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A respeito do processo “Realizar o Controle Integrado de Mudanças” do PMBOK 6ª edição, considere as seguintes afirmativas:
1. Os projetos devem instituir o CCM (Comitê de Controle de Mudanças), descrito no processo, que decide sobre aprovação, adiamento ou rejeição de mudanças.
2. As solicitações de mudanças são iniciadas pelo gerente de projeto, para que o processo não sofra inconsistências, e podem ocorrer a qualquer momento ao longo do ciclo de vida do projeto.
3. Sempre que uma solicitação de mudança puder afetar qualquer das linhas de base do projeto, um processo de controle de mudanças formal e integrado será necessário.
4. Solicitações de mudanças podem ser iniciadas verbalmente, mas devem ser registradas por escrito e lançadas no sistema de gerenciamento de mudanças ou no sistema de gerenciamento de configuração.
Assinale a alternativa correta.
Das abordagens especializadas para modelagem de processos, destaca-se a que enfatiza a captura de processos e atividades essenciais, de relevância estratégica, que agregam valor ao serviço ou produto entregue ao cliente. Essa abordagem que também captura processos habilitadores que a apoiam é chamada de:
Um analista recebeu uma enorme quantidade de dados referentes a alunos de uma universidade. Ele precisa criar um software que preveja quais alunos poderiam abandonar o curso, para que medidas dentro da universidade possam ser tomadas, de forma preventiva. Nos dados de alunos já conhecidos, têm-se a idade, o bairro de residência, a cidade natal, o salário médio da família, a escolaridade dos pais, a porcentagem concluída do curso, o índice de rendimento acadêmico e a situação (matriculado, trancado, abandono). Para criar esse software, o analista precisará usar algoritmos de Data Mining, mais especificamente aprendizado de máquina _____________________ para a tarefa de _____________________.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.
A linguagem PHP não suporta herança múltipla e, portanto, implementa mecanismos para minimizar os prejuízos de não ter essa característica. Sobre traits e interfaces (PHP 5.4.0 ou superior), considere as seguintes afirmativas:
1. Interfaces proveem uma implementação completa de um método.
2. Traits permitem polimorfismo.
3. Pode-se usar mais de um trait em uma classe.
4. Interfaces podem estender outras interfaces.
Assinale a alternativa correta.
Considere o seguinte trecho de código em JSP com JSTL/EL (Java EE 7):
< c:set var="ano" value="2018" / >
< c:set var="ano" value="2019" scope="request" / >
< c:out value="${ano}" / >
O que será apresentado por esse trecho de código?
O COBIT “provê um modelo de processo genérico que representa todos os processos normalmente encontrados nas funções de TI, fornecendo um modelo de referência comum compreensível para os gerentes das operações de TI e de negócios”. A respeito de COBIT, assinale a alternativa INCORRETA.
A norma ISO/IEC 27001:2013 define “requisitos para estabelecer, implementar, operar, monitorizar, analisar criticamente, manter e melhorar de forma contínua um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI), dentro do contexto da organização”. Já a norma ISO/IEC 27002:2013 fornece diretrizes para as práticas de gestão de segurança da informação e normas de segurança da informação, baseadas na ISO/IEC 27001. Assim, se uma empresa decide implantar o trabalho remoto para seus colaboradores, convém elaborar um documento de política cuja finalidade é impedir o acesso não autorizado aos equipamentos e dados localizados fora das instalações da organização, bem como o uso de dispositivos móveis. Nesse caso, segundo as recomendações previstas na norma, a organização deve considerar:
Um Analista de Sistemas está projetando um sistema de controle de motoristas, automóveis e corridas efetuadas. Em um primeiro refinamento, ele gera o seguinte Diagrama de Classes:
A partir desse diagrama, o analista precisa representar uma classe Corrida, feita por um motorista em um automóvel, indicando a data, a quilometragem, a origem e o destino. Essa classe deve ser:
Segundo Sommerville, para a maioria dos sistemas de grande porte ainda se tem uma fase de Engenharia de Requisitos, claramente identificável, antes de se iniciar a implementação do sistema. As atividades dessa fase podem ser apresentadas como Estudo de Viabilidade, Elicitação e Análise de Requisitos, Especificação de Requisitos e Validação de Requisitos. Sobre a atividade de Elicitação e Análise de Requisitos, que é um processo interativo, com feedback contínuo, considere as seguintes afirmativas:
1. Os requisitos conflitantes não devem ser tratados nessa fase, sendo todos os conflitos resolvidos já no início do processo.
