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Q3087678 Saúde Pública
A equidade é um princípio essencial do Sistema Único de Saúde (SUS), que busca garantir que os serviços de saúde atendam às necessidades específicas de diferentes grupos populacionais, como populações vulneráveis, indígenas e pessoas com deficiência. Esse princípio implica a adoção de políticas que promovam o tratamento desigual dos desiguais, ou seja, que ofereçam mais recursos e atenção para aqueles que mais necessitam. Em relação à equidade no SUS, qual das opções reflete corretamente a aplicação desse princípio?
Alternativas
Q3087677 Saúde Pública
Um dos pilares fundamentais do Sistema Único de Saúde (SUS) é a integralidade, que visa garantir que todas as necessidades de saúde de uma pessoa sejam abordadas em diferentes níveis de atenção, desde a prevenção até o tratamento e a reabilitação. Entretanto, na prática, o princípio da integralidade enfrenta desafios como a fragmentação dos serviços de saúde e a falta de articulação entre os níveis de atenção. Considerando o princípio da integralidade no SUS, assinale a afirmativa que corretamente aborda como tal princípio deve ser implementado.
Alternativas
Q3087675 Raciocínio Lógico
Em um levantamento feito com 40 frequentadores de um clube, concluiu-se que 14 utilizam a sauna e 18 utilizam a academia. Com base nessa situação hipotética, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3087673 Matemática
Sempre que Janete vai até à pastelaria, ela tem uma probabilidade 1/2 de pedir apenas um pastel salgado, 1/3 de pedir apenas um pastel doce e 1/6 de pedir um pastel salgado e um pastel doce. Na próxima vez que Janete for até à pastelaria, qual a probabilidade de que ela peça um pastel salgado?
Alternativas
Q3087667 Português

Os adolescentes, a criatividade, as bolhas e os algoritmos


    País do futebol arte, da bossa nova, do carnaval espetáculo, do cinema novo e de tantas outras formas de arte admiráveis. Essas sempre foram justificativas para que o Brasil fosse visto como um país criativo, que inova em diversas situações. Por isso, qual não foi a surpresa quando o Pisa, a avaliação internacional para estudantes com 15 anos, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgou os resultados do exame de 2022 no quesito pensamento criativo: estamos no 49º lugar, com 23 pontos.

     Desde o ano 2000, o Pisa avalia os conhecimentos gerais em matemática, ciências e leitura de alunos de escolas públicas e particulares, e essa foi a primeira vez em que a criatividade foi considerada nas respostas. Com o tema “Mentes criativas e escolas criativas”, a proposta era avaliar como os diferentes países integram a criatividade nos currículos escolares, com o objetivo de formar cidadãos capazes de explorar novas perspectivas para solucionar problemas de maneira original e eficaz. Mas por que será que o Brasil apareceu entre os 12 piores resultados?

     Especialistas analisam a questão sob diferentes perspectivas: a escola brasileira precisa ser um ambiente mais propício à criatividade, oferecendo mais espaço para disciplinas e atividades que estimulem os alunos a buscarem alternativas novas para os problemas cotidianos e não apenas focar nas disciplinas obrigatórias; os educadores precisam ser melhor formados para implementar atividades e projetos que desenvolvam diferentes competências e habilidades artísticas e inovadoras nas crianças e jovens; os brasileiros são um dos públicos que mais tempo passa em frente às telas de celulares e tablets e, por fim, há quem chame a atenção para as imensas desigualdades de toda ordem existentes em nosso país, que dificultam o aprendizado de conteúdos básicos como leitura, escrita e cálculo.

     Todas as análises fazem sentido, porém, questões complexas como essa pedem respostas na mesma linha. Há uma crise de criatividade entre as crianças e jovens das novas gerações, e isso é um sinal de que há algo acontecendo nos corações e mentes desse público no mundo inteiro. Como sabemos, a adolescência é a fase de transição entre a infância e a vida adulta, e traz, em seu bojo, a dicotomia entre a saudade dos tempos pueris e o desejo de desbravar o desconhecido, de preferência, por conta e risco. Em tempos em que as conexões digitais têm tomado o espaço precioso das interações reais em que se aprendia a solucionar os problemas por meio da experiência concreta de ter de lidar cara a cara com o diferente e o diverso, assistimos a esses indivíduos aguardando que os algoritmos e sistemas de busca lhes forneçam todas as respostas. E como as máquinas ainda não dão conta da miríade de possibilidades que as relações nos oferecem para a resolução dos problemas, temos meninos e meninas mais acomodados, passivos, entediados. Como exercer a criatividade em uma bolha na qual todos pensam e agem de maneira igual? Como buscar novas visões sobre o que nos rodeia com um algoritmo nos propondo, sem cessar, mais conteúdos sobre o que gostamos e com os quais nos sentimos mais confortáveis?

     Essas são perguntas que também nós, adultos, temos de nos fazer. Não só como educadores dessa nova geração, mas como indivíduos e cidadãos. Sair das bolhas, combater a polarização e tudo o que nos divide e desumaniza é um exercício cotidiano de criatividade. “Consumimos sempre as mesmas coisas nas redes, ignorando o que é diferente. Por isso, é sempre bom dar um nó no algoritmo. Ouvir playlists fora do que estamos acostumados, andar por regiões diferentes, escutar o que os outros pensam, nos relacionar com pessoas que trazem olhares diferentes das coisas”, aconselha a jornalista e especialista em comunicação digital Pollyana Ferrari, autora do livro “Como sair das bolhas”. Olhar para além das redes é, sobretudo, um exercício de manutenção da saúde mental, mas, como tudo o que envolve um certo esforço e nos desacomoda, torna-se um grande desafio. E andamos cansados demais para dar conta desses e de tantos outros que a vida contemporânea tem nos colocado.

