Questões de Concurso Para enfermeiro

Foram encontradas 61.864 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3758932 Português

Leia, a seguir, a letra da música “Os anjos”, de Legião urbana, e responda à questão.



Os Anjos


Legião Urbana


Hoje não dá, hoje não dá

Não sei mais o que dizer e nem o que pensar

Hoje não dá, hoje não dá

A maldade humana agora não tem nome, hoje não

Pegue duas medidas de estupidez

Junte trinta e quatro partes de mentira

Coloque tudo numa forma untada previamente

Com promessas não cumpridas

Adicione a seguir o ódio e a inveja

As dez colheres cheias de burrice

Mexa tudo e misture bem

E não se esqueça antes de levar ao forno

Temperar com essência de espirito de porco

Duas xícaras de diferença

E um tablete e meio de preguiça

Hoje não dá, hoje não dá

Está um dia tão bonito lá fora e eu quero brincar

Mas hoje não dá, hoje não dá

Vou consertar a minha asa quebrada e descansar

Gostaria de não saber

Destes crimes atrozes

É todo dia agora

E o que vamos fazer?

Quero voar pra bem longe

Mas hoje não dá

Não sei o que pensar

E nem o que dizer

Só nos sobrou do amor

A falta que ficou



Fonte: https://www.letras.mus.br/legiao-urbana/46964/

Após leitura da letra da música “Os anjos”, de Legião urbana, analise as afirmativas a seguir.



I. A letra em questão retrata o hibridismo de gêneros textuais\discursivos, ao utilizar características estruturais de uma receita culinária em uma de suas estrofes;



II. Os verbos “pegue”, “junte”, “coloque”, “adicione”, “mexa” e “misture” estão conjugados no modo subjuntivo;



III. Nos versos “Só nos sobrou do amor\ A falta que ficou”, o sujeito do verbo sobrar é representado pelo pronome “nos”;



IV. No verso “A falta que ficou”, o termo em destaque é um pronome relativo.



Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas:

Alternativas
Q3758928 Português

Leia o texto a seguir e responda da questão.


Cultura: por que e para quem?


Fernando Silva



    Afinal, você tem cultura? A resposta é simples: sim, você tem!

    O conceito de cultura é bastante amplo e definido com focos distintos, a depender-se da corrente de pensamento ou dos estudiosos que a interpretam. Entretanto, o termo está presente em muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas entre amigos e família e até em discussões pela internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja conflitos ligados ao uso de frases como “você não tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e, principalmente, para quem?


Alta cultura e baixa cultura?


    Podemos começar por um curto panorama acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este campo foi e é essencial para análise e investigação interdisciplinar que explora as formas de produção de significados e da difusão nas sociedades atuais.

    Dentre os trabalhos produzidos nessa área, notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’ surgiram há muito tempo, datados entre os séculos XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde a cultura de massa, surgiram então como modos classificativos de oposição ao que se considerava erudito. Traços dessas definições marcaram nossa sociedade. Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras.

    É comum que se utilize a cultura como sinônimo de sabedoria, educação e refinamento. Neste pensamento, entende-se que títulos universitários, volume de leituras e até a inteligência são aspectos que ditam o quão culturalmente desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura é uma palavra usada para classificar as pessoas e, por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim como uma arma discriminatória.

    Pense no Brasil, um país rico em território, com cinco regiões tão distintas, com crenças múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla diversidade. É impossível que se aponte culturas superiores em detrimento de outras, afinal, existem diversas formas de manifestação cultural. Se este exemplo se aplica a um país, imagine em todo o mundo.

    “Um carnavalesco e um religioso não podem ser classificados em termos de superior ou inferior”, é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As relações são complementares, e isto significa que há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e procissões.

    A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas.



Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/

cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]

Analise as afirmativas a seguir sobre o texto de Fernando da Silva.



I. As menções realizadas ao estudioso Raymond Williams e ao Antropólogo Roberto da Matta revelam o recurso da intertextualidade na construção do texto;



II. O termo em negrito na frase “A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos” classifica-se, morfologicamente, como pronome pessoal do caso reto;



III. Na frase “Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas”, a vírgula que separa o termo em negrito do restante do texto é obrigatória porque o adjunto adverbial está deslocado;



IV. Na frase “Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras”, o termo em negrito trata-se de uma conjunção integrante que precede uma oração subordinada substantiva subjetiva.



Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas: 

Alternativas
Q3758927 Português

Leia o texto a seguir e responda da questão.


Cultura: por que e para quem?


Fernando Silva



    Afinal, você tem cultura? A resposta é simples: sim, você tem!

