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Q2589086 Português

Em "O gato pulou rapidamente sobre a mesa.", a palavra "rapidamente" é um:

Alternativas
Q2589084 Português

No trecho "Maria gosta de frutas. Ela as come todos os dias.", os pronomes "Ela" e "as" são exemplos de:

Alternativas
Q2589082 Português

Qual dos seguintes gêneros textuais é caracterizado por uma linguagem objetiva e prática, geralmente utilizado em ambientes oficiais?

Alternativas
Q2589081 Português

Qual das alternativas a seguir melhor descreve o gênero textual "crônica"?

Alternativas
Q2589080 Português

Assinale a alternativa isenta de erros ortográficos:

Alternativas
Q2589079 Português

Texto 02:


Nós, os ridículos


Todos nós consideramos algumas profissões menores: gari, pedreiro, faxineira...olhamos facilmente com sobranceria para aquelas pessoas que todo o dia ralam muito para, literalmente, transformar a nossa vida em algo melhor. Essa manhã, um bando de pedreiro entrou em minha casa para fazer uma obra super necessária. Enquanto ouvia os seus movimentos, para cá e para lá, cobrindo paredes, abrindo caminho pelo chão que protegeram antes sequer de o pisar, pegando todo o material de que vão precisar, pensava precisamente nisso. Por que raio achamos que ser pedreiro é uma profissão menor? Lembro dos olhares na escola para os meninos cujos pais eram pedreiros ou caminhoneiros, como se não fossem trabalhos de que tanto precisamos.

A gente passa dois dias com os garis fazendo greve e sair na rua fica um inferno. Se não houvesse pedreiros...bom, adeus casas, né? Se não houvesse caminhoneiros não sei bem como a gente transportaria bens mais ou menos essenciais entre lugares vários. Se não houvesse faxineiras...e por aí vai.

Fazendo umas contas rápidas, uma faxineira em Lisboa - que cobra em média 7 euros por hora - pode tirar, no final do mês, 1.400 euros ou mais de salário. Em termos nacionais, a média salarial não chega a mil euros [no setor privado é um pouco mais elevada]. Isso significa que uma faxineira, que faz - lá está - o trabalho que ninguém quer fazer, é bem paga por isso. Melhor até do que a maioria dos jornalistas, por exemplo. Ou que um quadro médio. Um pedreiro que seja chefe de uma equipa ganhava, em 2013, uma média de 1.028 euros por mês, segundo os dados da Pordata. Hoje estará ganhando mais.

Para além de fazerem um trabalho super exigente e importante - pedreiro que erre pode fazer, na verdade, sua casa virar um inferno, um prédio ser uma obra perdida e por aí vai; faxineira que falte deixa sua vida uma confusão... - essas pessoas não ganham mal e na maioria das vezes não odeiam o que fazem. Então por quê o nosso preconceito? Por que nos achamos superiores? Por que raio nossa profissão deve ser mais bem vista, mais bem paga e mais considerada que a deles?

Que sociedade igualitária é essa que a gente quer que acredita que trabalhador só é válido se tiver diploma na mão e doutorado em filosofia? Penso muitas vezes nisso e em como somos ridículos, nós, o que achamos que somos mais do que o gari que trabalha para manter minha rua limpa.


(Margarida Vaqueiro Lopes. Disponível em https://www.estadao.com.br/viagem/sambando-em-lisboa/nos-os-ridiculos/)

No trecho "Então por quê o nosso preconceito? Por que nos achamos superiores?", qual é o principal recurso estilístico utilizado pela autora para reforçar sua crítica?

Alternativas
Q2589078 Português

Texto 02:


Nós, os ridículos


Todos nós consideramos algumas profissões menores: gari, pedreiro, faxineira...olhamos facilmente com sobranceria para aquelas pessoas que todo o dia ralam muito para, literalmente, transformar a nossa vida em algo melhor. Essa manhã, um bando de pedreiro entrou em minha casa para fazer uma obra super necessária. Enquanto ouvia os seus movimentos, para cá e para lá, cobrindo paredes, abrindo caminho pelo chão que protegeram antes sequer de o pisar, pegando todo o material de que vão precisar, pensava precisamente nisso. Por que raio achamos que ser pedreiro é uma profissão menor? Lembro dos olhares na escola para os meninos cujos pais eram pedreiros ou caminhoneiros, como se não fossem trabalhos de que tanto precisamos.

