ou menos o que somos? Não se tratará, de fato, de uma nova espécie? Tudo isso me assusta um pouco, afinal somos nós que decidiremos como usar a revolução tecnológica em larga escala.
(Walcyr Carrasco. Revista Época. Em: dezembro de 2013. Adaptado.)
Uma certeza já tenho para o ano que entra: me tornarei mais burro.” (1º§) Nessa frase, a palavra “burro” significa:
Alternativas
Q4014992 História e Geografia de Estados e Municípios
Um dos municípios integrantes do Oeste catarinense, Xavantina se destaca economicamente pela atividade agropecuária. Já tendo sido considerado o maior produtor de suínos do Brasil, o município é mapeado como o maior produtor de __________ do estado de Santa Catarina, por número de habitantes e extensão.
Economicamente o município de Xavantina se destaca nessa produção, marque a alternativa CORRETA.
Fontes: Sebrae. Caderno de Desenvolvimento de Santa Catarina - Xavantina. 2019.Prefeitura de Xavantina: https://www.xavantina.sc.gov.br
Alternativas
Q4014991 Meio Ambiente
Em março de 2022 aconteceu em Xavantina-SC, o Projeto Golfinho 2022. 
Esse programa refere-se a qual assunto?
Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4014990 Meio Ambiente
 A demanda de água tanto na área agrícola, industrial e doméstico é alta, no entanto, a escassez hídrica é um processo decorrente de vários fatores, dentre eles, o aumento do consumo humano de água, dessa forma, afetando a demanda, e as mudanças climáticas que afetam a disponibilidade desse recurso. Xavantina apresenta, por exemplo, problemas relacionados ao enfraquecimento da água dos poços artesianos. Dessa forma, abaixo, estão alguns problemas que causam ou auxiliam na crise hídrica, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4014989 História e Geografia de Estados e Municípios
O Município de Xavantina tem sua história contada iniciando-se em 1920 com o povoamento da localidade por Anita Garibaldi. Pelos seus registros históricos, cinco famílias se estabeleceram inicialmente no município. Abaixo estão as famílias que se estabeleceram inicialmente, EXCETO.
Alternativas
Q4014988 Conhecimentos Gerais
A habitual preocupação com os estoques de sangue nos hemocentros, principalmente durante o período de festas de fim de ano e férias de verão, foi potencializada pelas mudanças comportamentais impostas pela pandemia da covid-19, que afastou muitos doadores dos hemocentros.
Diponível em:https://agenciabrasil.ebc.com.br (modificada)

Durante a pandemia houve uma queda significativa no número de doadores de sangue, uma situação que ocorreu tanto em Xavantina-SC como também a nível nacional. Em Xavantina foi realizada uma campanha de doação de sangue em fevereiro (2022). Sobre o assunto doação de sangue, julgue os itens a seguir e marque a alternativa CORRETA.


I.A doação de sangue é algo perigoso, pois é um procedimento muito complexo, onde há riscos para o doador em função da reutilização de materiais descartáveis.
II.Qualquer pessoa pode ser doadora de sangue, em qualquer peso e idade, portanto, até mesmo crianças acima de 10 anos e 20kg podem ser doadoras de sangue.
III.Qualquer tipo sanguíneo pode ser doador de sangue.


É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4014987 Matemática
João é digitador e em 4 dias de trabalho consegue digitar 300 páginas. De quantos dias ele precisa para digitar um arquivo de 1200 páginas?
Alternativas
Q4014986 Matemática
A figura abaixo é a representação da região de um lote e da área referente a uma casa que será construída nele.


Imagem associada para resolução da questão


Com base nas medidas dadas, qual é a área (A) do terreno que não será construída?
Alternativas
Q4014985 Raciocínio Lógico
Para escolher o líder da turma da 3ª série do ensino médio do colégio "Doce Saber" os nomes dos candidatos foram depositados em uma urna e um foi sorteado. Se apenas um candidato era menino e sete eram meninas, qual é a probabilidade de ele ser sorteado?
Alternativas
Q4014984 Matemática
Lúcio sai de casa todos os dias a pé às 7h55min e chega ao seu local de trabalho às 8h30min, quanto tempo ele gasta em 5 dias fazendo esse percurso?
Alternativas
Q4014983 Matemática
Se Sérgio pagou R$ 195,50 por uma calça que foi vendida com 15% de desconto, qual era o preço inicial da calça?
Alternativas
Q4014982 Português
A praia brasileira que tem níveis de radiação altíssimos


Você já ouviu falar em Guarapari, no Espírito Santo? A cidade é o principal balneário do Estado e é destino turístico de capixabas, cariocas e, principalmente, de mineiros. E é nessa cidade alvo do turismo que existe uma praia radioativa.

