Questões de Concurso
Para biólogo
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Com base nesses dados, considere as seguintes afirmativas:
1. A clorofila apresentou maiores médias nos tratamentos com acréscimo de nutrientes (N), mas isso não é estatisticamente significativo, pois os desvios padrões nesses tratamentos também foram maiores. 2. A clorofila apresentou maiores médias e desvios padrões quando a água foi exposta à condição de mais nutrientes (N), independentemente da luminosidade. 3. O tratamento luminosidade natural (100) e sem acréscimo de nutrientes (SN) indicou maior resposta fisiológica do fitoplâncton, pois apresentou menor desvio padrão.
Assinale a alternativa correta.
Normalmente, os métodos de análise microbiológicos apresentam algum nível de seletividade e de erro, e por isso é importante o profissional ter profundo conhecimento das possibilidades desses erros, para minimizá-los. Com relação a isso, é correto afirmar:
1. Mediana 2. Moda 3. Desvio padrão 4. Média
( ) Parâmetro ou valor estimado das observações que caracterizam um universo de dados. ( ) Categoria mais freqüente na distribuição obtida pela amostra. ( ) Descreve a precisão do valor estimado para cada observação na população. ( ) Medida central do conjunto analisado que separa em um histograma as observações em 50% à sua esquerda e 50% à sua direita.
Assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Suponha que você precisa coletar 20 amostras de água em uma cidade com vários rios possíveis para essa coleta e para isso decide fazer uma amostra aleatória estratificada. Assinale a alternativa com o procedimento correto.
A escolha do método estatístico mais adequado demanda, entre outras coisas, conhecimento do tipo e da natureza dos dados. Com relação a isso, assinale a alternativa correta.
Os textos abaixo são referência para a questão.
As revoluções da língua durante o século 21
No início do século 21, o mundo todo observa uma série de transformações lingüísticas dramáticas, que segundo o pesquisador David Crystal marca uma nova era na evolução da linguagem humana. Ele diz que três importantes tendências são responsáveis por essas alterações: a emergência do inglês como primeira língua global de fato, a crise enfrentada por muitas línguas ameaçadas de extinção e o efeito da internet sobre a linguagem, que oferece uma terceira forma de comunicação, diferente da fala e da escrita e motiva o surgimento de variedades lingüísticas novas. “Pode parecer um truísmo, mas é necessário que se diga: numa era de comunicação global, todos precisam ter consciência da língua”, afirma Crystal.
(Estado de S. Paulo, 19 fev. 2006.)
Fluente em inglês deixa de ter ‘vantagem econômica’
A histórica vantagem econômica dos falantes nativos de inglês está com os dias contados, uma vez que a língua está perto de se tornar uma habilidade universal. É o que demonstra estudo encomendado pelo British Council (organização internacional oficial do Reino Unido para assuntos culturais e educacionais).
O estudo prevê que em pouco tempo o mercado de trabalho não verá mais a língua inglesa como um diferencial na contratação de profissionais: habilidades como o domínio do mandarim e do espanhol serão tão exigidas quanto a fluência em inglês.
De acordo com David Graddol, lingüista especializado em educação para estrangeiros e autor do relatório, os profissionais terão de oferecer mais do que domínio desse idioma. “Estamos em um mundo em que, se você vai para uma entrevista de emprego somente com o inglês, isso não será o suficiente. As empresas esperam algo mais do candidato e exigem, além de um excelente domínio do inglês, o domínio de outras línguas também”, afirma.
Graddol diz ainda em seu relatório que o inglês, a segunda língua mais falada no mundo, já foi completamente incorporada por governos, universidades e nos ambientes de negócios e que nem sempre os falantes nativos são bem-vindos. “Em organizações em que o inglês já é uma língua incorporada, as reuniões correm melhor quando não há falantes nativos presentes”, avalia Graddol, que considera que em países como os da Ásia, existe uma preferência por professores de inglês que não sejam falantes nativos. “Professores da Bélgica, por exemplo, são mais bem aceitos pelos estudantes do que os vindos do Reino Unido e dos Estados Unidos”, completa.
Companhias americanas e inglesas especializadas em material didático para estudantes da língua também podem perder mercado diante dessa tendência: a demanda por livros com uma linguagem mais próxima da de outras realidades é cada vez maior. Em poucos anos, haverá cerca de 2 bilhões de pessoas cuja língua nativa não é o inglês estudando o idioma. O estudo de Graddol recomenda que Reino Unido e EUA invistam em material especializado para estudantes estrangeiros para suprir a crescente demanda.