2. Essa atividade pode envolver o desenvolvimento de protótipos.
3. Essa atividade envolve a verificação dos requisitos quanto a realismo, consistência e completude.
4. Nessa atividade há interação com os stakeholders.
Assinale a alternativa correta.
Os comandos DDL abaixo definem uma base de dados de uma livraria, contendo os clientes, os livros e as vendas.
CREATE TABLE tb_cliente (
id_cli INTEGER NOT NULL,
nm_cli VARCHAR(50) NOT NULL,
email_cli VARCHAR(100) NOT NULL,
dn_cli DATE NOT NULL,
CONSTRAINT cliente_pk PRIMARY KEY (id_cli));
CREATE TABLE tb_livro (
id_livro INTEGER NOT NULL,
nome_livro VARCHAR(50) NOT NULL,
autor_livro VARCHAR(50) NOT NULL,
valor_livro REAL NOT NULL,
CONSTRAINT livro_pk PRIMARY KEY(id_livro));
CREATE TABLE tb_venda (
id_cli INTEGER NOT NULL,
id_livro INTEGER NOT NULL,
data_compra DATE NOT NULL,
qtde_compra INTEGER NOT NULL,
CONSTRAINT cliente_fk FOREIGN KEY (id_cli)
REFERENCES tb_cliente(id_cli),
CONSTRAINT livro_fk FOREIGN KEY (id_livro)
REFERENCES tb_livro(id_livro),
CONSTRAINT cliente_livro_pk PRIMARY KEY (id_cli, id_livro));
Qual consulta SQL apresenta o valor total de vendas por autor?
Um desenvolvedor se depara com um problema no seu sistema de manutenção de equipamentos de informática: um equipamento pode ser uma máquina completa, mas também pode ser um elemento que compõe essa máquina. Isso significa que uma manutenção pode ser feita tanto num computador como em somente uma placa de vídeo de um computador. Dessa forma, um equipamento é formado por outros equipamentos, numa estrutura hierárquica do tipo partetodo. Para resolver esse problema, o desenvolvedor recorreu aos Padrões de Projeto (Design Patterns). Nesse caso, qual padrão de projeto clássico deve ser aplicado para representar essa hierarquia?
De acordo com a norma ISO/IEC 27002:2013, são diretrizes para a implantação da política de controle A10 (Política para o uso de controles criptográficos):
A normalização de bancos de dados relacionais é a aplicação de regras no projeto do banco de dados, visando a redução de redundâncias, o aumento de desempenho e também a melhora da integridade dos dados. A forma normal que indica que atributos não chave devem ser mutuamente independentes e dependentes unicamente da chave primária é:
Uma transação no banco de dados deve satisfazer algumas propriedades para garantir a sua confiabilidade. São elas:
A Hierarquia de Memória consiste em projetar vários níveis de memória com diferentes velocidades e tamanhos, controlando o acesso a cada nível conforme os dados são ou não encontrados. Implementar a memória de um computador como uma Hierarquia de Memória traz vários benefícios. A respeito do assunto, considere as seguintes afirmativas:
1. Registradores estão no topo da hierarquia.
2. Quanto mais perto do processador, menor é o custo x bit da memória.
3. Os dados não são copiados entre os níveis da hierarquia, para evitar sobrecarga.
4. Quando ocorre um miss, o nível mais baixo é acessado para recuperar o dado solicitado.
Assinale a alternativa correta.