     É interessante observar como a aparente facilidade que nos é oferecida pelos algoritmos e bolhas vai diminuindo não apenas a nossa criatividade e criticidade. Eles, ao moldarem nossos gostos e necessidades, resumem as nossas preferências a meia dúzia de coisas que conduzem a uma reprodução automática, gerando tédio e desinteresse pelo que nem sabemos existir. Como afirmou um estudante que entrevistamos para o podcast “curti, e daí?”: “Eu estava no TikTok e apareceu um vídeo para mim. Coisas que eu mais gosto, e aí, todas as coisas que apareceram no vídeo eram as coisas que eu mais gostava de fazer. Eu percebo que a cada dia isso é mais evidente, como se fosse diminuindo tudo que eu gosto mais, sabe? Como se fosse compactando as coisas que eu mais gosto…”.

     Ter consciência do que nos acontece é sempre um bom começo. Porém, é preciso lembrar do porquê de estarmos nas redes: em busca da sensação de pertencimento, algo que é fundamental para o ser humano e mais ainda para aqueles que estão em formação. Estamos sempre à procura de afeto e reconhecimento, e nas redes isso vem de maneira rápida e volumosa, traduzido por cliques e likes. “Desinformação, fake news, tudo é sintoma. Tire-as da reta e o problema continuará ali, igual, de pé. Porque o problema principal é o do alinhamento de identidades e de como é reconfortante estar num grupo homogêneo. Toda conversa, nas redes sociais, se torna um ritual de reafirmação dessa identidade alinhada. Somos atores num palco eternamente demonstrando o quanto somos parecidos com os nossos e distintos daqueles outros”, alerta o jornalista Pedro Dória em seu artigo “A rede social perfeita para as democracias”, publicado no Canal Meio.

    Nesse sentido, cabe-nos perguntar não apenas por que vivemos uma crise de criatividade, mas sobretudo por que não conseguimos nos encontrar nos espaços que promovem o diálogo, a interação corpo a corpo, que estimulam a imaginação nos trazendo novas paisagens (físicas e ficcionais). Precisamos recuperar a nossa capacidade de imaginar para além dos fatos, dados e informações, já que estamos inundados por eles. Um bom começo pode estar no resgate de alguns sonhos e projetos que não estão no nosso feed. Não requer muito esforço, apenas iniciativa, atitude indissociável da criatividade.


(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2024/07/04/os-adolescentes-a-criatividade-as-bolhas-e-os-algoritmos. Acesso em: setembro de 2024. Adaptado.)

Em qual alternativa o pronome anafórico destacado teve seu referente INCORRETAMENTE apontado?
Alternativas
Q3087664 Português

Os adolescentes, a criatividade, as bolhas e os algoritmos


    País do futebol arte, da bossa nova, do carnaval espetáculo, do cinema novo e de tantas outras formas de arte admiráveis. Essas sempre foram justificativas para que o Brasil fosse visto como um país criativo, que inova em diversas situações. Por isso, qual não foi a surpresa quando o Pisa, a avaliação internacional para estudantes com 15 anos, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgou os resultados do exame de 2022 no quesito pensamento criativo: estamos no 49º lugar, com 23 pontos.

     Desde o ano 2000, o Pisa avalia os conhecimentos gerais em matemática, ciências e leitura de alunos de escolas públicas e particulares, e essa foi a primeira vez em que a criatividade foi considerada nas respostas. Com o tema “Mentes criativas e escolas criativas”, a proposta era avaliar como os diferentes países integram a criatividade nos currículos escolares, com o objetivo de formar cidadãos capazes de explorar novas perspectivas para solucionar problemas de maneira original e eficaz. Mas por que será que o Brasil apareceu entre os 12 piores resultados?

     Especialistas analisam a questão sob diferentes perspectivas: a escola brasileira precisa ser um ambiente mais propício à criatividade, oferecendo mais espaço para disciplinas e atividades que estimulem os alunos a buscarem alternativas novas para os problemas cotidianos e não apenas focar nas disciplinas obrigatórias; os educadores precisam ser melhor formados para implementar atividades e projetos que desenvolvam diferentes competências e habilidades artísticas e inovadoras nas crianças e jovens; os brasileiros são um dos públicos que mais tempo passa em frente às telas de celulares e tablets e, por fim, há quem chame a atenção para as imensas desigualdades de toda ordem existentes em nosso país, que dificultam o aprendizado de conteúdos básicos como leitura, escrita e cálculo.

     Todas as análises fazem sentido, porém, questões complexas como essa pedem respostas na mesma linha. Há uma crise de criatividade entre as crianças e jovens das novas gerações, e isso é um sinal de que há algo acontecendo nos corações e mentes desse público no mundo inteiro. Como sabemos, a adolescência é a fase de transição entre a infância e a vida adulta, e traz, em seu bojo, a dicotomia entre a saudade dos tempos pueris e o desejo de desbravar o desconhecido, de preferência, por conta e risco. Em tempos em que as conexões digitais têm tomado o espaço precioso das interações reais em que se aprendia a solucionar os problemas por meio da experiência concreta de ter de lidar cara a cara com o diferente e o diverso, assistimos a esses indivíduos aguardando que os algoritmos e sistemas de busca lhes forneçam todas as respostas. E como as máquinas ainda não dão conta da miríade de possibilidades que as relações nos oferecem para a resolução dos problemas, temos meninos e meninas mais acomodados, passivos, entediados. Como exercer a criatividade em uma bolha na qual todos pensam e agem de maneira igual? Como buscar novas visões sobre o que nos rodeia com um algoritmo nos propondo, sem cessar, mais conteúdos sobre o que gostamos e com os quais nos sentimos mais confortáveis?

     Essas são perguntas que também nós, adultos, temos de nos fazer. Não só como educadores dessa nova geração, mas como indivíduos e cidadãos. Sair das bolhas, combater a polarização e tudo o que nos divide e desumaniza é um exercício cotidiano de criatividade. “Consumimos sempre as mesmas coisas nas redes, ignorando o que é diferente. Por isso, é sempre bom dar um nó no algoritmo. Ouvir playlists fora do que estamos acostumados, andar por regiões diferentes, escutar o que os outros pensam, nos relacionar com pessoas que trazem olhares diferentes das coisas”, aconselha a jornalista e especialista em comunicação digital Pollyana Ferrari, autora do livro “Como sair das bolhas”. Olhar para além das redes é, sobretudo, um exercício de manutenção da saúde mental, mas, como tudo o que envolve um certo esforço e nos desacomoda, torna-se um grande desafio. E andamos cansados demais para dar conta desses e de tantos outros que a vida contemporânea tem nos colocado.

     É interessante observar como a aparente facilidade que nos é oferecida pelos algoritmos e bolhas vai diminuindo não apenas a nossa criatividade e criticidade. Eles, ao moldarem nossos gostos e necessidades, resumem as nossas preferências a meia dúzia de coisas que conduzem a uma reprodução automática, gerando tédio e desinteresse pelo que nem sabemos existir. Como afirmou um estudante que entrevistamos para o podcast “curti, e daí?”: “Eu estava no TikTok e apareceu um vídeo para mim. Coisas que eu mais gosto, e aí, todas as coisas que apareceram no vídeo eram as coisas que eu mais gostava de fazer. Eu percebo que a cada dia isso é mais evidente, como se fosse diminuindo tudo que eu gosto mais, sabe? Como se fosse compactando as coisas que eu mais gosto…”.

     Ter consciência do que nos acontece é sempre um bom começo. Porém, é preciso lembrar do porquê de estarmos nas redes: em busca da sensação de pertencimento, algo que é fundamental para o ser humano e mais ainda para aqueles que estão em formação. Estamos sempre à procura de afeto e reconhecimento, e nas redes isso vem de maneira rápida e volumosa, traduzido por cliques e likes. “Desinformação, fake news, tudo é sintoma. Tire-as da reta e o problema continuará ali, igual, de pé. Porque o problema principal é o do alinhamento de identidades e de como é reconfortante estar num grupo homogêneo. Toda conversa, nas redes sociais, se torna um ritual de reafirmação dessa identidade alinhada. Somos atores num palco eternamente demonstrando o quanto somos parecidos com os nossos e distintos daqueles outros”, alerta o jornalista Pedro Dória em seu artigo “A rede social perfeita para as democracias”, publicado no Canal Meio.

    Nesse sentido, cabe-nos perguntar não apenas por que vivemos uma crise de criatividade, mas sobretudo por que não conseguimos nos encontrar nos espaços que promovem o diálogo, a interação corpo a corpo, que estimulam a imaginação nos trazendo novas paisagens (físicas e ficcionais). Precisamos recuperar a nossa capacidade de imaginar para além dos fatos, dados e informações, já que estamos inundados por eles. Um bom começo pode estar no resgate de alguns sonhos e projetos que não estão no nosso feed. Não requer muito esforço, apenas iniciativa, atitude indissociável da criatividade.


(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2024/07/04/os-adolescentes-a-criatividade-as-bolhas-e-os-algoritmos. Acesso em: setembro de 2024. Adaptado.)

A língua, por ser um organismo dinâmico, permite que determinadas palavras adquiram valor de outras classes gramaticais, como ocorre no processo de substantivação, que é a atribuição de funções de substantivo a alguma outra palavra como, por exemplo, a um adjetivo. Considerando essas informações, assinale a alternativa em que há presença de adjetivo substantivado.
Alternativas
Q3087662 Português

Os adolescentes, a criatividade, as bolhas e os algoritmos


    País do futebol arte, da bossa nova, do carnaval espetáculo, do cinema novo e de tantas outras formas de arte admiráveis. Essas sempre foram justificativas para que o Brasil fosse visto como um país criativo, que inova em diversas situações. Por isso, qual não foi a surpresa quando o Pisa, a avaliação internacional para estudantes com 15 anos, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgou os resultados do exame de 2022 no quesito pensamento criativo: estamos no 49º lugar, com 23 pontos.

     Desde o ano 2000, o Pisa avalia os conhecimentos gerais em matemática, ciências e leitura de alunos de escolas públicas e particulares, e essa foi a primeira vez em que a criatividade foi considerada nas respostas. Com o tema “Mentes criativas e escolas criativas”, a proposta era avaliar como os diferentes países integram a criatividade nos currículos escolares, com o objetivo de formar cidadãos capazes de explorar novas perspectivas para solucionar problemas de maneira original e eficaz. Mas por que será que o Brasil apareceu entre os 12 piores resultados?

     Especialistas analisam a questão sob diferentes perspectivas: a escola brasileira precisa ser um ambiente mais propício à criatividade, oferecendo mais espaço para disciplinas e atividades que estimulem os alunos a buscarem alternativas novas para os problemas cotidianos e não apenas focar nas disciplinas obrigatórias; os educadores precisam ser melhor formados para implementar atividades e projetos que desenvolvam diferentes competências e habilidades artísticas e inovadoras nas crianças e jovens; os brasileiros são um dos públicos que mais tempo passa em frente às telas de celulares e tablets e, por fim, há quem chame a atenção para as imensas desigualdades de toda ordem existentes em nosso país, que dificultam o aprendizado de conteúdos básicos como leitura, escrita e cálculo.

     Todas as análises fazem sentido, porém, questões complexas como essa pedem respostas na mesma linha. Há uma crise de criatividade entre as crianças e jovens das novas gerações, e isso é um sinal de que há algo acontecendo nos corações e mentes desse público no mundo inteiro. Como sabemos, a adolescência é a fase de transição entre a infância e a vida adulta, e traz, em seu bojo, a dicotomia entre a saudade dos tempos pueris e o desejo de desbravar o desconhecido, de preferência, por conta e risco. Em tempos em que as conexões digitais têm tomado o espaço precioso das interações reais em que se aprendia a solucionar os problemas por meio da experiência concreta de ter de lidar cara a cara com o diferente e o diverso, assistimos a esses indivíduos aguardando que os algoritmos e sistemas de busca lhes forneçam todas as respostas. E como as máquinas ainda não dão conta da miríade de possibilidades que as relações nos oferecem para a resolução dos problemas, temos meninos e meninas mais acomodados, passivos, entediados. Como exercer a criatividade em uma bolha na qual todos pensam e agem de maneira igual? Como buscar novas visões sobre o que nos rodeia com um algoritmo nos propondo, sem cessar, mais conteúdos sobre o que gostamos e com os quais nos sentimos mais confortáveis?

     Essas são perguntas que também nós, adultos, temos de nos fazer. Não só como educadores dessa nova geração, mas como indivíduos e cidadãos. Sair das bolhas, combater a polarização e tudo o que nos divide e desumaniza é um exercício cotidiano de criatividade. “Consumimos sempre as mesmas coisas nas redes, ignorando o que é diferente. Por isso, é sempre bom dar um nó no algoritmo. Ouvir playlists fora do que estamos acostumados, andar por regiões diferentes, escutar o que os outros pensam, nos relacionar com pessoas que trazem olhares diferentes das coisas”, aconselha a jornalista e especialista em comunicação digital Pollyana Ferrari, autora do livro “Como sair das bolhas”. Olhar para além das redes é, sobretudo, um exercício de manutenção da saúde mental, mas, como tudo o que envolve um certo esforço e nos desacomoda, torna-se um grande desafio. E andamos cansados demais para dar conta desses e de tantos outros que a vida contemporânea tem nos colocado.

     É interessante observar como a aparente facilidade que nos é oferecida pelos algoritmos e bolhas vai diminuindo não apenas a nossa criatividade e criticidade. Eles, ao moldarem nossos gostos e necessidades, resumem as nossas preferências a meia dúzia de coisas que conduzem a uma reprodução automática, gerando tédio e desinteresse pelo que nem sabemos existir. Como afirmou um estudante que entrevistamos para o podcast “curti, e daí?”: “Eu estava no TikTok e apareceu um vídeo para mim. Coisas que eu mais gosto, e aí, todas as coisas que apareceram no vídeo eram as coisas que eu mais gostava de fazer. Eu percebo que a cada dia isso é mais evidente, como se fosse diminuindo tudo que eu gosto mais, sabe? Como se fosse compactando as coisas que eu mais gosto…”.

     Ter consciência do que nos acontece é sempre um bom começo. Porém, é preciso lembrar do porquê de estarmos nas redes: em busca da sensação de pertencimento, algo que é fundamental para o ser humano e mais ainda para aqueles que estão em formação. Estamos sempre à procura de afeto e reconhecimento, e nas redes isso vem de maneira rápida e volumosa, traduzido por cliques e likes. “Desinformação, fake news, tudo é sintoma. Tire-as da reta e o problema continuará ali, igual, de pé. Porque o problema principal é o do alinhamento de identidades e de como é reconfortante estar num grupo homogêneo. Toda conversa, nas redes sociais, se torna um ritual de reafirmação dessa identidade alinhada. Somos atores num palco eternamente demonstrando o quanto somos parecidos com os nossos e distintos daqueles outros”, alerta o jornalista Pedro Dória em seu artigo “A rede social perfeita para as democracias”, publicado no Canal Meio.

    Nesse sentido, cabe-nos perguntar não apenas por que vivemos uma crise de criatividade, mas sobretudo por que não conseguimos nos encontrar nos espaços que promovem o diálogo, a interação corpo a corpo, que estimulam a imaginação nos trazendo novas paisagens (físicas e ficcionais). Precisamos recuperar a nossa capacidade de imaginar para além dos fatos, dados e informações, já que estamos inundados por eles. Um bom começo pode estar no resgate de alguns sonhos e projetos que não estão no nosso feed. Não requer muito esforço, apenas iniciativa, atitude indissociável da criatividade.


(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2024/07/04/os-adolescentes-a-criatividade-as-bolhas-e-os-algoritmos. Acesso em: setembro de 2024. Adaptado.)

Considerando os fragmentos em I, assinale a alternativa em que a mudança de posição do advérbio ou locução adverbial NÃO provocou sensível alteração semântica em II.
Alternativas
Q3087660 Português

Os adolescentes, a criatividade, as bolhas e os algoritmos


    País do futebol arte, da bossa nova, do carnaval espetáculo, do cinema novo e de tantas outras formas de arte admiráveis. Essas sempre foram justificativas para que o Brasil fosse visto como um país criativo, que inova em diversas situações. Por isso, qual não foi a surpresa quando o Pisa, a avaliação internacional para estudantes com 15 anos, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgou os resultados do exame de 2022 no quesito pensamento criativo: estamos no 49º lugar, com 23 pontos.

     Desde o ano 2000, o Pisa avalia os conhecimentos gerais em matemática, ciências e leitura de alunos de escolas públicas e particulares, e essa foi a primeira vez em que a criatividade foi considerada nas respostas. Com o tema “Mentes criativas e escolas criativas”, a proposta era avaliar como os diferentes países integram a criatividade nos currículos escolares, com o objetivo de formar cidadãos capazes de explorar novas perspectivas para solucionar problemas de maneira original e eficaz. Mas por que será que o Brasil apareceu entre os 12 piores resultados?

     Especialistas analisam a questão sob diferentes perspectivas: a escola brasileira precisa ser um ambiente mais propício à criatividade, oferecendo mais espaço para disciplinas e atividades que estimulem os alunos a buscarem alternativas novas para os problemas cotidianos e não apenas focar nas disciplinas obrigatórias; os educadores precisam ser melhor formados para implementar atividades e projetos que desenvolvam diferentes competências e habilidades artísticas e inovadoras nas crianças e jovens; os brasileiros são um dos públicos que mais tempo passa em frente às telas de celulares e tablets e, por fim, há quem chame a atenção para as imensas desigualdades de toda ordem existentes em nosso país, que dificultam o aprendizado de conteúdos básicos como leitura, escrita e cálculo.

     Todas as análises fazem sentido, porém, questões complexas como essa pedem respostas na mesma linha. Há uma crise de criatividade entre as crianças e jovens das novas gerações, e isso é um sinal de que há algo acontecendo nos corações e mentes desse público no mundo inteiro. Como sabemos, a adolescência é a fase de transição entre a infância e a vida adulta, e traz, em seu bojo, a dicotomia entre a saudade dos tempos pueris e o desejo de desbravar o desconhecido, de preferência, por conta e risco. Em tempos em que as conexões digitais têm tomado o espaço precioso das interações reais em que se aprendia a solucionar os problemas por meio da experiência concreta de ter de lidar cara a cara com o diferente e o diverso, assistimos a esses indivíduos aguardando que os algoritmos e sistemas de busca lhes forneçam todas as respostas. E como as máquinas ainda não dão conta da miríade de possibilidades que as relações nos oferecem para a resolução dos problemas, temos meninos e meninas mais acomodados, passivos, entediados. Como exercer a criatividade em uma bolha na qual todos pensam e agem de maneira igual? Como buscar novas visões sobre o que nos rodeia com um algoritmo nos propondo, sem cessar, mais conteúdos sobre o que gostamos e com os quais nos sentimos mais confortáveis?

