Questões de Concurso
Para tecnico em aquicultura
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I. O grupo de coliformes fecais diferencia-se dos coliformes totais por não se multiplicarem com facilidade no ambiente externo apresentando período de sobrevivência similar ao das bactérias patogênicas. II. Quando os coliformes fecais são incubados em temperatura de 35ºC podem se multiplicar e produzir gases a partir da lactose. III. A determinação de coliformes fecais é útil no monitoramento da qualidade de água, na investigação da poluição de corpos d’água, do tratamento de esgoto e dos mananciais hídricos.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
A) Calor seco destrói microrganismos pela coagulação de seus constituintes químicos. B) Calor úmido na forma de vapor d’água sob pressão proporciona temperatura mais elevada que na forma de ebulição e é pelo calor úmido que os microrganismos são destruídos ao terem coagulado suas proteínas. C) Álcool etílico nas concentrações de 50% e de 70% são eficazes contra formas vegetativas de microrganismos. D) Flambagem é o agente utilizado como germicida na forma de tintura de iodo. E) O tampão de algodão utilizado para fechar as bocas de tubos de ensaio e balões contendo meios de cultura é um exemplo de filtração de gases.
Estão corretas apenas as afirmativas:
1. Assepsia. 2. Degermação. 3. Esterilização. 4. Anti-séptico. 5. Bactericida.
( ) Agente que mata as bactérias. ( ) Redução do número de microrganismos da pele pela aplicação de sabão ou solução anti-séptica. ( ) Prevenção do crescimento ou ação de microrganismos pela destruição ou inibição de seu crescimento ou atividade. ( ) Conjunto de processos utilizados para impedir a penetração de microrganismos em local que não os contenha. ( ) Processo de destruição de todas as formas de vida microscópica.
A seqüência está correta em:
( ) Utilizar telas na entrada e saída de água do tanque, sendo suas malhas ajustadas de acordo com o tamanho dos peixes. ( ) Toda matéria orgânica do fundo do tanque deve ser retirada visando evitar problemas futuros como infiltração do tanque. ( ) Na construção do tanque, o solo que possui a estrutura física ideal é o latossolo, cuja composição tenha de 10% a 25% de areia. Este tipo de solo tem boas propriedades coesivas, o que impede a infiltração. ( ) Aconselha-se que a vazão por hectares de área inundada por segundo seja de 10 a 15 litros. ( ) Aconselha-se que o tanque tenha profundidade mínima de 0,10m para evitar o desenvolvimento de macrófitas.
A seqüência está correta em:
( ) A calagem dos tanques proporciona maior desenvolvimento de plâncton, principalmente algas (produtores primários). ( ) O adubo deve ser aplicado 3 a 10 dias após a calagem dos tanques. ( ) A calagem fornece o cálcio necessário à estrutura dos organismos aquáticos e ao esqueleto dos próprios peixes. ( ) Uma das formas de aplicação da adubação é utilizar saco plástico com perfurações mergulhado ou flutuando no tanque. ( ) A calagem auxilia na reprodução dos peixes, pois ovos e larvas são mais sensíveis ao pH alto do que peixes adultos.
A seqüência está correta em:
Coluna I 1. Turbidez. 2. Condutividade. 3. Coliformes fecais. 4. Fosfato total. 5. Nitratos.
Coluna II ( ) Uma das formas de poluição são os efluentes de estação de tratamento de esgoto. ( ) É o grau de atenuação de intensidade que um feixe de luz sofre ao atravessar uma amostra de água. ( ) Parâmetro utilizado para monitoramento dos recursos hídricos, em geral. ( ) Na água, podem estar presentes em quatro frações diferentes: inorgânico dissolvido, inorgânico não dissolvido, orgânico dissolvido, orgânico não dissolvido. ( ) É originado da presença de sais dissolvidos na água.
A seqüência está correta em:
I. A temperatura ideal da água para o bom desenvolvimento da tilápia está entre 26º a 28ºC. II. O oxigênio produzido e acumulado no viveiro de produção durante a noite é consumido durante o dia. III. A transparência da água abaixo de 25cm, indica excesso de matéria orgânica, possibilidade de desequilíbrio e falta de oxigênio pelo excesso de consumo e até mortalidade de tilápia.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
I. A inundação destrói extensas áreas de vegetação natural, comprometendo a vida animal naquele habitat modificado pela ação humana. II. As pequenas barragens provocam danos ambientais, como a destruição de matas ciliares, o desmoronamento das margens e o assoreamento do leito dos rios. III. Ocorre o comprometimento da vida aquática e da reprodução dos peixes. IV. Afeta a vida das pessoas que moram na região em que a usina for construída. V. O represamento da água, que acarreta a formação de imensos lagos artificiais, pode desabrigar populações ribeirinhas, povos indígenas, pequenos agricultores e inundar vilas, povoados e pequenas cidades.
Estão corretas apenas as afirmativas:
Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde,
cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos
de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia,
saneamento básico e educação.
A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma
complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções
globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.
E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de
financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em
países pobres e ricos.
Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de
dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.
Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a
pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se
apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última
fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.
Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do
Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele
reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.
Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de
financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas
inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.
Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que
alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas
substâncias.
Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento
de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças
predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.
Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de
medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.
(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)
Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde,
cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos
de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia,
saneamento básico e educação.
A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma
complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções
globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.
E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de
financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em
países pobres e ricos.
Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de
dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.
Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a
pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se
apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última
fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.
Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do
Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele
reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.
Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de
financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas
inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.
Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que
alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas
substâncias.
Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento
de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças
predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.
Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de
medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.
(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)