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I- A criança pede esmola no semáforo. O fato expresso pelo verbo é praticado pelo sujeito, (sujeito agente).
II- Propagandas (sujeito paciente) são entregues pela moça (agente da passiva). Voz passiva sintética, ou pronominal.
III- Entrega-se gás (sujeito paciente) em domicílio. Voz passiva analítica.
IV- O assassino (sujeito agente e paciente) finalmente se entregou. Voz reflexiva.

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No que se refere à colocação pronominal, coloque (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correspondente.
( ) A mesóclise ocorre apenas com os verbos no futuro do presente ou no futuro do pretérito do indicativo. O pronome é introduzido antes de suas terminações.
( ) A próclise ocorre no início de frases do imperativo afirmativo.
( ) A ênclise ocorre quando antes do verbo vier uma palavra que atraia o pronome como advérbio.
( ) Os pronomes átonos o, a, os, as, lhe, lhes, me, te, se, nos, vos, apoiam-se na tonicidade de outra palavra em relação ao verbo, eles podem ser colocados depois (enclítico), antes (proclítico) ou no meio (mesoclítico) dele.

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Ao expor o correto uso, ou não da crase, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.
( ) Reportou-se à garota da escola.
( ) Gosta de pintura à óleo.
( ) Estivemos frente a frente e ela não disse nada.
( ) Não vou à festas.
( ) Vou a Brasília todos os anos.
( ) – Aluna, fique sentada, não vá incomodar ninguém – ordenou a professora. (Discurso direto).
( ) A professora ordenou que a aluna ficasse ali e não fosse incomodar ninguém. (Discurso indireto).
( ) Como aquela aluna tinha a ousadia de falar daquele jeito? Era muito desaforamento! Pois não era? (Discurso indireto livre).
( ) O advogado disse: — Vocês estão julgando esta moça sem saber da história toda! (Discurso direto).
Coluna I.
A- Metonímia. B- Perífrase. C- Hipérbole. D- Eufemismo.
Coluna II.
1- É uma expressão que designa os seres por meio de algum de seus atributos, ou de um fato que os celebrizou.
2- Corresponde ao exagero de uma ideia feito de maneira intencional.
3- É utilizado para suavizar o discurso.
4- É a transposição de significados considerando parte pelo todo, autor pela obra.
I- A versificação é o início da produção poética. Trata-se da arte de escrever versos. Eles são frases curtas, as linhas que constituem um poema. Quando essas linhas se juntam, formam as estrofes.
II- Tipos de versos: regulares (com métrica e rima); brancos (com métrica e sem rima); livres (podem ser sem métrica e sem rima).
III- As métricas dos poemas são feitas a partir da contagem das sílabas poéticas. Os versos são classificados em: Monossílabo – verso que possui uma sílaba poética; Dissílabo – verso que possui duas sílabas poéticas; Trissílabo – verso que possui três sílabas poéticas; Tetrassílabo – verso que possui quatro sílabas poéticas; Pentassílabo – verso que possui cinco sílabas poéticas; Hexassílabo – verso que possui seis sílabas poéticas; Heptassílabo – verso que possui sete sílabas poéticas; Octossílabo – verso que possui oito sílabas poéticas; Eneassílabo – verso que possui nove sílabas poéticas; Decassílabo – verso que possui dez sílabas poéticas; Hendecassílabo – verso que possui onze sílabas poéticas; Dodecassílabo – verso que possui doze sílabas poéticas.
IV- O ato de contar as sílabas poéticas de um poema, chama-se escansão.
Versos simples. (Armandinho).

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Sabe, já faz tempo
Que eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
Saudade, já não sei se é
A palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito.
Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo,
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão.
Te trago os meus versos simples,
Mas que fiz de coração.
Sabe, já faz tempo
Que eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
Saudade, já não sei se é
A palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito.
Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo.
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão.
Te trago os meus versos simples
Mas que fiz de coração.
Versos simples. (Armandinho).

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Sabe, já faz tempo
Que eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
Saudade, já não sei se é
A palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito.
Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo,
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão.
Te trago os meus versos simples,
Mas que fiz de coração.
Sabe, já faz tempo
Que eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
Saudade, já não sei se é
A palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito.
Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo.
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão.
Te trago os meus versos simples
Mas que fiz de coração.

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Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (peito, ainda, chão).
Versos simples. (Armandinho).

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Sabe, já faz tempo
Que eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
Saudade, já não sei se é
A palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito.
Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo,
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão.
Te trago os meus versos simples,
Mas que fiz de coração.
Sabe, já faz tempo
Que eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
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Ainda lembro do seu jeito.
Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo.
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão.
Te trago os meus versos simples
Mas que fiz de coração.
Versos simples. (Armandinho).

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Que eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
Saudade, já não sei se é
A palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito.
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Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo,
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão.
Te trago os meus versos simples,
Mas que fiz de coração.
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Que eu queria te falar
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Saudade, já não sei se é
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Ainda lembro do seu jeito.
Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo.
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Porque elas secam e caem ao chão.
Te trago os meus versos simples
Mas que fiz de coração.
Versos simples. (Armandinho).

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Que eu queria te falar
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Saudade, já não sei se é
A palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito.
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Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo,
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão.
Te trago os meus versos simples,
Mas que fiz de coração.
Sabe, já faz tempo
Que eu queria te falar
Das coisas que trago no peito
Saudade, já não sei se é
A palavra certa para usar
Ainda lembro do seu jeito.
Não te trago ouro
Porque ele não entra no céu
E nenhuma riqueza deste mundo.
Não te trago flores
Porque elas secam e caem ao chão.
Te trago os meus versos simples
Mas que fiz de coração.
I.Legalidade − Análise pela percepção da população quanto à gestão pública.
II.Legitimidade − Análise de obediência à lei.
III.Economicidade − análise do custo/benefício das ações públicas.
Após análise, assinale a alternativa correta.
I.O julgamento das contas do Presidente cabe ao TCU.
II.A apreciação das contas do Presidente cabe ao TCU.
III.A Apreciação de contas do Presidente cabe ao Congresso Nacional.
Após análise, assinale a alternativa correta: