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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Biólogo - (HU-FURG) |
Q809061 Enfermagem
Analise as afirmativas abaixo sobre o sistema de grupo sanguíneo ABO e assinale a alternativa correta. I. O desenvolvimento dos antígenos do sistema ABO inicia-se na sexta semana de vida fetal e os anticorpos já estão presentes ao nascimento. II. Os níveis de expressão dos antígenos A e B nos recém nascidos são diferentes dos observados em adultos. III. A Doença Hemolítica do Recém-nascido (DHRN) por incompatibilidade ABO normalmente é de média intensidade, pois os antígenos ABO estão presentes em vários tecidos do feto e fluidos corporais, reduzindo o potencial hemolítico do anticorpo.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Biólogo - (HU-FURG) |
Q809060 Enfermagem

A figura a seguir refere-se a uma fotografia das lentes objetivas de um microscópio óptico:

Imagem associada para resolução da questão

As inscrições observadas (40/0.65 e 160/0.17) na lente objetiva apresentada no centro da figura referem-se às especificações desta objetiva. A respeito destes valores é incorreto afirmar que a lente objetiva presente no centro da figura:

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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Biólogo - (HU-FURG) |
Q809059 Enfermagem
Os anticorpos relacionados com a incompatibilidade materno-fetal ABO são imunoglobulinas do tipo:
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Biólogo - (HU-FURG) |
Q809058 Enfermagem
No acompanhamento imuno-hematológico de gestantes aloimunizadas podemos afirmar:
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Biólogo - (HU-FURG) |
Q809057 Enfermagem
Um individuo do grupo A RhD positivo com pesquisa de anticorpos irregulares negativa e prova de compatibilidade positiva com hemácias do grupo A RhD positivo sugere: Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. I. Anticorpo contra antígenos de baixa frequência. II. Erro na classificação ABO da bolsa. III. Teste da antiglobulina humana direto positivo do doador. IV. Presença de Anti-A1 no soro do receptor. Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Biólogo - (HU-FURG) |
Q809056 Enfermagem
Sobre os sistemas de grupos sanguíneos analise as alternativas abaixo:
I. Os antígenos do sistema de grupo sanguíneo Kell estão bem desenvolvidos ao nascimento e geralmente não são destruídos pelo tratamento por enzimas proteolíticas.
II. Os antígenos do sistema de grupo sanguíneo Duffy é associado à resistência à malária.
III. Os antígenos do sistema de grupo sanguíneo MNS geralmente são destruídos pelo tratamento por enzimas proteolíticas.
IV. Os antígenos Lewis, ou substâncias encontradas na secreções, são glicolipídeos, como também são as substâncias ABH de indivíduos secretores.
Está correto o que se afirma em: 
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Biólogo - (HU-FURG) |
Q809055 Enfermagem
As enzimas proteolíticas são ferramentas importantes na rotina laboratorial em imuno-hematologia, pois auxiliam na resolução dos casos por destruírem ou exacerbarem alguns antígenos presentes na membrana eritrocitária. Assinale a alternativa que contém os anticorpos que normalmente reagem melhor na sua detecção com a utilização de enzima.
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Biólogo - (HU-FURG) |
Q809054 Enfermagem
A reação do hospedeiro à infecção pode resultar em doença. Por exemplo, uma infecção anterior por _________ é responsável por cerca de 40% dos casos de síndrome de Guillain-Barré. O mecanismo parece ser a produção de anticorpos contra lipopolissacarídeos do agente que reagem de forma cruzada com gangliosídeos em nervos periféricos. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Biólogo - (HU-FURG) |
Q809053 Enfermagem
Sobre o controle da malária, analise as sentenças abaixo e assinale a alternativa correta: I. Em áreas endêmicas deve ser realizado o controle químico de vetores adultos, baseado em borrifação residual intradomiciliar e termonebulização com inseticidas piretroides, compostos sintéticos análogos ao piretro. II. Mosquiteiros impregnados de longa duração, como estratégia de controle vetorial não é recomendada pela OMS para o controle da Malária. III. As ações de termonebulização não devem ser utilizadas na rotina de controle vetorial, pois, devido à efemeridade da ação e à enorme quantidade de variáveis ambientais e entomológicas envolvidas, a ação é, normalmente, muito pouco efetiva.
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Biólogo - (HU-FURG) |
Q809052 Biologia
Entre as medidas de controle da ascaridíase, não se inclui:
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Biólogo - (HU-FURG) |
Q809051 Biologia
O exame prasitológico de fezes, escarro ou lavado gástrico para diagnóstico da estrongiloidíase é feito pelo método de:
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Biólogo - (HU-FURG) |
Q809050 Biomedicina - Análises Clínicas
Sobre os testes para diagnóstico da doença de Chagas, analise as sentenças abaixo e assinale a alternativa correta: I. Presença de anticorpos IgM anti-T. cruzi no sangue indica doença aguda quando associada a fatores clínicos e epidemiológicos compatíveis. II. Caracteriza doença crônica a presença de anticorpos IgG anti-T. cruzi detectados por dois testes sorológicos de princípios distintos, sendo a Imunofluorescência Indireta (IFI), a Hemoaglutinação (HE) e o ELISA os métodos recomendados. III. Por serem de baixa sensibilidade, os métodos parasitológicos são desnecessários para o manejo cl ínico dos pacientes; no entanto, testes de xenodiagóstico, hemocultivo ou PCR positivos podem indicar a doença crônica
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: EBSERH Prova: IBFC - 2016 - EBSERH - Biólogo - (HU-FURG) |
Q809049 Biomedicina - Análises Clínicas
Sobre os testes sorológicos para detecção da toxoplasmose, analise as sentenças abaixo e assinale a alternativa correta: I. Aumento dos níveis de anticorpos da classe IgG acima de 1:2048 indica a presença de infecção ativa, sendo extremamente importante ser acompanhada da testagem para anticorpos da classe IgM em sorologias pareadas. II. Níveis de anticorpos IgG baixos e estáveis (1:2 a 1:500) podem representar infecções crônicas, passadas ou persistentes. III. Um teste negativo praticamente descarta uma condição clínica suspeita, não se fazendo necessária nova sorologia para descarte.
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Q808317 Legislação Federal
Considere as disposições da Lei Federal n° 12.550, de 15/12/2011, que trata da EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) e assinale a alternativa correta sobre a integralização do capital social.
Alternativas
Q808315 Legislação Federal
Considere as disposições do regimento interno da EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) e assinale a alternativa correta sobre o Conselho de Administração. 
Alternativas
Q808314 Legislação Federal
Assinale a alternativa correta sobre as finalidades da EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) segundo seu regimento interno.
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Q808309 Raciocínio Lógico
Numa academia foi feita uma pesquisa sobre as modalidades que os 120 frequentadores utilizam e o resultado foi o seguinte: 85 fazem natação, 70 fazem musculação e 65 fazem ginástica, 42 fazem natação e musculação, 38 fazem natação e ginástica e 18 fazem as três modalidades. Se todos os frequentadores fazem pelo menos uma modalidade, então o total de freqüentadores que fazem musculação e ginástica, é: 
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Q808306 Português

Texto

A mentirosa liberdade

      Comecei a escrever um novo livro, sobre os mitos e mentiras que nossa cultura expõe em prateleiras enfeitadas, para que a gente enfie esse material na cabeça e, pior, na alma - como se fosse algodão-doce colorido. Com ele chegam os medos que tudo isso nos inspira: medo de não estar bem enquadrados, medo de não ser valorizados pela turma, medo de não ser suficientemente ricos, magros, musculosos, de não participar da melhor balada, de um clube mais chique, de não ter feito a viagem certa nem possuir a tecnologia de ponta no celular. Medo de não ser livres.

      Na verdade, estamos presos numa rede de falsas liberdades. Nunca se falou tanto em liberdade, e poucas vezes fomos tão pressionados por exigências absurdas, que constituem o que chamo a síndrome do “ter de”. Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda como gado para o matadouro, e as opções são tantas que não conseguimos escolher com calma. Medicados como somos (a pressão, a gordura, a fadiga, a insônia, o sono, a depressão e a euforia, a solidão e o medo tratados a remédio), [...] a alegria, de tanta tensão, nos escapa. [...]

      Parece que do começo ao fim passamos a vida sendo cobrados: O que você vai ser? O que vai estudar? Como? Fracassou em mais um vestibular? [...] Treze anos e ainda não ficou? [...] Já precisa trabalhar? Que chatice! E depois: Quarenta anos ganhando tão pouco e trabalhando tanto? E não tem aquele carro? Nunca esteve naquele resort?

      Talvez a gente possa escapar dessas cobranças sendo mais natural, cumprindo deveres reais, curtindo a vida sem se atordoar. Nadar contra toda essa correnteza. Ter opiniões próprias, amadurecer ajuda. Combater a ânsia por coisas que nem queremos, ignorar ofertas no fundo desinteressantes, como roupas ridículas e viagens sem graça, isso ajuda. Descobrir o que queremos e podemos é um aprendizado, mas leva algum tempo: não é preciso escalar o Himalaia social nem ser uma linda mulher nem um homem poderoso. É possível estar contente e ter projetos bem depois dos 40 anos, sem um iate, físico perfeito e grande fortuna. Sem cumprir tantas obrigações fúteis e inúteis, como nos ordenam os mitos e mentiras de uma sociedade insegura, desorientada, em crise. Liberdade não vem de correr atrás de “deveres” impostos de fora, mas de construir a nossa existência, para a qual, com todo esse esforço e desgaste, sobra tão pouco tempo. Não temos de correr angustiados atrás de modelos que nada têm a ver conosco, máscaras, ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito.

                                                                                             (LUFT, Lya. Veja, 25/03/09, adaptado)

As conjunções contribuem para a progressão das ideias e podem estabelecer relações semânticas. Nesse sentido, em “não é preciso escalar o Himalaia social nem ser uma linda mulher nem um homem poderoso.” (4°§), a conjunção em destaque classifica-se como: 
Alternativas
Q808305 Português

Texto

A mentirosa liberdade

      Comecei a escrever um novo livro, sobre os mitos e mentiras que nossa cultura expõe em prateleiras enfeitadas, para que a gente enfie esse material na cabeça e, pior, na alma - como se fosse algodão-doce colorido. Com ele chegam os medos que tudo isso nos inspira: medo de não estar bem enquadrados, medo de não ser valorizados pela turma, medo de não ser suficientemente ricos, magros, musculosos, de não participar da melhor balada, de um clube mais chique, de não ter feito a viagem certa nem possuir a tecnologia de ponta no celular. Medo de não ser livres.

      Na verdade, estamos presos numa rede de falsas liberdades. Nunca se falou tanto em liberdade, e poucas vezes fomos tão pressionados por exigências absurdas, que constituem o que chamo a síndrome do “ter de”. Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda como gado para o matadouro, e as opções são tantas que não conseguimos escolher com calma. Medicados como somos (a pressão, a gordura, a fadiga, a insônia, o sono, a depressão e a euforia, a solidão e o medo tratados a remédio), [...] a alegria, de tanta tensão, nos escapa. [...]

      Parece que do começo ao fim passamos a vida sendo cobrados: O que você vai ser? O que vai estudar? Como? Fracassou em mais um vestibular? [...] Treze anos e ainda não ficou? [...] Já precisa trabalhar? Que chatice! E depois: Quarenta anos ganhando tão pouco e trabalhando tanto? E não tem aquele carro? Nunca esteve naquele resort?

      Talvez a gente possa escapar dessas cobranças sendo mais natural, cumprindo deveres reais, curtindo a vida sem se atordoar. Nadar contra toda essa correnteza. Ter opiniões próprias, amadurecer ajuda. Combater a ânsia por coisas que nem queremos, ignorar ofertas no fundo desinteressantes, como roupas ridículas e viagens sem graça, isso ajuda. Descobrir o que queremos e podemos é um aprendizado, mas leva algum tempo: não é preciso escalar o Himalaia social nem ser uma linda mulher nem um homem poderoso. É possível estar contente e ter projetos bem depois dos 40 anos, sem um iate, físico perfeito e grande fortuna. Sem cumprir tantas obrigações fúteis e inúteis, como nos ordenam os mitos e mentiras de uma sociedade insegura, desorientada, em crise. Liberdade não vem de correr atrás de “deveres” impostos de fora, mas de construir a nossa existência, para a qual, com todo esse esforço e desgaste, sobra tão pouco tempo. Não temos de correr angustiados atrás de modelos que nada têm a ver conosco, máscaras, ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito.

                                                                                             (LUFT, Lya. Veja, 25/03/09, adaptado)

No trecho “É possível estar contente e ter projetos bem depois dos 40 anos, sem um iate, físico perfeito e grande fortuna.” (4°§), a análise sintática dos termos que o estruturam permite concluir que o vocábulo em destaque exerce a mesma função sintática que: 
Alternativas
Q808304 Português

Texto

A mentirosa liberdade

      Comecei a escrever um novo livro, sobre os mitos e mentiras que nossa cultura expõe em prateleiras enfeitadas, para que a gente enfie esse material na cabeça e, pior, na alma - como se fosse algodão-doce colorido. Com ele chegam os medos que tudo isso nos inspira: medo de não estar bem enquadrados, medo de não ser valorizados pela turma, medo de não ser suficientemente ricos, magros, musculosos, de não participar da melhor balada, de um clube mais chique, de não ter feito a viagem certa nem possuir a tecnologia de ponta no celular. Medo de não ser livres.

      Na verdade, estamos presos numa rede de falsas liberdades. Nunca se falou tanto em liberdade, e poucas vezes fomos tão pressionados por exigências absurdas, que constituem o que chamo a síndrome do “ter de”. Fala-se em liberdade de escolha, mas somos conduzidos pela propaganda como gado para o matadouro, e as opções são tantas que não conseguimos escolher com calma. Medicados como somos (a pressão, a gordura, a fadiga, a insônia, o sono, a depressão e a euforia, a solidão e o medo tratados a remédio), [...] a alegria, de tanta tensão, nos escapa. [...]

      Parece que do começo ao fim passamos a vida sendo cobrados: O que você vai ser? O que vai estudar? Como? Fracassou em mais um vestibular? [...] Treze anos e ainda não ficou? [...] Já precisa trabalhar? Que chatice! E depois: Quarenta anos ganhando tão pouco e trabalhando tanto? E não tem aquele carro? Nunca esteve naquele resort?

      Talvez a gente possa escapar dessas cobranças sendo mais natural, cumprindo deveres reais, curtindo a vida sem se atordoar. Nadar contra toda essa correnteza. Ter opiniões próprias, amadurecer ajuda. Combater a ânsia por coisas que nem queremos, ignorar ofertas no fundo desinteressantes, como roupas ridículas e viagens sem graça, isso ajuda. Descobrir o que queremos e podemos é um aprendizado, mas leva algum tempo: não é preciso escalar o Himalaia social nem ser uma linda mulher nem um homem poderoso. É possível estar contente e ter projetos bem depois dos 40 anos, sem um iate, físico perfeito e grande fortuna. Sem cumprir tantas obrigações fúteis e inúteis, como nos ordenam os mitos e mentiras de uma sociedade insegura, desorientada, em crise. Liberdade não vem de correr atrás de “deveres” impostos de fora, mas de construir a nossa existência, para a qual, com todo esse esforço e desgaste, sobra tão pouco tempo. Não temos de correr angustiados atrás de modelos que nada têm a ver conosco, máscaras, ilusões e melancolia para aguentar a vida, sem liberdade para descobrir o que a gente gostaria mesmo de ter feito.

                                                                                             (LUFT, Lya. Veja, 25/03/09, adaptado)

Em “Nunca se falou tanto em liberdade” (2°§), ao observar a posição do pronome oblíquo em destaque, percebe-se que ela, em função da norma padrão,
Alternativas
Respostas
10781: E
10782: A
10783: E
10784: C
10785: D
10786: A
10787: D
10788: B
10789: C
10790: A
10791: E
10792: A
10793: B
10794: E
10795: E
10796: C
10797: E
10798: B
10799: A
10800: E