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Acerca do Windows XP, do Linux e do BrOffice, julgue os itens a seguir.
O BrOffice é um sistema operacional desenvolvido no Brasil que pode ser utilizado para agilizar tarefas do escritório.
Acerca do Windows XP, do Linux e do BrOffice, julgue os itens a seguir.
Tanto o Linux como o Windows XP são sistemas operacionais que gerenciam os periféricos do computador.
A lógica formal representa as sentenças em linguagem do cotidiano feitas para apresentar fatos e para a comunicação. Uma proposição é uma sentença que pode ser julgada como verdadeira (V) ou falsa (F); independentemente de que se possa decidir qual é a alternativa válida. Para representar as proposições, usam-se, freqüentemente, as letras maiúsculas do alfabeto: A, B, C etc.
Proposições simples são aquelas que não contêm qualquer outra em sua formação. Na comunicação, para formar proposições compostas, mais complexas e completas, combinam-se proposições simples por meio de conectivos: “e”, indicado por , e “ou”, indicado por . Usa-se também o modificador “não”, indicado por ¬, para produzir a negação de uma proposição. Proposições A e B podem ser combinadas na forma “se A, então B” (ou A implica B), indicada por A B, em que o conectivo é o condicional (ou implicação).
O julgamento de uma proposição composta depende do julgamento que se faz de suas proposições componentes mais simples. Considerando todos os possíveis julgamentos (ou valorações) V ou F das proposições simples A e B, tem-se a seguinte tabela-verdade para algumas proposições compostas básicas.
A | B | AB | AB | ¬A | AB |
V | V | V | V | F | V |
V | F | F | V | F | |
F | V | F | V | V | V |
F | F | F | F | V |
Duas equivalências fundamentais são as denominadas Leis de De Morgan: ¬(AB), significando ¬A¬B e ¬(AB), significando ¬A¬B.
Um argumento é uma relação que associa um conjunto de proposições A1, A2, ..., An — denominadas premissas — a uma proposição B — denominada conclusão. Diz-se que o argumento é válido quando a conclusão é uma conseqüência necessária de suas premissas, isto é, a verdade de suas premissas garante a verdade da conclusão, sendo irrelevante o valor de verdade de suas premissas.
Com base nessas informações, julgue os itens de 25 a 30.
Considere as seguintes proposições.
A: Nenhum funcionário do MCT é celetista.
B: Todo funcionário celetista foi aprovado em concurso público.
C: Nenhum funcionário do MCT foi aprovado em concurso público.
Nesse caso, se A e B são as premissas de um argumento e C é a conclusão, então esse argumento é válido.
A lógica formal representa as sentenças em linguagem do cotidiano feitas para apresentar fatos e para a comunicação. Uma proposição é uma sentença que pode ser julgada como verdadeira (V) ou falsa (F); independentemente de que se possa decidir qual é a alternativa válida. Para representar as proposições, usam-se, freqüentemente, as letras maiúsculas do alfabeto: A, B, C etc.
Proposições simples são aquelas que não contêm qualquer outra em sua formação. Na comunicação, para formar proposições compostas, mais complexas e completas, combinam-se proposições simples por meio de conectivos: “e”, indicado por , e “ou”, indicado por . Usa-se também o modificador “não”, indicado por ¬, para produzir a negação de uma proposição. Proposições A e B podem ser combinadas na forma “se A, então B” (ou A implica B), indicada por A B, em que o conectivo é o condicional (ou implicação).
O julgamento de uma proposição composta depende do julgamento que se faz de suas proposições componentes mais simples. Considerando todos os possíveis julgamentos (ou valorações) V ou F das proposições simples A e B, tem-se a seguinte tabela-verdade para algumas proposições compostas básicas.
A | B | AB | AB | ¬A | AB |
V | V | V | V | F | V |
V | F | F | V | F | |
F | V | F | V | V | V |
F | F | F | F | V |
Duas equivalências fundamentais são as denominadas Leis de De Morgan: ¬(AB), significando ¬A¬B e ¬(AB), significando ¬A¬B.
Um argumento é uma relação que associa um conjunto de proposições A1, A2, ..., An — denominadas premissas — a uma proposição B — denominada conclusão. Diz-se que o argumento é válido quando a conclusão é uma conseqüência necessária de suas premissas, isto é, a verdade de suas premissas garante a verdade da conclusão, sendo irrelevante o valor de verdade de suas premissas.
Com base nessas informações, julgue os itens de 25 a 30.
