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Q1112332 Pedagogia
Conforme os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), o trabalho com o texto deve ser feito na base dos gêneros, sejam eles orais ou escritos. Uma vez que todos os textos se manifestam sempre num ou noutro gênero textual, um maior conhecimento do funcionamento dos gêneros textuais é importante tanto para a produção como para a compreensão.
Considerando esse contexto, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q1112331 Pedagogia
Pesquisas realizadas, nas últimas décadas, baseadas na análise de produções das crianças e das práticas correntes, têm apontado novas direções no que se refere ao ensino e à aprendizagem da linguagem oral e escrita (RCENEI. MEC\SEF, v.2. 1998). Considerando a perspectiva da criança que aprende, analise as seguintes afirmativas.
I. A criança precisa compreender não só o que a escrita representa, mas também de que forma ela representa graficamente a linguagem. II. A alfabetização é o desenvolvimento de capacidades relacionadas à percepção, à memorização e ao treino de um conjunto de habilidades sensório-motoras. III. A alfabetização é um processo no qual as crianças precisam resolver problemas de natureza lógica até chegarem a compreender de que forma a escrita alfabética em português representa a linguagem, e assim poderem escrever e ler por si mesmas.
Ao considerar as crianças ativas na construção de conhecimentos e não receptoras passivas de informações, há uma transformação substancial na forma de compreender como elas aprendem a falar, a ler e a escrever.
Estão CORRETAS as seguintes afirmativas:
Alternativas
Q1112330 Pedagogia
Sobre a concepção de sujeito histórico no ensino de História e de Geografia nos anos iniciais do Ensino Fundamental, analise as afirmativas a seguir.
I. Os sujeitos históricos podem ser entendidos como sendo agentes de ação social, que se tornam significativos para estudos históricos escolhidos com fins didáticos, sendo eles indivíduos, grupos ou classes sociais. II. Os sujeitos históricos podem ser todos aqueles que exprimem suas especificidades e características, sendo líderes de lutas para transformações mais amplas ou de situações mais cotidianas, independentemente do contexto histórico. III. Os sujeitos históricos podem ser trabalhadores, patrões, escravos, reis, camponeses, políticos, prisioneiros, crianças, mulheres, religiosos, velhos, partidos políticos, etc.
Considerando as definições de “sujeito histórico” contidas nos Parâmetros Curriculares Nacionais de História e Geografia está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q1112329 Pedagogia
Observadas as Matrizes Curriculares que balizam a proposta pedagógica da Rede Municipal de Ensino de Uberaba, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) As Matrizes Curriculares da Rede Municipal de Ensino de Uberaba deverão ser utilizadas nas diferentes situações de aprendizagem, cabendo à equipe escolar observar as dificuldades e as semelhanças entre a modalidade de ensino proposta em diferentes tipos de aulas e a modalidade de aprendizagem mais evidenciada durante as atividades. ( ) As Matrizes Curriculares da Rede Municipal de Ensino de Uberaba possuem o propósito de engessar a autonomia dos professores e surgem como obstáculo para esses profissionais, que são mediadores entre o aluno e o conhecimento. ( ) As Matrizes Curriculares da Rede Municipal de Ensino de Uberaba foram estabelecidas não só para possibilitar aos alunos o direito de aprender, mas também para dotar os profissionais do magistério municipal de instrumentos que norteiam seu fazer pedagógico com efetividade e sucesso. ( ) As Matrizes Curriculares da Rede Municipal de Ensino de Uberaba impõem condições didáticas que podem e devem ser aplicadas de acordo com a criatividade do professor, independente das necessidades de cada turma ou educando e com as possibilidades de cada escola.
Assinale a sequência CORRETA.
Alternativas
Q1112328 Pedagogia
Considerando que, na tarefa de garantir às crianças seu direito de viver a infância e de desenvolverem-se, as experiências no espaço de Educação Infantil devem possibilitar o encontro pela criança de explicações sobre o que ocorre à sua volta e consigo mesma, enquanto desenvolvem formas de agir, sentir e pensar, analise as seguintes afirmativas:
I. Deve-se, no percurso da Educação Infantil, proporcionar às crianças diferentes experiências de interações que lhes possibilitem construir saberes, fazer amigos, aprender a cuidar de si e a conhecer suas próprias preferências e características. II. Em relação a qualquer experiência de aprendizagem que seja trabalhada pelas crianças, devem ser abolidos os procedimentos que não reconhecem a atividade criadora e o protagonismo da criança pequena, que promovam atividades mecânicas e não significativas para as crianças. III. Cabe à professora e ao professor criar oportunidade para que a criança, no processo de elaborar sentidos pessoais, se aproprie de elementos significativos de sua cultura não como verdades absolutas, mas como elaborações dinâmicas e provisórias. IV. As experiências promotoras de aprendizagem e o consequente desenvolvimento das crianças devem ser propiciados em uma frequência regular e serem, ao mesmo tempo, imprevistas, abertas a surpresas e a novas descobertas.
De acordo com o documento de Revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil / Secretaria de Educação Básica. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013, estão CORRETAS as seguintes afirmativas:
Alternativas
Q1112327 Pedagogia
Para a Teoria da Psicogênese, toda criança passa por níveis estruturais da linguagem escrita: o pré-silábico, o silábico, que se divide em silábico-alfabético, e o alfabético, até que se aproprie da complexidade do sistema alfabético. É importante salientar que a passagem de um nível para o outro é gradual e depende muito das intervenções feitas pelo professor.