     Essas são perguntas que também nós, adultos, temos de nos fazer. Não só como educadores dessa nova geração, mas como indivíduos e cidadãos. Sair das bolhas, combater a polarização e tudo o que nos divide e desumaniza é um exercício cotidiano de criatividade. “Consumimos sempre as mesmas coisas nas redes, ignorando o que é diferente. Por isso, é sempre bom dar um nó no algoritmo. Ouvir playlists fora do que estamos acostumados, andar por regiões diferentes, escutar o que os outros pensam, nos relacionar com pessoas que trazem olhares diferentes das coisas”, aconselha a jornalista e especialista em comunicação digital Pollyana Ferrari, autora do livro “Como sair das bolhas”. Olhar para além das redes é, sobretudo, um exercício de manutenção da saúde mental, mas, como tudo o que envolve um certo esforço e nos desacomoda, torna-se um grande desafio. E andamos cansados demais para dar conta desses e de tantos outros que a vida contemporânea tem nos colocado.

     É interessante observar como a aparente facilidade que nos é oferecida pelos algoritmos e bolhas vai diminuindo não apenas a nossa criatividade e criticidade. Eles, ao moldarem nossos gostos e necessidades, resumem as nossas preferências a meia dúzia de coisas que conduzem a uma reprodução automática, gerando tédio e desinteresse pelo que nem sabemos existir. Como afirmou um estudante que entrevistamos para o podcast “curti, e daí?”: “Eu estava no TikTok e apareceu um vídeo para mim. Coisas que eu mais gosto, e aí, todas as coisas que apareceram no vídeo eram as coisas que eu mais gostava de fazer. Eu percebo que a cada dia isso é mais evidente, como se fosse diminuindo tudo que eu gosto mais, sabe? Como se fosse compactando as coisas que eu mais gosto…”.

     Ter consciência do que nos acontece é sempre um bom começo. Porém, é preciso lembrar do porquê de estarmos nas redes: em busca da sensação de pertencimento, algo que é fundamental para o ser humano e mais ainda para aqueles que estão em formação. Estamos sempre à procura de afeto e reconhecimento, e nas redes isso vem de maneira rápida e volumosa, traduzido por cliques e likes. “Desinformação, fake news, tudo é sintoma. Tire-as da reta e o problema continuará ali, igual, de pé. Porque o problema principal é o do alinhamento de identidades e de como é reconfortante estar num grupo homogêneo. Toda conversa, nas redes sociais, se torna um ritual de reafirmação dessa identidade alinhada. Somos atores num palco eternamente demonstrando o quanto somos parecidos com os nossos e distintos daqueles outros”, alerta o jornalista Pedro Dória em seu artigo “A rede social perfeita para as democracias”, publicado no Canal Meio.

    Nesse sentido, cabe-nos perguntar não apenas por que vivemos uma crise de criatividade, mas sobretudo por que não conseguimos nos encontrar nos espaços que promovem o diálogo, a interação corpo a corpo, que estimulam a imaginação nos trazendo novas paisagens (físicas e ficcionais). Precisamos recuperar a nossa capacidade de imaginar para além dos fatos, dados e informações, já que estamos inundados por eles. Um bom começo pode estar no resgate de alguns sonhos e projetos que não estão no nosso feed. Não requer muito esforço, apenas iniciativa, atitude indissociável da criatividade.


(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2024/07/04/os-adolescentes-a-criatividade-as-bolhas-e-os-algoritmos. Acesso em: setembro de 2024. Adaptado.)

No texto são mencionados diversos fatores que comprometem o desenvolvimento da criatividade nos jovens. O mais significativo deles, segundo a autora, é(são):
Alternativas
Q3087659 Português

Os adolescentes, a criatividade, as bolhas e os algoritmos


    País do futebol arte, da bossa nova, do carnaval espetáculo, do cinema novo e de tantas outras formas de arte admiráveis. Essas sempre foram justificativas para que o Brasil fosse visto como um país criativo, que inova em diversas situações. Por isso, qual não foi a surpresa quando o Pisa, a avaliação internacional para estudantes com 15 anos, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgou os resultados do exame de 2022 no quesito pensamento criativo: estamos no 49º lugar, com 23 pontos.

     Desde o ano 2000, o Pisa avalia os conhecimentos gerais em matemática, ciências e leitura de alunos de escolas públicas e particulares, e essa foi a primeira vez em que a criatividade foi considerada nas respostas. Com o tema “Mentes criativas e escolas criativas”, a proposta era avaliar como os diferentes países integram a criatividade nos currículos escolares, com o objetivo de formar cidadãos capazes de explorar novas perspectivas para solucionar problemas de maneira original e eficaz. Mas por que será que o Brasil apareceu entre os 12 piores resultados?

     Especialistas analisam a questão sob diferentes perspectivas: a escola brasileira precisa ser um ambiente mais propício à criatividade, oferecendo mais espaço para disciplinas e atividades que estimulem os alunos a buscarem alternativas novas para os problemas cotidianos e não apenas focar nas disciplinas obrigatórias; os educadores precisam ser melhor formados para implementar atividades e projetos que desenvolvam diferentes competências e habilidades artísticas e inovadoras nas crianças e jovens; os brasileiros são um dos públicos que mais tempo passa em frente às telas de celulares e tablets e, por fim, há quem chame a atenção para as imensas desigualdades de toda ordem existentes em nosso país, que dificultam o aprendizado de conteúdos básicos como leitura, escrita e cálculo.

