Questões de Concurso Para auxiliar de necrópsia

Foram encontradas 708 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2077073 Matemática
Um frasco contém uma mistura de água e álcool, sendo que o volume de água é igual a 12% do volume de álcool. Sabendo-se que a diferença entre os volumes de álcool e água nesse frasco é igual a 231,44 mL, o volume total dessa mistura é
Alternativas
Q2077072 Matemática
Uma atividade foi realizada em um parque e os participantes foram divididos em dois grandes grupos. No primeiro grupo, a razão entre os números de homens e mulheres era de 4/5. Em relação ao primeiro grupo, o segundo grupo tinha 9 homens a mais e 19 mulheres a menos. Sabendo-se que, no segundo grupo, o número de homens era igual ao número de mulheres, o total de participantes nessa atividade foi
Alternativas
Q2077071 Matemática
Paulo ministra um curso de técnicas em laboratório a cada 9 dias no período da tarde e um curso de direção defensiva a cada 12 dias no período da manhã. Se em uma certa quarta-feira ele ministrou esses dois cursos, a próxima vez em que ele ministrará esses cursos no mesmo dia será em uma
Alternativas
Q2077070 Português
Entrevista que não houve

    Em novembro de 1967, eu estava telefonando para Guimarães Rosa em nome da revista Manchete, onde trabalhava, pedindo uma entrevista. Naquela semana, Rosa finalmente tomaria posse de sua cadeira na Academia Brasileira de Letras, para a qual fora eleito por unanimidade em 1963. Ainda não a assumira porque, médico e cardíaco, temia não sobreviver à cerimônia. Mas agora era a hora. 
    Nunca entendi por que Justino Martins, diretor da Manchete, incumbiu-me da tarefa. A revista estava cheia de repórteres experientes – dois deles os poetas Lêdo Ivo e Homero Homem, certamente amigos de Rosa. Eu tinha, se tanto, seis meses de profissão e acabara de chegar à Revista. Mas foi assim. Justino convocou-me à sua mesa, deu-me o número do telefone de Rosa e só me recomendou que chamasse o homem de embaixador – o que Rosa também era.
    Naquele mesmo dia, telefonei. O próprio Rosa atendeu e, muito amável, desculpou-se, alegando que estava escrevendo seu discurso de posse e não podia parar para dar entrevistas, mesmo que fosse para Manchete. Eu insisti, “Mas, embaixador…”. E ele, firme – neca. Mas, talvez tocado pela evidente juventude do repórter, sugeriu que eu telefonasse no dia seguinte – quem sabe já teria terminado o discurso. Fiz isto, mas, não, ele não havia terminado. Como consolação, disse que, se eu fosse à cerimônia, me daria uma cópia do texto.
    Rosa tomou posse na quinta-feira, 16. Ao fim do discurso e sob a chuva de aplausos, saiu pelo salão apertando mãos, como se levitasse a um metro do chão. Parecia encantado, não via ninguém – só a mim cumprimentou duas vezes, sem saber quem eu era. E o coração resistiu bem, não o traiu.
     Deixou para traí-lo três dias depois, na noite de domingo, 19, no seu apartamento, em Copacabana. E eu me esquecera de pedir-lhe o discurso.

(Ruy Castro. A arte de querer bem – Crônicas.
Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018. Excerto adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão de pontuação, a regra que determina o emprego da vírgula na frase do primeiro parágrafo “Em novembro de 1967, eu estava telefonando para Guimarães Rosa em nome da revista Manchete…” também rege o emprego dela em:
Alternativas
Q2077069 Português
Entrevista que não houve

