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Sônia ia para casa de carro, mas ele deu defeito e ela descobriu que teria que ir de ônibus o triplo da distância que havia percorrido de carro. Se ela andou 7,2 km de ônibus, quanto ela havia percorrido de carro?
Fernandinha sai de casa todos os dias às 6h10, caminha por 45min e corre por 30min, depois repete a ação, caminhando novamente por 45min e correndo por 30min. Que horas Fernandinha chega em casa?
Observe a imagem abaixo:

Relacione cada figura com os nomes dados.
(__) Esfera.
(__) Pirâmide.
(__) Paralelepípedo.
(__) Cone.
(__) Cilindro.
Qual das alternativas indica a sequência correta, de cima para baixo?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A fome e a mente
A fome, uma das necessidades mais básicas do ser humano, é capaz de exercer um profundo impacto em nossa mente e em nosso comportamento. Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas que distorcem nossa percepção da realidade e influencia nosso comportamento de maneira surpreendente.
Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões. Isso ocorre porque o cérebro prioriza a busca por comida quando a fome se torna intensa, desviando recursos cognitivos de outras funções.
Além disso, a fome distorce nossa percepção das prioridades. Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação, muitas vezes obscurecendo nossa capacidade de avaliar outras situações ou necessidades, como abrigo, segurança ou relacionamentos pessoais. A fome cria uma mentalidade de sobrevivência imediata, de maneira que a busca desesperada por comida se torna o foco exclusivo.
A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e essas emoções distorcem nossa capacidade de se comunicar eficazmente com os outros. Relações interpessoais podem ser afetadas negativamente, tornando-se tensas e conflituosas.
Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal. Essas condições são uma manifestação extrema de como a fome afeta a mente e o comportamento.
É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis e à insegurança alimentar.
Para combater seus efeitos, é essencial promover o acesso universal a alimentos nutritivos e à educação sobre alimentação saudável. Além disso, é crucial abordar as questões subjacentes, como desigualdade econômica e social.
(Baseado no texto Como a fome pode distorcer sua mente. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv 21k907zv8o. Adaptado)
Com a fome intensa, o cérebro 'prioriza' a busca por comida.
Conjugando o verbo destacado no pretérito imperfeito do indicativo, tem-se:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A fome e a mente
A fome, uma das necessidades mais básicas do ser humano, é capaz de exercer um profundo impacto em nossa mente e em nosso comportamento. Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas que distorcem nossa percepção da realidade e influencia nosso comportamento de maneira surpreendente.
Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões. Isso ocorre porque o cérebro prioriza a busca por comida quando a fome se torna intensa, desviando recursos cognitivos de outras funções.
Além disso, a fome distorce nossa percepção das prioridades. Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação, muitas vezes obscurecendo nossa capacidade de avaliar outras situações ou necessidades, como abrigo, segurança ou relacionamentos pessoais. A fome cria uma mentalidade de sobrevivência imediata, de maneira que a busca desesperada por comida se torna o foco exclusivo.
A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e essas emoções distorcem nossa capacidade de se comunicar eficazmente com os outros. Relações interpessoais podem ser afetadas negativamente, tornando-se tensas e conflituosas.
Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal. Essas condições são uma manifestação extrema de como a fome afeta a mente e o comportamento.
É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis e à insegurança alimentar.
Para combater seus efeitos, é essencial promover o acesso universal a alimentos nutritivos e à educação sobre alimentação saudável. Além disso, é crucial abordar as questões subjacentes, como desigualdade econômica e social.
(Baseado no texto Como a fome pode distorcer sua mente. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv 21k907zv8o. Adaptado)
Além disso, é crucial abordar as questões 'subjacentes', como desigualdade econômica e social.
O sinônimo do vocábulo destacado é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A fome e a mente
A fome, uma das necessidades mais básicas do ser humano, é capaz de exercer um profundo impacto em nossa mente e em nosso comportamento. Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas que distorcem nossa percepção da realidade e influencia nosso comportamento de maneira surpreendente.
Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões. Isso ocorre porque o cérebro prioriza a busca por comida quando a fome se torna intensa, desviando recursos cognitivos de outras funções.
Além disso, a fome distorce nossa percepção das prioridades. Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação, muitas vezes obscurecendo nossa capacidade de avaliar outras situações ou necessidades, como abrigo, segurança ou relacionamentos pessoais. A fome cria uma mentalidade de sobrevivência imediata, de maneira que a busca desesperada por comida se torna o foco exclusivo.
A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e essas emoções distorcem nossa capacidade de se comunicar eficazmente com os outros. Relações interpessoais podem ser afetadas negativamente, tornando-se tensas e conflituosas.
Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal. Essas condições são uma manifestação extrema de como a fome afeta a mente e o comportamento.
É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis e à insegurança alimentar.
Para combater seus efeitos, é essencial promover o acesso universal a alimentos nutritivos e à educação sobre alimentação saudável. Além disso, é crucial abordar as questões subjacentes, como desigualdade econômica e social.
(Baseado no texto Como a fome pode distorcer sua mente. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv 21k907zv8o. Adaptado)
Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal.
Assinale a opção que contenha apenas adjetivos.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A fome e a mente
A fome, uma das necessidades mais básicas do ser humano, é capaz de exercer um profundo impacto em nossa mente e em nosso comportamento. Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas que distorcem nossa percepção da realidade e influencia nosso comportamento de maneira surpreendente.
Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões. Isso ocorre porque o cérebro prioriza a busca por comida quando a fome se torna intensa, desviando recursos cognitivos de outras funções.
Além disso, a fome distorce nossa percepção das prioridades. Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação, muitas vezes obscurecendo nossa capacidade de avaliar outras situações ou necessidades, como abrigo, segurança ou relacionamentos pessoais. A fome cria uma mentalidade de sobrevivência imediata, de maneira que a busca desesperada por comida se torna o foco exclusivo.
A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e essas emoções distorcem nossa capacidade de se comunicar eficazmente com os outros. Relações interpessoais podem ser afetadas negativamente, tornando-se tensas e conflituosas.
Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal. Essas condições são uma manifestação extrema de como a fome afeta a mente e o comportamento.
É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis e à insegurança alimentar.
Para combater seus efeitos, é essencial promover o acesso universal a alimentos nutritivos e à educação sobre alimentação saudável. Além disso, é crucial abordar as questões subjacentes, como desigualdade econômica e social.
(Baseado no texto Como a fome pode distorcer sua mente. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv 21k907zv8o. Adaptado)
É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis.
Assinale a opção correta quanto às regras de acentuação gráfica.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A fome e a mente
A fome, uma das necessidades mais básicas do ser humano, é capaz de exercer um profundo impacto em nossa mente e em nosso comportamento. Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas que distorcem nossa percepção da realidade e influencia nosso comportamento de maneira surpreendente.
Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões. Isso ocorre porque o cérebro prioriza a busca por comida quando a fome se torna intensa, desviando recursos cognitivos de outras funções.
Além disso, a fome distorce nossa percepção das prioridades. Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação, muitas vezes obscurecendo nossa capacidade de avaliar outras situações ou necessidades, como abrigo, segurança ou relacionamentos pessoais. A fome cria uma mentalidade de sobrevivência imediata, de maneira que a busca desesperada por comida se torna o foco exclusivo.
A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e essas emoções distorcem nossa capacidade de se comunicar eficazmente com os outros. Relações interpessoais podem ser afetadas negativamente, tornando-se tensas e conflituosas.
Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal. Essas condições são uma manifestação extrema de como a fome afeta a mente e o comportamento.
É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis e à insegurança alimentar.
Para combater seus efeitos, é essencial promover o acesso universal a alimentos nutritivos e à educação sobre alimentação saudável. Além disso, é crucial abordar as questões subjacentes, como desigualdade econômica e social.
(Baseado no texto Como a fome pode distorcer sua mente. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv 21k907zv8o. Adaptado)
A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e 'essas' emoções distorcem 'nossa' capacidade de se comunicar eficazmente com os outros.
Os vocábulos destacados na frase são, morfologicamente:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A fome e a mente
A fome, uma das necessidades mais básicas do ser humano, é capaz de exercer um profundo impacto em nossa mente e em nosso comportamento. Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas que distorcem nossa percepção da realidade e influencia nosso comportamento de maneira surpreendente.
Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões. Isso ocorre porque o cérebro prioriza a busca por comida quando a fome se torna intensa, desviando recursos cognitivos de outras funções.
Além disso, a fome distorce nossa percepção das prioridades. Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação, muitas vezes obscurecendo nossa capacidade de avaliar outras situações ou necessidades, como abrigo, segurança ou relacionamentos pessoais. A fome cria uma mentalidade de sobrevivência imediata, de maneira que a busca desesperada por comida se torna o foco exclusivo.
A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e essas emoções distorcem nossa capacidade de se comunicar eficazmente com os outros. Relações interpessoais podem ser afetadas negativamente, tornando-se tensas e conflituosas.
Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal. Essas condições são uma manifestação extrema de como a fome afeta a mente e o comportamento.
É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis e à insegurança alimentar.
Para combater seus efeitos, é essencial promover o acesso universal a alimentos nutritivos e à educação sobre alimentação saudável. Além disso, é crucial abordar as questões subjacentes, como desigualdade econômica e social.
(Baseado no texto Como a fome pode distorcer sua mente. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv 21k907zv8o. Adaptado)
Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A fome e a mente
A fome, uma das necessidades mais básicas do ser humano, é capaz de exercer um profundo impacto em nossa mente e em nosso comportamento. Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas que distorcem nossa percepção da realidade e influencia nosso comportamento de maneira surpreendente.
Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões. Isso ocorre porque o cérebro prioriza a busca por comida quando a fome se torna intensa, desviando recursos cognitivos de outras funções.
Além disso, a fome distorce nossa percepção das prioridades. Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação, muitas vezes obscurecendo nossa capacidade de avaliar outras situações ou necessidades, como abrigo, segurança ou relacionamentos pessoais. A fome cria uma mentalidade de sobrevivência imediata, de maneira que a busca desesperada por comida se torna o foco exclusivo.
A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e essas emoções distorcem nossa capacidade de se comunicar eficazmente com os outros. Relações interpessoais podem ser afetadas negativamente, tornando-se tensas e conflituosas.
Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal. Essas condições são uma manifestação extrema de como a fome afeta a mente e o comportamento.
É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis e à insegurança alimentar.
Para combater seus efeitos, é essencial promover o acesso universal a alimentos nutritivos e à educação sobre alimentação saudável. Além disso, é crucial abordar as questões subjacentes, como desigualdade econômica e social.
(Baseado no texto Como a fome pode distorcer sua mente. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv 21k907zv8o. Adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A fome e a mente
A fome, uma das necessidades mais básicas do ser humano, é capaz de exercer um profundo impacto em nossa mente e em nosso comportamento. Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas que distorcem nossa percepção da realidade e influencia nosso comportamento de maneira surpreendente.
Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões. Isso ocorre porque o cérebro prioriza a busca por comida quando a fome se torna intensa, desviando recursos cognitivos de outras funções.
Além disso, a fome distorce nossa percepção das prioridades. Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação, muitas vezes obscurecendo nossa capacidade de avaliar outras situações ou necessidades, como abrigo, segurança ou relacionamentos pessoais. A fome cria uma mentalidade de sobrevivência imediata, de maneira que a busca desesperada por comida se torna o foco exclusivo.
A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e essas emoções distorcem nossa capacidade de se comunicar eficazmente com os outros. Relações interpessoais podem ser afetadas negativamente, tornando-se tensas e conflituosas.
Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal. Essas condições são uma manifestação extrema de como a fome afeta a mente e o comportamento.
É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis e à insegurança alimentar.
Para combater seus efeitos, é essencial promover o acesso universal a alimentos nutritivos e à educação sobre alimentação saudável. Além disso, é crucial abordar as questões subjacentes, como desigualdade econômica e social.
(Baseado no texto Como a fome pode distorcer sua mente. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv 21k907zv8o. Adaptado)
Para combater seus efeitos, é essencial 'promover' o acesso universal a alimentos.
O verbo destacado na frase encontra-se conjugado no:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A fome e a mente
A fome, uma das necessidades mais básicas do ser humano, é capaz de exercer um profundo impacto em nossa mente e em nosso comportamento. Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas que distorcem nossa percepção da realidade e influencia nosso comportamento de maneira surpreendente.
Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões. Isso ocorre porque o cérebro prioriza a busca por comida quando a fome se torna intensa, desviando recursos cognitivos de outras funções.
Além disso, a fome distorce nossa percepção das prioridades. Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação, muitas vezes obscurecendo nossa capacidade de avaliar outras situações ou necessidades, como abrigo, segurança ou relacionamentos pessoais. A fome cria uma mentalidade de sobrevivência imediata, de maneira que a busca desesperada por comida se torna o foco exclusivo.
A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e essas emoções distorcem nossa capacidade de se comunicar eficazmente com os outros. Relações interpessoais podem ser afetadas negativamente, tornando-se tensas e conflituosas.
Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal. Essas condições são uma manifestação extrema de como a fome afeta a mente e o comportamento.
É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis e à insegurança alimentar.
Para combater seus efeitos, é essencial promover o acesso universal a alimentos nutritivos e à educação sobre alimentação saudável. Além disso, é crucial abordar as questões subjacentes, como desigualdade econômica e social.
(Baseado no texto Como a fome pode distorcer sua mente. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv 21k907zv8o. Adaptado)
Você já deve ter experimentado aquela irritação que vem quando estamos com fome. Estudos mostram que a atenção e a flexibilidade cognitiva são particularmente afetadas no jejum.
Assinale a opção correta de acordo com o texto base.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A fome e a mente
A fome, uma das necessidades mais básicas do ser humano, é capaz de exercer um profundo impacto em nossa mente e em nosso comportamento. Quando privado de alimentos por um período prolongado, nosso cérebro reage de maneiras complexas que distorcem nossa percepção da realidade e influencia nosso comportamento de maneira surpreendente.
Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões. Isso ocorre porque o cérebro prioriza a busca por comida quando a fome se torna intensa, desviando recursos cognitivos de outras funções.
Além disso, a fome distorce nossa percepção das prioridades. Em um estado de fome extrema, a busca por alimento se torna a principal preocupação, muitas vezes obscurecendo nossa capacidade de avaliar outras situações ou necessidades, como abrigo, segurança ou relacionamentos pessoais. A fome cria uma mentalidade de sobrevivência imediata, de maneira que a busca desesperada por comida se torna o foco exclusivo.
A irritabilidade e o estresse aumentam à medida que a fome persiste, e essas emoções distorcem nossa capacidade de se comunicar eficazmente com os outros. Relações interpessoais podem ser afetadas negativamente, tornando-se tensas e conflituosas.
Em casos extremos, a fome crônica leva a distúrbios alimentares, como a anorexia nervosa ou a bulimia, que envolvem uma relação disfuncional com a comida e uma distorção significativa da imagem corporal. Essas condições são uma manifestação extrema de como a fome afeta a mente e o comportamento.
É importante lembrar que a fome não é apenas um problema de países em desenvolvimento. Ela também afeta pessoas em países desenvolvidos, muitas vezes devido à falta de acesso a alimentos saudáveis e à insegurança alimentar.
Para combater seus efeitos, é essencial promover o acesso universal a alimentos nutritivos e à educação sobre alimentação saudável. Além disso, é crucial abordar as questões subjacentes, como desigualdade econômica e social.
(Baseado no texto Como a fome pode distorcer sua mente. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv 21k907zv8o. Adaptado)
Em primeiro lugar, ela afeta nossa capacidade cognitiva. A falta de nutrientes essenciais e energia necessária para o funcionamento do cérebro resulta em falta de concentração, redução da memória de curto prazo e dificuldade em tomar decisões.
Assinale a opção que contenha a divisão silábica correta dos vocábulos.