     Todas as análises fazem sentido, porém, questões complexas como essa pedem respostas na mesma linha. Há uma crise de criatividade entre as crianças e jovens das novas gerações, e isso é um sinal de que há algo acontecendo nos corações e mentes desse público no mundo inteiro. Como sabemos, a adolescência é a fase de transição entre a infância e a vida adulta, e traz, em seu bojo, a dicotomia entre a saudade dos tempos pueris e o desejo de desbravar o desconhecido, de preferência, por conta e risco. Em tempos em que as conexões digitais têm tomado o espaço precioso das interações reais em que se aprendia a solucionar os problemas por meio da experiência concreta de ter de lidar cara a cara com o diferente e o diverso, assistimos a esses indivíduos aguardando que os algoritmos e sistemas de busca lhes forneçam todas as respostas. E como as máquinas ainda não dão conta da miríade de possibilidades que as relações nos oferecem para a resolução dos problemas, temos meninos e meninas mais acomodados, passivos, entediados. Como exercer a criatividade em uma bolha na qual todos pensam e agem de maneira igual? Como buscar novas visões sobre o que nos rodeia com um algoritmo nos propondo, sem cessar, mais conteúdos sobre o que gostamos e com os quais nos sentimos mais confortáveis?

     Essas são perguntas que também nós, adultos, temos de nos fazer. Não só como educadores dessa nova geração, mas como indivíduos e cidadãos. Sair das bolhas, combater a polarização e tudo o que nos divide e desumaniza é um exercício cotidiano de criatividade. “Consumimos sempre as mesmas coisas nas redes, ignorando o que é diferente. Por isso, é sempre bom dar um nó no algoritmo. Ouvir playlists fora do que estamos acostumados, andar por regiões diferentes, escutar o que os outros pensam, nos relacionar com pessoas que trazem olhares diferentes das coisas”, aconselha a jornalista e especialista em comunicação digital Pollyana Ferrari, autora do livro “Como sair das bolhas”. Olhar para além das redes é, sobretudo, um exercício de manutenção da saúde mental, mas, como tudo o que envolve um certo esforço e nos desacomoda, torna-se um grande desafio. E andamos cansados demais para dar conta desses e de tantos outros que a vida contemporânea tem nos colocado.

     É interessante observar como a aparente facilidade que nos é oferecida pelos algoritmos e bolhas vai diminuindo não apenas a nossa criatividade e criticidade. Eles, ao moldarem nossos gostos e necessidades, resumem as nossas preferências a meia dúzia de coisas que conduzem a uma reprodução automática, gerando tédio e desinteresse pelo que nem sabemos existir. Como afirmou um estudante que entrevistamos para o podcast “curti, e daí?”: “Eu estava no TikTok e apareceu um vídeo para mim. Coisas que eu mais gosto, e aí, todas as coisas que apareceram no vídeo eram as coisas que eu mais gostava de fazer. Eu percebo que a cada dia isso é mais evidente, como se fosse diminuindo tudo que eu gosto mais, sabe? Como se fosse compactando as coisas que eu mais gosto…”.

     Ter consciência do que nos acontece é sempre um bom começo. Porém, é preciso lembrar do porquê de estarmos nas redes: em busca da sensação de pertencimento, algo que é fundamental para o ser humano e mais ainda para aqueles que estão em formação. Estamos sempre à procura de afeto e reconhecimento, e nas redes isso vem de maneira rápida e volumosa, traduzido por cliques e likes. “Desinformação, fake news, tudo é sintoma. Tire-as da reta e o problema continuará ali, igual, de pé. Porque o problema principal é o do alinhamento de identidades e de como é reconfortante estar num grupo homogêneo. Toda conversa, nas redes sociais, se torna um ritual de reafirmação dessa identidade alinhada. Somos atores num palco eternamente demonstrando o quanto somos parecidos com os nossos e distintos daqueles outros”, alerta o jornalista Pedro Dória em seu artigo “A rede social perfeita para as democracias”, publicado no Canal Meio.

    Nesse sentido, cabe-nos perguntar não apenas por que vivemos uma crise de criatividade, mas sobretudo por que não conseguimos nos encontrar nos espaços que promovem o diálogo, a interação corpo a corpo, que estimulam a imaginação nos trazendo novas paisagens (físicas e ficcionais). Precisamos recuperar a nossa capacidade de imaginar para além dos fatos, dados e informações, já que estamos inundados por eles. Um bom começo pode estar no resgate de alguns sonhos e projetos que não estão no nosso feed. Não requer muito esforço, apenas iniciativa, atitude indissociável da criatividade.


(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2024/07/04/os-adolescentes-a-criatividade-as-bolhas-e-os-algoritmos. Acesso em: setembro de 2024. Adaptado.)

De acordo com o dicionário on-line Priberam, “bolha” apresenta, entre outros, os seguintes sentidos:

1. Glóbulo formado pelo ar que se eleva à superfície dos líquidos.
2. Situação, geralmente ilusória ou efêmera, em que há [...] aumento do valor de um bem sem sustentação real.
3. Apego excessivo ou obsessivo a uma ideia ou intenção.
4. Que ou o que é muito aborrecido.

(Disponível em: https://dicionario.priberam.org/bolha. Acesso em: setembro de 2024. Adaptado.)

No texto, todavia, o termo “bolha/bolhas” é empregado com sentido bastante específico. Assinale a alternativa cujo numeral indica o sentido que mais se assemelha àquele usado no texto.
Alternativas
Q3087657 Português

Os adolescentes, a criatividade, as bolhas e os algoritmos


    País do futebol arte, da bossa nova, do carnaval espetáculo, do cinema novo e de tantas outras formas de arte admiráveis. Essas sempre foram justificativas para que o Brasil fosse visto como um país criativo, que inova em diversas situações. Por isso, qual não foi a surpresa quando o Pisa, a avaliação internacional para estudantes com 15 anos, realizada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgou os resultados do exame de 2022 no quesito pensamento criativo: estamos no 49º lugar, com 23 pontos.

     Desde o ano 2000, o Pisa avalia os conhecimentos gerais em matemática, ciências e leitura de alunos de escolas públicas e particulares, e essa foi a primeira vez em que a criatividade foi considerada nas respostas. Com o tema “Mentes criativas e escolas criativas”, a proposta era avaliar como os diferentes países integram a criatividade nos currículos escolares, com o objetivo de formar cidadãos capazes de explorar novas perspectivas para solucionar problemas de maneira original e eficaz. Mas por que será que o Brasil apareceu entre os 12 piores resultados?

