Questões de Concurso Para motorista de ambulância

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Q4011793 Segurança e Saúde no Trabalho
No Sistema Único de Saúde (SUS), a segurança operacional no atendimento de urgência é um componente essencial e estruturado da Política Nacional de Atenção às Urgências, coordenada pelo Ministério da Saúde. A atenção às urgências deve garantir resposta rápida, eficaz, articulada e segura, desde o primeiro contato com o usuário até o encaminhamento adequado dentro da rede de serviços de saúde.

Leia as afirmações a seguir, sobre a análise de riscos nesse contexto. Em seguida, marque a alternativa correta quanto à veracidade (V) ou falsidade (F) destas afirmações.

I. A segurança do local deve ser avaliada antes da intervenção.
II. O risco deve ser ignorado em situações graves.
III. EPIs reduzem exposição a agentes biológicos.
IV. Biossegurança é responsabilidade exclusiva do enfermeiro.
V. O motorista também deve zelar pela segurança da equipe.
Alternativas
Q4011792 Noções de Primeiros Socorros
Atendimento Pré-Hospitalar (APH) é o conjunto de ações de urgência e emergência prestadas fora do ambiente hospitalar, com o objetivo de manter a vida, evitar agravamentos e preparar a vítima para o transporte seguro até uma unidade de saúde. O APH organiza a resposta inicial à vítima. Marque a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4011791 Legislação de Trânsito
Conforme a Organização Mundial da Saúde, a segurança no trânsito é parte da promoção da saúde.
Leia as afirmações a seguir, sobre o tema da segurança no trânsito. Em seguida, marque a alternativa correta quanto à veracidade (V) ou falsidade (F), destas afirmações.

I. A sirene deve ser usada apenas em situação de urgência real.
II. O uso contínuo da sirene reduz riscos automaticamente.
III. O uso inadequado pode gerar acidentes.
IV. A sinalização isenta o condutor de responsabilidade civil.
V. A ética no trânsito é dever do motorista socorrista.
Alternativas
Q4011790 Noções de Primeiros Socorros
Leia as afirmações a seguir, sobre os diferentes tipos de ambulância no sistema de urgência. Em seguida, marque a alternativa correta quanto à veracidade (V) ou falsidade (F), destas afirmações.

I. A ambulância tipo A é destinada a transporte simples.
II. A ambulância tipo D é utilizada em suporte avançado.
III. Todos os tipos de ambulância possuem a mesma finalidade.
IV. A ambulância tipo C não integra o APH.
V. O motorista deve conhecer as características do veículo que conduz.
Alternativas
Q4011789 Segurança e Transporte
Para o Denatran, a direção defensiva visa prevenir acidentes previsíveis. Leia as afirmações a seguir sobre o tema.

I. Direção defensiva baseia-se na antecipação de riscos.
II. A condução de emergência dispensa técnicas defensivas.
III. Condições climáticas devem ser consideradas pelo condutor.
IV. A prevenção de acidentes protege a equipe e o paciente.
V. Direção evasiva é incompatível com ambulâncias.

Marque a sequência correta, conforme considere verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmações.
Alternativas
Q4011788 Legislação de Trânsito
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), os veículos de emergência possuem prerrogativas específicas, desde que observadas as condições de segurança viária. Analise as afirmações a seguir.

I. Ambulâncias são classificadas como veículos de emergência pelo CTB.
II. O uso de sirene autoriza desrespeitar qualquer norma de trânsito.
III. O condutor deve garantir a segurança de pedestres e demais veículos.
IV. A preferência de passagem é absoluta em qualquer situação.
V. O uso de sinalização sonora e luminosa deve ser justificado pela urgência.

