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Dados:
PRE - entrada de PRESET, ativa em nível lógico 0.
CLR - entrada de CLEAR, ativa em nível lógico 0.
CLK - entrada de CLOCK, sensível a bordo de descida.
Após 3 pulsos de Clock na entrada, as saídas QA, QB, QC e QD serão, respectivamente,
+ A .
pode ser implementada utilizando-se somente duas portas NAND. O circuito lógico que apresenta esta solução está representado em - 3 chamadas originadas de 2 minutos cada.
- 2 chamadas recebidas de 3 minutos cada.
- 3 chamadas recebidas de 1 minuto cada.
Está correto afirmar que o tráfego desta linha, em Erl, é
I. Os tons de chamada e de ocupado utilizam frequência de 425 Hz, mas diferenciam-se pela cadência com que os tons são emitidos.
II. Corrente de toque é o nome do sinal emitido para avisar o assinante que há uma chamada para ele. Este sinal possui frequência de 25 Hz e tensão de 75 Vrms.
III. O tom de discar é um sinal contínuo de 1 kHz.
Está correto o que consta em

I. Para a medição da tensão em Rx deve-se fechar a chave S1 e colocar as pontas de prova do multímetro nos pontos Y e Z.
II. Para a medição da corrente em Rx deve-se fechar a chave S1 e colocar as pontas de prova do multímetro nos pontos X e Z.
III. Para a medição da resistência de Rx deve-se abrir a chave S1 e colocar as pontas de prova do multímetro nos pontos Y e Z.
Está correto o que consta em
I. Tem capacidade de 8k bytes ou 64k bits.
II. Trata-se de uma memória não volátil.
III. Possui 13 bits de endereço e 8 bits de dados.
IV. Trata-se de uma memória de escrita e leitura.
Está correto o que consta em

Trata-se de
Dados do diodo Zener:
Vz = 5,1V
Pz máx = 500mW
Iz mín = 0,1 . Iz máx

O valor correto de R, em Ω, é

A frequência da forma de onda apresentada é, aproximadamente, em Hz,
O sentimento do barulho surge quando as sonoridades do ambiente perdem sua dimensão de sentido e se impõem como uma agressão irritante, da qual não há como se defender. Mas esse sentimento põe em relevo um contexto social e a interpretação que o indivíduo faz do ambiente sonoro em que se encontra. Às vezes o mesmo som é inversamente percebido por outra pessoa como um invólucro que lhe é indiferente. No limite, o barulho constante das ruas acaba sendo abafado, ao passo que os excessos sonoros dos vizinhos são percebidos como indesejáveis e como violações da intimidade pessoal. Os barulhos produzidos por nós mesmos não são percebidos como incômodo: eles têm um sentido. Quem faz barulho são sempre os outros.
O sentimento do barulho se difundiu, sobretudo, com o nascimento da sociedade industrial - e a modernidade o intensificou de maneira desmesurada. O desenvolvimento técnico caminhou de mãos dadas com a penetração ampliada do barulho na vida cotidiana e com uma crescente impotência para controlar os excessos. À profusão de barulhos produzidos pela cidade, à circulação incessante dos automóveis, nossas socie- dades acrescentam novas fontes sonoras com os televisores ligados e a música ambiente que toca no interior das lojas, dos cafés, dos restaurantes, dos aeroportos, como se fosse preciso afogar permanentemente o silêncio. Nesses lugares troca-se a palavra por um universo de sons que ninguém escuta, que enervam às vezes, mas que teriam o benefício de emitir uma mensagem tranquilizante. Antídoto ao medo difuso de não se ter o que dizer, infusão acústica de segurança cuja súbita ruptura provoca um desconforto redobrado, a música ambiente tornou-se uma arma eficaz contra certa fobia do silêncio. Esse persistente universo sonoro isola as conversas particulares ou encobre os devaneios, confinando cada um em seu espaço próprio, equivalente fônico dos biombos que encerram os encontros em si mesmos, criando uma intimidade pela interferência sonora assim forjada em torno da pessoa.
Nossas cidades são particularmente vulneráveis às agressões sonoras; o barulho se propaga e atravessa grandes distâncias. As operações de liquidação do silêncio existem em abundância e sitiam os lugares ainda preservados, incultos, abandonados à pura gratuidade da meditação e do silêncio. A modernidade assinala uma tentativa difusa de saturação do espaço e do tempo por uma emissão sonora sem fim. Pois, aos olhos de uma lógica produtiva e comercial, o silêncio não serve para nada, ocupa um tempo e um espaço que poderiam se beneficiar de um uso mais rentável.
A afirmativa acima:
A expressão que substitui corretamente o segmento grifado, sem alteração do sentido original, deverá ser:
Do ponto de vista lógico, uma afirmação equivalente à acima é:
O verbo que apresenta o mesmo tipo de complemento exigido pelo grifado acima está em: