Foram encontradas 3.313 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
O grupo Racionais MC’s recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) como reconhecimento pela sua importância social, intelectual, histórica e estética. A cerimônia de entrega do título coletivo aos integrantes Mano Brown, lce Blue, Edi Rock e KL Jay ocorreu em março/2025, em Campinas (SP).
Essa é a primeira vez que o título é entregue a um grupo em vez de uma única personalidade. A honraria foi proposta pelas professoras Jaqueline Lima Santos e Daniela Vieira dos Santos e pelo professor Omar Ribeiro Thomaz, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (IFCH), e aprovada pelo Conselho Universitário em novembro de 2023.
O título é a distinção máxima prevista no estatuto da Unicamp e é concedido a “pessoas que tenham contribuído, de maneira notável, para o progresso das ciências, das letras ou das artes e/ou que tenham beneficiado, de forma excepcional, a humanidade ou tenham prestado relevantes serviços à universidade”.
Criado em 1988 na periferia de São Paulo (SP), o grupo se consolidou como o maior representante do rap brasileiro por suas músicas discutirem problemas estruturais da sociedade, como racismo, desigualdade e violência policial.
Disponível em: <https://educacaoeterritorio.org.br/reportagens/ecoando-a-lutapor-direitos-racionais-mcs-recebem-titulo-coletivo-de-doutor-honoris-causa-daunicamp/>. Acesso em: 5 jun. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
O grupo Racionais MC’s recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) como reconhecimento pela sua importância social, intelectual, histórica e estética. A cerimônia de entrega do título coletivo aos integrantes Mano Brown, lce Blue, Edi Rock e KL Jay ocorreu em março/2025, em Campinas (SP).
Essa é a primeira vez que o título é entregue a um grupo em vez de uma única personalidade. A honraria foi proposta pelas professoras Jaqueline Lima Santos e Daniela Vieira dos Santos e pelo professor Omar Ribeiro Thomaz, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (IFCH), e aprovada pelo Conselho Universitário em novembro de 2023.
O título é a distinção máxima prevista no estatuto da Unicamp e é concedido a “pessoas que tenham contribuído, de maneira notável, para o progresso das ciências, das letras ou das artes e/ou que tenham beneficiado, de forma excepcional, a humanidade ou tenham prestado relevantes serviços à universidade”.
Criado em 1988 na periferia de São Paulo (SP), o grupo se consolidou como o maior representante do rap brasileiro por suas músicas discutirem problemas estruturais da sociedade, como racismo, desigualdade e violência policial.
Disponível em: <https://educacaoeterritorio.org.br/reportagens/ecoando-a-lutapor-direitos-racionais-mcs-recebem-titulo-coletivo-de-doutor-honoris-causa-daunicamp/>. Acesso em: 5 jun. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
O grupo Racionais MC’s recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) como reconhecimento pela sua importância social, intelectual, histórica e estética. A cerimônia de entrega do título coletivo aos integrantes Mano Brown, lce Blue, Edi Rock e KL Jay ocorreu em março/2025, em Campinas (SP).
Essa é a primeira vez que o título é entregue a um grupo em vez de uma única personalidade. A honraria foi proposta pelas professoras Jaqueline Lima Santos e Daniela Vieira dos Santos e pelo professor Omar Ribeiro Thomaz, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (IFCH), e aprovada pelo Conselho Universitário em novembro de 2023.
O título é a distinção máxima prevista no estatuto da Unicamp e é concedido a “pessoas que tenham contribuído, de maneira notável, para o progresso das ciências, das letras ou das artes e/ou que tenham beneficiado, de forma excepcional, a humanidade ou tenham prestado relevantes serviços à universidade”.
Criado em 1988 na periferia de São Paulo (SP), o grupo se consolidou como o maior representante do rap brasileiro por suas músicas discutirem problemas estruturais da sociedade, como racismo, desigualdade e violência policial.
Disponível em: <https://educacaoeterritorio.org.br/reportagens/ecoando-a-lutapor-direitos-racionais-mcs-recebem-titulo-coletivo-de-doutor-honoris-causa-daunicamp/>. Acesso em: 5 jun. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Uma metáfora do poder e também da ideia de que certos corpos pertencem a determinados lugares é a da rainha que pertence naturalmente ao palácio real, ao contrário da plebe, que não pode jamais alcançar uma posição de majestade. Tal hierarquia introduz uma dinâmica na qual a negritude significa não somente "inferioridade", mas também “estar fora do lugar" enquanto a branquitude significa "estar no lugar" e, portanto, "superioridade". No racismo, corpos negros são construídos como corpos impróprios, como corpos que estão “fora do lugar” e, por essa razão, corpos que não podem pertencer. Corpos brancos, ao contrário, são construídos como próprios, são corpos que estão “no lugar'', “em casa”, corpos que sempre pertencem. Eles pertencem a todos os lugares: Europa, África; norte, sul, leste, oeste; o centro, bem como a periferia.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano.
Rio de Janeiro: Cobogó, 2019. p. 56. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Uma metáfora do poder e também da ideia de que certos corpos pertencem a determinados lugares é a da rainha que pertence naturalmente ao palácio real, ao contrário da plebe, que não pode jamais alcançar uma posição de majestade. Tal hierarquia introduz uma dinâmica na qual a negritude significa não somente "inferioridade", mas também “estar fora do lugar" enquanto a branquitude significa "estar no lugar" e, portanto, "superioridade". No racismo, corpos negros são construídos como corpos impróprios, como corpos que estão “fora do lugar” e, por essa razão, corpos que não podem pertencer. Corpos brancos, ao contrário, são construídos como próprios, são corpos que estão “no lugar'', “em casa”, corpos que sempre pertencem. Eles pertencem a todos os lugares: Europa, África; norte, sul, leste, oeste; o centro, bem como a periferia.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano.
Rio de Janeiro: Cobogó, 2019. p. 56. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Uma metáfora do poder e também da ideia de que certos corpos pertencem a determinados lugares é a da rainha que pertence naturalmente ao palácio real, ao contrário da plebe, que não pode jamais alcançar uma posição de majestade. Tal hierarquia introduz uma dinâmica na qual a negritude significa não somente "inferioridade", mas também “estar fora do lugar" enquanto a branquitude significa "estar no lugar" e, portanto, "superioridade". No racismo, corpos negros são construídos como corpos impróprios, como corpos que estão “fora do lugar” e, por essa razão, corpos que não podem pertencer. Corpos brancos, ao contrário, são construídos como próprios, são corpos que estão “no lugar'', “em casa”, corpos que sempre pertencem. Eles pertencem a todos os lugares: Europa, África; norte, sul, leste, oeste; o centro, bem como a periferia.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano.
Rio de Janeiro: Cobogó, 2019. p. 56. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Uma metáfora do poder e também da ideia de que certos corpos pertencem a determinados lugares é a da rainha que pertence naturalmente ao palácio real, ao contrário da plebe, que não pode jamais alcançar uma posição de majestade. Tal hierarquia introduz uma dinâmica na qual a negritude significa não somente "inferioridade", mas também “estar fora do lugar" enquanto a branquitude significa "estar no lugar" e, portanto, "superioridade". No racismo, corpos negros são construídos como corpos impróprios, como corpos que estão “fora do lugar” e, por essa razão, corpos que não podem pertencer. Corpos brancos, ao contrário, são construídos como próprios, são corpos que estão “no lugar'', “em casa”, corpos que sempre pertencem. Eles pertencem a todos os lugares: Europa, África; norte, sul, leste, oeste; o centro, bem como a periferia.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano.
Rio de Janeiro: Cobogó, 2019. p. 56. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Um conhecido navio escravagista, o norte-americano Camargo, foi um dos últimos a trazer ilegalmente africanos escravizados para o Brasil. Após 170 anos de seu naufrágio, o Camargo está sendo buscado a partir de um projeto de pesquisa que envolve arqueólogos, historiadores e quilombolas.
Em dezembro de 1852, a correspondência do ministro dos Negócios da Justiça do então Império do Brasil revelava que o brigue Camargo havia afundado em Angra dos Reis (RJ). Desde 1850, o tráfico havia sido, mais uma vez, proibido no Brasil, mas, no litoral sul fluminense, os senhores do negócio e de escravizados continuaram tentando burlar a lei.
Segundo autoridades do governo imperial, Camargo era comandado pelo norte-americano Nathaniel Gordon e conseguiu trazer aproximadamente 500 africanos escravizados vindos de Quelimane e Moçambique. Os africanos escravizados teriam desembarcado próximo à foz do rio Bracuí, na fazenda Santa Rita, em frente às águas de Angra dos Reis, suficientemente distantes do Rio de Janeiro para as atividades ilegais e estrategicamente próximas das plantações de café do vale do Paraíba paulista e fluminense.
Para fugir das autoridades brasileiras, Gordon teria incendiado o navio escravagista e a tripulação, quase totalmente estrangeira (dois norte-americanos, um espanhol e outro inglês), teria procurado fugir, chegando ao porto de Santos ou de Paranaguá.
Disponível em: <https://cienciahoje.org.br/artigo/um-navio-escravagista-emangra-dos-reis/>. Acesso em: 6 jun. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Um conhecido navio escravagista, o norte-americano Camargo, foi um dos últimos a trazer ilegalmente africanos escravizados para o Brasil. Após 170 anos de seu naufrágio, o Camargo está sendo buscado a partir de um projeto de pesquisa que envolve arqueólogos, historiadores e quilombolas.
Em dezembro de 1852, a correspondência do ministro dos Negócios da Justiça do então Império do Brasil revelava que o brigue Camargo havia afundado em Angra dos Reis (RJ). Desde 1850, o tráfico havia sido, mais uma vez, proibido no Brasil, mas, no litoral sul fluminense, os senhores do negócio e de escravizados continuaram tentando burlar a lei.