    Em novembro de 1967, eu estava telefonando para Guimarães Rosa em nome da revista Manchete, onde trabalhava, pedindo uma entrevista. Naquela semana, Rosa finalmente tomaria posse de sua cadeira na Academia Brasileira de Letras, para a qual fora eleito por unanimidade em 1963. Ainda não a assumira porque, médico e cardíaco, temia não sobreviver à cerimônia. Mas agora era a hora. 
    Nunca entendi por que Justino Martins, diretor da Manchete, incumbiu-me da tarefa. A revista estava cheia de repórteres experientes – dois deles os poetas Lêdo Ivo e Homero Homem, certamente amigos de Rosa. Eu tinha, se tanto, seis meses de profissão e acabara de chegar à Revista. Mas foi assim. Justino convocou-me à sua mesa, deu-me o número do telefone de Rosa e só me recomendou que chamasse o homem de embaixador – o que Rosa também era.
    Naquele mesmo dia, telefonei. O próprio Rosa atendeu e, muito amável, desculpou-se, alegando que estava escrevendo seu discurso de posse e não podia parar para dar entrevistas, mesmo que fosse para Manchete. Eu insisti, “Mas, embaixador…”. E ele, firme – neca. Mas, talvez tocado pela evidente juventude do repórter, sugeriu que eu telefonasse no dia seguinte – quem sabe já teria terminado o discurso. Fiz isto, mas, não, ele não havia terminado. Como consolação, disse que, se eu fosse à cerimônia, me daria uma cópia do texto.
    Rosa tomou posse na quinta-feira, 16. Ao fim do discurso e sob a chuva de aplausos, saiu pelo salão apertando mãos, como se levitasse a um metro do chão. Parecia encantado, não via ninguém – só a mim cumprimentou duas vezes, sem saber quem eu era. E o coração resistiu bem, não o traiu.
     Deixou para traí-lo três dias depois, na noite de domingo, 19, no seu apartamento, em Copacabana. E eu me esquecera de pedir-lhe o discurso.

(Ruy Castro. A arte de querer bem – Crônicas.
Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018. Excerto adaptado)
Considere a frase do segundo parágrafo:
Nunca entendi por que Justino Martins, diretor da Manchete, incumbiu-me da tarefa.
Assinale a alternativa em que, com a substituição da forma verbal “incumbiu-me”, a frase permanece em conformidade com a norma-padrão de regência verbal e preserva o sentido do texto original.
Alternativas
Q2077068 Português
Entrevista que não houve

    Em novembro de 1967, eu estava telefonando para Guimarães Rosa em nome da revista Manchete, onde trabalhava, pedindo uma entrevista. Naquela semana, Rosa finalmente tomaria posse de sua cadeira na Academia Brasileira de Letras, para a qual fora eleito por unanimidade em 1963. Ainda não a assumira porque, médico e cardíaco, temia não sobreviver à cerimônia. Mas agora era a hora. 
    Nunca entendi por que Justino Martins, diretor da Manchete, incumbiu-me da tarefa. A revista estava cheia de repórteres experientes – dois deles os poetas Lêdo Ivo e Homero Homem, certamente amigos de Rosa. Eu tinha, se tanto, seis meses de profissão e acabara de chegar à Revista. Mas foi assim. Justino convocou-me à sua mesa, deu-me o número do telefone de Rosa e só me recomendou que chamasse o homem de embaixador – o que Rosa também era.
    Naquele mesmo dia, telefonei. O próprio Rosa atendeu e, muito amável, desculpou-se, alegando que estava escrevendo seu discurso de posse e não podia parar para dar entrevistas, mesmo que fosse para Manchete. Eu insisti, “Mas, embaixador…”. E ele, firme – neca. Mas, talvez tocado pela evidente juventude do repórter, sugeriu que eu telefonasse no dia seguinte – quem sabe já teria terminado o discurso. Fiz isto, mas, não, ele não havia terminado. Como consolação, disse que, se eu fosse à cerimônia, me daria uma cópia do texto.
    Rosa tomou posse na quinta-feira, 16. Ao fim do discurso e sob a chuva de aplausos, saiu pelo salão apertando mãos, como se levitasse a um metro do chão. Parecia encantado, não via ninguém – só a mim cumprimentou duas vezes, sem saber quem eu era. E o coração resistiu bem, não o traiu.
     Deixou para traí-lo três dias depois, na noite de domingo, 19, no seu apartamento, em Copacabana. E eu me esquecera de pedir-lhe o discurso.