A Praia da Areia Preta é uma das principais praias de Guarapari e sua areia não é preta, mas é radioativa. As areias da praia são chamadas monazíticas e contêm quantidades significativas de metais como o cério, além do tório e do urânio.

Nos anos 1950, O Brasil autorizou os EUA a explorar o tório de Guarapari. Com esse material radioativo, os estadunidenses fizeram bombas nucleares.

Hoje, passar algumas horas na Praia da Areia Preta ou em Meaípe, outro balneário com areias monazíticas, não vai lhe fazer mal. E, apesar de radioativas, as areias monazíticas podem causar benefícios para a saúde de acordo com pesquisas da Universidade Federal do Espírito Santo.

"Esta realidade reforça ainda mais a hipótese de que o nível de radiação encontrado nas areias das duas praias, que possuem a mesma quantidade de areias monazíticas, é benéfico à população, em comparação a outras praias do Estado. Essas areias são essenciais no tratamento de várias doenças, além da prevenção do câncer de mama. O objetivo principal da nossa pesquisa foi o de conhecer melhor e comprovar a eficiência terapêutica da radioatividade das areias na saúde das pessoas", ressalta Orlando. 



Disponível em: (A praia brasileira que tem níveis de radiação altíssimos; entenda (msn.com). Adaptado.)

"O objetivo principal da nossa pesquisa 'foi' o de conhecer melhor[...]".


O verbo 'foi', presente na frase, está conjugado no:

Alternativas
Q4014981 Português
A praia brasileira que tem níveis de radiação altíssimos


Você já ouviu falar em Guarapari, no Espírito Santo? A cidade é o principal balneário do Estado e é destino turístico de capixabas, cariocas e, principalmente, de mineiros. E é nessa cidade alvo do turismo que existe uma praia radioativa.

A Praia da Areia Preta é uma das principais praias de Guarapari e sua areia não é preta, mas é radioativa. As areias da praia são chamadas monazíticas e contêm quantidades significativas de metais como o cério, além do tório e do urânio.

Nos anos 1950, O Brasil autorizou os EUA a explorar o tório de Guarapari. Com esse material radioativo, os estadunidenses fizeram bombas nucleares.

Hoje, passar algumas horas na Praia da Areia Preta ou em Meaípe, outro balneário com areias monazíticas, não vai lhe fazer mal. E, apesar de radioativas, as areias monazíticas podem causar benefícios para a saúde de acordo com pesquisas da Universidade Federal do Espírito Santo.

"Esta realidade reforça ainda mais a hipótese de que o nível de radiação encontrado nas areias das duas praias, que possuem a mesma quantidade de areias monazíticas, é benéfico à população, em comparação a outras praias do Estado. Essas areias são essenciais no tratamento de várias doenças, além da prevenção do câncer de mama. O objetivo principal da nossa pesquisa foi o de conhecer melhor e comprovar a eficiência terapêutica da radioatividade das areias na saúde das pessoas", ressalta Orlando. 



Disponível em: (A praia brasileira que tem níveis de radiação altíssimos; entenda (msn.com). Adaptado.)
"O objetivo 'principal' da nossa pesquisa foi o de conhecer melhor e comprovar a eficiência 'terapêutica' da radioatividade[...]".
As palavras 'principal' e 'terapêutica' são, respectivamente:
Alternativas
Q4014980 Português
A praia brasileira que tem níveis de radiação altíssimos


Você já ouviu falar em Guarapari, no Espírito Santo? A cidade é o principal balneário do Estado e é destino turístico de capixabas, cariocas e, principalmente, de mineiros. E é nessa cidade alvo do turismo que existe uma praia radioativa.

A Praia da Areia Preta é uma das principais praias de Guarapari e sua areia não é preta, mas é radioativa. As areias da praia são chamadas monazíticas e contêm quantidades significativas de metais como o cério, além do tório e do urânio.

Nos anos 1950, O Brasil autorizou os EUA a explorar o tório de Guarapari. Com esse material radioativo, os estadunidenses fizeram bombas nucleares.

Hoje, passar algumas horas na Praia da Areia Preta ou em Meaípe, outro balneário com areias monazíticas, não vai lhe fazer mal. E, apesar de radioativas, as areias monazíticas podem causar benefícios para a saúde de acordo com pesquisas da Universidade Federal do Espírito Santo.