Marque a sequência correta, conforme considere verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmações.
Alternativas
Q4008762 Raciocínio Lógico
Considere duas retas paralelas R e S. Sobre a reta S, são marcados 5 pontos distintos e sobre a reta R, são marcados 4 pontos distintos. Quantos triângulos podemos formar usando esses pontos das duas retas?
Alternativas
Q4008761 Matemática
Dados os números 0,09 e 0,36. Qual é o número que representa a divisão da média aritmética pela média geométrica desses dois números?
Alternativas
Q4008760 Raciocínio Lógico
Dadas as letras: A, B, C, D, E. Quantos anagramas podemos formar mantendo A e B juntas?
Alternativas
Q4008759 Matemática
Se x é um número real tal que x + 2/x = 3, qual é o valor da expressão x3 + 8/x3 ?
Alternativas
Q4008758 Matemática
Numa loja, as vendas de Natal do ano de 2025 foram superiores as vendas de Natal do ano de 2024 em 40%. Quanto percentualmente as vendas do Natal do ano de 2024 foram inferiores as de 2025, sabendo que em 2025 as vendas foram de 1 milhão de reais?
Alternativas
Q4008757 Matemática
Se A é o conjunto dos múltiplos de 6 e B é o conjunto dos múltiplos de 8. O conjunto A interseccionado com o conjunto B é caracterizado como:
Alternativas
Q4008756 Matemática
Uma urna contém todos os números de 4 algarismos que se pode formar com os algarismos 2, 3, 4, 5. Retirando um desses números da urna aleatoriamente, qual a probabilidade de ele ser um número com todos os algarismos distintos?
Alternativas
Q4008755 Estatística

A tabela abaixo mostra a massa corporal dos funcionários de uma firma de construção civil.


Q13.png (276×149)


O número que indica a Moda das massas corporais deste grupo de pessoas é:

Alternativas
Q4008754 Matemática
A soma dos termos de uma progressão geométrica é dada por Sn= 2n – 1, onde n é um inteiro positivo. Qual é a Mediana das somas parciais dos 32 primeiros termos?
Alternativas
Q4008753 Matemática
Três números positivos A, B e C formam uma progressão aritmética e uma progressão geométrica, ao mesmo tempo. Nessas condições, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4008752 Português
TEXTO 01


Romã pode ajudar o coração? O que a ciência já sabe sobre a ‘fruta da sorte’


    Pesquisas sugerem que os polifenóis da romã podem reduzir inflamação, pressão e LDL oxidado, mas especialistas alertam: apesar do potencial, faltam grandes estudos em humanos para confirmar impacto real no risco de infarto e AVC. Associada a rituais de prosperidade no fim do ano, a romã ganhou nos últimos anos um novo tipo de fama: a de possível aliada da saúde cardiovascular. Mas até que ponto essa reputação se sustenta fora da tradição e dentro da ciência? A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que a ideia de que “faz bem” ou “não faz”. A romã reúne compostos que chamam atenção de pesquisadores pela capacidade de reduzir processos inflamatórios e oxidativos no organismo, dois mecanismos centrais na formação da aterosclerose, doença que leva ao entupimento das artérias. Mas, ao mesmo tempo, faltam estudos de grande porte em humanos capazes de medir seu impacto real sobre infartos, AVCs e mortalidade. Ou seja: há potencial, mas ainda não há consenso.

    Por que a romã entrou no radar da cardiologia. O ponto de partida está na composição única da fruta. A nutróloga Andrea Pereira, integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer, explica que a romã é especialmente rica em polifenóis — antioxidantes potentes que, em laboratório e em modelos animais, reduzem inflamação, estresse oxidativo e até a formação de placas de gordura nos vasos. (...)” O que existe é promissor, mas insuficiente para criar recomendações formais. (...)”

    “Daqui para frente, o que falta são grandes estudos prospectivos, com milhares de pessoas acompanhadas por anos, para responder à pergunta mais importante: Esses efeitos intermediários realmente se traduzem em menos infartos, AVCs e mortes?”, explica Naufel. Até lá, a fruta segue como coadjuvante, não como intervenção terapêutica.(...)

    Vale apostar na romã para o coração? No fim, a resposta é equilibrada — e talvez menos mágica do que a tradição sugere. Tudo o que a ciência já observou aponta que a romã tem, sim, potencial cardiovascular. Mas esse potencial é coadjuvante, não curativo. Não substitui remédios, não controla o colesterol sozinha e não impede infartos.