(Ruy Castro. A arte de querer bem – Crônicas.
Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018. Excerto adaptado)
Assinale a alternativa em que, na frase escrita a partir do texto, o uso da crase está em conformidade com a norma-padrão da língua.
Alternativas
Q2077067 Português
Entrevista que não houve

    Em novembro de 1967, eu estava telefonando para Guimarães Rosa em nome da revista Manchete, onde trabalhava, pedindo uma entrevista. Naquela semana, Rosa finalmente tomaria posse de sua cadeira na Academia Brasileira de Letras, para a qual fora eleito por unanimidade em 1963. Ainda não a assumira porque, médico e cardíaco, temia não sobreviver à cerimônia. Mas agora era a hora. 
    Nunca entendi por que Justino Martins, diretor da Manchete, incumbiu-me da tarefa. A revista estava cheia de repórteres experientes – dois deles os poetas Lêdo Ivo e Homero Homem, certamente amigos de Rosa. Eu tinha, se tanto, seis meses de profissão e acabara de chegar à Revista. Mas foi assim. Justino convocou-me à sua mesa, deu-me o número do telefone de Rosa e só me recomendou que chamasse o homem de embaixador – o que Rosa também era.
    Naquele mesmo dia, telefonei. O próprio Rosa atendeu e, muito amável, desculpou-se, alegando que estava escrevendo seu discurso de posse e não podia parar para dar entrevistas, mesmo que fosse para Manchete. Eu insisti, “Mas, embaixador…”. E ele, firme – neca. Mas, talvez tocado pela evidente juventude do repórter, sugeriu que eu telefonasse no dia seguinte – quem sabe já teria terminado o discurso. Fiz isto, mas, não, ele não havia terminado. Como consolação, disse que, se eu fosse à cerimônia, me daria uma cópia do texto.
    Rosa tomou posse na quinta-feira, 16. Ao fim do discurso e sob a chuva de aplausos, saiu pelo salão apertando mãos, como se levitasse a um metro do chão. Parecia encantado, não via ninguém – só a mim cumprimentou duas vezes, sem saber quem eu era. E o coração resistiu bem, não o traiu.
     Deixou para traí-lo três dias depois, na noite de domingo, 19, no seu apartamento, em Copacabana. E eu me esquecera de pedir-lhe o discurso.

(Ruy Castro. A arte de querer bem – Crônicas.
Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018. Excerto adaptado)
No contexto, a frase do quarto parágrafo “… como se levitasse a um metro do chão.” expressa
Alternativas
Q2077066 Português
Entrevista que não houve

    Em novembro de 1967, eu estava telefonando para Guimarães Rosa em nome da revista Manchete, onde trabalhava, pedindo uma entrevista. Naquela semana, Rosa finalmente tomaria posse de sua cadeira na Academia Brasileira de Letras, para a qual fora eleito por unanimidade em 1963. Ainda não a assumira porque, médico e cardíaco, temia não sobreviver à cerimônia. Mas agora era a hora. 
    Nunca entendi por que Justino Martins, diretor da Manchete, incumbiu-me da tarefa. A revista estava cheia de repórteres experientes – dois deles os poetas Lêdo Ivo e Homero Homem, certamente amigos de Rosa. Eu tinha, se tanto, seis meses de profissão e acabara de chegar à Revista. Mas foi assim. Justino convocou-me à sua mesa, deu-me o número do telefone de Rosa e só me recomendou que chamasse o homem de embaixador – o que Rosa também era.
    Naquele mesmo dia, telefonei. O próprio Rosa atendeu e, muito amável, desculpou-se, alegando que estava escrevendo seu discurso de posse e não podia parar para dar entrevistas, mesmo que fosse para Manchete. Eu insisti, “Mas, embaixador…”. E ele, firme – neca. Mas, talvez tocado pela evidente juventude do repórter, sugeriu que eu telefonasse no dia seguinte – quem sabe já teria terminado o discurso. Fiz isto, mas, não, ele não havia terminado. Como consolação, disse que, se eu fosse à cerimônia, me daria uma cópia do texto.
    Rosa tomou posse na quinta-feira, 16. Ao fim do discurso e sob a chuva de aplausos, saiu pelo salão apertando mãos, como se levitasse a um metro do chão. Parecia encantado, não via ninguém – só a mim cumprimentou duas vezes, sem saber quem eu era. E o coração resistiu bem, não o traiu.
     Deixou para traí-lo três dias depois, na noite de domingo, 19, no seu apartamento, em Copacabana. E eu me esquecera de pedir-lhe o discurso.