(Folha de S. Paulo, 15 fev. 2006.)
Assinale a alternativa em que a frase reescrita mantém o mesmo sentido da frase de referência retirada do texto "Fluente em inglês deixa de ter 'vantagem econômica'".
Os textos abaixo são referência para a questão.
As revoluções da língua durante o século 21
No início do século 21, o mundo todo observa uma série de transformações lingüísticas dramáticas, que segundo o pesquisador David Crystal marca uma nova era na evolução da linguagem humana. Ele diz que três importantes tendências são responsáveis por essas alterações: a emergência do inglês como primeira língua global de fato, a crise enfrentada por muitas línguas ameaçadas de extinção e o efeito da internet sobre a linguagem, que oferece uma terceira forma de comunicação, diferente da fala e da escrita e motiva o surgimento de variedades lingüísticas novas. “Pode parecer um truísmo, mas é necessário que se diga: numa era de comunicação global, todos precisam ter consciência da língua”, afirma Crystal.
(Estado de S. Paulo, 19 fev. 2006.)
Fluente em inglês deixa de ter ‘vantagem econômica’
A histórica vantagem econômica dos falantes nativos de inglês está com os dias contados, uma vez que a língua está perto de se tornar uma habilidade universal. É o que demonstra estudo encomendado pelo British Council (organização internacional oficial do Reino Unido para assuntos culturais e educacionais).
O estudo prevê que em pouco tempo o mercado de trabalho não verá mais a língua inglesa como um diferencial na contratação de profissionais: habilidades como o domínio do mandarim e do espanhol serão tão exigidas quanto a fluência em inglês.
De acordo com David Graddol, lingüista especializado em educação para estrangeiros e autor do relatório, os profissionais terão de oferecer mais do que domínio desse idioma. “Estamos em um mundo em que, se você vai para uma entrevista de emprego somente com o inglês, isso não será o suficiente. As empresas esperam algo mais do candidato e exigem, além de um excelente domínio do inglês, o domínio de outras línguas também”, afirma.
Graddol diz ainda em seu relatório que o inglês, a segunda língua mais falada no mundo, já foi completamente incorporada por governos, universidades e nos ambientes de negócios e que nem sempre os falantes nativos são bem-vindos. “Em organizações em que o inglês já é uma língua incorporada, as reuniões correm melhor quando não há falantes nativos presentes”, avalia Graddol, que considera que em países como os da Ásia, existe uma preferência por professores de inglês que não sejam falantes nativos. “Professores da Bélgica, por exemplo, são mais bem aceitos pelos estudantes do que os vindos do Reino Unido e dos Estados Unidos”, completa.
Companhias americanas e inglesas especializadas em material didático para estudantes da língua também podem perder mercado diante dessa tendência: a demanda por livros com uma linguagem mais próxima da de outras realidades é cada vez maior. Em poucos anos, haverá cerca de 2 bilhões de pessoas cuja língua nativa não é o inglês estudando o idioma. O estudo de Graddol recomenda que Reino Unido e EUA invistam em material especializado para estudantes estrangeiros para suprir a crescente demanda.
(Folha de S. Paulo, 15 fev. 2006.)
1. O fato de a língua inglesa se tornar uma habilidade universal, vai aumentar a vantagem na procura de emprego de quem a domina. 2. Algumas empresas têm dado preferência por falantes não-nativos, pois o inglês, já incorporado, deve se somar a outras línguas. 3. O mercado de material didático de ensino de inglês deve estar mais próximo das realidades culturais de outros países. 4. O mandarim e o espanhol são as duas línguas mais faladas do mundo.
Assinale a alternativa correta.
Os textos abaixo são referência para a questão.
As revoluções da língua durante o século 21
No início do século 21, o mundo todo observa uma série de transformações lingüísticas dramáticas, que segundo o pesquisador David Crystal marca uma nova era na evolução da linguagem humana. Ele diz que três importantes tendências são responsáveis por essas alterações: a emergência do inglês como primeira língua global de fato, a crise enfrentada por muitas línguas ameaçadas de extinção e o efeito da internet sobre a linguagem, que oferece uma terceira forma de comunicação, diferente da fala e da escrita e motiva o surgimento de variedades lingüísticas novas. “Pode parecer um truísmo, mas é necessário que se diga: numa era de comunicação global, todos precisam ter consciência da língua”, afirma Crystal.