Disponivel em:https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/16/ roma-pode-ajudar-o-coracao-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-a-fruta- -da-sorte.ghtml.Acesso em: 20.dez.2025.
Analise o fragmento: ‘A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que a ideia de que “faz bem” ou “não faz”’. Marque a alternativa que apresenta o número de períodos e orações que o constituem:
Alternativas
Q4008751 Português
TEXTO 01


Romã pode ajudar o coração? O que a ciência já sabe sobre a ‘fruta da sorte’


    Pesquisas sugerem que os polifenóis da romã podem reduzir inflamação, pressão e LDL oxidado, mas especialistas alertam: apesar do potencial, faltam grandes estudos em humanos para confirmar impacto real no risco de infarto e AVC. Associada a rituais de prosperidade no fim do ano, a romã ganhou nos últimos anos um novo tipo de fama: a de possível aliada da saúde cardiovascular. Mas até que ponto essa reputação se sustenta fora da tradição e dentro da ciência? A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que a ideia de que “faz bem” ou “não faz”. A romã reúne compostos que chamam atenção de pesquisadores pela capacidade de reduzir processos inflamatórios e oxidativos no organismo, dois mecanismos centrais na formação da aterosclerose, doença que leva ao entupimento das artérias. Mas, ao mesmo tempo, faltam estudos de grande porte em humanos capazes de medir seu impacto real sobre infartos, AVCs e mortalidade. Ou seja: há potencial, mas ainda não há consenso.

    Por que a romã entrou no radar da cardiologia. O ponto de partida está na composição única da fruta. A nutróloga Andrea Pereira, integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer, explica que a romã é especialmente rica em polifenóis — antioxidantes potentes que, em laboratório e em modelos animais, reduzem inflamação, estresse oxidativo e até a formação de placas de gordura nos vasos. (...)” O que existe é promissor, mas insuficiente para criar recomendações formais. (...)”

    “Daqui para frente, o que falta são grandes estudos prospectivos, com milhares de pessoas acompanhadas por anos, para responder à pergunta mais importante: Esses efeitos intermediários realmente se traduzem em menos infartos, AVCs e mortes?”, explica Naufel. Até lá, a fruta segue como coadjuvante, não como intervenção terapêutica.(...)

    Vale apostar na romã para o coração? No fim, a resposta é equilibrada — e talvez menos mágica do que a tradição sugere. Tudo o que a ciência já observou aponta que a romã tem, sim, potencial cardiovascular. Mas esse potencial é coadjuvante, não curativo. Não substitui remédios, não controla o colesterol sozinha e não impede infartos.


Disponivel em:https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/16/ roma-pode-ajudar-o-coracao-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-a-fruta- -da-sorte.ghtml.Acesso em: 20.dez.2025.
Considere a oração: “O que a ciência já sabe sobre a ‘fruta da sorte’”. Marque a alternativa que apresenta a classificação da expressão ‘fruta da sorte’, conforme o texto:
Alternativas
Q4008750 Português
TEXTO 01


Romã pode ajudar o coração? O que a ciência já sabe sobre a ‘fruta da sorte’


    Pesquisas sugerem que os polifenóis da romã podem reduzir inflamação, pressão e LDL oxidado, mas especialistas alertam: apesar do potencial, faltam grandes estudos em humanos para confirmar impacto real no risco de infarto e AVC. Associada a rituais de prosperidade no fim do ano, a romã ganhou nos últimos anos um novo tipo de fama: a de possível aliada da saúde cardiovascular. Mas até que ponto essa reputação se sustenta fora da tradição e dentro da ciência? A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que a ideia de que “faz bem” ou “não faz”. A romã reúne compostos que chamam atenção de pesquisadores pela capacidade de reduzir processos inflamatórios e oxidativos no organismo, dois mecanismos centrais na formação da aterosclerose, doença que leva ao entupimento das artérias. Mas, ao mesmo tempo, faltam estudos de grande porte em humanos capazes de medir seu impacto real sobre infartos, AVCs e mortalidade. Ou seja: há potencial, mas ainda não há consenso.

    Por que a romã entrou no radar da cardiologia. O ponto de partida está na composição única da fruta. A nutróloga Andrea Pereira, integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer, explica que a romã é especialmente rica em polifenóis — antioxidantes potentes que, em laboratório e em modelos animais, reduzem inflamação, estresse oxidativo e até a formação de placas de gordura nos vasos. (...)” O que existe é promissor, mas insuficiente para criar recomendações formais. (...)”

    “Daqui para frente, o que falta são grandes estudos prospectivos, com milhares de pessoas acompanhadas por anos, para responder à pergunta mais importante: Esses efeitos intermediários realmente se traduzem em menos infartos, AVCs e mortes?”, explica Naufel. Até lá, a fruta segue como coadjuvante, não como intervenção terapêutica.(...)

    Vale apostar na romã para o coração? No fim, a resposta é equilibrada — e talvez menos mágica do que a tradição sugere. Tudo o que a ciência já observou aponta que a romã tem, sim, potencial cardiovascular. Mas esse potencial é coadjuvante, não curativo. Não substitui remédios, não controla o colesterol sozinha e não impede infartos.


Disponivel em:https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/16/ roma-pode-ajudar-o-coracao-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-a-fruta- -da-sorte.ghtml.Acesso em: 20.dez.2025.
Observe a expressão: “Romã pode ajudar o coração?” Assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação do sujeito dessa oração:
Alternativas
Q4008749 Português
TEXTO 01


Romã pode ajudar o coração? O que a ciência já sabe sobre a ‘fruta da sorte’


    Pesquisas sugerem que os polifenóis da romã podem reduzir inflamação, pressão e LDL oxidado, mas especialistas alertam: apesar do potencial, faltam grandes estudos em humanos para confirmar impacto real no risco de infarto e AVC. Associada a rituais de prosperidade no fim do ano, a romã ganhou nos últimos anos um novo tipo de fama: a de possível aliada da saúde cardiovascular. Mas até que ponto essa reputação se sustenta fora da tradição e dentro da ciência? A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que a ideia de que “faz bem” ou “não faz”. A romã reúne compostos que chamam atenção de pesquisadores pela capacidade de reduzir processos inflamatórios e oxidativos no organismo, dois mecanismos centrais na formação da aterosclerose, doença que leva ao entupimento das artérias. Mas, ao mesmo tempo, faltam estudos de grande porte em humanos capazes de medir seu impacto real sobre infartos, AVCs e mortalidade. Ou seja: há potencial, mas ainda não há consenso.

    Por que a romã entrou no radar da cardiologia. O ponto de partida está na composição única da fruta. A nutróloga Andrea Pereira, integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer, explica que a romã é especialmente rica em polifenóis — antioxidantes potentes que, em laboratório e em modelos animais, reduzem inflamação, estresse oxidativo e até a formação de placas de gordura nos vasos. (...)” O que existe é promissor, mas insuficiente para criar recomendações formais. (...)”

    “Daqui para frente, o que falta são grandes estudos prospectivos, com milhares de pessoas acompanhadas por anos, para responder à pergunta mais importante: Esses efeitos intermediários realmente se traduzem em menos infartos, AVCs e mortes?”, explica Naufel. Até lá, a fruta segue como coadjuvante, não como intervenção terapêutica.(...)

    Vale apostar na romã para o coração? No fim, a resposta é equilibrada — e talvez menos mágica do que a tradição sugere. Tudo o que a ciência já observou aponta que a romã tem, sim, potencial cardiovascular. Mas esse potencial é coadjuvante, não curativo. Não substitui remédios, não controla o colesterol sozinha e não impede infartos.


Disponivel em:https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/16/ roma-pode-ajudar-o-coracao-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-a-fruta- -da-sorte.ghtml.Acesso em: 20.dez.2025.
Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas pela mesma regra de acentuação gráfica:
Alternativas
Respostas
241: D
242: C
243: B
244: D
245: C
246: C
247: C
248: A
249: B
250: C
251: B
252: A
253: D
254: C
255: B
256: A
257: B
258: A
259: D
260: C