Nessa perspectiva, analise as afirmativas a seguir assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O professor deve considerar que a criança, depois que se apropria da escrita alfabética, enfrenta inúmeros problemas ortográficos e morfossintáticos considerados normais para a fase em que se encontra, cabendo a ele fazer intervenções significativas para que ela se aproprie da escrita ortográfica. ( ) O professor deve considerar as hipóteses conceituais provisórias que as crianças fazem sobre a escrita, como erros, já que o professor está elaborando hipóteses e alargando seu campo de conhecimento linguístico. ( ) O professor deve considerar que o reconhecimento das hipóteses de escrita deve se transformar em recurso para categorizar as crianças. ( ) O professor deve considerar que a questão dos diferentes níveis, nas salas de aula de alfabetização, deixa de ser característica negativa para assumir papel de importância no processo ensino-aprendizagem, no qual a interação entre os alunos é fator imprescindível.
Assinale a sequência CORRETA.
Alternativas
Q1112326 Pedagogia
Analise as afirmativas abaixo quanto às diferenças conceituais dos processos de alfabetização e letramento.
I. A alfabetização só tem sentido quando desenvolvida no contexto de práticas sociais de leitura e de escrita e por meio dessas práticas, em um contexto de letramento e por meio de atividades de letramento. II. A alfabetização só tem sentido no contexto de práticas de leitura e de escrita, na dependência da e por meio da aprendizagem do sistema de escrita. III. O letramento só pode desenvolver-se na dependência da e por meio da aprendizagem do sistema de escrita.
Considerando que “A alfabetização distingue-se de letramento tanto em relação aos objetos de conhecimento quanto em relação aos processos cognitivos e linguísticos de aprendizagem e, portanto, também de ensino desses diferentes objetos. Por outro lado, ainda que distintos, faz-se necessário que os dois processos sejam reconhecidos como indissociáveis e interdependentes.” (SOARES,2004), estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q1112325 Pedagogia
Além de conhecer os jogos e as brincadeiras infantis (seus temas, materiais, personagens, etc.), para poder contribuir com o pensamento e a ação das crianças, o professor necessita ser criativo e sensível para apoiar o desenvolvimento da criatividade infantil no brincar.
Sobre o papel do professor ao desenvolver os jogos e brincadeiras infantis, é INCORRETO afirmar que ele deve:
Alternativas
Q1112324 Pedagogia
De acordo com Callai (2010), “O interessante para se construir o conceito de espaço e para entender o espaço em que vivemos é fazer mapas. Ainda que não aqueles complicados, grandes e cheios de informações”.
Nessa perspectiva, pode-se afirmar que a melhor forma de iniciar esse trabalho seria:
Alternativas
Q1112323 Pedagogia
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando os conceitos estruturantes da geografia com suas principais características e formas de desenvolvimento em sala de aula.
COLUNA I
1. Grupo 2. Espaço 3. Tempo
COLUNA II
( ) É uma abstração da realidade, construído a partir da realidade em si, na compreensão do lugar concreto, do qual extraímos os elementos para pensar o mundo. A construção desse conceito tem início com a vida, supõe sair de si próprio para perceber o que existe além. ( ) Fundamental na nossa vida e no nosso cotidiano, esse conceito é permanentemente vivido no confronto cotidiano com os outros, do qual aprendemos e constituímos o nosso pensamento, o nosso conhecimento. É nesse processo de socialização que está embutida toda a riqueza da aprendizagem, permitindo que se encaminhem discussões das regras sociais, da boa convivência na sala de aula, na realização de tarefas, nos recreios, no início e no final da aula. ( ) Constitui-se das mudanças e continuidades de processos que são a própria vida, seja do indivíduo, seja da sociedade e pode ser diferenciado entre físico, astronômico e social. Na escola, é necessário que se oportunize o desenvolvimento da ideia do suceder: ( ) Esse conceito é produzido e organizado a partir de interesses não muito explicitados a todos nós, mas que se expressam concretamente nas paisagens e na história que vão, também, sendo construídas, dando-nos elementos para levar os alunos a compreender o mundo e a se situarem melhor na sociedade em que vivem.
Assinale a sequência CORRETA.
Alternativas
Q1111432 Geografia
São características da organização espacial da região Sudeste, EXCETO:
Alternativas
Q1111430 Conhecimentos Gerais
Na década de 1960, intelectuais, escritores, cantores, compositores, cineastas e artistas plásticos participavam ativamente da política e muitos se engajaram em projetos revolucionários. Em 1967 ocorreu uma verdadeira revolução artística no Brasil, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Gal Costa, entre outros, inauguraram um movimento musical conhecido como:
Alternativas
Q1111429 Conhecimentos Gerais
Na África os processos de integração regional são prejudicados pelo grave quadro de desagregação do continente; dependência econômica, carência de infraestrutura básica, baixo nível de industrialização, pobreza, fomes, epidemias e guerras civis. Os blocos econômicos africanos são muito frágeis, contudo, o mais importante acordo regional de comércio do continente é:
Alternativas
Q1111428 Conhecimentos Gerais
“Na região do Triângulo Mineiro, especificamente na cidade de Araxá, estão localizadas jazidas de um importante mineral do qual o Brasil é um dos maiores produtores mundiais. Esse mineral é fundamental para indústria de alta tecnologia e empregado em automóveis, turbinas de avião, gasodutos, em tomógrafos de ressonância magnética, na indústria aeroespacial, bélica e nuclear, além de outras inúmeras aplicações como lentes óticas, lâmpadas de alta intensidade, bens eletrônicos e até piercings.” Trata-se do mineral:
Alternativas
Q1111427 Raciocínio Lógico
Uma fábrica de iogurtes pretende lançar dois novos sabores: goiaba e maracujá, e ofereceu os iogurtes a um grupo de 80 pessoas. Desse grupo observou-se que 18 pessoas gostaram dos dois produtos, 51 gostaram do iogurte de goiaba e 43 gostaram do iogurte de maracujá. O número de pessoas que não gostaram de nenhum dos dois sabores de iogurte foi igual a:
Alternativas
Q1111426 Matemática

A figura a seguir representa uma peça cerâmica quadrada.

Imagem associada para resolução da questão

Se a área em negrito no interior dessa peça tem 150 cm2 , então a área de toda peça é igual a:


Alternativas
Q1111424 Matemática
Ao realizar uma viagem partindo da cidade em que reside até a cidade em que trabalha, um professor gastou 55 minutos e seu veículo desenvolveu uma velocidade média de 90 km/h. Qual deve ser a velocidade média desenvolvida numa viagem de volta de forma que sejam economizados 10 minutos em relação ao tempo gasto na primeira viagem?
Alternativas
Q1111422 Português

O faraó da intolerância

Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável.

   Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.

   Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.

   Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.            

   Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.

    Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.

   Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”

    Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.

(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)

“Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate.” (5º§) Sobre o trecho em evidência, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q1111421 Português

O faraó da intolerância

Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável.

   Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.

   Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.

   Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.            

   Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.

    Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.

   Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”

    Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.

(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)

“Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate.” (5º§) Em se tratando da classe gramatical e de acordo com o contexto empregado, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos termos sublinhados.
Alternativas
Q1111419 Português

O faraó da intolerância

Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável.

   Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.

   Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.

   Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.            

   Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.

    Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.

   Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”

    Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.

(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)

“É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta.” (5º§) Quanto ao uso da crase em “à nossa volta”, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
4681: B
4682: B
4683: B
4684: C
4685: D
4686: A
4687: B
4688: C
4689: B
4690: C
4691: D
4692: A
4693: A
4694: A
4695: A
4696: B
4697: C
4698: D
4699: A
4700: D