A gente passa dois dias com os garis fazendo greve e sair na rua fica um inferno. Se não houvesse pedreiros...bom, adeus casas, né? Se não houvesse caminhoneiros não sei bem como a gente transportaria bens mais ou menos essenciais entre lugares vários. Se não houvesse faxineiras...e por aí vai.

Fazendo umas contas rápidas, uma faxineira em Lisboa - que cobra em média 7 euros por hora - pode tirar, no final do mês, 1.400 euros ou mais de salário. Em termos nacionais, a média salarial não chega a mil euros [no setor privado é um pouco mais elevada]. Isso significa que uma faxineira, que faz - lá está - o trabalho que ninguém quer fazer, é bem paga por isso. Melhor até do que a maioria dos jornalistas, por exemplo. Ou que um quadro médio. Um pedreiro que seja chefe de uma equipa ganhava, em 2013, uma média de 1.028 euros por mês, segundo os dados da Pordata. Hoje estará ganhando mais.

Para além de fazerem um trabalho super exigente e importante - pedreiro que erre pode fazer, na verdade, sua casa virar um inferno, um prédio ser uma obra perdida e por aí vai; faxineira que falte deixa sua vida uma confusão... - essas pessoas não ganham mal e na maioria das vezes não odeiam o que fazem. Então por quê o nosso preconceito? Por que nos achamos superiores? Por que raio nossa profissão deve ser mais bem vista, mais bem paga e mais considerada que a deles?

Que sociedade igualitária é essa que a gente quer que acredita que trabalhador só é válido se tiver diploma na mão e doutorado em filosofia? Penso muitas vezes nisso e em como somos ridículos, nós, o que achamos que somos mais do que o gari que trabalha para manter minha rua limpa.


(Margarida Vaqueiro Lopes. Disponível em https://www.estadao.com.br/viagem/sambando-em-lisboa/nos-os-ridiculos/)

Qual é um dos argumentos que a autora utiliza para demonstrar a importância das profissões desvalorizadas socialmente?

Alternativas
Q2589077 Português

Texto 02:


Nós, os ridículos


Todos nós consideramos algumas profissões menores: gari, pedreiro, faxineira...olhamos facilmente com sobranceria para aquelas pessoas que todo o dia ralam muito para, literalmente, transformar a nossa vida em algo melhor. Essa manhã, um bando de pedreiro entrou em minha casa para fazer uma obra super necessária. Enquanto ouvia os seus movimentos, para cá e para lá, cobrindo paredes, abrindo caminho pelo chão que protegeram antes sequer de o pisar, pegando todo o material de que vão precisar, pensava precisamente nisso. Por que raio achamos que ser pedreiro é uma profissão menor? Lembro dos olhares na escola para os meninos cujos pais eram pedreiros ou caminhoneiros, como se não fossem trabalhos de que tanto precisamos.

A gente passa dois dias com os garis fazendo greve e sair na rua fica um inferno. Se não houvesse pedreiros...bom, adeus casas, né? Se não houvesse caminhoneiros não sei bem como a gente transportaria bens mais ou menos essenciais entre lugares vários. Se não houvesse faxineiras...e por aí vai.

Fazendo umas contas rápidas, uma faxineira em Lisboa - que cobra em média 7 euros por hora - pode tirar, no final do mês, 1.400 euros ou mais de salário. Em termos nacionais, a média salarial não chega a mil euros [no setor privado é um pouco mais elevada]. Isso significa que uma faxineira, que faz - lá está - o trabalho que ninguém quer fazer, é bem paga por isso. Melhor até do que a maioria dos jornalistas, por exemplo. Ou que um quadro médio. Um pedreiro que seja chefe de uma equipa ganhava, em 2013, uma média de 1.028 euros por mês, segundo os dados da Pordata. Hoje estará ganhando mais.

Para além de fazerem um trabalho super exigente e importante - pedreiro que erre pode fazer, na verdade, sua casa virar um inferno, um prédio ser uma obra perdida e por aí vai; faxineira que falte deixa sua vida uma confusão... - essas pessoas não ganham mal e na maioria das vezes não odeiam o que fazem. Então por quê o nosso preconceito? Por que nos achamos superiores? Por que raio nossa profissão deve ser mais bem vista, mais bem paga e mais considerada que a deles?

Que sociedade igualitária é essa que a gente quer que acredita que trabalhador só é válido se tiver diploma na mão e doutorado em filosofia? Penso muitas vezes nisso e em como somos ridículos, nós, o que achamos que somos mais do que o gari que trabalha para manter minha rua limpa.


(Margarida Vaqueiro Lopes. Disponível em https://www.estadao.com.br/viagem/sambando-em-lisboa/nos-os-ridiculos/)

Segundo o texto, qual é a principal crítica da autora em relação à percepção social sobre determinadas profissões?

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Q2589076 Português

Texto 01:

“Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirta que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! que desabafo! que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lentejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos, não há plateia”.


(Machado de Assis, no livro “Memórias póstumas de Brás Cubas”)

A franqueza mencionada pelo narrador é descrita como a primeira virtude de um defunto. O que essa franqueza permite ao narrador, conforme expresso no texto?

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Q2589075 Português

Texto 01:

“Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirta que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! que desabafo! que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lentejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos, não há plateia”.


(Machado de Assis, no livro “Memórias póstumas de Brás Cubas”)

No trecho transcrito acima, o narrador atribui à morte uma série de vantagens em comparação à vida. Qual das opções abaixo melhor sintetiza essas vantagens?

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Q2494110 Direito Empresarial (Comercial)
A Lei nº 6.404/1976, conhecida como a Lei das Sociedades por Ações, é uma legislação fundamental que regulamenta as sociedades anônimas no Brasil. Ao longo do tempo, essa lei sofreu diversas alterações e atualizações para adequar-se às mudanças no ambiente empresarial e econômico. Qual das seguintes alternativas não representa uma alteração significativa na Lei nº 6.404/1976 ao longo dos anos?
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Q2494109 Direito Empresarial (Comercial)
Defensor dos minoritários, Instituto Empresa vê abuso de poder da União na Petrobras.

“A Petrobras é uma empresa de economia mista que captou recursos na economia popular. Não é uma opção do Governo fazê-la menos ou mais pública ou, segundo critérios políticos, distribuir mais ou menos dividendos. Como todo controlador, a União, queira ou não, está submetida a Lei das Sociedades por Ações. Incorre em abuso do poder de controle quando faz seu interesse prevalecer ao da Companhia e ao dos demais acionistas”, afirma Eduardo Silva, presidente do Instituto Empresa.”
(Disponível em: https://www.infomoney.com.br/mercados/defensora-dos-minoritarios-instituo-empresa-ve-abuso-de-poder-da-uniao-napetrobras/.)

