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Q3693563 Raciocínio Lógico
AFigura 01 é composta por duas escadas independentes que se cruzam, formando um quadrado de letras.


Imagem associada para resolução da questão

 Fonte: CPCON

Analise o padrão de formação das escadas e determine as letras correspondentes aos números 1, 2, 3 e 4, RESPECTIVAMENTE.
Alternativas
Q3693562 Raciocínio Lógico
Os pais de Marília, a mais nova de dois irmãos, casaram-se em 1961, quando tinham uma diferença de idade de 23 anos. Sabe-se, ainda, que as informações a seguir também se referem a Marília: 

(i) nasceu em 1981, ano em que sua mãe completou 38 anos;
(ii) seu pai é mais velho que sua mãe;
(iii) seu irmão é 10 anos mais velho que ela.

É CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693559 Raciocínio Lógico
Considere as seguintes proposições:

R: Todo campeão olímpico é medalhista;
S: a + b = 4, tal que a = 1 e b = 2.

Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3693557 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.

Ao colocar na ordem direta os versos 5 e 6 do Texto IV, tem-se o seguinte período composto:



Imagem associada para resolução da questão



É CORRETO afirmar que a oração em destaque se classifica como uma oração:

Alternativas
Q3693555 Português
O Texto IV se refere à questão.


Texto IV- Blanco
Marisa Monte


Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo


Fonte: PAZ, Octavio. Blanco. Intérprete: Marisa Monte. Barulhinho Bom. Londres: EMI, 1996. Letra disponível em: https://www.letras.mus.br/marisamonte/47272/. Acesso em: 4 out. 2025.
Ainda considerando o verso “Sou a criatura do que vejo”, é CORRETO afirmar que se trata de uma:
Alternativas
Q3693548 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Considerando o trecho retirado do Texto I: “Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar”, analise as assertivas que seguem.

I- No aposto “crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos”, o substantivo crises oferece uma explicação sobre a quais culpados pelo quadro desanimador descrito no texto o autor poderia estar se referindo, enquanto o substantivo causas aponta para fatores que poderiam desencadear as crises, tais como a inovação tecnológica e os choques geopolíticos.
II- O referente do sujeito “a conta”, em “a conta aparece em outro lugar”, não pode ser recuperado no texto em si, mas na exterioridade do texto, o que acarreta um problema de coesão.
III- A classe de palavras substantivo é relevante para a coerência do período, uma vez que a intenção do autor é argumentar sobre uma situação, ou seja, sobre algo que está ocorrendo na sociedade, e que exige várias denominações, como ocorre em “múltiplas causas”, “políticas públicas”, “segurança econômica”, por exemplo.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3693545 Português
O Texto I deve ser lido para responder à questão.

Texto I


PAÍSES PRECISAM TRATAR A SOLIDÃO COMO UM PROBLEMA PÚBLICO

Sucesso de uma nação não é apenas produzir mais, é perder menos gente para o silêncio

Waldemar Magaldi Filho

20 set. 2025 às 10h10


   Quando a vida perde o fio do sentido, até um simples resfriado pode derrubar. Não é exagero poético, é uma descrição precisa do que acontece quando o organismo psíquico se vê sem horizonte, sem pertencimento, sem uma razão que amarre as horas do dia.

   Longe de um misticismo nebuloso, essa "tarefa" é o nome clássico de uma experiência cotidiana, a sensação de ter valor para alguém, de que o esforço tem direção, de que o mundo ainda nos pede algo. Quando esse chamado some, o corpo registra, a imunidade cede, a mente fecha e ficamos "bloqueados". O destino de pessoas e de sociedades muda quando o sentido deixa de existir.

   É aí que entra um termo incômodo, nascido do esforço de dois economistas, Anne Case e Angus Deaton: "mortes por desespero". A expressão reúne três causas de morte que se expandiram em certas populações ao longo das últimas décadas: suicídio, overdose de drogas e doenças hepáticas relacionadas ao álcool.

   Por trás dos números o desenho social de isolamento, perda de propósito, empregos que somem, comunidades que se desfazem, dor crônica tratada como mercadoria. O fenômeno foi fotografado com nitidez em partes dos Estados Unidos. Mas não se trata de um destino americano, é um alerta universal. Quando vínculos esgarçam e perspectivas encolhem, a curva do desespero sobe. E desespero não é só um afeto, é uma política do corpo.

   A literatura de saúde pública insiste que o sentido é também um determinante social. Não basta aconselhar resiliência individual quando as estruturas que sustentam a vida comum – trabalho digno, moradia, transporte, escola, cuidado – estão corroídas.

   Não se trata de eleger um culpado único – crises têm múltiplas causas, da inovação tecnológica aos choques geopolíticos –, mas de notar um padrão, quando políticas públicas passam a tratar a segurança econômica, a saúde, a educação e o cuidado como linhas de custo a serem comprimidas, a conta aparece em outro lugar.

   Aparece na sobrecarga das famílias, na precarização silenciosa de territórios, na medicalização do sofrimento social, na anestesia como resposta. Aretórica da meritocracia sem freios é psicologicamente tóxica porque produz um tipo de vergonha que isola. E isolamento é adubo para o desespero.

   Dizer que "a matéria ganhou primazia sobre a alma" não é uma oposição simplista entre economia má e espiritualidade boa. É uma constatação sobre prioridades, quando o preço vira a linguagem, perde estatuto de valor. O resultado é uma sociedade eficiente para produzir coisas e inábil para acolher pessoas. E, no entanto, não há contradição entre prosperidade e sentido, há desordem de metas.

   O desafio é civilizatório, alinhar incentivos econômicos a finalidades humanas. Isso significa cinco linhas de ação que cabem na pauta pública e na vida miúda: políticas de emprego que recompensem o trabalho decente; um sistema de saúde que integre cuidado mental desde a atenção primária; regulação e responsabilidade corporativa em mercados que lidam com dor e dependência; investimento em educação continuada e requalificação que devolvam horizonte a trabalhadores em transição; e, por fim, uma agenda de convivência que trate a solidão como problema público, promovendo espaços, tempos e serviços que refaçam a comunidade.


Fonte: MAGALDI FILHO, Waldemar. Países precisam tratar a solidão como um problema público. Folha de São Paulo, 20 set. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/09/uma-sociedade-eficiente-para-produzir-coisas-e-inabil-em-acolher-pessoas.shtml. Acesso em: 20 set. 2025. Adaptado. 
Sobre o propósito comunicativo do Texto I, é CORRETO afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3693093 Enfermagem
Ao levantar, o paciente de 76 anos refere tontura. Em enfermaria clínica, a aferição de sinais vitais deve confirmar ou afastar hipotensão ortostática com segurança. Qual sequência de enfermagem é a mais adequada?
Alternativas
Q3693092 Enfermagem
Fim de tarde na enfermaria: idoso de 82 anos, pós-operatório recente, alterna atenção, inverte o sono e agita ao anoitecer. Sem febre, dor 6/10, usa difenidramina e precisa de óculos e aparelho auditivo. Qual sequência imediata é mais adequada para manejar delirium e reduzir riscos, no escopo da enfermagem?
Alternativas
Q3693091 Enfermagem
Puérpera em uso de sulfato de magnésio por eclâmpsia evolui com respiração lenta (8 irpm), saturação em queda (88% em ar ambiente) e reflexos patelares ausentes. Considerando diretrizes de urgência obstétrica e o escopo do enfermeiro, assinale a sequência imediata de ações mais adequada para suspeita de toxicidade por magnésio.
Alternativas
Q3693090 Enfermagem
Em UTI, qual prática de enfermagem mais fortalece a segurança na infusão de insulina segundo recomendações de segurança do medicamento?
Alternativas
Q3693089 Enfermagem
Sobre o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) na prática de enfermagem: com base na RDC nº 222/2018 e nas boas práticas assistenciais, analise as afirmativas.
I – Perfurocortantes podem ir em saco resistente junto aos infectantes, se estiverem identificados.
II – Revelador e fixador radiográfico podem ser diluídos e descartados na rede coletora em volumes baixos.
III – O PGRSS assegura segregação na fonte, recipiente rígido para perfurocortantes e rotas internas por tipo de resíduo.
IV – Medicamentos vencidos e resíduos hormonais integram o grupo B com identificação e destino licenciado.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3693088 Enfermagem
Em cateter venoso central, qual pacote conduzido pela enfermagem caracteriza bundle efetivo para reduzir infecção da corrente sanguínea associada a cateter, conforme recomendações amplamente aceitas?
Alternativas
Q3693087 Enfermagem
Paciente de 79 anos, acamado, com lesão por pressão sacral estágio 3 (4×3×1 cm), exsudato moderado seroso, pele perilesional macerada, dor 4/10 e episódios de incontinência. Sem sinais sistêmicos de infecção. No escopo da enfermagem qual sequência imediata é mais adequada?
Alternativas
Q3693086 Enfermagem
Na enfermaria, qual medida central reduz a transmissão de Clostridioides difficile?
Alternativas
Q3693085 Enfermagem
Em UTI, paciente de 72 kg recebeu prescrição de morfina EV contínua a 0,05 mg/kg/h. A seringa contém 10 mg em 50 mL (0,2 mg/mL). Qual taxa de infusão, em mL/h, deve ser programada na bomba?
Alternativas
Q3693084 Enfermagem
Turnos cheios, bomba apitando e paciente vasopressor-dependente, em UTI. Indique a prática de enfermagem que mais reduz eventos na infusão de noradrenalina, de acordo com boas práticas de segurança medicamentosa.
Alternativas
Q3693012 Segurança da Informação
Um fornecedor envia planilha com macros para preenchimento rápido. Sua prioridade é reduzir risco no dia a dia. Assinale a medida combinada mais eficaz. 
Alternativas
Q3693011 Noções de Informática
Para acessar e-mails e pastas no notebook e no webmail, e assinar digitalmente comunicados, identifique a configuração adequada.
Alternativas
Respostas
8541: E
8542: B
8543: E
8544: A
8545: E
8546: E
8547: B
8548: D
8549: B
8550: C
8551: D
8552: B
8553: C
8554: C
8555: A
8556: A
8557: D
8558: B
8559: D
8560: B