“É um dispositivo de segurança da rede que monitora o tráfego de rede de entrada e saída e decide permitir ou bloquear tráfegos específicos de acordo com um conjunto definido de regras de segurança”. Trata-se da definição de:
Em relação a Redes de Computadores, considere as seguintes afirmativas:
1. NAT é uma técnica de reescrita de endereços IP para permitir acesso à rede externa.
2. Switches são equipamentos para interligação entre máquinas, que possuem como característica o encaminhamento dos pacotes recebidos a todos os dispositivos conectados.
3. Uma desvantagem da topologia em malha (mesh) é o tratamento de falhas de comunicação em alguma interligação.
4. O protocolo TCP tem como características o controle de fluxo de saída e a retransmissão de pacotes.
Assinale a alternativa correta.
O texto a seguir é referência para as questões 06 a 08.
Se nem adulto reconhece fake news, como ensinar as crianças a fazer isso?
Propor o desenvolvimento de uma leitura crítica e reflexão sobre redes sociais é o caminho
Com tanto adulto por aí que não sabe identificar fake news, como esperar que crianças tenham essa capacidade? Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?
A resposta é “media literacy”. A tradução no Brasil varia, mas é algo entre alfabetização digital, alfabetização midiática ou alfabetização para a mídia.
Nas escolas, finalmente começa a ficar claro que isso não significa ensinar os alunos a usar o computador, fazer lição de casa com celular, desenvolver programas, operar impressora 3D ou qualquer atividade em que a parafernália tecnológica esteja no centro da proposta pedagógica.
Aliás, a ferramenta é o que menos importa, até porque é chavão dizer que a criançada já nasce sabendo usar tudo quanto é aparelho.
Alfabetizar para a mídia não tem a ver com a técnica do uso, do manejo de botões, dos cliques, do vaivém dos dedos pela tela.
O que se deve desenvolver é a leitura crítica de tudo isso, mostrar como separar o joio do trigo, buscar boas fontes, reconhecer e combater fake news, proteger-se de criminosos, refletir sobre as redes sociais, entender a indústria, quais são as empresas que as dominam, que poder detém.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/laura-mattos/2019/08/se-nem-adulto-reconhece-fake-news-como-ensinar-as-criancas-a-fazerisso. shtml)
No trecho “[...] até porque é chavão dizer que a criançada já nasce sabendo usar tudo quanto é aparelho”, a palavra destacada pode ser substituída por:
O texto a seguir é referência para as questões 06 a 08.
Se nem adulto reconhece fake news, como ensinar as crianças a fazer isso?
Propor o desenvolvimento de uma leitura crítica e reflexão sobre redes sociais é o caminho
Com tanto adulto por aí que não sabe identificar fake news, como esperar que crianças tenham essa capacidade? Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?
A resposta é “media literacy”. A tradução no Brasil varia, mas é algo entre alfabetização digital, alfabetização midiática ou alfabetização para a mídia.
Nas escolas, finalmente começa a ficar claro que isso não significa ensinar os alunos a usar o computador, fazer lição de casa com celular, desenvolver programas, operar impressora 3D ou qualquer atividade em que a parafernália tecnológica esteja no centro da proposta pedagógica.
Aliás, a ferramenta é o que menos importa, até porque é chavão dizer que a criançada já nasce sabendo usar tudo quanto é aparelho.
Alfabetizar para a mídia não tem a ver com a técnica do uso, do manejo de botões, dos cliques, do vaivém dos dedos pela tela.
O que se deve desenvolver é a leitura crítica de tudo isso, mostrar como separar o joio do trigo, buscar boas fontes, reconhecer e combater fake news, proteger-se de criminosos, refletir sobre as redes sociais, entender a indústria, quais são as empresas que as dominam, que poder detém.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/laura-mattos/2019/08/se-nem-adulto-reconhece-fake-news-como-ensinar-as-criancas-a-fazerisso. shtml)
No trecho “Se mesmo pessoas experientes caem em golpes na internet, de que forma proteger meninos e meninas dos perigos on-line, inclusive a pedofilia?”, a oração grifada indica:
O texto a seguir é referência para as questões 01 a 03.