    O conceito de cultura é bastante amplo e definido com focos distintos, a depender-se da corrente de pensamento ou dos estudiosos que a interpretam. Entretanto, o termo está presente em muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas entre amigos e família e até em discussões pela internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja conflitos ligados ao uso de frases como “você não tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e, principalmente, para quem?


Alta cultura e baixa cultura?


    Podemos começar por um curto panorama acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este campo foi e é essencial para análise e investigação interdisciplinar que explora as formas de produção de significados e da difusão nas sociedades atuais.

    Dentre os trabalhos produzidos nessa área, notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’ surgiram há muito tempo, datados entre os séculos XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde a cultura de massa, surgiram então como modos classificativos de oposição ao que se considerava erudito. Traços dessas definições marcaram nossa sociedade. Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras.

    É comum que se utilize a cultura como sinônimo de sabedoria, educação e refinamento. Neste pensamento, entende-se que títulos universitários, volume de leituras e até a inteligência são aspectos que ditam o quão culturalmente desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura é uma palavra usada para classificar as pessoas e, por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim como uma arma discriminatória.

    Pense no Brasil, um país rico em território, com cinco regiões tão distintas, com crenças múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla diversidade. É impossível que se aponte culturas superiores em detrimento de outras, afinal, existem diversas formas de manifestação cultural. Se este exemplo se aplica a um país, imagine em todo o mundo.

    “Um carnavalesco e um religioso não podem ser classificados em termos de superior ou inferior”, é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As relações são complementares, e isto significa que há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e procissões.

    A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas.



Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/

cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]