Se A e B são proposições, então, na tabela ao lado, a última coluna da direita corresponde à tabela-verdade da proposição .
A |
B |
(AB)(¬A) |
V |
V |
F |
V |
F |
V |
F |
V |
V |
F |
F |
V |
A lógica formal representa as sentenças em linguagem do cotidiano feitas para apresentar fatos e para a comunicação. Uma proposição é uma sentença que pode ser julgada como verdadeira (V) ou falsa (F); independentemente de que se possa decidir qual é a alternativa válida. Para representar as proposições, usam-se, freqüentemente, as letras maiúsculas do alfabeto: A, B, C etc.
Proposições simples são aquelas que não contêm qualquer outra em sua formação. Na comunicação, para formar proposições compostas, mais complexas e completas, combinam-se proposições simples por meio de conectivos: “e”, indicado por , e “ou”, indicado por . Usa-se também o modificador “não”, indicado por ¬, para produzir a negação de uma proposição. Proposições A e B podem ser combinadas na forma “se A, então B” (ou A implica B), indicada por A B, em que o conectivo é o condicional (ou implicação).
O julgamento de uma proposição composta depende do julgamento que se faz de suas proposições componentes mais simples. Considerando todos os possíveis julgamentos (ou valorações) V ou F das proposições simples A e B, tem-se a seguinte tabela-verdade para algumas proposições compostas básicas.
A | B | AB | AB | ¬A | AB |
V | V | V | V | F | V |
V | F | F | V | F | |
F | V | F | V | V | V |
F | F | F | F | V |
Duas equivalências fundamentais são as denominadas Leis de De Morgan: ¬(AB), significando ¬A¬B e ¬(AB), significando ¬A¬B.
Um argumento é uma relação que associa um conjunto de proposições A1, A2, ..., An — denominadas premissas — a uma proposição B — denominada conclusão. Diz-se que o argumento é válido quando a conclusão é uma conseqüência necessária de suas premissas, isto é, a verdade de suas premissas garante a verdade da conclusão, sendo irrelevante o valor de verdade de suas premissas.
Com base nessas informações, julgue os itens de 25 a 30.
Se A e B são proposições, então, na tabela ao lado, a última coluna da direita corresponde à tabela-verdade da proposição [(¬)]
A |
B |
A[A(¬B)] |
V |
V |
F |
V |
F |
F |
F |
V |
V |
F |
F |
V |
Com relação a contagem e combinatória, julgue os itens seguintes.
Considerando que Pedro e outras 9 pessoas devam escolher, entre eles, o síndico, o subsíndico, o secretário e o tesoureiro, formando a diretoria do condomínio em que residam, a quantidade de diretorias que poderão ser formadas sem que Pedro seja o síndico será superior a 4.500.
Com relação a contagem e combinatória, julgue os itens seguintes.
O campeonato brasileiro de futebol da série A, neste ano de 2008, é disputado em turno e returno, com a participação de 20 clubes, todos jogando contra todos, sendo considerado campeão o clube que, segundo as regras estabelecidas, somar o maior número de pontos. Nesse caso, a quantidade de jogos previstos para esse campeonato é superior a 360.
Com relação a contagem e combinatória, julgue os itens seguintes.
Se, em um prédio de 12 apartamentos, com 12 proprietários diferentes, forem constituídas 3 comissões para discutir assuntos distintos, cada uma formada por 3 proprietários, de forma que um mesmo proprietário possa participar de mais de uma comissão, a quantidade de possibilidades de escolha desses 3 proprietários será superior a 1.700.
Com relação a contagem e combinatória, julgue os itens seguintes.
Os números de telefone, usualmente, têm 8 dígitos escolhidos entre os algarismos de 0 a 9. Considerando que 0 não possa ser o primeiro dígito, nesse caso, a quantidade de números de telefones distintos em que nenhum dígito aparece repetido é inferior a 1.600.000.
1 As condições do ambiente são determinantes para a
história genética dos indivíduos, mesmo quando ainda estão
dentro do útero materno. Mais uma prova disso vem de um
4 estudo feito com o material genético de pessoas que
nasceram na Holanda, no fim da Segunda Guerra Mundial,
quando o país passava por um embargo de comida imposto
7 pelos alemães entre dezembro de 1944 e junho de 1945.
Cientistas dos EUA e da Holanda avaliaram o DNA
de 122 pessoas. Metade do grupo estava no início da fase
10 uterina quando o embargo começou (as crianças nasceram
durante o embargo ou logo depois). Os dados delas foram
comparados com os de seus irmãos, que não foram gerados
13 nem nasceram no período de racionamento.
O resultado obtido no estudo, publicado na revista
PNAS, mostra que a falta de comida, nos primeiros meses de
16 gestação, altera o material genético dos filhos. Nenhum
deles, porém, nasceu abaixo do peso ou com algum problema
evidente de saúde.
19 As análises mostraram que o gene IGF2 (fator de
crescimento semelhante à insulina 2) dos holandeses que
tiveram, nos anos 40, suas mães expostas à privação de
22 alimentos passou por um processo chamado pelos cientistas
de alteração epigenética, que é diferente de uma mutação
tradicional. O gene IGF2 dos fetos sofreu a perda de radicais
25 de metila (CH3). A metilação é importante porque ajuda a
silenciar genes que podem ser indesejáveis. No caso do
IGF2, quando ele deixa de ser silenciado, o potente fator de
28 crescimento que ele sintetiza pode ficar mais disponível no
organismo. A conseqüência imediata desse processo é que o
produto do IGF2 pode servir de combustível para o
31 desenvolvimento de tumores no futuro.
O pesquisador Lambert Lumey, principal autor do
estudo, afirmou que o resultado dessa pesquisa “é a prova,
34 mais uma vez, de que o ambiente tem um poder muito grande
sobre os nossos genes”.
Folha de S.Paulo, 28'10'2008, A-16 (com adaptações).
Quanto às idéias e aos aspectos lingüístico-gramaticais do texto, julgue os itens a seguir.
A expressão “principal autor do estudo” (l.32-33) tem natureza explicativa e faz referência ao termo que a antecede.
1 As condições do ambiente são determinantes para a
história genética dos indivíduos, mesmo quando ainda estão
dentro do útero materno. Mais uma prova disso vem de um
4 estudo feito com o material genético de pessoas que
nasceram na Holanda, no fim da Segunda Guerra Mundial,
quando o país passava por um embargo de comida imposto
7 pelos alemães entre dezembro de 1944 e junho de 1945.
Cientistas dos EUA e da Holanda avaliaram o DNA
de 122 pessoas. Metade do grupo estava no início da fase
10 uterina quando o embargo começou (as crianças nasceram
durante o embargo ou logo depois). Os dados delas foram
comparados com os de seus irmãos, que não foram gerados
13 nem nasceram no período de racionamento.
O resultado obtido no estudo, publicado na revista
PNAS, mostra que a falta de comida, nos primeiros meses de
16 gestação, altera o material genético dos filhos. Nenhum
deles, porém, nasceu abaixo do peso ou com algum problema
evidente de saúde.
19 As análises mostraram que o gene IGF2 (fator de
crescimento semelhante à insulina 2) dos holandeses que
tiveram, nos anos 40, suas mães expostas à privação de
22 alimentos passou por um processo chamado pelos cientistas
de alteração epigenética, que é diferente de uma mutação
tradicional. O gene IGF2 dos fetos sofreu a perda de radicais
25 de metila (CH3). A metilação é importante porque ajuda a
silenciar genes que podem ser indesejáveis. No caso do
IGF2, quando ele deixa de ser silenciado, o potente fator de
28 crescimento que ele sintetiza pode ficar mais disponível no
organismo. A conseqüência imediata desse processo é que o
produto do IGF2 pode servir de combustível para o
31 desenvolvimento de tumores no futuro.
O pesquisador Lambert Lumey, principal autor do
estudo, afirmou que o resultado dessa pesquisa “é a prova,
34 mais uma vez, de que o ambiente tem um poder muito grande
sobre os nossos genes”.
Folha de S.Paulo, 28'10'2008, A-16 (com adaptações).
Quanto às idéias e aos aspectos lingüístico-gramaticais do texto, julgue os itens a seguir.
No período “A conseqüência (...) tumores no futuro” (l.29-31), o trecho “que o produto do IGF2 pode servir de combustível para o desenvolvimento de tumores no futuro” exerce a função sintática de sujeito.
1 As condições do ambiente são determinantes para a
história genética dos indivíduos, mesmo quando ainda estão
dentro do útero materno. Mais uma prova disso vem de um
4 estudo feito com o material genético de pessoas que
nasceram na Holanda, no fim da Segunda Guerra Mundial,
quando o país passava por um embargo de comida imposto
7 pelos alemães entre dezembro de 1944 e junho de 1945.
Cientistas dos EUA e da Holanda avaliaram o DNA
de 122 pessoas. Metade do grupo estava no início da fase
10 uterina quando o embargo começou (as crianças nasceram
durante o embargo ou logo depois). Os dados delas foram
comparados com os de seus irmãos, que não foram gerados
13 nem nasceram no período de racionamento.
O resultado obtido no estudo, publicado na revista
PNAS, mostra que a falta de comida, nos primeiros meses de
16 gestação, altera o material genético dos filhos. Nenhum
deles, porém, nasceu abaixo do peso ou com algum problema
evidente de saúde.
19 As análises mostraram que o gene IGF2 (fator de
crescimento semelhante à insulina 2) dos holandeses que
tiveram, nos anos 40, suas mães expostas à privação de
22 alimentos passou por um processo chamado pelos cientistas
de alteração epigenética, que é diferente de uma mutação
tradicional. O gene IGF2 dos fetos sofreu a perda de radicais
25 de metila (CH3). A metilação é importante porque ajuda a
silenciar genes que podem ser indesejáveis. No caso do
IGF2, quando ele deixa de ser silenciado, o potente fator de
28 crescimento que ele sintetiza pode ficar mais disponível no
organismo. A conseqüência imediata desse processo é que o
produto do IGF2 pode servir de combustível para o
31 desenvolvimento de tumores no futuro.
O pesquisador Lambert Lumey, principal autor do
estudo, afirmou que o resultado dessa pesquisa “é a prova,
34 mais uma vez, de que o ambiente tem um poder muito grande
sobre os nossos genes”.
Folha de S.Paulo, 28'10'2008, A-16 (com adaptações).
Quanto às idéias e aos aspectos lingüístico-gramaticais do texto, julgue os itens a seguir.
Na linha 27, a oração adverbial “quando ele deixa de ser silenciado” está isolada por vírgulas devido ao fato de ter sido deslocada de sua posição na ordem direta.
1 As condições do ambiente são determinantes para a
história genética dos indivíduos, mesmo quando ainda estão
dentro do útero materno. Mais uma prova disso vem de um
4 estudo feito com o material genético de pessoas que
nasceram na Holanda, no fim da Segunda Guerra Mundial,
quando o país passava por um embargo de comida imposto
7 pelos alemães entre dezembro de 1944 e junho de 1945.
Cientistas dos EUA e da Holanda avaliaram o DNA
de 122 pessoas. Metade do grupo estava no início da fase
10 uterina quando o embargo começou (as crianças nasceram
durante o embargo ou logo depois). Os dados delas foram
comparados com os de seus irmãos, que não foram gerados
13 nem nasceram no período de racionamento.
O resultado obtido no estudo, publicado na revista
PNAS, mostra que a falta de comida, nos primeiros meses de
16 gestação, altera o material genético dos filhos. Nenhum
deles, porém, nasceu abaixo do peso ou com algum problema
evidente de saúde.
19 As análises mostraram que o gene IGF2 (fator de
crescimento semelhante à insulina 2) dos holandeses que
tiveram, nos anos 40, suas mães expostas à privação de
22 alimentos passou por um processo chamado pelos cientistas
de alteração epigenética, que é diferente de uma mutação
tradicional. O gene IGF2 dos fetos sofreu a perda de radicais
25 de metila (CH3). A metilação é importante porque ajuda a
silenciar genes que podem ser indesejáveis. No caso do
IGF2, quando ele deixa de ser silenciado, o potente fator de
28 crescimento que ele sintetiza pode ficar mais disponível no
organismo. A conseqüência imediata desse processo é que o
produto do IGF2 pode servir de combustível para o
31 desenvolvimento de tumores no futuro.
O pesquisador Lambert Lumey, principal autor do
estudo, afirmou que o resultado dessa pesquisa “é a prova,
34 mais uma vez, de que o ambiente tem um poder muito grande
sobre os nossos genes”.
Folha de S.Paulo, 28'10'2008, A-16 (com adaptações).
Quanto às idéias e aos aspectos lingüístico-gramaticais do texto, julgue os itens a seguir.
No trecho “Nenhum deles, porém, nasceu abaixo do peso ou com algum problema evidente de saúde” (l.16-18), a conjunção adversativa pode, sem prejuízo para o sentido original do texto, ser substituída por contudo, todavia ou no entanto.