O sucesso de atletas de elite depende de muitos fatores. Estamos acostumados a acompanhar relatos diversos que descrevem protocolos rígidos, geralmente, envolvendo treinamento árduo, alimentação controlada, descanso e, em alguns casos, a dopagem – prática proibida que consiste na injeção de compostos, como a testosterona (hormônio anabolizante), para aumentar a massa muscular dos atletas. Jamais imaginaríamos que um dos segredos do sucesso poderia ter origem no intestino dos atletas, mais especificamente, num gênero de bactérias com o curioso nome de Veillonela atypica.
Pesquisadores norte-americanos descobriram que, durante – e logo após – o exercício vigoroso, ocorre o crescimento agudo de populações de bactérias V. atypica nos intestinos de alguns maratonistas. A pergunta seguinte foi: qual é a relação desses microrganismos com o desempenho dos atletas de elite? Essa pergunta foi respondida recentemente e se encontra no artigo do biólogo molecular Jonathan Scheiman e colaboradores publicado na revista Nature Medicine em junho último.
Para explicar esse fenômeno, é preciso antes descrever rapidamente um pouco o que acontece no metabolismo. Um exercício como a maratona implica a contração muscular repetitiva durante um período relativamente longo. Para que a contração ocorra, o músculo usa a glicose como combustível. O metabolismo rápido da glicose se faz por intermédio de um processo chamado de glicólise anaeróbica, que compreende uma série de reações químicas que acontecem na ausência de oxigênio. Essas reações geram adenosina trifosfato (ATP), composto importante para a contração muscular.
Acontece que, juntamente com o ATP, a glicólise também produz o lactato ou ácido láctico. Quem já fez exercícios repetitivos sabe que, ao final de certo tempo, o músculo sofre fadiga, o que produz uma sensação bem conhecida de queimação ou dor, e, nesse momento, a pessoa deve parar o exercício. Quando isso acontece, o desconforto cessa e, após algum tempo, os músculos estão prontos para continuar a contrair.
Quem provoca essa sensação é o lactato, que nada mais é do que um ácido. Ao se acumular, esse ácido acaba produzindo uma acidez local, responsável por essa sensação de fadiga. Durante o descanso, o lactato sai do músculo e entra na corrente sanguínea e, também, nos intestinos, de onde acaba sendo excretado ou, então, utilizado em outras vias metabólicas.
Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída. Mas, qual a relação do lactato com a V. atypica? Bem, os cientistas descobriram que essas bactérias consomem o lactato, isto é, usam o lactato como nutriente. Assim, as bactérias contribuem para reduzir mais rapidamente a concentração do lactato nos músculos e, dessa forma, apressar a recuperação muscular. Isso é, decididamente, uma vantagem para os atletas que têm a V. atypica em seu intestino.
Os pesquisadores realizaram experimentos com camundongos para demonstrar esse efeito. Transplantaram as bactérias para os roedores e os testaram em uma esteira adaptada para eles. Os animais que receberam as bactérias corriam durante bem mais tempo que aqueles controles, que não as receberam.
Descobriu-se também que a V. Atypica, além de consumir o lactato, produz propionato – composto que é produto do metabolismo do lactato. Já se mostrou em camundongos que o propionato aumenta os batimentos cardíacos e, também, o consumo máximo de oxigênio (que é importante para gerar energia na fase aeróbica do exercício). Assim, estar contaminado com V. atypica é tudo de bom – se você for um atleta, é claro.
(Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/de-onde-menos-se-espera/)
Na frase “Para que haja recuperação da contração muscular, é importante que o lactato acumulado no músculo tenha sua concentração diminuída”, estabelece-se uma relação de: