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Q3951633 Português
Texto 2


Neologismo

Beijo pouco, falo menos ainda.
Mas invento palavras
Que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana.
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar.
Intransitivo:
Teadoro, Teodora.

BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20. ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1993. p. 199-200.
Considerando que o neologismo proposto pelo eu lírico “teadoro” seja uma única palavra, os dois vocábulos do verso “Teadoro, Teodora” constituem, segundo a ordem em que aparecem,
Alternativas
Q3951632 Português
Texto 2


Neologismo

Beijo pouco, falo menos ainda.
Mas invento palavras
Que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana.
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar.
Intransitivo:
Teadoro, Teodora.

BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20. ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1993. p. 199-200.
O neologismo proposto pelo eu lírico “teadorar” é formado pela junção de duas palavras que, originalmente, têm respectivamente as seguintes propriedades morfossintáticas: 
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Q3951631 Português
Texto 2


Neologismo

Beijo pouco, falo menos ainda.
Mas invento palavras
Que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana.
Inventei, por exemplo, o verbo teadorar.
Intransitivo:
Teadoro, Teodora.

BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20. ed. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1993. p. 199-200.
Em Neologismo, o eu lírico toma o ato de inventar palavras como objeto de referência. Nesse sentido, o poema é construído a partir de um procedimento 
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Q3951630 Português

Texto 1






SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.



Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.

O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.

Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.

[...]

O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.

às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.


Laura Redfern Navarro

Poeta, jornalista e pesquisadora.


Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].

No trecho “o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só”, o termo “pletora” pode ser substituído, sem prejudicar a coesão e o sentido, por
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Q3951629 Português

Texto 1






SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.



Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.

O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.

Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.

[...]

O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.

às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.


Laura Redfern Navarro

Poeta, jornalista e pesquisadora.


Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].

Considere o seguinte trecho citado no Texto 1: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”. Nesse trecho, o uso do sinal gráfico barra oblíqua ou inclinada (/) serve para
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Q3951628 Português

Texto 1






SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.



Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.

O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.

Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.

[...]

O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.

às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.


Laura Redfern Navarro

Poeta, jornalista e pesquisadora.


Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].

O Texto 1, considerando-se a forma composicional e o conteúdo temático, pertence ao gênero 
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Q3576909 Eletrônica
Para medições de corrente elétrica, um amperímetro deve ser sempre ligado
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Q3576908 Eletrônica
Identifique em qual dos componentes de circuitos elétricos listados a seguir NÃO é possível realizar uma variação abrupta de tensão.
Alternativas
Q3576907 Engenharia Eletrônica

Observe a ilustração:


Imagem associada para resolução da questão



O circuito apresentado acima é um

Alternativas
Q3576906 Eletrônica

Considere que o amplificador operacional apresentado no circuito a seguir é ideal.



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Se R1=R2, então a saída Vout será igual a

Alternativas
Q3576905 Eletrônica

Ressonância é a condição em um circuito RLC em que as reatâncias capacitivas e indutivas são iguais em magnitude, resultando em um sistema puramente resistivo.



Imagem associada para resolução da questão



Para o circuito apresentado acima, o valor da frequência de ressonância, em Hz, é:

Alternativas
Q3576904 Eletrônica
Considere a família de curvas da corrente do coletor (IC) versus a tensão entre o coletor e emissor (VCE) de um transistor BJT apresentado a seguir.

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Se a corrente de base do transistor for IB= 5µA, o valor da corrente no coletor IC será
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Q3576903 Eletrônica

Observe a figura:



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O valor da tensão que o multímetro apresentado na figura acima está medindo é

Alternativas
Q3576902 Engenharia Eletrônica
Dado o circuito apresentado a seguir, considere o valor eficaz da tensão da fonte VTh = 24 V e a impedância ZTh = 3 + j4 Ω.

Imagem associada para resolução da questão

O valor da potência ativa dissipada em ZL para a condição de máxima transferência de potência da fonte VTh é
Alternativas
Q3576901 Eletrônica

Considere o circuito com amplificador operacional apresentado a seguir.



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O valor da tensão v0 na saída para a condição de va = 1 V e vb = −1 V é

Alternativas
Q3576900 Engenharia Eletrônica

Observe o transformador de núcleo de ferro apresentado a seguir:



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Considerando-se as tensões primária (Ep) e secundária (Es), assim como o número de espiras no primário (Np=50), o número de espiras no secundário é 

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Q3576899 Física
A imagem abaixo mostra três solenoides conectadas em série, cada uma com um núcleo diferente: ferro (Fe), aço e cobre (Cu). Quando a chave Ch é fechada, uma corrente elétrica passa pelas três bobinas. Observa-se que, nessa situação, somente as bobinas com núcleos de ferro e de aço conseguem atrair pregos, devido ao campo magnético que produzem.

Imagem associada para resolução da questão


Dadas as propriedades magnéticas dos materiais e a experiência apresentada na figura anterior, é possível dizer que o cobre (Cu) é um material
Alternativas
Q3576898 Eletrônica
A ponte de Wheatstone apresentada na sequência é muito utilizada pela instrumentação para medição de variáveis de processo.

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 O valor da resistência Rx é proporcional à grandeza que se deseja medir. Dessa forma, a resistência R3 é variada até que a corrente passando pelo galvanômetro seja zero. Nessa condição, ou seja, a corrente no galvanômetro igual a zero, a resistência Rx vale
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Q3576897 Eletrônica
Considere a medida realizada em um medidor analógico de múltipla escala, conforme apresentado a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Se o seletor fosse deslocado da posição 100 para a posição 10, a medida indicada no instrumento seria
Alternativas
Q3576896 Engenharia Eletrônica

Considere o instrumento utilizado para medições de grandezas elétricas apresentado a seguir.



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Em relação às funcionalidades desse instrumento, é INCORRETO afirmar que ele

Alternativas
Respostas
41: B
42: C
43: A
44: B
45: B
46: D
47: A
48: B
49: C
50: D
51: B
52: D
53: A
54: C
55: E
56: E
57: D
58: A
59: B
60: E