1 As condições do ambiente são determinantes para a
história genética dos indivíduos, mesmo quando ainda estão
dentro do útero materno. Mais uma prova disso vem de um
4 estudo feito com o material genético de pessoas que
nasceram na Holanda, no fim da Segunda Guerra Mundial,
quando o país passava por um embargo de comida imposto
7 pelos alemães entre dezembro de 1944 e junho de 1945.
Cientistas dos EUA e da Holanda avaliaram o DNA
de 122 pessoas. Metade do grupo estava no início da fase
10 uterina quando o embargo começou (as crianças nasceram
durante o embargo ou logo depois). Os dados delas foram
comparados com os de seus irmãos, que não foram gerados
13 nem nasceram no período de racionamento.
O resultado obtido no estudo, publicado na revista
PNAS, mostra que a falta de comida, nos primeiros meses de
16 gestação, altera o material genético dos filhos. Nenhum
deles, porém, nasceu abaixo do peso ou com algum problema
evidente de saúde.
19 As análises mostraram que o gene IGF2 (fator de
crescimento semelhante à insulina 2) dos holandeses que
tiveram, nos anos 40, suas mães expostas à privação de
22 alimentos passou por um processo chamado pelos cientistas
de alteração epigenética, que é diferente de uma mutação
tradicional. O gene IGF2 dos fetos sofreu a perda de radicais
25 de metila (CH3). A metilação é importante porque ajuda a
silenciar genes que podem ser indesejáveis. No caso do
IGF2, quando ele deixa de ser silenciado, o potente fator de
28 crescimento que ele sintetiza pode ficar mais disponível no
organismo. A conseqüência imediata desse processo é que o
produto do IGF2 pode servir de combustível para o
31 desenvolvimento de tumores no futuro.
O pesquisador Lambert Lumey, principal autor do
estudo, afirmou que o resultado dessa pesquisa “é a prova,
34 mais uma vez, de que o ambiente tem um poder muito grande
sobre os nossos genes”.
Folha de S.Paulo, 28'10'2008, A-16 (com adaptações).
Quanto às idéias e aos aspectos lingüístico-gramaticais do texto, julgue os itens a seguir.
No texto, predomina o relato do autor, do ponto de vista de cientistas norte-americanos e holandeses, acerca de um acontecimento do fim da Segunda Guerra Mundial, em que os fatos se encadeiam de maneira conseqüente e lógica, em tempo e ambiente circunscritos.
1 As condições do ambiente são determinantes para a
história genética dos indivíduos, mesmo quando ainda estão
dentro do útero materno. Mais uma prova disso vem de um
4 estudo feito com o material genético de pessoas que
nasceram na Holanda, no fim da Segunda Guerra Mundial,
quando o país passava por um embargo de comida imposto
7 pelos alemães entre dezembro de 1944 e junho de 1945.
Cientistas dos EUA e da Holanda avaliaram o DNA
de 122 pessoas. Metade do grupo estava no início da fase
10 uterina quando o embargo começou (as crianças nasceram
durante o embargo ou logo depois). Os dados delas foram
comparados com os de seus irmãos, que não foram gerados
13 nem nasceram no período de racionamento.
O resultado obtido no estudo, publicado na revista
PNAS, mostra que a falta de comida, nos primeiros meses de
16 gestação, altera o material genético dos filhos. Nenhum
deles, porém, nasceu abaixo do peso ou com algum problema
evidente de saúde.
19 As análises mostraram que o gene IGF2 (fator de
crescimento semelhante à insulina 2) dos holandeses que
tiveram, nos anos 40, suas mães expostas à privação de
22 alimentos passou por um processo chamado pelos cientistas
de alteração epigenética, que é diferente de uma mutação
tradicional. O gene IGF2 dos fetos sofreu a perda de radicais
25 de metila (CH3). A metilação é importante porque ajuda a
silenciar genes que podem ser indesejáveis. No caso do
IGF2, quando ele deixa de ser silenciado, o potente fator de
28 crescimento que ele sintetiza pode ficar mais disponível no
organismo. A conseqüência imediata desse processo é que o
produto do IGF2 pode servir de combustível para o
31 desenvolvimento de tumores no futuro.
O pesquisador Lambert Lumey, principal autor do
estudo, afirmou que o resultado dessa pesquisa “é a prova,
34 mais uma vez, de que o ambiente tem um poder muito grande
sobre os nossos genes”.
Folha de S.Paulo, 28'10'2008, A-16 (com adaptações).
