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Q863322 Português

                   Texto I – Há sempre o inesperado


Quem não nasceu de novo por causa de um inesperado?

Iniciei-me no exílio antropológico quando – de agosto a novembro de 1961 – fiz trabalho de campo entre os índios gaviões no sul do Pará. Mas, como os exilados também se comunicam, solicitei a uma respeitável figura do último reduto urbano que visitamos, uma cidadezinha na margem esquerda do rio Tocantins, que cuidasse da correspondência que Júlio César Melatti, meu companheiro de aventura, e eu iríamos receber. Naquele mundo sem internet, telefonemas eram impossíveis e cartas ou pacotes demoravam semanas para ir e vir.

Recebemos uma rala correspondência na aldeia do Cocal. E, quando chegamos à nossa base, no final da pesquisa, descobrimos que nossa correspondência havia sido violada.

Por quê? Ora, por engano, respondeu o responsável, arrolando em seguida o inesperado e ironia que até hoje permeiam a atividade de pesquisa de Brasil. Foi quando soubemos que quem havia se comprometido a cuidar de nossas cartas não acreditava que estávamos “estudando índios”. Na sua mente, éramos bons demais para perdermos tempo com uma atividade tão inútil quanto estúpida. Éramos estrangeiros disfarçados – muito provavelmente americanos – atrás de urânio e outros metais preciosos. Essa plausível hipótese levou o nosso intermediário ao imperativo de “conferir” a correspondência.

Mas agora que os nossos rostos escalavrados pelo ordálio do trabalho de campo provavam como estava errado, ele, pela primeira vez em sua vida, acreditou ter testemunhado dois cientistas em ação.

Há sempre o inesperado.

                      Roberto da Matta. O GLOBO. Rio de Janeiro, 18/10/2017 

Assinale a opção que apresenta o segmento do texto em que a conjunção e tem valor adversativo (oposição), e não aditivo (adição).
Alternativas
Q863321 Português

                   Texto I – Há sempre o inesperado


Quem não nasceu de novo por causa de um inesperado?

Iniciei-me no exílio antropológico quando – de agosto a novembro de 1961 – fiz trabalho de campo entre os índios gaviões no sul do Pará. Mas, como os exilados também se comunicam, solicitei a uma respeitável figura do último reduto urbano que visitamos, uma cidadezinha na margem esquerda do rio Tocantins, que cuidasse da correspondência que Júlio César Melatti, meu companheiro de aventura, e eu iríamos receber. Naquele mundo sem internet, telefonemas eram impossíveis e cartas ou pacotes demoravam semanas para ir e vir.

Recebemos uma rala correspondência na aldeia do Cocal. E, quando chegamos à nossa base, no final da pesquisa, descobrimos que nossa correspondência havia sido violada.

Por quê? Ora, por engano, respondeu o responsável, arrolando em seguida o inesperado e ironia que até hoje permeiam a atividade de pesquisa de Brasil. Foi quando soubemos que quem havia se comprometido a cuidar de nossas cartas não acreditava que estávamos “estudando índios”. Na sua mente, éramos bons demais para perdermos tempo com uma atividade tão inútil quanto estúpida. Éramos estrangeiros disfarçados – muito provavelmente americanos – atrás de urânio e outros metais preciosos. Essa plausível hipótese levou o nosso intermediário ao imperativo de “conferir” a correspondência.

Mas agora que os nossos rostos escalavrados pelo ordálio do trabalho de campo provavam como estava errado, ele, pela primeira vez em sua vida, acreditou ter testemunhado dois cientistas em ação.

Há sempre o inesperado.

                      Roberto da Matta. O GLOBO. Rio de Janeiro, 18/10/2017 

fiz trabalho de campo entre os índios gaviões no sul do Pará”.


As opções a seguir apresentam essa frase reescrita de modos variados. Assinale a opção em que a reescrita dessa frase não está de acordo com a norma padrão ou desrespeita seu sentido original.

Alternativas
Q863320 Português

                   Texto I – Há sempre o inesperado


Quem não nasceu de novo por causa de um inesperado?

Iniciei-me no exílio antropológico quando – de agosto a novembro de 1961 – fiz trabalho de campo entre os índios gaviões no sul do Pará. Mas, como os exilados também se comunicam, solicitei a uma respeitável figura do último reduto urbano que visitamos, uma cidadezinha na margem esquerda do rio Tocantins, que cuidasse da correspondência que Júlio César Melatti, meu companheiro de aventura, e eu iríamos receber. Naquele mundo sem internet, telefonemas eram impossíveis e cartas ou pacotes demoravam semanas para ir e vir.

Recebemos uma rala correspondência na aldeia do Cocal. E, quando chegamos à nossa base, no final da pesquisa, descobrimos que nossa correspondência havia sido violada.

Por quê? Ora, por engano, respondeu o responsável, arrolando em seguida o inesperado e ironia que até hoje permeiam a atividade de pesquisa de Brasil. Foi quando soubemos que quem havia se comprometido a cuidar de nossas cartas não acreditava que estávamos “estudando índios”. Na sua mente, éramos bons demais para perdermos tempo com uma atividade tão inútil quanto estúpida. Éramos estrangeiros disfarçados – muito provavelmente americanos – atrás de urânio e outros metais preciosos. Essa plausível hipótese levou o nosso intermediário ao imperativo de “conferir” a correspondência.

Mas agora que os nossos rostos escalavrados pelo ordálio do trabalho de campo provavam como estava errado, ele, pela primeira vez em sua vida, acreditou ter testemunhado dois cientistas em ação.

Há sempre o inesperado.

                      Roberto da Matta. O GLOBO. Rio de Janeiro, 18/10/2017 

Tendo em vista o conteúdo do texto, o autor se refere à tarefa do antropólogo como um “exílio” pelo fato de ser essa uma atividade que
Alternativas
Q863319 Português

                   Texto I – Há sempre o inesperado


Quem não nasceu de novo por causa de um inesperado?

Iniciei-me no exílio antropológico quando – de agosto a novembro de 1961 – fiz trabalho de campo entre os índios gaviões no sul do Pará. Mas, como os exilados também se comunicam, solicitei a uma respeitável figura do último reduto urbano que visitamos, uma cidadezinha na margem esquerda do rio Tocantins, que cuidasse da correspondência que Júlio César Melatti, meu companheiro de aventura, e eu iríamos receber. Naquele mundo sem internet, telefonemas eram impossíveis e cartas ou pacotes demoravam semanas para ir e vir.

Recebemos uma rala correspondência na aldeia do Cocal. E, quando chegamos à nossa base, no final da pesquisa, descobrimos que nossa correspondência havia sido violada.

Por quê? Ora, por engano, respondeu o responsável, arrolando em seguida o inesperado e ironia que até hoje permeiam a atividade de pesquisa de Brasil. Foi quando soubemos que quem havia se comprometido a cuidar de nossas cartas não acreditava que estávamos “estudando índios”. Na sua mente, éramos bons demais para perdermos tempo com uma atividade tão inútil quanto estúpida. Éramos estrangeiros disfarçados – muito provavelmente americanos – atrás de urânio e outros metais preciosos. Essa plausível hipótese levou o nosso intermediário ao imperativo de “conferir” a correspondência.

Mas agora que os nossos rostos escalavrados pelo ordálio do trabalho de campo provavam como estava errado, ele, pela primeira vez em sua vida, acreditou ter testemunhado dois cientistas em ação.

Há sempre o inesperado.

                      Roberto da Matta. O GLOBO. Rio de Janeiro, 18/10/2017 

A pergunta inicial do texto utiliza a expressão “nasceu de novo”, que mostra claramente que a linguagem humana
Alternativas
Q863318 Português

                   Texto I – Há sempre o inesperado


Quem não nasceu de novo por causa de um inesperado?

Iniciei-me no exílio antropológico quando – de agosto a novembro de 1961 – fiz trabalho de campo entre os índios gaviões no sul do Pará. Mas, como os exilados também se comunicam, solicitei a uma respeitável figura do último reduto urbano que visitamos, uma cidadezinha na margem esquerda do rio Tocantins, que cuidasse da correspondência que Júlio César Melatti, meu companheiro de aventura, e eu iríamos receber. Naquele mundo sem internet, telefonemas eram impossíveis e cartas ou pacotes demoravam semanas para ir e vir.

Recebemos uma rala correspondência na aldeia do Cocal. E, quando chegamos à nossa base, no final da pesquisa, descobrimos que nossa correspondência havia sido violada.

Por quê? Ora, por engano, respondeu o responsável, arrolando em seguida o inesperado e ironia que até hoje permeiam a atividade de pesquisa de Brasil. Foi quando soubemos que quem havia se comprometido a cuidar de nossas cartas não acreditava que estávamos “estudando índios”. Na sua mente, éramos bons demais para perdermos tempo com uma atividade tão inútil quanto estúpida. Éramos estrangeiros disfarçados – muito provavelmente americanos – atrás de urânio e outros metais preciosos. Essa plausível hipótese levou o nosso intermediário ao imperativo de “conferir” a correspondência.

Mas agora que os nossos rostos escalavrados pelo ordálio do trabalho de campo provavam como estava errado, ele, pela primeira vez em sua vida, acreditou ter testemunhado dois cientistas em ação.

Há sempre o inesperado.