(Ruy Castro. A arte de querer bem – Crônicas.
Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018. Excerto adaptado)
No contexto, é empregada em sentido figurado a expressão destacada na frase:
Alternativas
Q2077065 Português
Entrevista que não houve

    Em novembro de 1967, eu estava telefonando para Guimarães Rosa em nome da revista Manchete, onde trabalhava, pedindo uma entrevista. Naquela semana, Rosa finalmente tomaria posse de sua cadeira na Academia Brasileira de Letras, para a qual fora eleito por unanimidade em 1963. Ainda não a assumira porque, médico e cardíaco, temia não sobreviver à cerimônia. Mas agora era a hora. 
    Nunca entendi por que Justino Martins, diretor da Manchete, incumbiu-me da tarefa. A revista estava cheia de repórteres experientes – dois deles os poetas Lêdo Ivo e Homero Homem, certamente amigos de Rosa. Eu tinha, se tanto, seis meses de profissão e acabara de chegar à Revista. Mas foi assim. Justino convocou-me à sua mesa, deu-me o número do telefone de Rosa e só me recomendou que chamasse o homem de embaixador – o que Rosa também era.
    Naquele mesmo dia, telefonei. O próprio Rosa atendeu e, muito amável, desculpou-se, alegando que estava escrevendo seu discurso de posse e não podia parar para dar entrevistas, mesmo que fosse para Manchete. Eu insisti, “Mas, embaixador…”. E ele, firme – neca. Mas, talvez tocado pela evidente juventude do repórter, sugeriu que eu telefonasse no dia seguinte – quem sabe já teria terminado o discurso. Fiz isto, mas, não, ele não havia terminado. Como consolação, disse que, se eu fosse à cerimônia, me daria uma cópia do texto.
    Rosa tomou posse na quinta-feira, 16. Ao fim do discurso e sob a chuva de aplausos, saiu pelo salão apertando mãos, como se levitasse a um metro do chão. Parecia encantado, não via ninguém – só a mim cumprimentou duas vezes, sem saber quem eu era. E o coração resistiu bem, não o traiu.
     Deixou para traí-lo três dias depois, na noite de domingo, 19, no seu apartamento, em Copacabana. E eu me esquecera de pedir-lhe o discurso.

(Ruy Castro. A arte de querer bem – Crônicas.
Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018. Excerto adaptado)
A expressão destacada na frase do primeiro parágrafo “… para a qual fora eleito por unanimidade em 1963” exprime a ideia de que
Alternativas
Q2077064 Português
Entrevista que não houve