Quanto às idéias e aos aspectos lingüístico-gramaticais do texto, julgue os itens a seguir.
Depreende-se do texto que o ser humano, devido a efeitos de variáveis do ambiente no qual foi gerado, ainda que não aparentes, pode ter sido modificado geneticamente.
1 Os garotos alexandrinos não trataram os dois sábios
com o escárnio dos garotos cipriotas. A terra era grave como
a íbis pousada numa só pata, pensativa como a esfinge,
4 circunspecta como as múmias, dura como as pirâmides; não
tinha tempo nem maneira de rir. Cidade e corte, que desde
muito tinham notícias dos nossos dois amigos, fizeram-lhes
7 um recebimento régio, mostraram conhecer seus escritos,
discutiram as suas idéias, mandaram-lhes muitos presentes,
papiros, crocodilos, zebras, púrpuras. Eles, porém, recusaram
10 tudo, com simplicidade, dizendo que a filosofia bastava ao
filósofo, e que o supérfluo era um dissolvente. Tão nobre
resposta encheu de admiração tanto aos sábios como aos
13 principais e à mesma plebe. E aliás, diziam os mais sagazes,
que outra coisa se podia esperar de dois homens tão
sublimes, que em seus magníficos tratados...
16 — Temos coisa melhor do que esses tratados,
interrompia Stroibus. Trago uma doutrina, que, em pouco,
vai dominar o universo; cuido nada menos que em
19 reconstituir os homens e os Estados, distribuindo os talentos
e as virtudes.
— Não é esse o ofício dos deuses? Objetava um.
22 — Eu violei o segredo dos deuses, acudia Stroibus.
O homem é a sintaxe da natureza, eu descobri as leis da
gramática divina...
25 — Explica-te.
— Mais tarde; deixa-me experimentar primeiro.
Quando a minha doutrina estiver completa, divulgá-la-ei
28 como a maior riqueza que os homens jamais poderão receber
de um homem.
Imaginem a expectação pública e a curiosidade dos
31 outros filósofos, embora incrédulos de que a verdade recente
viesse aposentar as que eles mesmos possuíam. Entretanto,
esperavam todos. Os dois hóspedes eram apontados na rua
34 até pelas crianças. Um filho meditava trocar a avareza do pai,
um pai a prodigalidade do filho, uma dama a frieza de um
varão, um varão os desvarios de uma dama, porque o Egito,
37 desde os Faraós até aos Lágides, era a terra de Putifar, da
mulher de Putifar, da capa de José, e do resto. Stroibus
tornou-se a esperança da cidade e do mundo.
Machado de Assis. Conto Alexandrino. In: John Gledson. 50 Contos
de Machado de Assis. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 193.
Com relação às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue os itens de 1 a 13.
No trecho “Stroibus tornou-se a esperança da cidade e do mundo” (l.38-39), o verbo foi empregado em sua forma pronominal, cujo significado é converter-se, transformar-se, fazer-se.
1 Os garotos alexandrinos não trataram os dois sábios
com o escárnio dos garotos cipriotas. A terra era grave como
a íbis pousada numa só pata, pensativa como a esfinge,
4 circunspecta como as múmias, dura como as pirâmides; não
tinha tempo nem maneira de rir. Cidade e corte, que desde
muito tinham notícias dos nossos dois amigos, fizeram-lhes
7 um recebimento régio, mostraram conhecer seus escritos,
discutiram as suas idéias, mandaram-lhes muitos presentes,
papiros, crocodilos, zebras, púrpuras. Eles, porém, recusaram
10 tudo, com simplicidade, dizendo que a filosofia bastava ao
filósofo, e que o supérfluo era um dissolvente. Tão nobre
resposta encheu de admiração tanto aos sábios como aos
13 principais e à mesma plebe. E aliás, diziam os mais sagazes,
que outra coisa se podia esperar de dois homens tão
sublimes, que em seus magníficos tratados...
16 — Temos coisa melhor do que esses tratados,
interrompia Stroibus. Trago uma doutrina, que, em pouco,
vai dominar o universo; cuido nada menos que em
19 reconstituir os homens e os Estados, distribuindo os talentos
e as virtudes.
— Não é esse o ofício dos deuses? Objetava um.
22 — Eu violei o segredo dos deuses, acudia Stroibus.
O homem é a sintaxe da natureza, eu descobri as leis da
gramática divina...
25 — Explica-te.
— Mais tarde; deixa-me experimentar primeiro.