Segundo autoridades do governo imperial, Camargo era comandado pelo norte-americano Nathaniel Gordon e conseguiu trazer aproximadamente 500 africanos escravizados vindos de Quelimane e Moçambique. Os africanos escravizados teriam desembarcado próximo à foz do rio Bracuí, na fazenda Santa Rita, em frente às águas de Angra dos Reis, suficientemente distantes do Rio de Janeiro para as atividades ilegais e estrategicamente próximas das plantações de café do vale do Paraíba paulista e fluminense.
Para fugir das autoridades brasileiras, Gordon teria incendiado o navio escravagista e a tripulação, quase totalmente estrangeira (dois norte-americanos, um espanhol e outro inglês), teria procurado fugir, chegando ao porto de Santos ou de Paranaguá.
Disponível em: <https://cienciahoje.org.br/artigo/um-navio-escravagista-emangra-dos-reis/>. Acesso em: 6 jun. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Um conhecido navio escravagista, o norte-americano Camargo, foi um dos últimos a trazer ilegalmente africanos escravizados para o Brasil. Após 170 anos de seu naufrágio, o Camargo está sendo buscado a partir de um projeto de pesquisa que envolve arqueólogos, historiadores e quilombolas.
Em dezembro de 1852, a correspondência do ministro dos Negócios da Justiça do então Império do Brasil revelava que o brigue Camargo havia afundado em Angra dos Reis (RJ). Desde 1850, o tráfico havia sido, mais uma vez, proibido no Brasil, mas, no litoral sul fluminense, os senhores do negócio e de escravizados continuaram tentando burlar a lei.
Segundo autoridades do governo imperial, Camargo era comandado pelo norte-americano Nathaniel Gordon e conseguiu trazer aproximadamente 500 africanos escravizados vindos de Quelimane e Moçambique. Os africanos escravizados teriam desembarcado próximo à foz do rio Bracuí, na fazenda Santa Rita, em frente às águas de Angra dos Reis, suficientemente distantes do Rio de Janeiro para as atividades ilegais e estrategicamente próximas das plantações de café do vale do Paraíba paulista e fluminense.
Para fugir das autoridades brasileiras, Gordon teria incendiado o navio escravagista e a tripulação, quase totalmente estrangeira (dois norte-americanos, um espanhol e outro inglês), teria procurado fugir, chegando ao porto de Santos ou de Paranaguá.
Disponível em: <https://cienciahoje.org.br/artigo/um-navio-escravagista-emangra-dos-reis/>. Acesso em: 6 jun. 2025. [Adaptado].
Analise as assertivas abaixo sobre os aspectos fundamentais da auditoria governamental, segundo as boas práticas adotadas no setor público brasileiro:
I. A auditoria governamental tem como finalidade principal assegurar a legalidade e legitimidade dos atos da administração pública, bem como avaliar os resultados quanto à economicidade, eficiência, eficácia e efetividade das ações governamentais.
II. As formas de auditoria governamental incluem apenas as auditorias contábil e operacional, sendo vedado realizar auditoria de conformidade no âmbito dos Tribunais de Contas, por se tratar de atividade exclusivamente interna do Executivo.
III. A auditoria governamental pode abranger tanto os órgãos da administração direta quanto entidades da administração indireta, incluindo fundações, autarquias, empresas estatais e organizações da sociedade civil que recebam recursos públicos.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Conforme a Lei Federal nº 13.019/2014 (Lei das parcerias), a prestação de contas: procedimento em que se analisa e se avalia a execução da parceria, pelo qual seja possível verificar o cumprimento do objeto da parceria e o alcance das metas e dos resultados previstos, compreendendo duas fases:
I. Apresentação das contas, de responsabilidade da organização da sociedade civil.
II. Análise e manifestação conclusiva das contas, de responsabilidade da administração pública, sem prejuízo da atuação dos órgãos de controle.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Conforme a Lei Complementar nº 101/2000, São instrumentos de transparência da gestão fiscal, aos quais será dada ampla divulgação, inclusive em meios eletrônicos de acesso público:
I. Os planos, orçamentos e leis de diretrizes orçamentárias.
II. As prestações de contas e o respectivo parecer prévio.
III. O Relatório Resumido da Execução Orçamentária e o Relatório de Gestão Fiscal.
Quantos dos itens está(ão) CORRETO(S)?
Se a dívida consolidada de um ente da Federação ultrapassar o respectivo limite ao final de um quadrimestre, deverá ser a ele reconduzida até o término dos três subsequentes, reduzindo o excedente em pelo menos 25% no primeiro. Conforme a Lei Complementar nº 101/2000, enquanto perdurar o excesso, o ente que nele houver incorrido:
I. Estará proibido de realizar operação de crédito interna ou externa, inclusive por antecipação de receita, ressalvadas as para pagamento de dívidas mobiliárias.
II. Obterá resultado primário necessário à recondução da dívida ao limite, promovendo, entre outras medidas, limitação de empenho.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Para efeito da Lei Complementar nº 101/2000, entende-se por ______________ a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da Federação, a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira, que não decorra de determinação constitucional, legal ou os destinados ao Sistema Único de Saúde.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?