     Especialistas analisam a questão sob diferentes perspectivas: a escola brasileira precisa ser um ambiente mais propício à criatividade, oferecendo mais espaço para disciplinas e atividades que estimulem os alunos a buscarem alternativas novas para os problemas cotidianos e não apenas focar nas disciplinas obrigatórias; os educadores precisam ser melhor formados para implementar atividades e projetos que desenvolvam diferentes competências e habilidades artísticas e inovadoras nas crianças e jovens; os brasileiros são um dos públicos que mais tempo passa em frente às telas de celulares e tablets e, por fim, há quem chame a atenção para as imensas desigualdades de toda ordem existentes em nosso país, que dificultam o aprendizado de conteúdos básicos como leitura, escrita e cálculo.

     Todas as análises fazem sentido, porém, questões complexas como essa pedem respostas na mesma linha. Há uma crise de criatividade entre as crianças e jovens das novas gerações, e isso é um sinal de que há algo acontecendo nos corações e mentes desse público no mundo inteiro. Como sabemos, a adolescência é a fase de transição entre a infância e a vida adulta, e traz, em seu bojo, a dicotomia entre a saudade dos tempos pueris e o desejo de desbravar o desconhecido, de preferência, por conta e risco. Em tempos em que as conexões digitais têm tomado o espaço precioso das interações reais em que se aprendia a solucionar os problemas por meio da experiência concreta de ter de lidar cara a cara com o diferente e o diverso, assistimos a esses indivíduos aguardando que os algoritmos e sistemas de busca lhes forneçam todas as respostas. E como as máquinas ainda não dão conta da miríade de possibilidades que as relações nos oferecem para a resolução dos problemas, temos meninos e meninas mais acomodados, passivos, entediados. Como exercer a criatividade em uma bolha na qual todos pensam e agem de maneira igual? Como buscar novas visões sobre o que nos rodeia com um algoritmo nos propondo, sem cessar, mais conteúdos sobre o que gostamos e com os quais nos sentimos mais confortáveis?

     Essas são perguntas que também nós, adultos, temos de nos fazer. Não só como educadores dessa nova geração, mas como indivíduos e cidadãos. Sair das bolhas, combater a polarização e tudo o que nos divide e desumaniza é um exercício cotidiano de criatividade. “Consumimos sempre as mesmas coisas nas redes, ignorando o que é diferente. Por isso, é sempre bom dar um nó no algoritmo. Ouvir playlists fora do que estamos acostumados, andar por regiões diferentes, escutar o que os outros pensam, nos relacionar com pessoas que trazem olhares diferentes das coisas”, aconselha a jornalista e especialista em comunicação digital Pollyana Ferrari, autora do livro “Como sair das bolhas”. Olhar para além das redes é, sobretudo, um exercício de manutenção da saúde mental, mas, como tudo o que envolve um certo esforço e nos desacomoda, torna-se um grande desafio. E andamos cansados demais para dar conta desses e de tantos outros que a vida contemporânea tem nos colocado.

     É interessante observar como a aparente facilidade que nos é oferecida pelos algoritmos e bolhas vai diminuindo não apenas a nossa criatividade e criticidade. Eles, ao moldarem nossos gostos e necessidades, resumem as nossas preferências a meia dúzia de coisas que conduzem a uma reprodução automática, gerando tédio e desinteresse pelo que nem sabemos existir. Como afirmou um estudante que entrevistamos para o podcast “curti, e daí?”: “Eu estava no TikTok e apareceu um vídeo para mim. Coisas que eu mais gosto, e aí, todas as coisas que apareceram no vídeo eram as coisas que eu mais gostava de fazer. Eu percebo que a cada dia isso é mais evidente, como se fosse diminuindo tudo que eu gosto mais, sabe? Como se fosse compactando as coisas que eu mais gosto…”.

     Ter consciência do que nos acontece é sempre um bom começo. Porém, é preciso lembrar do porquê de estarmos nas redes: em busca da sensação de pertencimento, algo que é fundamental para o ser humano e mais ainda para aqueles que estão em formação. Estamos sempre à procura de afeto e reconhecimento, e nas redes isso vem de maneira rápida e volumosa, traduzido por cliques e likes. “Desinformação, fake news, tudo é sintoma. Tire-as da reta e o problema continuará ali, igual, de pé. Porque o problema principal é o do alinhamento de identidades e de como é reconfortante estar num grupo homogêneo. Toda conversa, nas redes sociais, se torna um ritual de reafirmação dessa identidade alinhada. Somos atores num palco eternamente demonstrando o quanto somos parecidos com os nossos e distintos daqueles outros”, alerta o jornalista Pedro Dória em seu artigo “A rede social perfeita para as democracias”, publicado no Canal Meio.

    Nesse sentido, cabe-nos perguntar não apenas por que vivemos uma crise de criatividade, mas sobretudo por que não conseguimos nos encontrar nos espaços que promovem o diálogo, a interação corpo a corpo, que estimulam a imaginação nos trazendo novas paisagens (físicas e ficcionais). Precisamos recuperar a nossa capacidade de imaginar para além dos fatos, dados e informações, já que estamos inundados por eles. Um bom começo pode estar no resgate de alguns sonhos e projetos que não estão no nosso feed. Não requer muito esforço, apenas iniciativa, atitude indissociável da criatividade.


(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2024/07/04/os-adolescentes-a-criatividade-as-bolhas-e-os-algoritmos. Acesso em: setembro de 2024. Adaptado.)

No texto predomina o tipo textual:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de Rancho Queimado - SC Provas: Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Auxiliar de Ensino | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Educador Físico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Engenheiro Civil | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Farmacêutico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fisioterapeuta | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fonoaudiólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ginecologista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ortopedista Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Pediatra | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Psiquiatra Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Odontólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Orientador Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Psicólogo |
Q3083478 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
A questão se refere ao Estatuto dos Servidores do Município de Rancho Queimado.
A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência, bem como nos casos de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a demissão. Nesse sentido, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de Rancho Queimado - SC Provas: Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Auxiliar de Ensino | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Educador Físico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Engenheiro Civil | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Farmacêutico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fisioterapeuta | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fonoaudiólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ginecologista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ortopedista Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Pediatra | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Psiquiatra Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Odontólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Orientador Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Psicólogo |
Q3083476 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
A questão se refere ao Estatuto dos Servidores do Município de Rancho Queimado.
O processo disciplinar é o instrumento destinado a apurar responsabilidade de servidor por infração praticada no exercício de suas atribuições, ou que tenha relação com as atribuições do cargo em que se encontre investido. O processo disciplinar será conduzido por Comissão composta de ______________________ designados pelo Chefe do Poder Executivo ou Legislativo, que indicará, dentre eles, o seu presidente.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna acima?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de Rancho Queimado - SC Provas: Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Auxiliar de Ensino | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Educador Físico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Engenheiro Civil | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Farmacêutico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fisioterapeuta | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fonoaudiólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ginecologista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ortopedista Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Pediatra | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Psiquiatra Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Odontólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Orientador Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Psicólogo |
Q3083474 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
A questão se refere à Lei Orgânica do Município de Rancho Queimado. 
A política de desenvolvimento municipal será definida com base nos aspectos sociais, econômicos, culturais e ecológicos, assegurando, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de Rancho Queimado - SC Provas: Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Auxiliar de Ensino | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Educador Físico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Engenheiro Civil | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Farmacêutico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fisioterapeuta | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fonoaudiólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ginecologista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ortopedista Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Pediatra | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Psiquiatra Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Odontólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Orientador Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Psicólogo |
Q3083472 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
A questão se refere à Lei Orgânica do Município de Rancho Queimado. 
São áreas de interesse ecológico, cuja atualização dependerá de prévia autorização dos órgãos competentes, formulada pela Câmara, preservadas seus atributos especiais:

I - a Mata Atlântica;
II - a Serra Geral;
III - a Serra do Mar;
IV - as faixas de proteção de águas superficiais;
V - as encostas passíveis de deslizamentos.

Dos itens, pode-se afirmar que está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de Rancho Queimado - SC Provas: Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Auxiliar de Ensino | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Educador Físico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Engenheiro Civil | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Farmacêutico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fisioterapeuta | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fonoaudiólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ginecologista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ortopedista Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Pediatra | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Psiquiatra Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Odontólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Orientador Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Psicólogo |
Q3083471 História e Geografia de Estados e Municípios
No que se refere à história de Rancho Queimado, pode-se afirmar que a 7ª legislatura do Município, entre 1993 e 1996 teve como prefeito:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de Rancho Queimado - SC Provas: Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Auxiliar de Ensino | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Educador Físico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Engenheiro Civil | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Farmacêutico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fisioterapeuta | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fonoaudiólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ginecologista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ortopedista Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Pediatra | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Psiquiatra Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Odontólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Orientador Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Psicólogo |
Q3083470 História
O Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494 entre duas nações europeias, foi um importante acordo que definiu as áreas de exploração e colonização entre essas duas potências marítimas na época das grandes navegações. Qual era o principal objetivo do Tratado de Tordesilhas?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de Rancho Queimado - SC Provas: Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Auxiliar de Ensino | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Educador Físico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Engenheiro Civil | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Farmacêutico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fisioterapeuta | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fonoaudiólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ginecologista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ortopedista Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Pediatra | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Psiquiatra Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Odontólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Orientador Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Psicólogo |
Q3083469 História e Geografia de Estados e Municípios
A colonização de Santa Catarina foi fortemente influenciada por imigrantes europeus, especialmente alemães e italianos, que chegaram à região no século XIX. Essa colonização deixou marcas profundas na cultura e no desenvolvimento econômico do estado. Das opções a seguir, qual cidade de Santa Catarina foi fundada principalmente por imigrantes alemães e é conhecida por preservar suas tradições culturais?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de Rancho Queimado - SC Provas: Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Auxiliar de Ensino | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Educador Físico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Engenheiro Civil | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Farmacêutico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fisioterapeuta | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fonoaudiólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ginecologista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ortopedista Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Pediatra | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Psiquiatra Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Odontólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Orientador Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Psicólogo |
Q3083468 História e Geografia de Estados e Municípios
A Guerra do Contestado (1912-1916) foi um dos principais conflitos armados no Brasil no início do século XX, envolvendo disputas territoriais e sociais na região entre Paraná e Santa Catarina. Sobre a Guerra do Contestado, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de Rancho Queimado - SC Provas: Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Auxiliar de Ensino | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Educador Físico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Engenheiro Civil | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Farmacêutico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fisioterapeuta | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fonoaudiólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ginecologista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ortopedista Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Pediatra | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Psiquiatra Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Odontólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Orientador Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Psicólogo |
Q3083467 História e Geografia de Estados e Municípios
Além da agricultura, a pecuária também desempenha um papel relevante na economia de Rancho Queimado. No município, criam-se gado de corte e leite, além de outras atividades relacionadas. Sobre a economia de Rancho Queimado, analise as assertivas abaixo:

I. O município destaca-se pela produção de fruticultura, floricultura e produtos orgânicos derivados do morango.
II. A criação de gado de corte e leite, além da apicultura e piscicultura, faz parte das atividades pecuárias.
III. A produção industrial é o principal motor da economia de Rancho Queimado.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de Rancho Queimado - SC Provas: Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Assistente Social Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Auxiliar de Ensino | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Educador Físico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Engenheiro Civil | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Farmacêutico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fisioterapeuta | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Fonoaudiólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ginecologista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Ortopedista Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Pediatra | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Psiquiatra Geral | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Odontólogo | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Orientador Educacional | Instituto Fênix - 2024 - Prefeitura de Rancho Queimado - SC - Psicólogo |
Q3083466 Noções de Informática
No Word, o recurso "Quebra de página" é usado para interromper o texto em uma página e iniciar em uma nova página. Qual das alternativas descreve corretamente como inserir uma quebra de página no Microsoft Word, em português?
Alternativas
Respostas
18121: D
18122: D
18123: D
18124: B
18125: A
18126: B
18127: A
18128: B
18129: C
18130: C
18131: D
18132: C
18133: D
18134: E
18135: E
18136: B
18137: A
18138: C
18139: A
18140: B