Quando a minha doutrina estiver completa, divulgá-la-ei
28 como a maior riqueza que os homens jamais poderão receber
de um homem.
Imaginem a expectação pública e a curiosidade dos
31 outros filósofos, embora incrédulos de que a verdade recente
viesse aposentar as que eles mesmos possuíam. Entretanto,
esperavam todos. Os dois hóspedes eram apontados na rua
34 até pelas crianças. Um filho meditava trocar a avareza do pai,
um pai a prodigalidade do filho, uma dama a frieza de um
varão, um varão os desvarios de uma dama, porque o Egito,
37 desde os Faraós até aos Lágides, era a terra de Putifar, da
mulher de Putifar, da capa de José, e do resto. Stroibus
tornou-se a esperança da cidade e do mundo.
Machado de Assis. Conto Alexandrino. In: John Gledson. 50 Contos
de Machado de Assis. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 193.
Com relação às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue os itens de 1 a 13.
No trecho “divulgá-la-ei como a maior riqueza” (l.27-28), a colocação do pronome antes da forma verbal ou depois dela são opções que manteriam a correção gramatical do trecho.
1 Os garotos alexandrinos não trataram os dois sábios
com o escárnio dos garotos cipriotas. A terra era grave como
a íbis pousada numa só pata, pensativa como a esfinge,
4 circunspecta como as múmias, dura como as pirâmides; não
tinha tempo nem maneira de rir. Cidade e corte, que desde
muito tinham notícias dos nossos dois amigos, fizeram-lhes
7 um recebimento régio, mostraram conhecer seus escritos,
discutiram as suas idéias, mandaram-lhes muitos presentes,
papiros, crocodilos, zebras, púrpuras. Eles, porém, recusaram
10 tudo, com simplicidade, dizendo que a filosofia bastava ao
filósofo, e que o supérfluo era um dissolvente. Tão nobre
resposta encheu de admiração tanto aos sábios como aos
13 principais e à mesma plebe. E aliás, diziam os mais sagazes,
que outra coisa se podia esperar de dois homens tão
sublimes, que em seus magníficos tratados...
16 — Temos coisa melhor do que esses tratados,
interrompia Stroibus. Trago uma doutrina, que, em pouco,
vai dominar o universo; cuido nada menos que em
19 reconstituir os homens e os Estados, distribuindo os talentos
e as virtudes.
— Não é esse o ofício dos deuses? Objetava um.
22 — Eu violei o segredo dos deuses, acudia Stroibus.
O homem é a sintaxe da natureza, eu descobri as leis da
gramática divina...
25 — Explica-te.
— Mais tarde; deixa-me experimentar primeiro.
Quando a minha doutrina estiver completa, divulgá-la-ei
28 como a maior riqueza que os homens jamais poderão receber
de um homem.
Imaginem a expectação pública e a curiosidade dos
31 outros filósofos, embora incrédulos de que a verdade recente
viesse aposentar as que eles mesmos possuíam. Entretanto,
esperavam todos. Os dois hóspedes eram apontados na rua
34 até pelas crianças. Um filho meditava trocar a avareza do pai,
um pai a prodigalidade do filho, uma dama a frieza de um
varão, um varão os desvarios de uma dama, porque o Egito,
37 desde os Faraós até aos Lágides, era a terra de Putifar, da
mulher de Putifar, da capa de José, e do resto. Stroibus
tornou-se a esperança da cidade e do mundo.
Machado de Assis. Conto Alexandrino. In: John Gledson. 50 Contos
de Machado de Assis. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 193.
Com relação às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue os itens de 1 a 13.
No trecho “deixa-me experimentar primeiro” (l.26), o pronome exerce a função de complemento das formas verbais “deixa” e “experimentar”.
1 Os garotos alexandrinos não trataram os dois sábios
com o escárnio dos garotos cipriotas. A terra era grave como
a íbis pousada numa só pata, pensativa como a esfinge,
4 circunspecta como as múmias, dura como as pirâmides; não
tinha tempo nem maneira de rir. Cidade e corte, que desde
muito tinham notícias dos nossos dois amigos, fizeram-lhes
7 um recebimento régio, mostraram conhecer seus escritos,
discutiram as suas idéias, mandaram-lhes muitos presentes,
papiros, crocodilos, zebras, púrpuras. Eles, porém, recusaram
10 tudo, com simplicidade, dizendo que a filosofia bastava ao
filósofo, e que o supérfluo era um dissolvente. Tão nobre
resposta encheu de admiração tanto aos sábios como aos
13 principais e à mesma plebe. E aliás, diziam os mais sagazes,
que outra coisa se podia esperar de dois homens tão
sublimes, que em seus magníficos tratados...