(Estado de S. Paulo, 19 fev. 2006.)
Fluente em inglês deixa de ter ‘vantagem econômica’
A histórica vantagem econômica dos falantes nativos de inglês está com os dias contados, uma vez que a língua está perto de se tornar uma habilidade universal. É o que demonstra estudo encomendado pelo British Council (organização internacional oficial do Reino Unido para assuntos culturais e educacionais).
O estudo prevê que em pouco tempo o mercado de trabalho não verá mais a língua inglesa como um diferencial na contratação de profissionais: habilidades como o domínio do mandarim e do espanhol serão tão exigidas quanto a fluência em inglês.
De acordo com David Graddol, lingüista especializado em educação para estrangeiros e autor do relatório, os profissionais terão de oferecer mais do que domínio desse idioma. “Estamos em um mundo em que, se você vai para uma entrevista de emprego somente com o inglês, isso não será o suficiente. As empresas esperam algo mais do candidato e exigem, além de um excelente domínio do inglês, o domínio de outras línguas também”, afirma.
Graddol diz ainda em seu relatório que o inglês, a segunda língua mais falada no mundo, já foi completamente incorporada por governos, universidades e nos ambientes de negócios e que nem sempre os falantes nativos são bem-vindos. “Em organizações em que o inglês já é uma língua incorporada, as reuniões correm melhor quando não há falantes nativos presentes”, avalia Graddol, que considera que em países como os da Ásia, existe uma preferência por professores de inglês que não sejam falantes nativos. “Professores da Bélgica, por exemplo, são mais bem aceitos pelos estudantes do que os vindos do Reino Unido e dos Estados Unidos”, completa.
Companhias americanas e inglesas especializadas em material didático para estudantes da língua também podem perder mercado diante dessa tendência: a demanda por livros com uma linguagem mais próxima da de outras realidades é cada vez maior. Em poucos anos, haverá cerca de 2 bilhões de pessoas cuja língua nativa não é o inglês estudando o idioma. O estudo de Graddol recomenda que Reino Unido e EUA invistam em material especializado para estudantes estrangeiros para suprir a crescente demanda.
(Folha de S. Paulo, 15 fev. 2006.)
Sobre os textos, é correto afirmar que as afirmações de Graddol:
1. contrapõem-se ao que Crystal afirma sobre a língua inglesa.
2. abordam uma conseqüência do que Crystal afirma sobre a língua inglesa.
3. apontam uma causa do fenômeno que Crystal discute com relação à língua inglesa.
Assinale a alternativa correta.
O texto abaixo é referência para a questão.
EDUCAÇÃO NO ESPORTE
Temos ouvido com muita freqüência, nos últimos anos, a palavra desenvolvimento. Seja ele sustentável ou não, é o mote do momento. Bilhões de reais estão sendo investidos, mesmo que tardiamente, em infra-estrutura. As safras agrícolas batem recordes e mais recordes. A balança comercial brasileira pesa a favor de nossas exportações mesmo com o real supervalorizado. Ainda que muito pouca atenção tenha sido dada à dívida social, o País aparentemente se prepara para dar um salto de qualidade. Para tanto, o mais importante – a falta de oferta e de qualidade na educação do povo brasileiro – terá de ser atacado como o maior inimigo dos nossos sonhos.
A iniciativa do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que ampliará o número de crianças e
adolescentes atendidos, é excelente, mas ainda patina nos corredores do Congresso Nacional, o que pode inviabilizar a sua
utilização ainda neste ano. A preocupação em oferecer bolsas de estudo e pesquisa a participantes de programas de formação
inicial e continuada para professores do ensino básico é fundamental para que possamos oferecer educação qualificada. Enfim, a
preocupação existe e esperamos que consiga atingir seus objetivos.
Porém, não basta aumentar o volume de recursos destinados a essa área. Muitas outras ações que estimulem –
principalmente à população de baixa renda – a busca de uma formação adequada deveriam ser motivo de eterna atenção. Parece
que, na verdade, há pouco interesse em educar nossa população. Se não exigirmos que os pais respondam pela freqüência
escolar e, por conseqüência, pela capacitação de seus filhos, jamais teremos esse parâmetro como prioridade para boa parte das
famílias brasileiras. E o esporte, particularmente o futebol, colabora e muito para que essa realidade persista.
(...)
(Sócrates, in Revista CartaCapital, 22 fev. 2006, p. 55.)