    Em novembro de 1967, eu estava telefonando para Guimarães Rosa em nome da revista Manchete, onde trabalhava, pedindo uma entrevista. Naquela semana, Rosa finalmente tomaria posse de sua cadeira na Academia Brasileira de Letras, para a qual fora eleito por unanimidade em 1963. Ainda não a assumira porque, médico e cardíaco, temia não sobreviver à cerimônia. Mas agora era a hora. 
    Nunca entendi por que Justino Martins, diretor da Manchete, incumbiu-me da tarefa. A revista estava cheia de repórteres experientes – dois deles os poetas Lêdo Ivo e Homero Homem, certamente amigos de Rosa. Eu tinha, se tanto, seis meses de profissão e acabara de chegar à Revista. Mas foi assim. Justino convocou-me à sua mesa, deu-me o número do telefone de Rosa e só me recomendou que chamasse o homem de embaixador – o que Rosa também era.
    Naquele mesmo dia, telefonei. O próprio Rosa atendeu e, muito amável, desculpou-se, alegando que estava escrevendo seu discurso de posse e não podia parar para dar entrevistas, mesmo que fosse para Manchete. Eu insisti, “Mas, embaixador…”. E ele, firme – neca. Mas, talvez tocado pela evidente juventude do repórter, sugeriu que eu telefonasse no dia seguinte – quem sabe já teria terminado o discurso. Fiz isto, mas, não, ele não havia terminado. Como consolação, disse que, se eu fosse à cerimônia, me daria uma cópia do texto.
    Rosa tomou posse na quinta-feira, 16. Ao fim do discurso e sob a chuva de aplausos, saiu pelo salão apertando mãos, como se levitasse a um metro do chão. Parecia encantado, não via ninguém – só a mim cumprimentou duas vezes, sem saber quem eu era. E o coração resistiu bem, não o traiu.
     Deixou para traí-lo três dias depois, na noite de domingo, 19, no seu apartamento, em Copacabana. E eu me esquecera de pedir-lhe o discurso.

(Ruy Castro. A arte de querer bem – Crônicas.
Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018. Excerto adaptado)
Considerando a relação de sentido que estabelece com o enunciado que a antecede, a expressão destacada na frase do terceiro parágrafo – … mesmo que fosse para Manchete. – está corretamente substituída em:
Alternativas
Q2077063 Português
Entrevista que não houve

    Em novembro de 1967, eu estava telefonando para Guimarães Rosa em nome da revista Manchete, onde trabalhava, pedindo uma entrevista. Naquela semana, Rosa finalmente tomaria posse de sua cadeira na Academia Brasileira de Letras, para a qual fora eleito por unanimidade em 1963. Ainda não a assumira porque, médico e cardíaco, temia não sobreviver à cerimônia. Mas agora era a hora. 
    Nunca entendi por que Justino Martins, diretor da Manchete, incumbiu-me da tarefa. A revista estava cheia de repórteres experientes – dois deles os poetas Lêdo Ivo e Homero Homem, certamente amigos de Rosa. Eu tinha, se tanto, seis meses de profissão e acabara de chegar à Revista. Mas foi assim. Justino convocou-me à sua mesa, deu-me o número do telefone de Rosa e só me recomendou que chamasse o homem de embaixador – o que Rosa também era.
    Naquele mesmo dia, telefonei. O próprio Rosa atendeu e, muito amável, desculpou-se, alegando que estava escrevendo seu discurso de posse e não podia parar para dar entrevistas, mesmo que fosse para Manchete. Eu insisti, “Mas, embaixador…”. E ele, firme – neca. Mas, talvez tocado pela evidente juventude do repórter, sugeriu que eu telefonasse no dia seguinte – quem sabe já teria terminado o discurso. Fiz isto, mas, não, ele não havia terminado. Como consolação, disse que, se eu fosse à cerimônia, me daria uma cópia do texto.
    Rosa tomou posse na quinta-feira, 16. Ao fim do discurso e sob a chuva de aplausos, saiu pelo salão apertando mãos, como se levitasse a um metro do chão. Parecia encantado, não via ninguém – só a mim cumprimentou duas vezes, sem saber quem eu era. E o coração resistiu bem, não o traiu.
     Deixou para traí-lo três dias depois, na noite de domingo, 19, no seu apartamento, em Copacabana. E eu me esquecera de pedir-lhe o discurso.

(Ruy Castro. A arte de querer bem – Crônicas.
Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2018. Excerto adaptado)
O autor do texto trata
Alternativas
Q2077062 Português
Leia a tira para responder a questão. 

texto_1 - 2.png (769×245) 

(Bill Watterson. O mundo é mágico – as aventuras de Calvin e Haroldo. São Paulo: Conrado Editora do Brasil, 2010)
Em conformidade com a norma-padrão da língua, a forma verbal que preenche corretamente a lacuna presente no último quadrinho é:
Alternativas
Q2077061 Português
Leia a tira para responder a questão. 

texto_1 - 2.png (769×245) 

(Bill Watterson. O mundo é mágico – as aventuras de Calvin e Haroldo. São Paulo: Conrado Editora do Brasil, 2010)
A leitura da tira permite concluir que, para o homem, o avanço tecnológico
Alternativas
Q1867348 Direito Administrativo
A auxiliar de necropsia da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro Maria está lotada em Posto Regional de Polícia Técnica e Científica do interior do Estado. Durante a madrugada, Maria, única policial de plantão, recepcionou de policiais militares um cadáver feminino para fins de perícia. Para adiantar o trabalho, mesmo não havendo naquele momento qualquer perito no órgão, Maria fez o exame pericial, além de ter emitido e assinado sozinha o auto de exame cadavérico (AEC), agindo em sentido contrário ao que dispõem as normas aplicáveis às atribuições de seu cargo. Pelos fatos narrados, percebe-se que a perícia feita por Maria é inválida, por vício no elemento do ato administrativo da:
Alternativas
Q1867347 Direito Administrativo
João é auxiliar de necropsia da Polícia Civil do Estado Alfa e está lotado no Instituto Médico Legal. No exercício de suas funções, João recebeu o cadáver de um homem para limpeza e preparo para a autópsia. Ao abrir o invólucro onde o corpo estava acondicionado, João imediatamente reconheceu que o corpo era de seu vizinho José, seu desafeto de longa data. Tendo em vista que João também se considera inimigo de toda a família do agora falecido José e com o objetivo de prejudicar os parentes de seu vizinho, o policial resolveu atrasar ao máximo a autópsia do cadáver e deixou o corpo em local impróprio, por prazo muito superior ao previsto nas normas aplicáveis. Agindo da forma antes narrada, João violou diretamente o princípio expresso da administração pública da:
Alternativas
Q1867346 Direito Processual Penal
A Lei nº 11.340/2006 cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e dá outras providências. De acordo com a mencionada Lei Maria da Penha, é direito da mulher em situação de violência doméstica e familiar o:
Alternativas
Q1867345 Direito Processual Penal
Marta, auxiliar de necropsia da Polícia Civil do Estado Alfa, acaba de receber no departamento onde está lotada no Instituto Médico Legal (IML) um cadáver, para fins de perícia. Pela documentação que acompanhou o cadáver, percebe-se que a morte ocorreu há apenas duas horas. No caso em tela, de acordo com o Código de Processo Penal, a autópsia será feita:
Alternativas
Q1867344 Direito Processual Penal
André foi aprovado em concurso público para o cargo de auxiliar de necropsia da Polícia Civil do Estado Alfa. Durante seu curso de formação na Acadepol, André e os demais novos policiais foram orientados a atender todas as normas sobre a cadeia de custódia. De acordo com o Código de Processo Penal, considera(m)-se cadeia de custódia: 
Alternativas
Q1867343 Medicina Legal
Sobre a rigidez cadavérica, observa-se que os músculos permanecem rígidos até que proteínas musculares sejam desintegradas. (Adaptado de https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/tanatologia)
Em regra, isso ocorre pela ação de enzimas digestivas liberadas do(s): 
Alternativas
Q1867342 Medicina Legal
A rigidez cadavérica (rigor mortis) consiste num tipo específico de contração muscular do cadáver, que surge dentro de uma a três horas após a morte. Essa contração é resultado da perda da produção de energia pelas células. (Adaptado de https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/tanatologia)
Os músculos da locomoção que sofrem com a rigidez cadavérica são classificados como: 
Alternativas
Respostas
201: B
202: A
203: C
204: A
205: C
206: E
207: B
208: D
209: A
210: D
211: E
212: B
213: C
214: B
215: C
216: B
217: D
218: E
219: B
220: D