16 — Temos coisa melhor do que esses tratados,
interrompia Stroibus. Trago uma doutrina, que, em pouco,
vai dominar o universo; cuido nada menos que em
19 reconstituir os homens e os Estados, distribuindo os talentos
e as virtudes.
— Não é esse o ofício dos deuses? Objetava um.
22 — Eu violei o segredo dos deuses, acudia Stroibus.
O homem é a sintaxe da natureza, eu descobri as leis da
gramática divina...
25 — Explica-te.
— Mais tarde; deixa-me experimentar primeiro.
Quando a minha doutrina estiver completa, divulgá-la-ei
28 como a maior riqueza que os homens jamais poderão receber
de um homem.
Imaginem a expectação pública e a curiosidade dos
31 outros filósofos, embora incrédulos de que a verdade recente
viesse aposentar as que eles mesmos possuíam. Entretanto,
esperavam todos. Os dois hóspedes eram apontados na rua
34 até pelas crianças. Um filho meditava trocar a avareza do pai,
um pai a prodigalidade do filho, uma dama a frieza de um
varão, um varão os desvarios de uma dama, porque o Egito,
37 desde os Faraós até aos Lágides, era a terra de Putifar, da
mulher de Putifar, da capa de José, e do resto. Stroibus
tornou-se a esperança da cidade e do mundo.
Machado de Assis. Conto Alexandrino. In: John Gledson. 50 Contos
de Machado de Assis. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 193.
Com relação às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue os itens de 1 a 13.
O trecho “Temos coisa melhor do que esses tratados” (l.16) admite, sem prejuízo para a correção gramatical e o sentido original do texto, a seguinte reescrita: Temos coisa melhor que esses tratados.
1 Os garotos alexandrinos não trataram os dois sábios
com o escárnio dos garotos cipriotas. A terra era grave como
a íbis pousada numa só pata, pensativa como a esfinge,
4 circunspecta como as múmias, dura como as pirâmides; não
tinha tempo nem maneira de rir. Cidade e corte, que desde
muito tinham notícias dos nossos dois amigos, fizeram-lhes
7 um recebimento régio, mostraram conhecer seus escritos,
discutiram as suas idéias, mandaram-lhes muitos presentes,
papiros, crocodilos, zebras, púrpuras. Eles, porém, recusaram
10 tudo, com simplicidade, dizendo que a filosofia bastava ao
filósofo, e que o supérfluo era um dissolvente. Tão nobre
resposta encheu de admiração tanto aos sábios como aos
13 principais e à mesma plebe. E aliás, diziam os mais sagazes,
que outra coisa se podia esperar de dois homens tão
sublimes, que em seus magníficos tratados...
16 — Temos coisa melhor do que esses tratados,
interrompia Stroibus. Trago uma doutrina, que, em pouco,
vai dominar o universo; cuido nada menos que em
19 reconstituir os homens e os Estados, distribuindo os talentos
e as virtudes.
— Não é esse o ofício dos deuses? Objetava um.
22 — Eu violei o segredo dos deuses, acudia Stroibus.
O homem é a sintaxe da natureza, eu descobri as leis da
gramática divina...
25 — Explica-te.
— Mais tarde; deixa-me experimentar primeiro.
Quando a minha doutrina estiver completa, divulgá-la-ei
28 como a maior riqueza que os homens jamais poderão receber
de um homem.
Imaginem a expectação pública e a curiosidade dos
31 outros filósofos, embora incrédulos de que a verdade recente
viesse aposentar as que eles mesmos possuíam. Entretanto,
esperavam todos. Os dois hóspedes eram apontados na rua
34 até pelas crianças. Um filho meditava trocar a avareza do pai,
um pai a prodigalidade do filho, uma dama a frieza de um
varão, um varão os desvarios de uma dama, porque o Egito,
37 desde os Faraós até aos Lágides, era a terra de Putifar, da
mulher de Putifar, da capa de José, e do resto. Stroibus
tornou-se a esperança da cidade e do mundo.
Machado de Assis. Conto Alexandrino. In: John Gledson. 50 Contos
de Machado de Assis. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 193.
Com relação às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue os itens de 1 a 13.
Em “à mesma plebe” (l.13), o emprego do sinal indicativo de crase é facultativo.