Para realizá-lo [o Fundeb] seria necessário aumentar os recursos federais vinculados à educação de 18% do total para 22,5%, de modo a garantir os 4,3 bilhões previstos. Na prática, isso significa retirar verbas de alguma outra área para as conceder ao Fundeb – algo em princípio fadado a gerar conflitos de interesses.
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmativa retirada do texto “Educação no esporte” que pode ser explicada pelo trecho acima.
O texto abaixo é referência para a questão.
EDUCAÇÃO NO ESPORTE
Temos ouvido com muita freqüência, nos últimos anos, a palavra desenvolvimento. Seja ele sustentável ou não, é o mote do momento. Bilhões de reais estão sendo investidos, mesmo que tardiamente, em infra-estrutura. As safras agrícolas batem recordes e mais recordes. A balança comercial brasileira pesa a favor de nossas exportações mesmo com o real supervalorizado. Ainda que muito pouca atenção tenha sido dada à dívida social, o País aparentemente se prepara para dar um salto de qualidade. Para tanto, o mais importante – a falta de oferta e de qualidade na educação do povo brasileiro – terá de ser atacado como o maior inimigo dos nossos sonhos.
A iniciativa do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que ampliará o número de crianças e
adolescentes atendidos, é excelente, mas ainda patina nos corredores do Congresso Nacional, o que pode inviabilizar a sua
utilização ainda neste ano. A preocupação em oferecer bolsas de estudo e pesquisa a participantes de programas de formação
inicial e continuada para professores do ensino básico é fundamental para que possamos oferecer educação qualificada. Enfim, a
preocupação existe e esperamos que consiga atingir seus objetivos.
Porém, não basta aumentar o volume de recursos destinados a essa área. Muitas outras ações que estimulem –
principalmente à população de baixa renda – a busca de uma formação adequada deveriam ser motivo de eterna atenção. Parece
que, na verdade, há pouco interesse em educar nossa população. Se não exigirmos que os pais respondam pela freqüência
escolar e, por conseqüência, pela capacitação de seus filhos, jamais teremos esse parâmetro como prioridade para boa parte das
famílias brasileiras. E o esporte, particularmente o futebol, colabora e muito para que essa realidade persista.
(...)
(Sócrates, in Revista CartaCapital, 22 fev. 2006, p. 55.)
Muitas outras ações que estimulem – principalmente à população de baixa renda – a busca de uma formação adequada deveriam ser motivo de eterna atenção.
O texto abaixo é referência para a questão.
EDUCAÇÃO NO ESPORTE
Temos ouvido com muita freqüência, nos últimos anos, a palavra desenvolvimento. Seja ele sustentável ou não, é o mote do momento. Bilhões de reais estão sendo investidos, mesmo que tardiamente, em infra-estrutura. As safras agrícolas batem recordes e mais recordes. A balança comercial brasileira pesa a favor de nossas exportações mesmo com o real supervalorizado. Ainda que muito pouca atenção tenha sido dada à dívida social, o País aparentemente se prepara para dar um salto de qualidade. Para tanto, o mais importante – a falta de oferta e de qualidade na educação do povo brasileiro – terá de ser atacado como o maior inimigo dos nossos sonhos.
A iniciativa do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que ampliará o número de crianças e
adolescentes atendidos, é excelente, mas ainda patina nos corredores do Congresso Nacional, o que pode inviabilizar a sua
utilização ainda neste ano. A preocupação em oferecer bolsas de estudo e pesquisa a participantes de programas de formação
inicial e continuada para professores do ensino básico é fundamental para que possamos oferecer educação qualificada. Enfim, a
preocupação existe e esperamos que consiga atingir seus objetivos.
Porém, não basta aumentar o volume de recursos destinados a essa área. Muitas outras ações que estimulem –
principalmente à população de baixa renda – a busca de uma formação adequada deveriam ser motivo de eterna atenção. Parece
que, na verdade, há pouco interesse em educar nossa população. Se não exigirmos que os pais respondam pela freqüência
escolar e, por conseqüência, pela capacitação de seus filhos, jamais teremos esse parâmetro como prioridade para boa parte das
famílias brasileiras. E o esporte, particularmente o futebol, colabora e muito para que essa realidade persista.
(...)
(Sócrates, in Revista CartaCapital, 22 fev. 2006, p. 55.)
1. A dívida social é assunto central nas discussões sobre desenvolvimento ultimamente. 2. O investimento na educação superior é a alternativa para alavancar o desenvolvimento. 3. Uma das alternativas para a valorização da educação são programas freqüentes de capacitação para professores do ensino básico. 4. A valorização da educação deve ser também um dos objetivos centrais das famílias brasileiras.
De acordo com o texto, são verdadeiras:
Considerando que a habilidade para sentir seja determinada pelo alelo T, e a inabilidade seja determinada pelo alelo t, julgue o item abaixo, referente a uma população em que 70% de todos os indivíduos sentem gosto da feniltiocarbamida, e o restante, não.
As freqüências dos alelos T e t na população são, respectivamente, iguais a 0,55 e 0,45, assim como a freqüência de heterozigotos é igual a 0,50.

Considerando o gráfico acima, que representa duas curvas teóricas de crescimento de uma população, julgue o item a seguir.
A disponibilidade de espaço e de alimentos, o clima e a
existência de predatismo e parasitismo são fatores de
resistência ambiental que atuam na estabilização do tamanho
de uma população em crescimento.

Considerando o gráfico acima, que representa duas curvas teóricas de crescimento de uma população, julgue o item a seguir.
O crescimento efetivo de uma população depende de seu
potencial biótico em oposição à resistência ambiental.

Considerando o gráfico acima, que representa duas curvas teóricas de crescimento de uma população, julgue o item a seguir.
No gráfico, o trecho a corresponde a um período inicial de
adaptação às circunstâncias ambientais.

Considerando o gráfico acima, que representa duas curvas teóricas de crescimento de uma população, julgue o item a seguir.
A curva I representa o crescimento potencial caso não haja
resistência ambiental.

O Brasil tem aproximadamente 5,3 milhões de ha de áreas alagadas formadas por reservatórios de hidrelétricas, rios, áreas de garimpo, açudes e outras pequenas represas de usos diversos, próprios para a criação de peixes em tanques-rede, possibilitando que esse sistema de criação torne-se importante no país.
Francisco das Chagas de Medeiros. Tanque-rede – mais tecnologia e lucro na pisicultura. Cuiabá: Emanuel Publicidade, 2003, p. 44.
A respeito do tema abordado no texto acima e considerando a figura que o antecede, julgue o item subseqüente.
A cobertura dos tanques-rede é essencial para evitar fuga
dos peixes saltadores.

O Brasil tem aproximadamente 5,3 milhões de ha de áreas alagadas formadas por reservatórios de hidrelétricas, rios, áreas de garimpo, açudes e outras pequenas represas de usos diversos, próprios para a criação de peixes em tanques-rede, possibilitando que esse sistema de criação torne-se importante no país.
Francisco das Chagas de Medeiros. Tanque-rede – mais tecnologia e lucro na pisicultura. Cuiabá: Emanuel Publicidade, 2003, p. 44.
A respeito do tema abordado no texto acima e considerando a figura que o antecede, julgue o item subseqüente.
Os organismos aquáticos têm limites máximos de tolerância
para teores de oxigênio dissolvido. Diferentes espécies de
peixes exigem diferentes teores de oxigênio dissolvido.

O Brasil tem aproximadamente 5,3 milhões de ha de áreas alagadas formadas por reservatórios de hidrelétricas, rios, áreas de garimpo, açudes e outras pequenas represas de usos diversos, próprios para a criação de peixes em tanques-rede, possibilitando que esse sistema de criação torne-se importante no país.
Francisco das Chagas de Medeiros. Tanque-rede – mais tecnologia e lucro na pisicultura. Cuiabá: Emanuel Publicidade, 2003, p. 44.
A respeito do tema abordado no texto acima e considerando a figura que o antecede, julgue o item subseqüente.
O nível de transparência da água é determinado
principalmente pela quantidade de material em suspensão.

O Brasil tem aproximadamente 5,3 milhões de ha de áreas alagadas formadas por reservatórios de hidrelétricas, rios, áreas de garimpo, açudes e outras pequenas represas de usos diversos, próprios para a criação de peixes em tanques-rede, possibilitando que esse sistema de criação torne-se importante no país.
Francisco das Chagas de Medeiros. Tanque-rede – mais tecnologia e lucro na pisicultura. Cuiabá: Emanuel Publicidade, 2003, p. 44.
A respeito do tema abordado no texto acima e considerando a figura que o antecede, julgue o item subseqüente.
A qualidade da água no tanque-rede está diretamente
relacionada ao corpo d’água em volta dele e à capacidade de
troca de água entre o tanque e o meio ambiente.