"Esta realidade reforça ainda mais a hipótese de que o nível de radiação encontrado nas areias das duas praias, que possuem a mesma quantidade de areias monazíticas, é benéfico à população, em comparação a outras praias do Estado. Essas areias são essenciais no tratamento de várias doenças, além da prevenção do câncer de mama. O objetivo principal da nossa pesquisa foi o de conhecer melhor e comprovar a eficiência terapêutica da radioatividade das areias na saúde das pessoas", ressalta Orlando. 



Disponível em: (A praia brasileira que tem níveis de radiação altíssimos; entenda (msn.com). Adaptado.)
Assinale a opção CORRETA quanto à interpretação de texto.
Alternativas
Q4014979 Português
A praia brasileira que tem níveis de radiação altíssimos


Você já ouviu falar em Guarapari, no Espírito Santo? A cidade é o principal balneário do Estado e é destino turístico de capixabas, cariocas e, principalmente, de mineiros. E é nessa cidade alvo do turismo que existe uma praia radioativa.

A Praia da Areia Preta é uma das principais praias de Guarapari e sua areia não é preta, mas é radioativa. As areias da praia são chamadas monazíticas e contêm quantidades significativas de metais como o cério, além do tório e do urânio.

Nos anos 1950, O Brasil autorizou os EUA a explorar o tório de Guarapari. Com esse material radioativo, os estadunidenses fizeram bombas nucleares.

Hoje, passar algumas horas na Praia da Areia Preta ou em Meaípe, outro balneário com areias monazíticas, não vai lhe fazer mal. E, apesar de radioativas, as areias monazíticas podem causar benefícios para a saúde de acordo com pesquisas da Universidade Federal do Espírito Santo.

"Esta realidade reforça ainda mais a hipótese de que o nível de radiação encontrado nas areias das duas praias, que possuem a mesma quantidade de areias monazíticas, é benéfico à população, em comparação a outras praias do Estado. Essas areias são essenciais no tratamento de várias doenças, além da prevenção do câncer de mama. O objetivo principal da nossa pesquisa foi o de conhecer melhor e comprovar a eficiência terapêutica da radioatividade das areias na saúde das pessoas", ressalta Orlando. 



Disponível em: (A praia brasileira que tem níveis de radiação altíssimos; entenda (msn.com). Adaptado.)
'Hoje, passar algumas horas na Praia da Areia Preta ou em Meaípe, outro balneário com areias monazíticas, não vai lhe fazer mal'.
Assinale a opção CORRETA.
Alternativas
Q4014978 Português
A praia brasileira que tem níveis de radiação altíssimos


Você já ouviu falar em Guarapari, no Espírito Santo? A cidade é o principal balneário do Estado e é destino turístico de capixabas, cariocas e, principalmente, de mineiros. E é nessa cidade alvo do turismo que existe uma praia radioativa.

A Praia da Areia Preta é uma das principais praias de Guarapari e sua areia não é preta, mas é radioativa. As areias da praia são chamadas monazíticas e contêm quantidades significativas de metais como o cério, além do tório e do urânio.

Nos anos 1950, O Brasil autorizou os EUA a explorar o tório de Guarapari. Com esse material radioativo, os estadunidenses fizeram bombas nucleares.

Hoje, passar algumas horas na Praia da Areia Preta ou em Meaípe, outro balneário com areias monazíticas, não vai lhe fazer mal. E, apesar de radioativas, as areias monazíticas podem causar benefícios para a saúde de acordo com pesquisas da Universidade Federal do Espírito Santo.

"Esta realidade reforça ainda mais a hipótese de que o nível de radiação encontrado nas areias das duas praias, que possuem a mesma quantidade de areias monazíticas, é benéfico à população, em comparação a outras praias do Estado. Essas areias são essenciais no tratamento de várias doenças, além da prevenção do câncer de mama. O objetivo principal da nossa pesquisa foi o de conhecer melhor e comprovar a eficiência terapêutica da radioatividade das areias na saúde das pessoas", ressalta Orlando. 



Disponível em: (A praia brasileira que tem níveis de radiação altíssimos; entenda (msn.com). Adaptado.)

'Nos anos 1950, O Brasil autorizou os EUA a explorar o tório de Guarapari'.


Assinale a opção CORRETA quanto à nova pontuação da frase.

Alternativas
Respostas
81: E
82: A
83: A
84: D
85: D
86: D
87: C
88: E
89: A
90: D
91: B
92: E
93: D
94: B
95: E
96: E
97: C
98: C
99: A
100: D