Ao longo dos anos, nossa legislação passou por diversas alterações para adaptar-se às mudanças no ambiente empresarial, às práticas internacionais e às demandas do mercado. Essas alterações têm impacto significativo na governança corporativa, na contabilidade e nas relações entre acionistas e empresas. Compreender as principais modificações na Lei nº 6.404/1976 é fundamental para profissionais que atuam no mercado de capitais e na área societária. Qual das seguintes alterações na Lei nº 6.404/1976, por meio da Lei nº 9.457/1997, teve como principal objetivo fortalecer a transparência e a proteção aos acionistas minoritários? 
Alternativas
Q2494108 Direito Tributário
Os impostos sobre a propriedade representam uma categoria importante de tributação que incide sobre a posse ou propriedade de determinados ativos, como imóveis, veículos, embarcações e outros bens. No contexto tributário, esses impostos são fundamentais para a arrecadação de recursos pelos governos locais e estaduais, contribuindo para financiar serviços públicos essenciais. Considerando o contexto dos impostos sobre a propriedade, qual das seguintes afirmações é verdadeira?
Alternativas
Q2494107 Contabilidade Geral
O reconhecimento e mensuração do imposto diferido são fundamentais para uma contabilidade precisa e para a interpretação adequada das demonstrações financeiras de uma empresa. Compreender os princípios do CPC 32 é essencial para profissionais contábeis e financeiros. De acordo com o CPC 32 (IAS 12), um ativo fiscal diferido deve ser reconhecido quando:
Alternativas
Q2494106 Conhecimentos Bancários
A utilização de moedas estrangeiras é uma prática comum em empresas que operam internacionalmente ou têm investimentos em outros países. Esse processo envolve a tradução dos valores contábeis de uma moeda para outra, utilizando métodos específicos de acordo com os Princípios Contábeis Geralmente Aceitos (GAAP) ou normas internacionais. Uma transação em moeda estrangeira deve ser reconhecida contabilmente, no momento inicial, pela moeda funcional, utilizando o:
Alternativas
Q2494105 Contabilidade Geral
O Controle é um conceito-chave na contabilidade, especialmente ao considerar a consolidação das demonstrações financeiras. Segundo o CPC 36 (R3) – “Demonstrações Consolidadas”, o controle de uma entidade é fundamental para determinar se ela deve ser consolidada nas demonstrações financeiras de uma empresa controladora. Assimilar a definição de controle conforme o CPC 36 (R3) é necessário para aplicar corretamente os princípios contábeis relacionados à consolidação.De acordo com o CPC 36 (R3), uma empresa controladora deve consolidar as demonstrações financeiras de uma subsidiária quando qual dos seguintes critérios é atendido?
Alternativas
Q2494104 Contabilidade Geral
Um evento significativo no contexto contábil é a combinação de negócios, onde envolve-se a união de duas entidades distintas em uma única entidade, com implicações importantes nas demonstrações financeiras. Esse processo requer o reconhecimento e a mensuração adequada dos ativos, passivos e patrimônio líquido adquiridos. Em uma combinação de negócios, como são reconhecidos os ativos e passivos adquiridos?
Alternativas
Q2494103 Contabilidade Geral
A análise de demonstrações contábeis é uma prática essencial para compreender a saúde financeira de uma empresa. Por meio dessas demonstrações, investidores, credores e gestores podem avaliar o desempenho e a situação econômica da organização. Nesse contexto, é fundamental conhecer os princípios contábeis que regem a elaboração desses relatórios.Qual das seguintes alternativas está correta em relação ao princípio contábil que estabelece que os ativos devem ser registrados pelos valores pelos quais foram adquiridos e mantidos pela entidade?
Alternativas
Q2494102 Contabilidade Geral
A avaliação contábil de ativos e passivos é uma prática fundamental na contabilidade financeira, pois impacta diretamente na apresentação das demonstrações financeiras e na análise da situação patrimonial de uma empresa. A correta avaliação dos ativos (como estoques, investimentos e propriedades) e dos passivos (como obrigações e contingências) é regida por normas contábeis que estabelecem critérios para mensurar e registrar esses elementos de forma precisa e confiável. Qual das seguintes alternativas melhor descreve a base de avaliação contábil mais comum para ativos e passivos nas demonstrações financeiras?
Alternativas
Q2494101 Contabilidade Geral
A mensuração adequada das obrigações é essencial para uma contabilidade precisa e transparente nas demonstrações financeiras de uma empresa. A correta identificação e mensuração dos passivos contingentes são fundamentais para fornecer uma visão precisa stakeholders sobre tais obrigações. Qual das seguintes afirmações descreve melhor um passivo contingente? 
Alternativas
Respostas
361: B
362: C
363: B
364: B
365: A
366: C
367: A
368: D
369: C
370: B
371: D
372: D
373: D
374: B
375: C
376: C
377: A
378: D
379: B
380: D