Questões de Concurso
Para professor - educação básica i
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Nessa estrutura condicional, os tempos verbais (Pretérito Imperfeito do Subjuntivo e Futuro do Pretérito do Indicativo) foram usados para expressar:
A construção estabelece uma oposição de ideias que não se anulam mutuamente, mas coexistem para definir um eu-lírico complexo.
A figura de linguagem predominante nesse jogo de opostos é:
- Estudante A: alterna traços e letras sem relação estável com os sons; quantidade de grafias não guarda relação com o tamanho da palavra.
- Estudante B: usa uma letra para cada sílaba, escolhendo frequentemente letras sem relação sonora evidente, (p. ex.: CV para casa).
- Estudante C: registra algumas sílabas com valor sonoro e outras não; em palavras curtas, já aproxima grafema–fonema, (p. ex.: CAsA”, BLA).
- Estudante D: escreve textos curtos de forma alfabética, com ortografia instável, (p. ex.: jantaro, geito, ausência de pontuação).
Considerando o diagnóstico e os princípios da alfabetização, (consciência fonológica, princípio alfabético, sistematização, letramento com textos reais), qual conjunto de intervenções é o mais adequado?
Princípios:
1- Objetivos de aprendizagem e critérios de sucesso explícitos.
2- Tarefas autênticas e acessíveis com múltiplas formas de engajamento, representação e expressão.
3- Avaliação formativa contínua com devolutivas em processo e autoavaliação.
4- Acompanhamento da progressão ao longo do ciclo, com ensino e intervenções responsivas.
Práticas:
a- Socializar objetivos no início das unidades, disponibilizar rubricas e exemplares de qualidade para orientar a produção.
b- Realizar sondagens curtas e observações, oferecer feedback criterioso durante as tarefas e promover autoavaliação.
c- Propor tarefas multimodais (texto, oralidade, desenho, manipulação, recursos digitais), com apoios graduados e escolhas.
d- Manter registros longitudinais (portfólios, planilhas de evidências) e organizar rotas de ensino/avançar conforme necessidades.
- Etapa W: exploração de repertórios culturais infantis, (brincadeiras, cantigas, imagens do cotidiano), experimentação livre e orientada com materiais variados, (argila, tintas, sucatas limpas, tecidos), com registros simples de processos, (falas, fotografias, desenhos).
- Etapa X: produção de pequenas mostras comentadas na escola, com documentação pedagógica mais sistemática, (cadernos de artista, legendas autorais, áudios), primeiras decisões coletivas sobre o que expor.
- Etapa Y: encontros de criação com fazedores de cultura do território, (artesã, grafiteiro, musicista), estudo de referências locais e de outras tradições, curadoria coletiva com critérios explicitados, (variedade de materiais, intencionalidade, diálogo com o público).
- Etapa Z: realização de obra ou instalação colaborativa em espaço público da escola/comunidade, (p. ex., instalação sonora-visual), com planejamento de mediação cultural, cuidados éticos, (direitos de imagem/autoria) e avaliação formativa do processo.
Considerando a coerência pedagógica entre 1º, 2º, 3º e 4º anos e a crescente autoria na produção cultural das crianças, assinale a alternativa que apresenta a ordenação mais adequada dessas etapas ao longo do ciclo (do 1º para o 4º ano).