Após leitura do texto “Cultura: por que e para quem?”, de autoria de Fernando da Silva, compreende-se, em outras palavras, que, segundo o referido autor: 
Alternativas
Q3757973 Direito Digital
A LGPD (Lei 13.709/2018) exige princípios de finalidade, minimização e transparência, além de controles técnicos/administrativos: autenticação forte, perfis de acesso, registros de auditoria, criptografia em trânsito/repouso, gestão de incidentes e privacidade desde a concepção. Qual implementação atende a esses requisitos?
Alternativas
Q3757972 Enfermagem
O compêndio SHEA 2022 e documentos CDC/NHSN enfatizam pacote centrado em: elevação da cabeceira, higiene oral com escovação diária, tubos com aspiração subglótica, minimização de sedação com testes de respiração espontânea, manutenção adequada da pressão do cuff e evitar trocas rotineiras de circuito. Qual sequência operacional está mais alinhada?
Alternativas
Q3757971 Enfermagem
Os Core Elements do CDC destacam liderança, responsabilidade, ação, rastreio/relato e educação; na linha de frente, a enfermagem contribui verificando alergias/indicação, culturas antes da primeira dose, documentação de duração/indicação, time-out 48–72 h, IV-VO, monitorização de eventos e comunicação interprofissional. Qual plano assistencial correto?
Alternativas
Q3757970 Enfermagem
O guia internacional EPUAP/NPIAP/PPPIA (2019) recomenda avaliação estruturada de risco (p.ex., Braden), reposicionamento individualizado, superfícies de suporte, manejo de umidade/nutrição, mobilização precoce e curativos profiláticos sobre proeminências/dispositivos, desencorajando anéis de borracha e fricção. Qual protocolo reflete este arcabouço?
Alternativas
Q3757969 Nutrição
Recomendações ASPEN/ESPEN apoiam confirmação inicial do posicionamento, cabeceira 30– 45°, início precoce quando indicado, avaliação clínica contínua de tolerância e manejo de GRV com critérios padronizados; quando monitorado, muitos consensos sugerem segurar oferta apenas se GRV >500 mL, associando medidas como pró-cinético e reavaliação diária. À luz dessas diretrizes, qual sequência operacional está mais alinhada?
Alternativas
Q3757968 Enfermagem
A OMS recomenda cuidado centrado na pessoa, controle proporcional de sintomas e decisão compartilhada; no Brasil, CFM 1.995/2012 normatiza Diretivas Antecipadas de Vontade e o COFEN 564/2017 sustenta princípios éticos da enfermagem. Qual conjunto de ações melhor traduz esse arcabouço?
Alternativas
Q3757967 Enfermagem
A NRP 8ª ed. (AAP/AHA) e o consenso AHA 2020 destacam: aquecer, posicionar, secar/estimular, avaliar respiração/FC, iniciar VPP com ar ambiente em termo, usar oximetria pré-ductal e titrar O₂ conforme metas. Qual sequência inicial está correta?
Alternativas
Q3757966 Enfermagem
Ensaios pivotais (ARDSNet/ARMA) e diretrizes ATS/ESICM 2017–2023 sustentam volume corrente 4– 8 mL/kg PBW, platô <30 cmH₂O, pronação prolongada quando PaO₂/FiO₂ <150, titulação de PEEP e estratégia hídrica conservadora. Qual conduta ventilatória– assistencial alinha-se às recomendações contemporâneas?
Alternativas
Q3757965 Enfermagem
As diretrizes PADIS (SCCM, 2018) e a Focused Update 2025 reforçam “analgesia-first”, sedação leve guiada por metas e rastreio sistemático de delírio; o bundle ABCDEF/ICU Liberation agrega interrupções programadas (SAT/SBT), mobilização precoce e engajamento familiar, reduzindo dias em ventilação, delírio e mortalidade. À luz desse corpo de evidências, qual plano integrado é mais consistente com tais recomendações para pacientes adultos ventilados?
Alternativas
Q3757964 Enfermagem
O PNI orienta armazenamento +2 a +8 °C, prevenção de congelamento, uso de acumuladores condicionados, diluentes na mesma faixa térmica, monitorização e registro, ação sobre excursões (quarentena e orientação técnica), além de transporte em caixas validadas com termômetro calibrado. Qual procedimento traduz adequadamente essas exigências?
Alternativas
Q3757963 Enfermagem
Manuais do Ministério da Saúde e diretrizes CDC recomendam higienização imediata, avaliação do tipo de exposição/fonte, sorologias basais, PEP para HIV idealmente nas primeiras horas (até 72 h), conduta para HBV conforme imunização/título e ausência de PEP para HCV, além de seguimento laboratorial documentado. Qual fluxo sintetiza corretamente essa conduta?
Alternativas
Q3757962 Enfermagem
A classificação de Spaulding ancora a decisão de processamento: críticos → esterilização; semicríticos → desinfecção de alto nível; não críticos → limpeza e desinfecção de baixo nível, necessariamente precedidos de limpeza, com embalagem adequada e rastreabilidade segundo boas práticas (ANVISA RDC 15/2012; CDC). Qual proposição reflete corretamente esse enquadramento? 
Alternativas
Q3757961 Enfermagem
A Surviving Sepsis Campaign (Evans et al., 2021) recomenda um “pacote” inicial com metas temporais, integrando avaliação clínica, biomarcadores e intervenções precoces coordenadas, com ênfase em culturas antes de antimicrobianos, antibioticoterapia de amplo espectro, reposição volêmica com cristaloides balanceados, mensuração/reavaliação do lactato e titulação de vasopressores para PAM ≥ 65 mmHg, além de busca ativa da fonte e reavaliação hemodinâmica dinâmica. À luz dessas diretrizes, qual sequência operacional está mais alinhada ao manejo recomendado no primeiro contato?
Alternativas
Q3757960 Enfermagem
Conforme AHA/ASA para manejo inicial do AVC isquêmico, quais elementos operacionais de processo reduzem tempo porta-agulha e aumentam segurança na trombólise intravenosa, em fluxos hospitalares coordenados? 
Alternativas
Q3757959 Enfermagem
Paciente em CRRT com anticoagulação regional por citrato apresenta queda de cálcio ionizado sistêmico, acidose metabólica e relação cálcio total/ionizado > 2,5. À luz KDIGO e protocolos de RCA, qual conduta está correta?
Alternativas
Q3757957 Enfermagem
Nos Guidelines AHA 2020, a RCP em gestantes requer compressões 100–120/min, 5–6 cm, deslocamento uterino à esquerda ou inclinação, manejo avançado de via aérea conforme disponibilidade e, se sem resposta rápida, cesariana perimortem iniciada até 4–5 minutos. Desfibrilação não é contraindicada. Qual conduta está correta?
Alternativas
Q3757955 Enfermagem
Conforme a NICE CG103 e meta-análises, intervenções multicomponentes não farmacológicas (reorientação, mobilização, sono, correção sensorial, hidratação/analgesia) reduzem delirium; a triagem rotineira com CAM melhora detecção e continuidade do cuidado. Antipsicóticos não são profilaxia de rotina; benzodiazepínicos tendem a piorar. Qual conduta de enfermagem está mais consistente com a evidência?
Alternativas
Respostas
6481: B
6482: B
6483: E
6484: A
6485: E
6486: A
6487: E
6488: D
6489: B
6490: B
6491: A
6492: E
6493: C
6494: D
6495: E
6496: C
6497: A
6498: B
6499: C
6500: A