                      Roberto da Matta. O GLOBO. Rio de Janeiro, 18/10/2017 

O texto começa por uma pergunta, cuja finalidade básica é
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Q863317 Português

                   Texto I – Há sempre o inesperado


Quem não nasceu de novo por causa de um inesperado?

Iniciei-me no exílio antropológico quando – de agosto a novembro de 1961 – fiz trabalho de campo entre os índios gaviões no sul do Pará. Mas, como os exilados também se comunicam, solicitei a uma respeitável figura do último reduto urbano que visitamos, uma cidadezinha na margem esquerda do rio Tocantins, que cuidasse da correspondência que Júlio César Melatti, meu companheiro de aventura, e eu iríamos receber. Naquele mundo sem internet, telefonemas eram impossíveis e cartas ou pacotes demoravam semanas para ir e vir.

Recebemos uma rala correspondência na aldeia do Cocal. E, quando chegamos à nossa base, no final da pesquisa, descobrimos que nossa correspondência havia sido violada.

Por quê? Ora, por engano, respondeu o responsável, arrolando em seguida o inesperado e ironia que até hoje permeiam a atividade de pesquisa de Brasil. Foi quando soubemos que quem havia se comprometido a cuidar de nossas cartas não acreditava que estávamos “estudando índios”. Na sua mente, éramos bons demais para perdermos tempo com uma atividade tão inútil quanto estúpida. Éramos estrangeiros disfarçados – muito provavelmente americanos – atrás de urânio e outros metais preciosos. Essa plausível hipótese levou o nosso intermediário ao imperativo de “conferir” a correspondência.

Mas agora que os nossos rostos escalavrados pelo ordálio do trabalho de campo provavam como estava errado, ele, pela primeira vez em sua vida, acreditou ter testemunhado dois cientistas em ação.

Há sempre o inesperado.

                      Roberto da Matta. O GLOBO. Rio de Janeiro, 18/10/2017 

“... fiz trabalho de campo entre os índios gaviões no sul do Pará”.


Com a expressão sublinhada, o enunciador do texto quer dizer que

Alternativas
Ano: 2017 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2017 - CFC - Auditor Independente |
Q1305791 Contabilidade Geral
Com relação ao Código de Ética Profissional do Contador, assinale a opção INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2017 - CFC - Auditor Independente |
Q1305790 Gestão de Pessoas
Nas sequências a seguir estão apresentados exemplos de situações nas quais podem surgir conflitos de interesses. Sobre esse assunto, julgue os itens abaixo:

I. Conflitos de interesse podem surgir com a assessoria simultânea para dois clientes que competem para adquirir a mesma empresa, onde a assessoria pode ser relevante para as posições competitivas das partes.

II. Conflitos de interesse podem surgir com a prestação de serviços tanto para o vendedor quanto para o comprador em relação à mesma transação.

III. Conflitos de interesse podem surgir com a assessoria estratégica para cliente em sua posição competitiva ao mesmo tempo em que tem joint venture ou interesse similar com concorrente importante do cliente.

Estão CERTOS os itens:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2017 - CFC - Auditor Independente |
Q1305789 Contabilidade Geral
A Lei nº 6.404/76 e alterações subsequentes, que dispõem sobre as Sociedades por Ações, determina que ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na escrituração mercantil da companhia, as seguintes demonstrações financeiras, que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da companhia e as mutações ocorridas no exercício. Considerando as companhias abertas e companhias fechadas, quais demonstrações contábeis, complementadas pelas respectivas Notas Explicativas, devem ser elaboradas?
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2017 - CFC - Auditor Independente |
Q1305788 Contabilidade Geral
A companhia foi constituída regularmente em 1º de janeiro de 200X e a data do término do exercício social foi fixada pelo estatuto social em 31 de março. Quantos meses terá o primeiro exercício social da companhia, de acordo com o que estabelece o Art. 175, Parágrafo único da Lei nº 6.404/76, que dispõe sobre as Sociedades por Ações?
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2017 - CFC - Auditor Independente |
Q1305787 Contabilidade Geral
Quando a entidade receber de um cliente a transferência de um item de ativo imobilizado, a sua administração deverá verificar, por meio de julgamento, se esse item se enquadra no conceito de ativo à luz da “Estrutura Conceitual para a Elaboração e Apresentação das Demonstrações Contábeis”. Acerca das características para enquadramento como elemento do ativo, julgue os itens abaixo.

I. É um bem controlado pela entidade.

II. É um bem resultado de eventos passados.

III. Do bem se espera que resultem benefícios econômicos futuros para a entidade.

IV. Do bem se espera que resultem desembolsos de caixa.

Está(ão) CERTO(S) o(s) item(ns):
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2017 - CFC - Auditor Independente |
Q1305786 Contabilidade Geral
As demonstrações combinadas representam o conjunto de determinadas entidades e não uma entidade controladora e suas controladas. Há sempre necessidade de se identificar a quem pertencem referidas entidades. Sobre as situações em que podem ser preparadas demonstrações combinadas, julgue os itens abaixo.

