Questões de Concurso
Para técnico em educação
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As narrativas visuais no Instagram representam uma nova linguagem visual da cultura digital contemporânea. Uma parcela dessas imagens pode ser lida em chave lúdica e narcisista, pois projeta uma certa imagem do self do usuário, mediante a sequência de retratos de família e amigos, selfies, viagens, pratos de restaurantes, animais de estimação, capas de álbuns de música do Spotfy e imagens da paisagem urbana como expressão do exercício cotidiano de apreensão estética.
Adaptado de https://imageria.fau.usp.br/narrativas-visuais-no-instagram/
O trecho descreve uma categoria da narrativa visual constituída por imagens
Usar a tecnologia, a internet e as mídias digitais para o ensino de artes visuais é um meio para difundir o ensino de arte fora da escola, mas a tecnologia não deve ser vista apenas como uma maneira de visualizar a arte: navegar por sites que simplesmente dispõem digitalmente conteúdos de livros e apostilas não é considerada uma forma de educação.
Adaptado de HAMDAN, Isabel Gontijo. Uso da Tecnologia na ArteEducação. Belo Horizonte: UFMG, 2016, p. 14.
Com base no trecho, é correto afirmar que o uso de novas tecnologias na educação em arte
Leia o trecho de O Manifesto ciborgue - ciência, tecnologia e feminismo-socialista no final do século XX, ensaio de 1985, elaborado pela bióloga e filósofa Donna Haraway:
No final do século XX, neste nosso tempo, somos todos ciborgues, híbridos de máquina e organismo. O ciborgue é nossa ontologia e ele determina nossa política. Nas tradições da ciência e da política ocidentais (a tradição do capitalismo racista, dominado pelos homens; a tradição do progresso; a tradição da apropriação da natureza como matéria para a produção da cultura; a tradição da reprodução do eu a partir dos reflexos do outro), a relação entre organismo e máquina tem sido uma guerra de fronteiras. As coisas que estão em jogo nessa guerra de fronteiras são os territórios da produção, da reprodução e da imaginação. Este ensaio é um argumento em favor do prazer da confusão de fronteiras, bem como em favor da responsabilidade em sua construção.
Adaptado de Antropologia do ciborgue: as vertigens do pós-humano. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2009.