I. As demonstrações combinadas compreendem um grupo de entidades sob controle comum que ainda não passou por processo de reestruturação societária.

II. As demonstrações combinadas compreendem um grupo de entidades após o processo de reestruturação societária, em que já tenha sido constituída uma holding ou uma das entidades tenha passado a deter o controle societário de uma ou várias entidades, mas ainda reste outra ou outras sob controle comum.

III. As demonstrações combinadas compreendem a informação financeira de um grupo de entidades que passou por processo de reestruturação societária.

A opção CORRETA é:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2017 - CFC - Auditor Independente |
Q1305785 Contabilidade Geral
De acordo com a norma “Benefícios a Empregados”, o reconhecimento e a mensuração ocorrem quando o empregado tiver prestado serviços à entidade durante o período contábil. A entidade deve reconhecer o montante não descontado dos benefícios de curto prazo aos empregados, que se espera sejam pagos, em troca desse serviço. Acerca da norma, julgue os itens abaixo.

I. A entidade deve reconhecer os benefícios como passivo, após a dedução de qualquer quantia já paga. Se a quantia já paga exceder o valor não descontado dos benefícios, a entidade deve reconhecer o excesso como ativo (despesas pagas antecipadamente), desde que a despesa antecipada conduza, por exemplo, a uma redução dos pagamentos futuros ou a uma restituição de caixa.

II. A entidade deve reconhecer os benefícios pagos como despesa, salvo se outra norma exigir a inclusão dos benefícios no custo de ativo.

III. A entidade só deve reconhecer a despesa ou custo quando do efetivo pagamento.


Assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2017 - CFC - Auditor Independente |
Q1305784 Contabilidade Geral
A respeito da manutenção de ativos fiscais diferidos, identifique a situação que indica que os créditos fiscais poderiam NÃO ser utilizados no futuro?
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2017 - CFC - Auditor Independente |
Q1305783 Contabilidade Geral
De acordo com a norma sobre “Ativo imobilizado“, a entidade deve divulgar a natureza e o efeito de uma mudança de estimativa contábil que tenha impacto no período corrente ou em períodos subsequentes. Relativamente aos ativos imobilizados, julgue os itens abaixo como VERDADEIROS (V) ou FALSOS (F).

I. A divulgação pode resultar de mudança de estimativa contábil relativa a valores residuais.

II. A divulgação resultará na mudança de estimativa contábil relativa a custos estimados de desmontagem, remoção ou restauração de itens do ativo.

III. A divulgação pode resultar de mudança de estimativa contábil relativa ao imobilizado.

IV. A divulgação pode resultar de mudança de estimativa contábil relativa a vidas úteis e métodos de depreciação.

A sequência CORRETA é:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2017 - CFC - Auditor Independente |
Q1305782 Contabilidade Geral
A entidade deve reconhecer um ativo biológico ou produto agrícola quando e somente quando: (i) controla o ativo como resultado de eventos passados; (ii) for provável que benefícios econômicos futuros associados com o ativo fluirão para a entidade; e (iii) o valor justo ou o custo do ativo puder ser mensurado confiavelmente. Esta mensuração DEVE:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2017 - CFC - Auditor Independente |
Q1305781 Contabilidade Geral
Alguns critérios devem ser atendidos para que um componente seja classificado como ativo circulante. Acerca desse tema, julgue os itens abaixo como VERDADEIROS (V) ou FALSOS (F).

I. O componente deve ser caixa ou equivalente de caixa.

II. O componente deve ser mantido essencialmente com o propósito de ser negociado.

III. Espera-se que o componente seja realizado em até doze meses após a data do balanço.

Está(ão) CERTO(S) o(s) item(ns):
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Ano: 2017 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2017 - CFC - Auditor Independente |
Q1305780 Contabilidade Geral
Assinale a opção CORRETA.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2017 - CFC - Auditor Independente |
Q1305779 Contabilidade Geral
Quando uma mudança na política contábil é aplicada retrospectivamente, a entidade deve ajustar o saldo de abertura:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CFC Órgão: CFC Prova: CFC - 2017 - CFC - Auditor Independente |
Q1305778 Contabilidade Geral
As demonstrações contábeis intermediárias de empresas não reguladas devem incluir, pelo menos:
Alternativas
Respostas
981: C
982: D
983: A
984: D
985: B
986: A
987: D
988: D
989: C
990: B
991: B
992: B
993: C
994: B
995: C
996: D
997: B
998: A
999: C
1000: B